Colunistas

Giba Um

"A política apodreceu. Os candidatos sabem como está o mercado eleitoral no país, quanto custa...

...um cabo eleitoral, quanto custa um vereador, quanto custa cada candidatura. É uma vergonha. Agora é só dinheiro para qualquer lado", de Lula, lembrando tempos  em que  era  preciso vender camisetas para custear comícios.

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Contrariando boa parte do PT, Lula não vai exigir que partidos do centro, ainda que lancem candidatos ao Planalto, desocupem os cargos que ocupam na administração federal. É o caso, por exemplo, do PSD de Gilberto Kassab, que já anunciou três candidatos e ocupa os ministérios da Agricultura (Carlos Fávaro), Minas e Energia (Alexandre Silveira) e Pesca (André de Paula).

MAIS:   entende que nomes com projeção eleitoral sairão naturalmente e, em ano eleitoral, ações midiáticas são travadas pela legislação. PP e União Brasil também devem manter as boquinhas. Lula está de olho no apoio de governadores e parlamentares dos partidos. Além de sete ministérios, PP, União e PSD têm boquinhas na Caixa, Codevasf, DNIT, Sudene e mais de 140 cargos de confiança.

Tarcísio vs. Derrite

O secretário de Segurança de São Paulo, Osvaldo Nico, que confirma a exoneração de 14 pessoas da pasta ligadas a seu antecessor, Guilherme Derrite, partiu de escolhas do novo número 2 da pasta, o coronel Henguel Pereira, indicado diretamente por Tarcísio de Freitas. Desafeto de Derrite, Henguel tomou posse no dia 2 e ganhou carta-branca para fazer o expurgo. As demissões fazem parte de um processo de desgaste entre Tarcísio e Derrite, que antecipou sua saída e reassumiu mandato de deputado. No passado, Derrite pensava em substituir Tarcísio no governo, se ele disputasse o Planalto.

Caiado, senador

A filiação de Ronaldo Caiado ao PSD tem como pano de fundo, além da candidatura à Presidência, a preocupação do partido com as eleições para o Senado. A articulação discreta de Gilberto Kassab envolveu uma avaliação de que Caiado é um nome forte em Goiás e se não for escolhido pelo PSD para a corrida ao Planalto, "poderia ser eleito com tranquilidade ao Senado". Kassab nem sabe se "Caiado topa concorrer ao Senado e se não for esse se eu desejo, ele pode contribuir para o projeto de quem quer que seja".

"Loterias da casa" 1

O governo mantém uma relação bipolar com aposta que, ao mesmo tempo em que impõe restrições às bets, em nome da proteção social e do endividamento, o Ministério da Fazenda tem feito gestões junto ao STF para evitar que essas mesmas vedações atinjam a "jogatina oficial", leia-se loterias federais da Caixa Econômica. Há forte preocupação com o "efeito bumerangue" a partir das limitações aplicadas aos beneficiários do Bolsa Família e do Benefício de Prestação Continuada (BPC) no fim do ano passado. Entre alguns ministros prevalece o entendimento de que a proibição para que cadastrados nos dois programas acessem plataformas de bets deve se estender às demais modalidades de apostas.

"Loterias da casa" 2

E demais "modalidades de apostas", incluem jogos operados pela Caixa. O próprio Luiz Fux, relator do caso, além de Edson Fachin e Cármen Lúcia têm dado sinais nessa direção. A tese da isonomia é defendida também por juristas com a premissa de que não há base legal sólida para diferenciar o destino do caso. Trata-se dos mesmos recursos de transferência de renda e, na ponta do funil, a mesma finalidade: aposta. Seria um golpe duro para as loterias da Caixa. Estima-se que beneficiários de programas sociais representam cerca de 15% da base de apostadores, especialmente em jogos como Megasena, Lotofácil e Quina.

"Para inglês ver"

Na semana passada, Lula voltou a falar sobre as investidas do Congresso para estabelecer mandato no Supremo para evitar perpetuação no poder. E analisou no estilo "para inglês ver”: “Acho que precisamos discutir isso. Não é justo uma pessoa entrar com 35 anos e ficar até 75 anos. Não é justo, é muito tempo. É uma discussão que deve ser feita por parlamentares e que não deve ser associada à atuação dos magistrados".

