Colunistas

Giba Um

"A normalidade é a gente respeitar o direito às diferenças. É a gente aprender a conviver",

de LULA // em evento ao lado de Tarcísio de Freitas. 

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O Itamaraty me deu uma bofetada” – é o que diz a embaixadora Isabel Heyvaert. A diplomata questiona na justiça o sistema de promoções do Ministério de Relações Exteriores que, na avaliação dela, tem privilegiado homens brancos. Ela é Única mulher negra na lista para ser ministra de primeira classe.


MAIS:   a escolha caiu a favor de uma colega quase 30 posições atrás. Isabel tem 47 anos dedicados à carreira diplomática e se diz boicotada pelo Itamaraty no processo de promoção. “O Ministério não pensou na diversidade que o governo tanto prega”, ela salienta.

In –  Maxi anéis
Out – Anel gladiador


Transparências galácticas


8 O esperado baile de carnaval de Vogue aconteceu no sábado (3) no tradicional e majestoso Copacabana Palace. Com o tema Galáctika as celebridades presentes abusaram da criatividade, e claro,  exploraram os recortes e as transparências. Para animar o baile, a festa contou com show de Preta Gil que convidou para dividiu o palco Pabllo Vittar e Urias; Heavy Baile; Gloria Groove que venho com um look de nave da Xuxa que explicou: “fiquei muito feliz porque o tema do meu carnaval esse ano é Xuxa, e pensei: que perfeito, eu vou conseguir usar o baile como pontapé do tema do meu Carnaval, porque tanto do que a Xuxa faz está nesse universo galáctico”. Entre as convidadas que abusaram da transparência, estavam, da esquerda para direita,  a atriz norte-americana Dakota Johnson; a atriz Alinne Moraes; a ginasta Rebeca Andrade (que aproveita os últimos dias de folga, depois começa treino mais intensivo para as Olimpíadas), as apresentadoras Ana Paula Padrão e Luciana Gimenez e a modelo plus size  Lettícia Munniz. 

Dirceu, 2026, até promessa


O  ex-ministro da Casa Civil, José Dirceu, condenado e preso três vezes (lavagem de dinheiro e corrupção passiva), por conta dos processos do mensalão e da Lava Jato, quer voltar a ter importância no cenário político nacional. Tem dado entrevistas (uma delas, à CNN), publicado artigos e fazendo articulações. Já conversou com Arthur Lira, presidente da Câmara e líder do Centrão, com Rodrigo Pacheco, presidente do Senado e com Fernando Haddad (apoia seu plano econômico). E inspirado pela liberdade dada a Lula pelo STF, sua defesa deu entrada na mesma Corte pedindo para que sejam anuladas todas suas condenações na Lava Jato. O caso está nas mãos de Gilmar Mendes, que não quer comparações com Dias Toffoli nessa farra de anulação de acordos bilionários. Dirceu está confiante e quer se candidatar a deputado federal (hoje, está inelegível) em 2026. E repete: “Vamos reeleger Lula”.

Falou demais


Na história do PT dos velhos tempos, Dirceu sempre foi considerado o grande mentor de Lula, especialmente na primeira vitória. Ocupou a Casa Civil e era o mais cotado para a sucessão do eleito. Na época, em reuniões mais formais de Lula, Dirceu se sentava à sua direita (cadeira ocupada tradicionalmente pelo ministro da Justiça). Era uma demonstração de poder. Muitos petistas temem a volta dele por conta de um delírio cometido às vésperas da eleição de 2018. Disse: “É uma questão de tempo para a gente tomar o poder”. Na atual conjuntura, Lula treme só de pensar. 


