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Giba Um

"A Suprema Corte não tem que se meter em tudo",

Ela precisa pegar as coisas mais sérias que diz respeito à Constituição. Não pode pegar qualquer coisa e ficar discutindo", de Lula, sobre o STF.

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O litígio entre a Coteminas e a Farallon Capital deverá esquentar. A gestora norte-americana prepara uma ofensiva jurídica é contra a companhia de Josué Gomes da Silva com objetivo de tomar o controle da Ammo Varejo, braço do grupo que reúne as marcas Santista, MMartan, Artex e Casa Moisés. 

Mais:   a Farallon pode também entrar com uma ação contra a Coteminas na Justiça dos Estados Unidos. As acusações envolveriam violação de contrato e até mesmo fraude, com consequências supostamente lesivas a investidores locais. Justificaria a judicialização num tribunal norte-americano. 


Manu, empreendedora


 A atriz e cantora Manu Gavassi, que já tinha seu lado empresarial aflorado e tinha até uma coleção de óculos, há dois meses, resolveu expandir ainda mais seu lado e talento criativo e ao lado do Produtor Felipe Simas, criou o Estúdio Gracinha. Na verdade, este novo negócio é o resultado de uma relação de uma década entrelaçado na indústria audiovisual e fonográfica, que acabou virando uma sociedade. E ela faz um resumo sobre a intenção desse projeto “Consigo resumir de maneira simples: ser feliz. E isso para mim inclui levar histórias pensadas e lapidadas com muito carinho para as pessoas”. Manu estes dias revelou no programa Provoca, da TV Cultura, que não esperava chegar tão longe o BBB20 (ficou em terceiro lugar), mas mesmo assim, fez 133 mini vídeos para colocar em suas redes sociais, durante sua estadia na casa mais vigiada: “Então, os vídeos tinham uma cor de roupa que eu vesti igual à cor que eu estava no programa. Cada semana eu usava uma cor para eu estar igual nos vídeos” sobre o rótulo de ex-BBB é direta: “Eu amo, visto maravilhosamente. Eu sou muito grata, pois colhi frutos milagrosos”.


O velho Lula e o Lula “velho”


Ninguém diz a Lula (ele acha que está sempre certo), nem mesmo Janja, mas há um consenso entre seus colaboradores mais próximos, de Rui Costa a Fernando Haddad a Aloizio Mercadante à desvairada (a expressão é usada por muitos petistas) Gleisi Hoffmann, que o presidente tem de falar menos com a população e mais para dentro dos Poderes no seu governo.  Ele teria de ir mais ao Congresso defender o arcabouço fiscal, mostrar que entende da regra; falar sobre a volta da inflação; teria de se reunir com o STF em busca de apoio a medidas unânimes e urgentes; teria de se dirigir mais ao seu próprio Executivo, reforçando a mensagem que sem ajuste fiscal hoje, no futuro o ajuste será muito pior. Ninguém sabe onde está Lula que se expunha e dava nó em pingo d’água. O senador Jaques Wagner, um dos interlocutores mais próximos do presidente, resume a ópera: “Esqueçam. O Lula de hoje não é igual ao que vocês conhecem”. Ninguém quer que ele abandone seus discursos nos palanques (apenas com menos improvisos tresloucados). Nessa área, a caravana segue: só tem de falar para dentro do caldeirão fumegante de seu governo. Da energia a lucidez desses discursos é que sairá sua chance de reeleição em 2026 ou indicação de outro poste. 
 


Não gosta dele


O governador de Minas Gerais, Romeu Zema, não participou das agendas de Lula no estado porque já teria eventos marcados em cidades do norte mineiro. Não é bem assim: Zema soube que Lula estaria em Minas Gerais por dois dias pelos jornais. O governo teria entregado o convite com atraso. É a segunda   vez um episódio desse tipo acontece. Na verdade, Lula não gosta do governador mineiro, devido ao apoio dado por Zema a Jair Bolsonaro, no segundo turno das eleições de 2022.