Peixe maior

Hoje aos 24 anos, Kaia Geber, já tem 8 anos de carreira, tanto nas passarelas, revistas quanto na TV.  Filha da supermodelo Cindy Crawford e do empresário Rande Gerber, Kaia está na capa e ensaio da Harper’s Bazaar onde revelou  um pouco de sua vida pessoal e de suas outras paixões, como o Teatro. Sobre sua mãe ela conta que dificilmente ela dá opiniões sobre seus trabalhos. “Ela não dá conselhos a menos que você peça. Mas se você pedir, prepare-se, porque ela será muito honesta de maneiras que, às vezes, são difíceis de ouvir. Ela geralmente está certa, o que é irritante, mas ela também está muito disposta a me deixar cometer um erro que ela cometeu há 30 anos.” Sobre sua personalidade é direta: "Não sei se sou romântica. Sou uma sonhadora. Imagino todos os cenários possíveis na minha cabeça. Consigo me convencer de que alguém é tudo o que eu quero, mesmo que essa pessoa faça de tudo para provar o contrário. Minha imaginação é muito fértil e tem sido uma dádiva no meu trabalho. Nem sempre uma dádiva nos relacionamentos."

Aproveitando sua imaginação, Kaia também tem se dedicada a atuação: “Eu amo teatro porque ele é imortalizado na memória das pessoas, mas não na mídia. Muito do que eu fiz, cada foto, é imortalizado na internet”.  Apesar de ser apaixonada por teatro a modelo tem atuado muito na TV e no cinema. Atualmente está na segunda temporada da série Palm Royale, ao lado de Kristen Wiig e Carol Burnett e se prepara para entrar na série The Shards. Já no cinema já está gravando Mother Mary, ao lado de Anne Hathaway e Michaela Coel e em breve irá começar a rodar Outcome ao lado de  Keanu Reeves, Cameron Diaz , Matt Bomer e Laverne Cox . Mais: a atriz Carol Burnett  acredita que em breve Kaia irá se aprofundar no cinema e aposta que irá também trabalhar em direção. “Ela não vai simplesmente tirar um cochilo no trailer. Ela está sempre observando, assistindo e aprendendo, até mesmo sobre configurações de câmera. Não me surpreenderia se um dia ela dirigisse um filme”.

"Penduricalhos": STF vai decidir

Lula vai cozinhar no Ministério da Gestão e Inovação suposta análise de veto do projeto que libera salários acima do teto constitucional para a elite dos servidores no Legislativo e agora, conta com o Supremo Tribunal Federal para não confrontar a Câmara. O presidente do STF, Edson Fachin, marcou para o dia 25 de fevereiro a sessão que vai decidir sobre a liminar de Flávio Dino que suspendeu a indecorosa benesse. A data deve livrar Lula de ter que decidir se veta ou não o texto e a maioria da Corte deve apoiar Flávio Dino. Lula tem 15 dias úteis para decidir o que fazer, com a data do julgamento). O petista não pode se dar ao luxo de confrontar a Câmara e ainda quer aprovar neste semestre projetos eleitoreiros, como fim da escala 6x1. E espalha que não sabia da votação do "penduricalho", só que o assunto foi tratado na reunião de líderes da Câmara.

Pacheco candidato

O ex-presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, nome preferido por Lula para concorrer ao governo de Minas Gerais, vai se encontrar de novo com o presidente para discutir a viabilidade de sua candidatura e comunicar sua filiação ao União Brasil (era do PSD). Pacheco já acertou a mudança de partido que foi intermediada pelo presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP) e afasta ainda mais o União Brasil de apoio ao candidato Flávio Bolsonaro (PL-RJ), principal adversário de Lula. Marcelo Freitas, presidente estadual do União deve se migrar para o PL.