Entrando no clima total


Ainda sobre o Baile da Vogue: algumas celebridades convidadas mergulharam fundo no tema e se caracterizaram  fielmente ao tema Galáctika (uma referência a constelação, galáxia, sistema solar e  estrelas). Entre elas Sabrina Sato (sempre uma das mais esperadas) que primeiro apareceu com look simples de calça jeans e regata brilhantes  e chinelo; depois correu para ensaio técnico da Vila Isabel onde é musa e retornou ao baile com um look vermelho de peruca loira, que era uma mistura de Jéssica Rabbit e Marylin Monroe e batizou a fantasia de "Musa das praias de Marte, o planeta vermelho”; Deborah Secco, que apareceu de Mamãe alienígena, que  levou 4 horas  para ficar pronta entre maquiagem e pintura corporal (há quem garanta que ela gastou R$ 100 mil), e atriz Flavia Alessandra que disse  que sua fantasia era  inspirada  num personagem extraterrestre que vem para o planeta Terra, nascida de um ovo alienígena, com aspectos físicos humanos e coberta de látex. 


Olho  na dívida


O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, articula com o STF, especialmente com o ministro Kássio Nunes Marques, nova prorrogação do prazo para adesão de Minas Gerais ao Regime de Recuperação Fiscal, que vence em abril.  A medida estica o prazo de carência para o pagamento da dívida do estado à União, da ordem de R$ 156 bilhões. Pacheco está eclipsando Romeu Zema e também atua na proposta de federalização da Cemig, da Codemig e da Copasa em troca do abatimento da dívida. 

 

 

Troca-troca


O ex-presidente do PT e atual deputado federal Rui Falcão está defendendo a volta de Gilberto Carvalho à Secretaria Geral da Presidência, cargo que ocupou em governos anteriores de Lula. Gleisi Hoffmann, atual presidente da legenda, é contra, na condição de fiadora da permanência de Márcio Macedo, do PT de Sergipe, no cargo. Márcio atravessa um período complicado por conta de ter autorizado assessores a viajar, com tudo pago, para participar de uma farra pré-carnavalesca em Aracaju. Gilberto, próximo de Lula, está num escondido cargo menor, como secretário da Economia Popular e Solidária do Ministério do Trabalho. 



LULA EM CAMPO

Para tentar acalmar o clima tenso na volta do Congresso, o governo está colocando em prática um plano para tentar driblar a insatisfação de Arthur Lira, presidente da Câmara e líder do Centrão, com o ministro Alexandre Padilha (Relações Institucionais). Lula quer intensificar contatos pessoais com líderes partidários e reforçar com ministros que estiveram distantes em 2023 como  Rui Costa (Casa Civil) e Simone Tebet (Planejamento). Por enquanto, a máquina de liberação de recursos está parada e o veto a R$ 5,6 bilhões em emendas de comissão ainda é discutido. Tebet quer costurar um acordo para manter parte do corte e Lira vai endurecer. 

Não é do ramo

Também usando sua posição de coordenador do Novo PAC, Rui Costa terá igualmente de conversar com líderes de partidos e não ficar apenas em encontros sorridentes com Arthur Lira. Para Costa é quase um pesadelo: ele não gosta dessas conversas com líderes. Por sua vez, eles dizem que “ele não é do ramo”. Da reunião com Lira não sobrou nada. Lula é que falará diretamente com Lira esta semana. O presidente também quer aparar as arestas com Rodrigo Pacheco (Senado) que foi convidado para integrar a caravana que vai a Minas Gerais (Pacheco quer se candidatar ao governo mineiro em 2026).

QUEDA DE BRAÇO

A Advocacia-Geral da União vai recorrer da decisão da Justiça Federal de Roraima que fixou multa de R$ 1 milhão caso o governo não apresente, em 30 dias, um novo cronograma de ações contra o garimpo ilegal na Terra Indígena Yanomami. A alegação é que as medidas estão sendo adotadas, mas o MPF diz que não estão. O governo vem atrasando a execução de compromissos assumidos anteriormente como a instalação de uma base de proteção no Rio Uraricoera, ponto de entrada de garimpeiros no território. Lula já anunciou que vai investir R$ 1,2 bilhão em ações de saúde e assistência social para os Yanomamis. Até agora, contudo, nada.


Inesquecível

Na filiação de Marta Suplicy de volta ao PT, antes da ex-prefeita e do presidente Lula subirem ao palco, o deputado federal e ex-marido dela Eduardo Suplicy cantou Eu sei que vou te amar, um clássico da música brasileira, composta em 1957 por Tom Jobim e Vinicius de Moraes. Os mais chegados até confirmavam que Eduardo, realmente nunca esqueceu Marta, com quem foi casado por quase 40 anos. Separaram-se em 2001, ela foi casada por oito anos com Luís Favre e hoje é casada com Márcio Toledo. Ele namorou Mônica Pastore. E considera Marta “inesquecível”. 