Até parece estranho


Em ritmo de lançamento, com diversas noites de autógrafos para divulgar seu 7º livro Manual para corações machucados, Bruna Lombardi, recebeu diversos amigos na Livraria Travessa, no Leblon, Rio, na quarta-feira (26). Entre tantos presentes estava o casal Malu Mader e Tony Belloto, jornalista Edney Silvestre, Roberto Birindelli, Cristiane Machado, Hugo Bonemer e Beth Goulart entre outros. Em recente entrevista ao programa Entrevista com o Bial ela confessou que muitas pessoas perguntam qual o segredo do seu relacionamento com Carlos Alberto Riccelli (casados oficialmente desde 1994) e ela respondeu que não sabia qual o segredo, mas que era feliz: “Somos tão unidos, é uma coisa até estranha. Todos os dias medito, agradeço e falo: 'O que fiz para merecer isso'?”.



Vice serve


Ainda o governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo): ele tem visto seu nome aparecer ao lado de outros pré-presidenciáveis, mas sabe que mesmo que o partido o apoiasse numa corrida ao Planalto, suas chances seriam diminutas. E agora sonha que sendo o quê de dependem do candidato ele poderia sair de diz. Seu raciocínio é : vira vice, ganha projeção nacional maior em disputa em 2030. 

 

Outra guerra


Fernando Haddad e Simone Tebet enfrentam nova queda de braço dentro do governo. Os ministros Luiz Marinho (Trabalho) e Carlos Lupi (Previdência) estão defendendo o pagamento de mais 2 ou 3 parcelas adicionais do seguro-desemprego para quem já recebia o benefício no Rio Grande do Sul no mês de maio, quando foi declarado o estado de calamidade. Paulo Pimenta, ministro da Reconstrução do RS e virtual candidato ao governo estadual apoia a medida. Para não precisar fazer conta é mais fácil Haddad e Tebet serem radicalmente contra.

PÉROLA


“A Suprema Corte não tem que se meter em tudo. Ela precisa pegar as coisas mais sérias que diz respeito à Constituição. Não pode pegar qualquer coisa e ficar discutindo”, 

de Lula, sobre o STF.

RECAÍDA


O presidente Lula teve nova recaída e resolveu fazer uma nova investida contra Roberto Campos Neto, presidente do Banco Central. Desta vez, afirmou que vê Campos como um “adversário político, ideológico”. E emendou: “Adversário também do modelo de governança que nós fazemos. Ele foi indicado pelo governo anterior e faz questão de dar demonstração de que não está preocupado com a nossa governança. Ele está preocupado é com o que se comprometeu”. Campos achou “engraçada” essa observação.


Um e outro


Num discurso sobre a Margem Equatorial, que abrange a Bacia da Foz do Amazonas, há dias, Lula deixou evidente que o governo deve iniciar perfurações exploratórias para levantar a existência de petróleo na região formada por cinco bacias sedimentares (da Costa do Amapá ao Rio Grande do Norte), bom como potencial de dobrar as atuais reservas nacionais. Depois, falou a uma rádio do Maranhão: “Por enquanto não é explorar queremos fazer uma medição para saber se tem e qual a quantidade de riqueza que tem lá embaixo”.

VAGA NO TRF-3


Semanas atrás, o advogado Marcos Moreira de Carvalho era o favoritíssimo para a vaga no TRF-3, apoiado pelo ministro do Trabalho, Luiz Marinho. De repente nos últimos dias, Gleisi Hoffman iniciou uma cruzada para a escolha de Verônica Sterman, que trabalhou na defesa de Paulo Bernardo, seu ex-marido, em processos da Lava Jato. E há dias uma batalha nos intestinos do PT e a nova favorita é a advogada Gabriela Araújo, apoiada pela primeira-dama Janja. 

Mais um


Aos 72 anos em meio a um tratamento de câncer, o bancário aposentado Henrique Manoel Morgado, viu sua mensalidade do plano de saúde Unimed-Ferj, saltar de R$ 2.761 (no ano passado era de R$ 1.816) para R$ 11.062, reajuste inédito de 300%. Chorou e com a repercussão do abusivo aumento a Unimed-Ferj voltou atrás, quando soube que ele iria à Justiça. E ganharia como ganhou, há pouco, outro associado da mesma operadora que cancelou o plano porque estava no hospital. 

