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Giba Um

"Alexandre é um grande constitucionalista. Sou obrigado a dizer que, se não fosse a situação"

jurídica e corajosa de Alexandre de Moraes, talvez não tivesse havido eleições", de MICHEL TEMER // ex-presidente do país

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O apetite do Mubadala pelo mercado de fast food no Brasil parece não ter limites. Agora, o fundo árabe está se movimentando para assumir a operação do Subway no país. É uma rede com aproximadamente 1,6 mil lojas e um faturamento na casa dos R$ 2 bilhões. A investida sobre o Subway seria parte de um projeto maior dos árabes.


Mais: o projeto seria criação de uma nova holding que reuniria todos seus negócios em fast food no Brasil. Além da Subway, essa empresa guarda-chuva também teria sob seu controle o Burger King, já pertencente ao fundo e a Starbucks – o Mubadala está em negociações para ficar com todos os ativos da rede de cafeterias no país.


Vários projetos


A atriz, apresentadora e cantora Mariana Rios é uma das capas da revista L’Officiel Brasil. Contratada da pela Record, disse que o que move as pessoas as conquistas são como elas encaram as oportunidades e que ela é muito fiel as suas escolhas. “O que difere uma pessoa da outra é exatamente a forma como deseja explorá-las. Para aproveitar as oportunidades que a vida nos dá, precisamos estar abertos. Acho que ao longo da minha trajetória, fui aperfeiçoando tudo aquilo que gosto de fazer, respeitando o momento. Somos todos multi, mas às vezes nos privamos de tentar por medo da frustração”. Sobre seus novos e vários projetos, estão entre outros, em maio o projeto Imersão Basta sentir (jornada transformadora, onde se convida as pessoas a mergulharem profundamente em seu interior, redescobrindo e abraçando sua verdadeira essência). “Ainda em 2024, lanço meu segundo livro que já está em processo de finalização na editora. Para 2025, estou escrevendo um romance, que depois vai se tornar roteiro de um filme no qual também vou atuar, um dos projetos mais completos dos quais já participei, com a oportunidade de passear por todas as áreas nas quais atuo. E ainda para o segundo semestre deste ano, estreio um novo programa na televisão. Algo que me encheu de alegria e tenho certeza de que as pessoas vão adorar. Muitos projetos, muitos sonhos sendo realizados e muito ainda para sonhar. Sempre!”. 

Controle da natalidade


Companheira, quando é que vai fechar a porteira, companheira?”. Lula já tentou intermediar a guerra entre Rússia e Ucrânia, não deu; tentou alguma coisa parecida entre Israel e Hamas, também não deu. Agora, está tentando controlar a natalidade entre a população de baixa renda. Nesses dias, em Maceió, perguntou a uma mulher de 27 anos, contemplada com um imóvel do programa ‘Minha Casa, Minha Vida’, com cinco filhos, quando é que ela “ia fechar a porteira”. De quebra, recomendou que ela “se cuidasse” e tivesse “um plano para o cuidado da criança” (se ela resolvesse ter outro filho) porque “nem sempre o Estado cuida, nem sempre a religião cuida” (no primeiro caso, não é nenhuma novidade). A mulher não entendeu muito a intromissão de Lula na vida dela, estava feliz com a casa e vai cuidar dos filhos. De quebra, Lula fez um speech sobre geladeira, televisão, máquina de lavar, fogão, “tudo importante para as mulheres”. 


Machista


O discurso de Lula em Maceió para a importância de eletrodomésticos para as famílias mais vulneráveis que tiveram suas casas atingidas pela tragédia do Rio Grande do Sul, mais a pergunta à mulher beneficiada do programa ‘Minha Casa, Minha Vida’, lembrou para muitos uma frase dele apontada como machista há alguns anos para adversários. Em São Paulo, Lula afirmou sobre a violência contra mulheres: “Quer bater em mulher? Vai bater em outro lugar, mas não dentro de sua casa ou no Brasil”. 


Brasil no trampolim


8 Em pouco mais de 70 dias o mundo inteiro estará voltado para França, mais precisamente para Paris, onde serão realizados os Jogos Olímpicos. E este ano o Brasil estará presente em uma modalidade que foi introduzida nas Olimpíadas de Sidney, Austrália em 2000: a ginastica de trampolim. A brasileira Alice Gomes, 25 anos, conquistou a vaga no ano passado ao ganhar  medalha de prata na Copa do Mundo de Trampolim em Palm Beach, nos Estados Unidos. Em 2016 durante os Jogos do Rio, Rafael Andrade, participou da mesma modalidade, porque o  Brasil era país-sede. Alice começou a fazer a ginástica de trampolim num Projeto em Ouro Preto, em Minas Gerais. “Um amigo me apresentou e logo de cara me apaixonei. Costumo dizer que a ginástica que me escolheu”. Sobre subir ao pódio, ela diz que sonha, mas que tem os pés no chão. “Hoje entendo que já marquei meu nome na história em conseguir colocar a ginástica de trampolim feminina nos Jogos Olímpicos de Paris 2024. Isso é o que me motiva a cada dia”.