Terapia de casal

Reassumindo o posto de Rainha de Bateria da Viradouro Juliana Paes, depois de 17 anos, ela foi rainha entre 2004 e 2008, tem se dedicado nos últimos meses exclusivamente  ao Carnaval. “Essa volta é pelo Ciça. Mas eu me questionei: “Não tenho mais idade para isso, não sei mais sambar. Será que meu corpo ainda é sensual, dá conta?” São fantasmas que tem a ver com o etarismo”. Juliana lembrou também que seu pai (falecido em 2024) deveria gostar de vê-la de volta à Marques de Sapucaí.   Sobre sua vida pessoal ela confessou em entrevista a revista Ela que gostaria de fazer terapia de casal apesar de estar junto com o marido há 20 anos.  “Fazemos novos pactos. Existe uma resiliência e uma combinação de temperamentos que têm dado certo. Mas estou vivendo a perimenopausa, tenho umas névoas de memória, esqueço as coisas, e isso dá briga. A gente briga para caramba, mas conversamos sobre o que aconteceu. Estou doidinha para fazer terapia de casal, porque não é preciso uma crise para isso. Basta ter vontade, maturidade e desejo de estar junto. E eu tenho um companheiro disposto a escutar”.

 "Auxílio oxigênio"

Com referência à liminar de Flávio Dino contra "penduricalhos" do Congresso nem dá para falar que o ministro do STF inventou a decisão de última hora. Nos últimos dois anos, na condição de relator de uma ação que pedia o reconhecimento de honorários de sucumbência para procuradores municipais de São Paulo, ele chegou a falar que faltava criar o "auxílio oxigênio" para indenizar o esforço de respirar. Ninguém se mexeu e veio a liminar. Com a Corte precisando se recuperar perante a opinião pública, é difícil imaginar que a liminar de Dino não seja referendada em plenário.

Desemprego real 1

Analisando dados fornecidos pelo governo Lula sobre o desemprego, o professor e escritor David Gertner garante que a taxa real de desocupação não é os 5,1% anunciados pelas estatísticas do IBGE de Marcio Pochmann - e sim alarmantes 16,6%. A discrepância, segundo ele, é pela exclusão sistemática de milhões de pessoas que sem emprego, não são consideradas desempregadas. Com isso, subestima-se a real extensão dos excluídos no mercado de trabalho.

Desemprego real 2

O IBGE, com base na PNDA Contínua, considera desempregado apenas quem está ativamente procurando trabalho nas últimas semanas. A metodologia ignora os "desalentados", por exemplo, que desistiram de buscar emprego por falta de oportunidades. O IBGE de Márcio Pochmann criou ilusão de prosperidade tirando subocupados, com jornada menor, e beneficiários de programas sociais como Bolsa Família, Cálculos corretos incluem milhões de brasileiros ignorados pelo IBGE, por isso a taxa salta para 16,6%.

Mistura Fina

A música "Meu amigo Flávio" do comediante Murilo Couto, em tom de piada nas redes, acabou capturada por apoiadores do filho de Bolsonaro e virou "hino" da direita. O PL também entrou na piada com a música divulgada com outras intenções por Murilo Couto: "Todo mundo quer ser amigo de Flávio Bolsonaro. Zerou a vida". E o próprio Flávio se apoderou da piada: "Meu amigo Flávio vai lutar para que o Brasil volte a ter ambiente seguro para empreender". E emendou lembrando o recorde de empresas falidas no país, em 2025, sob Lula (mais de seis vezes o número de 2022).
 
Espécie de "cemitério" de projetos da Câmara contra o crime, como a redução da maioridade penal, o Senado retirou do projeto Antifacção a emenda aprovada por ampla maioria de deputados federais, que revogava o direito de voto de presos provisórios. A medida não interessava ao PT e aliados, que votaram contra, mas na Câmara prevaleceu a vontade da maioria conservadora, muitos deles lembrando que a população carcerária, majoritariamente, vota em Lula. 
 