DESABAFO


Breve diálogo flagrado, na semana passada, em Brasília, por ocasião da reunião entre Geraldo Alckmin e dirigentes da Federação dos Trabalhadores das Indústrias Químicas e Farmacêuticas do Estado de São Paulo foi mais que surpreendente. Numa conversa tête-à-tête, um poderoso manda-chuva de uma das centrais sindicais do país e interlocutor frequente de Alckmin, disse em tom de desabafo: “As coisas estão muito difíceis para os sindicatos no Congresso”. Aí, um vice, então mais lamurioso: “Para nós, do governo, está pior ainda”.

MISTURA FINA


O MINISTRO Gilmar Mendes (STF) acha injustas as críticas ao 12º fórum de Lisboa, levando dezenas de autoridades a cidade para discutir “problemas do Brasil”. Muitos são acompanhados por assessores e seguranças todos bancados com dinheiro público. O evento termina hoje. Em defesa do fórum Gilmar argumenta que há muitos convidados estrangeiros, o que facilita né a organização do encontro. E sobre despesas diz que “a questão não é saber se houve gastos, mas se há proveito”.

O MINISTRO das comunicações Juscelino Filho, será afastado do cargo se for denunciado pela procuradoria geral da República. É o próprio Lula quem avisa, depois de dias em que do petista dizer que “estava feliz” com o trabalho de Juscelino. Há quem aposte que essa situação já estaria mais do que combinada com o PGR Paulo Gonet. Juscelino já foi indiciado pela suspeita de organização criminosa pingo lavagem de dinheiro e corrupção passiva.

A SENADORA Damares Alves não se surpreendeu com o silêncio de Lula sobre o Pantanal e o Cerrado em chamas, logo ele que sempre tem uma história para os incêndios. Mais: enquanto o fogo devasta o Pantanal e Cerrado, servidores federais ambientais fazem greve em 21 estados. Damares,  a propósito, vem defendendo a candidatura de Michelle Bolsonaro ao Senado em 2026 pelo distrito federal.

A PRÉ-candidatura de Pablo Marçal (PRTB), coach, empresário, influenciador digital e conhecido por vender cursos de desenvolvimento nas redes sociais, está em alta: na última pesquisa Atlas/ CNN, já tem 10% de intenções de voto. Agora, a cúpula do PL lhe ofereceu ser candidato ao Senado em 2026, ao lado de Eduardo Bolsonaro. Como são duas vagas, o PL aposta que conseguiria eleger dois senadores.


In – Cesto de lixo de metal arramado
Out – Cesto de lixo de madeira

 

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Direito

O que a Justiça pode determinar quando o trânsito destrói uma família

Confira a coluna desta quinta-feira (13)

13/08/2026 00h03

Leandro Provenzano

Leandro Provenzano Foto: Montagem / Correio do Estado

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Recentemente, um caso que tramitou no Tribunal de Justiça de Minas Gerais manteve, no fim de julho, a condenação de uma concessionária de energia elétrica pela morte de um ciclista atropelado por um funcionário que prestava serviço à empresa.

Os dois filhos da vítima, adolescentes na época, receberão R$ 25 mil cada um por danos morais, além de pensão mensal equivalente a dois terços dos rendimentos do pai até completarem 25 anos. O atropelamento aconteceu em 2009, mas somente agora, 17 anos depois é que o caso foi julgado pelo Tribunal.

O caso é didático porque reúne, em um único julgamento, quase tudo o que uma família precisa saber depois de um acidente de trânsito, e quase tudo o que ela costuma ignorar.

O primeiro ponto é quem paga. Existe a crença de que a responsabilidade começa e termina no motorista. Não é assim.