MELHOR IGNORAR

A Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional do Senado vai ignorar o escândalo da arapongagem que derrubou Alessandro Moretti, ex-número 2 da Abin e quatro diretores da agência de Lula. Na oposição, é lembrado que o então ministro André Mendonça já deu explicações sobre a situação da Abin. Integrantes governistas, muitos ainda acham que pode sobrar para Luiz Fernando Corrêa, atual chefe da Abin. Desde março de 2023 um pedido de Rui Costa (Casa Civil) mofa na comissão.


MISTURA FINA

É COMO se fosse uma coleção de avisos: Arthur Lira não apareceu quando chefes dos três Poderes tiraram as grades que bloqueavam o Supremo. No encontro de um ano do 8 de janeiro, não deu as caras. Na abertura do Ano Judiciário e posse do novo ministro da Justiça, no Planalto, fez questão que sua ausência fosse notada. Muitos interpretam que ele estava enviando avisos ao governo e está de volta mais irritado do que nunca. 

A SUGESTÃO é de Janja, que já trabalhou lá: o governo deve usar a Itaipu Binacional, estatal que controla a usina hidrelétrica do Paraná na divisa com o Paraguai para investir no Pará e ajudar nas obras da COP30, a Conferência do Clima da ONU, que acontecerá em Belém, em 2025. Os paraenses esperam ao menos R$ 1 bilhão da empresa, que se somaria aos R$ 3 bilhões já anunciados pelo BNDES. O auxílio está praticamente certo, só o valor que segue indefinido. 

MÁRCIO Pochmann, presidente do IBGE (é uma indicação pessoal de Lula que sofreu uma verdadeira tempestade de críticas porque, no passado, ele fazia mudanças nas estatísticas do instituto), agora chama a entidade de “Novo IBGE” – e ninguém sabe os motivos. Márcio não é de ter muita proximidade com funcionários, nem mesmo os diretores. Agora, quer fazer um programa semanal na TV Brasil sobre o IBGE. Detalhe: é apenas uma ideia. Não tem custo de produção, nem data de estreia. 

VASCULHANDO a casa de Carlos Bolsonaro, na Barra da Tijuca, na semana passada, a Polícia Federal encontrou uma chamada “caneta espiã”. Tem câmera secreta, que filma, grava e tira fotos. Em alguns filmes de James Bond, o ator Sean Connery usa uma delas em cena. Carluxo é capaz de jurar que comprou a caneta há dez anos e que nunca chegou a usá-la, “nem por brincadeirinha”. 

A POLÍCIA Federal quer que o ex-presidente Jair Bolsonaro seja ouvido por suspeita de importunar uma baleia em passeio de jet-ski. Os analistas acham que não faltam motivos para investigar  o ex-chefe do Governo e seus filhos. Há quem aposte que a polícia pode até presentear todos os integrante do clã com um troféu de “perseguidos”. 

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Direito

O que a Justiça pode determinar quando o trânsito destrói uma família

Confira a coluna desta quinta-feira (13)

13/08/2026 00h03

Leandro Provenzano

Leandro Provenzano Foto: Montagem / Correio do Estado

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Recentemente, um caso que tramitou no Tribunal de Justiça de Minas Gerais manteve, no fim de julho, a condenação de uma concessionária de energia elétrica pela morte de um ciclista atropelado por um funcionário que prestava serviço à empresa.

Os dois filhos da vítima, adolescentes na época, receberão R$ 25 mil cada um por danos morais, além de pensão mensal equivalente a dois terços dos rendimentos do pai até completarem 25 anos. O atropelamento aconteceu em 2009, mas somente agora, 17 anos depois é que o caso foi julgado pelo Tribunal.

O caso é didático porque reúne, em um único julgamento, quase tudo o que uma família precisa saber depois de um acidente de trânsito, e quase tudo o que ela costuma ignorar.