In – Tecidos sustentáveis
Out – Tecidos de poliéster

 


Janja em campo

Agora, Janja planeja a realização de uma live com influencers e artistas com o objetivo de arrecadar fundos para as vítimas da tragédia do Rio Grande do Sul. Ela já foi até lá para ajudar na distribuição de 25 toneladas de doações. O perigo é transformar tudo num evento de exaltação de Lula. Janja anda cuidando da comunicação do governo nas redes sociais, mantendo reuniões com influenciadores de esquerda no Palácio do Planalto.

 

 

 


Lira vaiado

O presidente da Câmara, Arthur Lira, foi vaiado, na semana passada, em cerimônia do ‘Minha Casa, Minha Vida’, enfrentou o público (Alagoas é seu berço eleitoral) e recebeu apoio de Lula. Foi o segundo dia de vaias a Lira em um evento do governo federal – no dia anterior foi na entrega de obra hídrica no interior do estado. Ele disse que “era uma falta de respeito” e Lula emendou acrescentando que “a gente precisa aprender a respeitar quando o ato é institucional, não tem cor partidária. As pessoas são convidadas por nós. E ninguém leva ninguém na sua casa para ser vaiado, para ser maltratado”. 


Pérola


“Alexandre é um grande constitucionalista. Sou obrigado a dizer que, se não fosse a situação jurídica e corajosa de Alexandre de Moraes, talvez não tivesse havido eleições”, de MICHEL TEMER // ex-presidente do país

AJUDA  DE  FORA

A Comissão de Relações Exteriores da Câmara desmontou a alegação do governo Lula de que seria fake news sua recusa de ajuda do Uruguai na enchente do Rio Grande do Sul. Um helicóptero Bell 212 da Força Aérea Uruguaia (FAU), com oito pessoas, entre pilotos, técnicos e socorristas, está em Santa Maria para o trabalho humanitário. Foi sob pressão de Lucas Redecker (RS), presidente da Comissão, que o governo aceitou a oferta argentina, mas parcialmente. Javier Milei ofereceu 20 especialistas, avião, três helicópteros, mas o governo Lula só aceitou caixas de comprimidos e purificadores de água. A recusa  ranço ideológico: Lacalle Pou, presidente do Uruguai e o argentino Milei são “de direita”.


Medo de rompimento

Brasil e Argentina estão em conversações para renovação do acordo de reciprocidade em torno da homologação veicular. Na prática, o tratado, em vigor desde 2022, funciona como uma espécie de fast track para as exportações e importações de automóveis entre os dois países. O certificado de segurança veicular expedido de um lado da fronteira vale também para o outro. Desde a mudança do governo da Argentina, as montadoras brasileiras temem pelo rompimento do acordo em razão dos ziguezagues entre Lula e Javier Milei.  

PEDRA NO CAMINHO

 Em cima da hora, surgiu uma pedra no caminho que está atrasando a assinatura do acordo entre a Embraer e o Paraguai para a venda de seis tucanos A-29. O governo do presidente Santiago Peña estaria condicionando o acerto à modernização, a custo de seis aeronaves Tucano, modelo T-27, pertencentes à Força Aérea local. Além dos US$ 100 milhões pela negociação do A-29, a Embraer teria pedido cerca de US$ 30 milhões pelo serviço de manutenção das velhas aeronaves. A dose de turbulência não estava no radar da empresa brasileira.

Pimenta nos olhos - 1


8 Se ele não fosse da cota direta de Lula, Paulo Pimenta, da Secom, já teria sido incinerado do cargo. A pesquisa da Quaest revela que 50% da amostragem enxerga Lula de forma positiva. Mas apenas 33% aprovam seu governo (diferença de quase 20 pontos percentuais). É o pior índice alcançado pelo petista em todas suas gestões. Se vale alguma explicação, Pimenta acusou que o maior erro do governo em 2023 foi na sua área, ou seja, na comunicação, especialmente digital. 

PIMENTA NOS OLHOS - 2

Agora, Pimenta terá mais problemas pela frente: terá de se virar com lideranças da oposição e da minoria na Câmara dos Deputados, apresentadas à PGR. A motivação seria o abuso de autoridade após o governo ter pedido investigação pela suspeita de provocação de fake news por políticos do Rio Grande do Sul. Pior: teriam sido usadas durante a enchente de Porto Alegre e cercanias. Pode ser que Pimenta ganhe um cargo administrativo no Planalto. E pode ser que o slogan dessa temporada seja “Janja vem aí”.