A lei estabelece que o empregador responde pelos danos causados por seus empregados no exercício do trabalho, e responde independentemente de ter culpa própria. Ou seja: não interessa se a empresa treinou bem o motorista, se exigiu curso de direção defensiva ou se o veículo estava em ordem. Se o funcionário atropelou alguém trabalhando, a empresa responde.

Isso muda tudo na prática. Uma coisa é buscar reparação contra um motorista que não tem patrimônio algum. Outra, bem diferente, é acionar a empresa para a qual ele trabalha, que tem CNPJ, faturamento e, quase sempre, seguro de responsabilidade civil.

O segundo ponto é a prova. A defesa da concessionária sustentou que o ciclista teria entrado repentinamente na via, apoiando-se no boletim de ocorrência. A relatora rejeitou o argumento com uma observação que vale guardar: boletim baseado exclusivamente na versão do condutor envolvido é relato unilateral de quem tem interesse direto no resultado. Boletim de ocorrência não é sentença. 

Muitas famílias desistem de buscar seus direitos porque leram no documento uma versão que as culpa. Essa versão pode, e deve ser contestada com testemunhas, perícia, imagens e prova técnica. Vale lembrar, ainda, que o Código de Trânsito impõe ao motorista o dever de guardar distância lateral mínima de um metro e meio ao ultrapassar ciclistas, exatamente por serem eles os usuários mais frágeis da via.

O terceiro ponto é o que a Justiça pode determinar. Em caso de morte, a lei prevê o pagamento das despesas com tratamento, funeral e luto, além de pensão aos que dependiam economicamente da vítima. Para os filhos, os tribunais costumam fixar essa pensão em dois terços da renda até os 25 anos; para o cônjuge ou companheiro, até a idade provável de vida da vítima.

Soma-se a isso o dano moral, que é direito próprio de cada familiar, não se divide um valor único entre todos. 

Quando a vítima sobrevive, o raciocínio é o mesmo. A lei garante o custeio integral do tratamento, os lucros cessantes (o que a vítima deixou de ganhar) referentes ao período de afastamento e, havendo redução permanente da capacidade de trabalho, pensão correspondente a essa perda.

Cicatrizes, amputações e deformidades geram dano estético, que o Superior Tribunal de Justiça reconhece ser cumulável com o dano moral. São verbas distintas, e pedi-las separadamente pode alterar significativamente o resultado.

Resta o tempo

O caso mineiro levou dezessete anos entre o acidente e a decisão de segundo grau, mas o prazo para ingressar com a ação é curto. Provas se perdem, testemunhas somem, câmeras são sobrescritas.

Se você perdeu alguém no trânsito, ou ficou com sequelas depois de um acidente, e o responsável estava trabalhando quando aquilo aconteceu, existe muito mais em jogo do que um acordo rápido oferecido pelo seguro nas primeiras semanas. Vale conhecer o tamanho real do que a lei assegura antes de assinar qualquer coisa.

Leandro Amaral Provenzano - OAB/MS 13.035. Sócio do escritório Provenzano Advogados.

CLAÚDIO HUMBERTO

"Quem deve explicações é o Lula"

Flávio Bolsonaro (PL), sobre Lulinha, filho do presidente, e a falcatrua no INSS

12/08/2026 07h00

Cláudio Humberto

Cláudio Humberto

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Bens de governador petista crescem mais de 400%

São nove os governadores que estão no cargo e vão buscar a reeleição este ano. Quase todos tiveram aumento no patrimônio. Alguns com elevação que supera os 460%, como é o caso de Clécio Luís, com passagem pelo Rede, PT, Psol, Solidariedade e, agora, no União Brasil. Os quatro anos no governo do Amapá parecem ter feito bem às finanças de Clécio, que, em 2022, declarou patrimônio de R$88,5 mil. Agora, o governador admitiu à Justiça Eleitoral ter R$R$497,9 mil em bens.

Petista 407% mais rico

O petista Elmano de Freitas (Ceará) também viveu tempos de bonança. O patrimônio decolou de R$72,1 mil (2022) para R$366,4 mil.

Pobre Riedel

Eduardo Riedel (PP-MS) é o único “mais pobre”. O patrimônio encolheu em 4 anos e desceu de R$20,7 milhões para R$16,1 milhões.