O primeiro ponto é quem paga. Existe a crença de que a responsabilidade começa e termina no motorista. Não é assim.

A lei estabelece que o empregador responde pelos danos causados por seus empregados no exercício do trabalho, e responde independentemente de ter culpa própria. Ou seja: não interessa se a empresa treinou bem o motorista, se exigiu curso de direção defensiva ou se o veículo estava em ordem. Se o funcionário atropelou alguém trabalhando, a empresa responde.

Isso muda tudo na prática. Uma coisa é buscar reparação contra um motorista que não tem patrimônio algum. Outra, bem diferente, é acionar a empresa para a qual ele trabalha, que tem CNPJ, faturamento e, quase sempre, seguro de responsabilidade civil.

O segundo ponto é a prova. A defesa da concessionária sustentou que o ciclista teria entrado repentinamente na via, apoiando-se no boletim de ocorrência. A relatora rejeitou o argumento com uma observação que vale guardar: boletim baseado exclusivamente na versão do condutor envolvido é relato unilateral de quem tem interesse direto no resultado. Boletim de ocorrência não é sentença. 

Muitas famílias desistem de buscar seus direitos porque leram no documento uma versão que as culpa. Essa versão pode, e deve ser contestada com testemunhas, perícia, imagens e prova técnica. Vale lembrar, ainda, que o Código de Trânsito impõe ao motorista o dever de guardar distância lateral mínima de um metro e meio ao ultrapassar ciclistas, exatamente por serem eles os usuários mais frágeis da via.

O terceiro ponto é o que a Justiça pode determinar. Em caso de morte, a lei prevê o pagamento das despesas com tratamento, funeral e luto, além de pensão aos que dependiam economicamente da vítima. Para os filhos, os tribunais costumam fixar essa pensão em dois terços da renda até os 25 anos; para o cônjuge ou companheiro, até a idade provável de vida da vítima.

Soma-se a isso o dano moral, que é direito próprio de cada familiar, não se divide um valor único entre todos. 

Quando a vítima sobrevive, o raciocínio é o mesmo. A lei garante o custeio integral do tratamento, os lucros cessantes (o que a vítima deixou de ganhar) referentes ao período de afastamento e, havendo redução permanente da capacidade de trabalho, pensão correspondente a essa perda.

Cicatrizes, amputações e deformidades geram dano estético, que o Superior Tribunal de Justiça reconhece ser cumulável com o dano moral. São verbas distintas, e pedi-las separadamente pode alterar significativamente o resultado.

Resta o tempo

O caso mineiro levou dezessete anos entre o acidente e a decisão de segundo grau, mas o prazo para ingressar com a ação é curto. Provas se perdem, testemunhas somem, câmeras são sobrescritas.

Se você perdeu alguém no trânsito, ou ficou com sequelas depois de um acidente, e o responsável estava trabalhando quando aquilo aconteceu, existe muito mais em jogo do que um acordo rápido oferecido pelo seguro nas primeiras semanas. Vale conhecer o tamanho real do que a lei assegura antes de assinar qualquer coisa.

Leandro Amaral Provenzano - OAB/MS 13.035. Sócio do escritório Provenzano Advogados.

CLAÚDIO HUMBERTO

"Quem deve explicações é o Lula"

Flávio Bolsonaro (PL), sobre Lulinha, filho do presidente, e a falcatrua no INSS

12/08/2026 07h00

Cláudio Humberto

Cláudio Humberto

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Bens de governador petista crescem mais de 400%

São nove os governadores que estão no cargo e vão buscar a reeleição este ano. Quase todos tiveram aumento no patrimônio. Alguns com elevação que supera os 460%, como é o caso de Clécio Luís, com passagem pelo Rede, PT, Psol, Solidariedade e, agora, no União Brasil. Os quatro anos no governo do Amapá parecem ter feito bem às finanças de Clécio, que, em 2022, declarou patrimônio de R$88,5 mil. Agora, o governador admitiu à Justiça Eleitoral ter R$R$497,9 mil em bens.

Petista 407% mais rico

O petista Elmano de Freitas (Ceará) também viveu tempos de bonança. O patrimônio decolou de R$72,1 mil (2022) para R$366,4 mil.