Alterado no Senado, nesse caso para pior, o projeto Antifacção retornou à Câmara, que pretende reintroduzir o fim do direito de voto dos presos. Os deputados que lutaram pela aprovação do texto original acreditam ainda que o projeto AntiFacção extinguirá a campanha eleitoral no presídio. A proposta da Câmara, excluída no Senado, foi do deputado Marcel van Hatten (Novo-RS) que, em novembro, havia comemorado a aprovação.
 
Em meio às divergências societárias do Grupo Pão de Açúcar, Silvio Tini, um dos maiores investidores ativistas do mercado de capitais brasileiros, desponta como a pedra angular da assembleia de acionistas convocada para o dia 27 de março. A família Diniz, dona da maior participação no capital (24,6%) e os minoritários Rafael Ferri e Hugo Fujisawa, que somam cerca de 4%, vem tentando angariar o apoio de Tini.
 
Tini já tem cerca de 12% do GPA e estaria comprando mais ações em Bolsa. Ferri e Fujisawa tentam emplacar dois representantes no Conselho. E querem derrubar a "pílula do veneno" prevista do estatuto, abrindo caminho para que qualquer investidor ultrapasse o sarrafo de 25% do capital sem a necessidade de uma oferta pelo restante das ações. Nessa disputa por espaço entre a família Diniz e minoritários, Tini tem peso suficiente para fazer a balança pender para um lado ou para o outro.

In – Cinema: Caminhos do Crime

Out – Cinema: Robin: Inteligência Assassina

Giba Um

"O Supremo é feito para ser um órgão colegiado. Isso é outra aberração no Brasil você ter...

...decisões monocráticas, que ficam anos para ser apreciadas pelo plenário. Não vejo isso na Suprema Corte americana", de Maílson da Nóbrega, ex-ministro da Fazenda, ex-Tesouro e ex-Caixa

11/02/2026 06h00

Giba Um

Giba Um Foto: Reprodução

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Ação criada por Lula no Palácio do Planalto com o nome  “Pacto Brasil de Enfrentamento ao Feminicídio", em pleno ano eleitoral e com segurança pública como calcanhar de Aquiles do governo escondeu alta de mais de 4% na taxa de homicídio de mulheres cometido em razão de gênero durante a gestão petista. O marcador passou de 1.444 casos em 2022 para 1.518 no ano passado, média de 4 por dia.

MAIS: o número de tentativas de feminicídio teve aumento ainda mais expressivo, 59,26%. Foram  3.749 registros (2025) ante 2.354 (2022). Ao lado de Lula para sair na foto, o estado do presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP) tem taxa de 2,23 acima da média nacional. Também de papagaio de pirata, a governadora Raquel Lyra (PSD) tem Pernambuco com a 10ª. pior taxa, acima da média, 1,77.

Olho no seguro-defeso

O governo Lula, mais uma vez, corre o risco de ficar preso ao anzol do Congresso. O Planalto tem encontrado dificuldades em aprovar a MP que reformula as regras do seguro-defeso, o benefício pago aos pescadores artesanais no período de reprodução das espécies. A resistência à medida se espalhou por diversas frentes, dentro e fora do Parlamento, criando um ambiente político adverso. O principal bloco de oposição vem das bancadas do Norte e Nordeste, notadamente de deputados e senadores do Pará, Maranhão, Amazonas, Bahia e Alagoas, inclusive do próprio PT. Os parlamentares temem mexer em um benefício sensível em regiões onde o seguro-defeso tem forte peso eleitoral. E o coro foi engrossado por prefeitos de municípios pesqueiros.

"Forasteira" bem-vinda

Aliados de Lula que criticaram, no passado, o fato de Tarcísio de Freitas ter disputado o governo de São Paulo em 2022 sendo carioca, agora defendem a "forasteira" Simone Tebet (MDB) nas urnas pelo estado em 2026. Há quatro anos, Márcio França explorou o fato de Tarcísio ser flamenguista, enquanto Fernando Haddad ironizou o fato do governador chamar "bolacha" de "biscoito", como ocorre no Rio. Agora, ambos cobrem de elogios a mato-grossense Tebet, que pode sair para o governo ou Senado por São Paulo.