Modesta variação

Dos que tiveram aumento, Raquel Lyra (PSD-PE) registra a oscilação mais modesta, 5,56%. Passou de R$340,5 mil para R$359,4 mil.

É o admitido

A coluna chegou aos valores após cruzar os dados repassados pelos próprios candidatos ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

Lula promete pasta da Segurança 43 meses atrasado

Lula (PT) sempre passa vergonha quando faz juras eternas de combater a criminalidade, como a promessa de criar o Ministério da Segurança, com 43 meses de atraso. Para quem manda sua bancada boicotar no Congresso projetos que são aspiração dos brasileiros, como a redução da maioridade penal, e após saudar uma traficante em seu palanque na Favela do Moinho, em São Paulo, como lembrou Tarcísio Gomes de Freitas no debate da Band, desautoriza qualquer lacração nessa área.

Nunca na História

Nunca houve Ministério da Segurança nos mais de 18 anos dos cinco governos do PT.

Primeiro

A primeira vez que houve pasta específica para a Segurança Pública foi na gestão Michel Temer (MDB).

Caso único

O ex-deputado Raul Jungmann continua a ser o único ministro da Segurança da História do Brasil.

Mitomania em movimento

O “afastamento” do ministro da Propaganda da campanha de Lula (PT), em razão de “desavença”, ainda mais tendo sido “substituído” pelo próprio sócio, soa tão falso quanto ex-presidiário jurar combate ao crime.

Ataques investigados

Empresário forte de Goiânia, da área de show business, vem sendo acusado na política do DF de bancar ataques nas redes sociais contra a governadora Celina Leão (PP). O caso está sob investigação.

Caiu a ficha

Demorou, mas a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro finalmente deu sinais de haver percebido que suas desavenças públicas com o enteado Flávio favoreciam os adversários. “Briga tem em toda família”, diz agora.

Por conta

Difícil Lula retribuir a Nabor Wanderley (Rep-PB) o apoio público que recebeu de Hugo Motta (Rep-PB), filho do candidato ao Senado. O petista vai pedir votos para Veneziano Vital (MDB) e João Azevedo (PSB)

Vergonha histórica

Condenado à morte por crimes contra a humanidade, o ex-ditador sírio Bashar al-Assad foi um dos “ídolos” da esquerda por atacar os EUA sistematicamente. Em 2010, recebeu do então presidente Lula a maior condecoração brasileira: o Grande Colar da Ordem do Cruzeiro do Sul.

Esquema

Era pluripartidário o rolo de vereadores com facção que cobrava pedágio para acessar regiões de Sobral (CE). Os envolvidos, segundo a PF: Carlos do Calisto (PSB), Junim do Povo (Pode) e Mario Vicktor (União).

É simbólico

O segundo ato de campanha de Flávio Bolsonaro (PL) deve ser na cidade em que o pai sofreu um atentado promovido por ex-militante do Psol, em 2018. Flávio vai a Juiz de Fora (MG) em 17 de agosto.

Demora por quê?

Sob supervisão do Judiciário, de perito, da PF e do Ministério Público, Alfredo Gaspar, candidato a vice de Flávio (PL), já disponibilizou seu DNA para agilizar o confronto com amostra da suposta “vítima” exposta por Lindbergh Farias (PT) e Soraya Thronicke. Só falta o STF avaliar.

Pensando bem...

...política ainda é um excelente negócio.

PODER SEM PUDOR

Cláudio Humberto

Não te fresqueia, tchê

O líder gaúcho Flores da Cunha era do tipo que não guardava papas na língua e zelava pela reputação dos machos do Rio Grande do Sul. Mas, certa vez, num comício em Uruguaiana, ao ser saudado, um orador local exagerou nos elogios: “Bravo general, corpo de espartano, cérebro ateniense, coração de pomba, alma de dama...”. Ele chama o chefe político e ordena, interrompendo o discurso: “Tira esse demente daqui antes que ele me chame de fresco”.

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