Pobre Riedel

Eduardo Riedel (PP-MS) é o único “mais pobre”. O patrimônio encolheu em 4 anos e desceu de R$20,7 milhões para R$16,1 milhões.

Modesta variação

Dos que tiveram aumento, Raquel Lyra (PSD-PE) registra a oscilação mais modesta, 5,56%. Passou de R$340,5 mil para R$359,4 mil.

É o admitido

A coluna chegou aos valores após cruzar os dados repassados pelos próprios candidatos ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

Lula promete pasta da Segurança 43 meses atrasado

Lula (PT) sempre passa vergonha quando faz juras eternas de combater a criminalidade, como a promessa de criar o Ministério da Segurança, com 43 meses de atraso. Para quem manda sua bancada boicotar no Congresso projetos que são aspiração dos brasileiros, como a redução da maioridade penal, e após saudar uma traficante em seu palanque na Favela do Moinho, em São Paulo, como lembrou Tarcísio Gomes de Freitas no debate da Band, desautoriza qualquer lacração nessa área.

Nunca na História

Nunca houve Ministério da Segurança nos mais de 18 anos dos cinco governos do PT.

Primeiro

A primeira vez que houve pasta específica para a Segurança Pública foi na gestão Michel Temer (MDB).

Caso único

O ex-deputado Raul Jungmann continua a ser o único ministro da Segurança da História do Brasil.

Mitomania em movimento

O “afastamento” do ministro da Propaganda da campanha de Lula (PT), em razão de “desavença”, ainda mais tendo sido “substituído” pelo próprio sócio, soa tão falso quanto ex-presidiário jurar combate ao crime.

Ataques investigados

Empresário forte de Goiânia, da área de show business, vem sendo acusado na política do DF de bancar ataques nas redes sociais contra a governadora Celina Leão (PP). O caso está sob investigação.

Caiu a ficha

Demorou, mas a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro finalmente deu sinais de haver percebido que suas desavenças públicas com o enteado Flávio favoreciam os adversários. “Briga tem em toda família”, diz agora.

Por conta

Difícil Lula retribuir a Nabor Wanderley (Rep-PB) o apoio público que recebeu de Hugo Motta (Rep-PB), filho do candidato ao Senado. O petista vai pedir votos para Veneziano Vital (MDB) e João Azevedo (PSB)

Vergonha histórica

Condenado à morte por crimes contra a humanidade, o ex-ditador sírio Bashar al-Assad foi um dos “ídolos” da esquerda por atacar os EUA sistematicamente. Em 2010, recebeu do então presidente Lula a maior condecoração brasileira: o Grande Colar da Ordem do Cruzeiro do Sul.

Esquema

Era pluripartidário o rolo de vereadores com facção que cobrava pedágio para acessar regiões de Sobral (CE). Os envolvidos, segundo a PF: Carlos do Calisto (PSB), Junim do Povo (Pode) e Mario Vicktor (União).

É simbólico

O segundo ato de campanha de Flávio Bolsonaro (PL) deve ser na cidade em que o pai sofreu um atentado promovido por ex-militante do Psol, em 2018. Flávio vai a Juiz de Fora (MG) em 17 de agosto.

Demora por quê?

Sob supervisão do Judiciário, de perito, da PF e do Ministério Público, Alfredo Gaspar, candidato a vice de Flávio (PL), já disponibilizou seu DNA para agilizar o confronto com amostra da suposta “vítima” exposta por Lindbergh Farias (PT) e Soraya Thronicke. Só falta o STF avaliar.

Pensando bem...

...política ainda é um excelente negócio.

PODER SEM PUDOR

Cláudio Humberto

Não te fresqueia, tchê

O líder gaúcho Flores da Cunha era do tipo que não guardava papas na língua e zelava pela reputação dos machos do Rio Grande do Sul. Mas, certa vez, num comício em Uruguaiana, ao ser saudado, um orador local exagerou nos elogios: “Bravo general, corpo de espartano, cérebro ateniense, coração de pomba, alma de dama...”. Ele chama o chefe político e ordena, interrompendo o discurso: “Tira esse demente daqui antes que ele me chame de fresco”.

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