Camburão lotado

O delegado Andrei Rodrigues acaba de completar três anos no comando da Polícia Federal. Levantamento de combate ao crime revela que, nesse período, foram mais de 82 mil prisões, 80 mil investigados indiciados e mais de R$ 16 bilhões retirados do crime organizado. A PF também prendeu mais de 500 investigados no exterior e aqui no Brasil foram 135 os foragidos internacionais localizados pelos investigadores. Como Rodrigues vê a PF:"A Polícia Federal é uma instituição de Estado que não protege nem persegue e não se intimida diante de quem quer que seja".

Disputa 

Gilberto Kassab dono do PSD, não se contenta em três governadores filiados em seu partido à espera de um ser escolhido para disputar a Presidência da República. Agora, está conversando com Romeu Zema, ainda governador de Minas Gerais, território decisivo em questão de voto: também quer levá-lo para o PSD. Zema, há anos, teve votos de lulistas e bolsonaristas: hoje, não tem mais, mas conserva parte do eleitorado mineiro. No PSD, corre uma piada: dizem que Zema, se for, ensinará os outros três "a comer banana com casca", conforme seu polêmico vídeo.

Fidelidade

A oito meses das eleições, Eduardo Paes, superfavorito para o governo do Rio de Janeiro (ele é PSD de Gilberto Kassab), voltou a conversar diretamente com o presidente Lula. Quer que suas mensagens cheguem diretamente a ele. Antes, eram levadas por petistas. E também não abre mão de Lula em seu palanque, em sua campanha, a seu lado: não abre mão do petista que, igualmente, quer o apoio total de paz em sua corrida ao quarto mandato. Kassab deixa Paes fazer o que quer.

Giba Um

 Portas abertas do Carnaval

A contagem para o Baile da Vogue de 2026  chegou ao fim. No último sábado (7), o Copacabana Palace abriu suas portas para a 21ª edição do Baile da Vogue. Considerado o mais refinado do Brasil teve como tema Carnavália: O Abre-Alas Fashionista da Folia. O evento contou com a presença de diversas celebridades e personalidades renomadas dos setores da moda, arte e entretenimento, celebrando a vivacidade e a inventividade. Para entreter aproximadamente 1.800 convidados, uma animada roda de samba tomou conta do palco, com Pretinho da Serrinha e Xande de Pilares à frente da celebração, infundindo muito da cultura brasileira. Camila Pitanga destacou-se como a Rainha do Baile, realmente merecendo o título. Ela fez uma entrada impressionante, usando um sofisticado vestido azul marinho e uma peruca volumosa na mesma tonalidade. "Estou plena! O cabelo está bem encaixado, muito bem colocado e porque sou travesti. Amo me montar, então estou tranquila. É uma peruca linda que veio de Paris. Estamos fazendo uma brincadeira com a Charlote da série Bridgerton", explicou.

Um evento tão grandioso necessita de alguns patrocinadores. Essa edição do Baile da Vogue teve como apoiadores Beefeater, Jean Paul Gaultier e Kérastase, além da colaboração de Bacio di Latte, Catupiry, Chandon, Comfort, Eudora, Francis, Gol Air France, Lindt, Nuvemshop, Omoda | Jaecoo, Paula Torres, Rennova, Rituais Cafés Especiais, Shopee, Stella Artois e Tônica Antarctica; e parceria com Bio Ritmo, Espaçolaser, Farm Rio, Azzas 2154 e PACCO. O Baile da Vogue é um dos eventos sociais mais significativos que ocorrem antes dos desfiles oficiais na Marquês de Sapucaí, capturando a atenção de diversas personalidades no icônico hotel da capital fluminense. Entre as celebridades presentes estavam Fátima Bernardes, Sabrina Sato, Valentina Herszage, Deborah Secco, Mel Maia, Taís Araújo, Roberta Close, Ticiane Pinheiro, Giulia Buscaccio, Luiza Brunet, Anttónia Morais, Cleo, Didi Wagner,  Ana Paula Padrão, Sheron Menezes, entre muitas outras, que se destacaram com produções repletas de brilho.

Flávio não quer militares perto

Quando ainda pensava que escaparia da prisão, o ex-presidente Jair Bolsonaro pensava em seu sonhado segundo mandato no Planalto e, aos chegados, anunciava que pretendia chamar para o governo apenas generais cinco estrelas, ou seja, militares de alta patente. O nome que escolheu para disputar a Presidência em outubro como seu "representante", o senador Flávio Bolsonaro, seu filho "01", por enquanto, se comporta exatamente no sentido contrário. Até agora, não conversou com nenhum militar e não pretende fazê-lo tão cedo. Aliados dizem que Flávio tem dito que deixará "quaisquer conversas para depois". Mais íntimos relatam que o senador acha que "muitos militares viraram as costas para seu pai". Flávio dá prioridade a alianças políticas e ao convencimento do mercado financeiro, com pitadas de política nacional. Desde o lançamento de sua candidatura, em dezembro, ele se movimenta para atrair o apoio de partidos do centro para garantir partidos estaduais e recursos eleitorais como tempo de televisão. 

Muda tudo

Ciro Nogueira, senador, presidente do PP e ex-chefe da Casa Civil do governo Bolsonaro, foi um dos primeiros a criticar a escolha de Flávio Bolsonaro como candidato de Bolsonaro pai para disputar o Planalto. Continuava torcendo por Tarcísio e eventualmente, na chapa ganhar a posição de vice-presidente. Agora, desistiu porque Tarcísio disputará reeleição em São Paulo. Mais: vivia criticando Lula e acaba de ter um primeiro encontro com o presidente. O PP pode acabar apoiando a candidatura de Lula (Já apoiou o petista há  anos) e ele segue no Senado. Se Lula vence, Ciro pode até participar do ministério.

Giba Um

Tomando decisões

Recém-chegada de Nova York, onde estava de férias a apresentadora Luciana Gimenez em entrevista confessou que ficou um pouco chateada com sua saída do Superpop “Eu sou uma pessoa extremamente emotiva, né? Apesar de ter sido uma decisão de ambas as partes, eu fiquei chateada. Não chateada, a gente fica com o coração batendo mais forte. Obviamente eu sofri um pouquinho”. Sobre sua substituta, a Cariucha, ela garante que não conhece o trabalho dela, mas lhe desejou sorte.  Fazendo a temperatura subir na semana passada ao posar totalmente nua, se escondendo atrás de uma cortina ela também abriu seu coração para falar o porquê de nunca ter posado para revista Playboy, apesar de alguns convites. “Eu nunca tive coragem de fazer, gente”. E completou  falando que imaginava seu motorista pedindo para ela autografar a revista.  Sobre um futuro trabalho, Luciana garantiu que ainda não parou para pensar sobre “supostas ofertas” que teria recebido e afirmando que pensará e analisará tudo com muita calma.

Giba Um

Mistério dos livros

Na semana passada, redes sociais mal informadas asseguraram que Jair Bolsonaro não havia lido até agora nenhum livro (para reduzir sua pena, deve ler livros e fazer uma espécie de análise do conteúdo), o que deixou seu filho Carlos Bolsonaro, vereador e candidato ao Senado pelo Paraná, muito irritado. Ele distribuiu nota à mídia protestando e garantindo que o pai tem lido várias obras. Contudo, não forneceu o título de nenhuma delas. E nem para a defesa, que não pode usar o argumento de Carlucho.

Vídeo racista

A repercussão do vídeo racista criado por Donald Trump, transformando, com péssima montagem (houve quem dissesse que poderia ter usado IA) Barack Obama e sua mulher, Michelle Obama, como macacos, teve repercussão mundial. Tim Scott, único republicano negro no Senado, não deixou por menos: "é a coisa mais racista que vi vinda dessa Casa Branca". Trump jogou a culpa num funcionário até pessoas próximas desmentem essa versão: foi ideia dele mesmo e ficou 12 horas no ar. Depois, classificou como "um erro”, mas avisou que não pediria "desculpas". Assessores da Casa Branca disseram que "Trump exagerou" e não entendem o que ele quis fazer.

Racismo histórico

Trump sempre foi uma figura racista: nos anos 70, não alugava apartamentos para inquilinos negros, dizia que estava todos ocupados (era mentira); quando ia com Ivana ao cassino Trump's Castle, mandava todos os negros saírem do salão (mandava para os fundos, com microfone); quando quatro negros foram acusados de estuprar uma corredora em Nova York, Trump colou anuncio de página inteira nos jornais dizendo "Tragam de volta a pena de morte", os negros foram inocentados); o Trump Plaza Hotel & Casino foi multado em US$ 200 mil por remover crupies negros e Trump comentou: "Odeio negros contando meu dinheiro. O único tipo de pessoa que quero ver contando meu dinheiro são baixinhos que usam quipá todo dia"; e espalhou que Obama tinha nascido no Quênia e nunca frequentou Harvard.

Mistura Fina

Movimentos de Lula para fechar apoio nacional do MDB à chapa de reeleição incomodaram caciques do partido, sobretudo no Sul e Sudeste. Cresce a ideia de que o petista estaria disposto a oferecer a vaga de vice, hoje com PSB, ao MDB. A ideia é repetir que tal "frente ampla" do passado com ao menos um partido mais ao centro. Com o atual vice Geraldo Alckmin no PSB, parte da solução é empurrá-lo para a eleição em São Paulo, Senado ou governo, tanto faz.
 
O MDB de São Paulo, que comanda a prefeitura, com orçamento de Estado, não quer nem ouvir falar em aliança com o PT. Fica na oposição. A conversa começou com acenos para manter a ministra Simone Tebet, que inviabilizada em seu Estado, está de saída do MDB. Além de São Paulo, Rio Grande do Sul, DF e Goiás também preferem manter distância de Lula, PT e Cia. O MDB pensa grande mesmo somente para 2030, quando planeja lançar o nome do atual ministro Renan Filho (Transportes) para presidente.
 
A advogada Viviane Barci de Moraes, esposa do ministro Alexandre de Moraes (STF), passou a representar o empresário do setor de mineração Lucas Kallas em um processo que tramita na Corte. O caso chegou ao Supremo na semana passada e ocorreu depois o TRF6 (Tribunal Regional Federal da 6ª Região) e o colegiado da 3ª Vara Federal de BH identificarem possíveis participações de pessoas com foro privilegiado nos eventos investigados.
 
Por meio da Cedro Participações, Kallas é sócio da farmacêutica Biomm, com 8%. O maior investidor da empresa é Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, que tem 25,86% das ações. Além de Viviane também assinam uma petição do caso Alexandre Barci de Moraes e Giuliana Barci de Moraes, filhos do ministro do Supremo. Na primeira sessão plenária do Supremo, neste ano, Alexandre  afirmou que há "má fé" nas críticas que acusam a Corte de permitir julgamentos em processos com participação de parentes e ministros como advogados. 

In –  Bolsas East-West
Out –  Bolsas Sacos

Colunistas

"Isso é um absurdo!"

Sanderson (PL-RS) sobre a falta de livros para alunos cegos por culpa do governo Lula

10/02/2026 06h00

Cláudio Humberto

Cláudio Humberto

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Epstein pediu a sultão árabe para socorrer Eike

Entre os documentos divulgados pelo Departamento de Justiça dos Estados Unidos que mencionam o empresário brasileiro Eike Batista, há um pedido de Jeffrey Epstein, o financista americano condenado por tráfico sexual de menores, ao sultão Ahmed bin Sulayem. “Sei que Eike Batista abordou Hutchinson para uma joint venture em um novo porto no Brasil, ele está com problemas de caixa... algum interesse?”, escreveu Epstein em agosto de 2012. O sultão não demonstrou grande interesse.

 

Conexão

O sultão bin Sulayem, atual CEO da DP World, conglomerado de logística e portos, é figura recorrente e carimbada no caso Epstein.

 

Contexto

Hutchison é um grupo multinacional de gerenciamento de portos para contêiners, com atuação principalmente na China e Hong Kong.

 

Dúzia de citações

Os documentos divulgados apontam 12 encontros entre um emissário de Epstein (o consultor inglês Ian Osborne) e Eike Batista.

 

Sem memória

O brasileiro tem dito através de sua assessoria que não se lembra dos encontros com o emissário e nunca lidou diretamente com Epstein.

 

Omissão do MEC vira investigação no TCU

Nesta segunda-feira (9), o Tribunal de Contas da União (TCU) abriu processo para apurar se houve omissão do Ministério da Educação e do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) na execução do PNLD 2026, programa do governo que distribui livros e material didáticos a escolas e alunos da rede pública. A denúncia apura a falta de livros em Braile, sistema de escrita tátil utilizado por pessoas cegas, que atingiu mais de 45 mil estudantes, todos sem material para o novo ano.

 

Afronta

A denúncia, assinada pelo deputado Sanderson (PL-RS), aponta que a falta dos livros compromete o acesso à educação, direito constitucional.

 

Auditoria técnica

O relator do processo no TCU é o ministro Augusto Nardes e está sob responsabilidade da auditoria de Educação, Cultura e Direitos Humanos.

 

Governo ao contrário

“Dinheiro sobre para suas gastanças, mas falta para acessibilidade e para quem realmente precisa. Prioridades invertidas”, disse Sanderson.

 

Só um exemplo

Adriana Ventura (União-SP) critica a “falta de coração” de Lula, que deixou alunos cegos sem livros em Braille. Segundo a deputada, R$40 milhões resolveriam, valor inferior ao torrado em viagens, por exemplo.

 

De mal a pior

Flávio Bolsonaro (PL-RJ) escancarou o fiasco e o contraste de Lula na condução das estatais ao apontar o rombo bilionário em 2025: ‘No governo Bolsonaro, registraram lucro; no governo Lula, dão prejuízo’

 

Tragédias anunciadas

O ministro dos Transportes, Renan Filho, anda impressionado com o número de motociclistas sem CNH circulando no País. Ele disse à coluna que não têm habilitação 54% dos CPFs proprietários de motos.

 

Blindagem garantida

Integrantes da CPMI do INSS acham que a jogada do deputado estadual Edson Queiroz (PSB), submetendo-se a cirurgia às vésperas de depor, vai se arrastar até a conclusão dos trabalhos, no fim de março.

 

Choque geral

O ex-candidato a presidente Padre Kelmon se espantou com o ativismo político do padre que negou eucaristia a quem apoiou o deputado Nikolas Ferreira (PL-MG). “Essa é a esquerda em sua essência”, diz.

 

Espasmo ou exercício?

Para o deputado Kim Kataguiri (União-SP), Lula “já não esconde seus espasmos autoritários” e que, para o PT, partido do presidente, a boa relação com a imprensa “só é boa quando ela está de joelhos”.

 

Flopou

Pré-candidato ao governo baiano, o ex-prefeito de Salvador (BA) disse que Lula “não saiu muito feliz” da sua passagem pela Bahia porque o PT, apesar de ser dono da máquina estatal, realizou eventos esvaziados e “fracassados”, disse, para comemorar o aniversário do partido.

 

Torneira

O deputado Mário Frias (PL-SP) reafirmou sua postura em relação à Lei Rouanet, após divulgar imagem gerada por IA: “Eu fechei a torneira da farra, sim. E faria de novo. Porque respeito dinheiro público e o povo”.

 

Pergunta no jargão

Se não é paz e amor, é guerra é ódio?

 

PODER SEM PUDOR

Objetividade

Ernani Sátiro era governador da Paraíba e receberia prefeito do interior. Antes da audiência, o prefeito foi advertido pelo chefe de gabinete para ir direto ao assunto porque o governador era muito objetivo. Diante do governador, o prefeito tentou objetivar: “Vim tratar de dois assuntos. Eu sei que o senhor é objetivo e prático...”. Ernani Sátiro interrompeu: “Muito bem, amigo velho, diga então qual o segundo assunto”.

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