MISTURA FINA
 

A PUBLICAÇÃO em que Janja anuncia a adoção da cadela Esperança, vítima da enchente do Rio Grande do Sul, bateu recorde de interações em seu perfil nas redes sociais. Somados, foram 1.125.451 curtidas, comentários e compartilhamentos no X (antigo Twitter) e Instagram. Sua maior marca anterior foi alcançada na posse de Lula, em 2023: 1.025.708. O levantamento é da Bites. 

O BOLSONARISMO quer voltar ao Planalto em 2026 para, com maioria no Senado, cassar o ministro Alexandre de Moraes (STF). Werveton Rocha, relator da nova lei do impeachment, já avisou que a pretensão jamais teria êxito. Pela nova lei, o presidente do STF é quem comanda o processo de impeachment no Senado contra um integrante da Alta Corte. E entre 2027 e 2029, quem vai comandar o Supremo é ele mesmo, o próprio Moraes. 

ÀS vésperas de seu Summit Brazil-USA, amanhã em Nova York, o jornal Valor Econômico, realizador do evento que pretende debater negócios bilaterais entre os dois países, revolveu aumentar o volume de palestrantes. Agora, são 23 confirmados, que disputarão os microfones no horário entre 8h e 13h discutindo juros, eleições americanas, energia verde, agronegócio e outros temas em evidência. A fala de cada um será cronometrada. 

NAS listas dos artistas mais ricos do país, Roberto Carlos aparece com cerca de R$ 985 milhões. Agora, ele acaba de fazer uma doação para as vítimas da enchente do Rio Grande do Sul de R$ 200 mil. Além disso, já prometeu fazer nas próximas semanas um show com renda totalmente revertida para o estado da região da tragédia – e com ingressos mais caros do que cobra habitualmente. Provavelmente, num estádio. 

DEPUTADOS e senadores têm recebido empresários que pressionam por um acordo pela manutenção da desoneração da folha de pagamentos, especialmente depois da tragédia da chuva no Rio Grande do Sul. Prefeitos se juntaram aos empresários pela manutenção da desoneração, que Lula tenta derrubar na justiça, como forma de aliviar as contas de 400 cidades devastadas pela enchente. A Confederação Nacional dos Municípios estima prejuízo de R$ 6,3 bilhões. 

NATÁLIA Schincariol, ex-namorada de Luís Cláudio Lula da Silva, está disposta a acionar mais uma vez o filho do presidente na Justiça. “Agora, ele está seguindo minhas amigas, ex-amigas, inimigas e até meus pacientes”. Segundo ela, a Justiça já aumentou as medidas restritivas contra Luís Cláudio, mas não adiantou muito. Natália emenda: “O cara não para de me encher o saco”.

 

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ARTIGO

Pelo fim dos superpoderes e a defesa da Constituição

19/09/2026 07h00

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Pedro Simon - Advogado, foi governador do Rio Grande do Sul, ex-senador da República e ministro da Agricultura

Ao longo dos meus 96 anos, vivenciei alguns dos piores momentos da história brasileira. Dos autoritarismos da ditadura militar aos maiores escândalos de corrupção da Nova República, estive na linha de frente de todos esses episódios, em defesa de um país melhor, mais justo, livre e igualitário. Confesso que lutei, como disse em meu discurso de despedida do Senado, em 2014: onde vi corrupção, lutei para levar a ética; onde vi impunidade, lutei para levar a justiça.

Hoje, assisto de longe, com angústia, à fragilização das instituições que construímos a partir de 1988, corroídas pela improbidade, pela maximização do interesse pessoal e por novas formas de coronelismo.

Vivemos hoje a maior crise deste século no Brasil: uma crise constitucional, da relação entre os poderes constituídos, que coloca em xeque a credibilidade da República perante a sociedade civil e a comunidade internacional.

Enquanto o Poder Executivo é capturado por projetos de poder que se confundem com projetos de governo, e não por projetos de Estado-nação, o Legislativo sequestra o orçamento republicano por meio de emendas parlamentares sem transparência nem responsabilidade, sob o domínio dos mesmos grupos políticos fisiológicos.

Enquanto isso, o Poder Judiciário, encastelado em uma superioridade autoproclamada, assume uma posição perigosa de tutela absoluta de todos os assuntos da República – mas, sob o comando de alguns de seus agentes e salvaguardadas honrosas exceções, em nada difere, em condutas recentes, dos entes corruptos e corruptores que se propõe a julgar.

As investigações em torno do escândalo do Banco Master e o embate público recente entre ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) expuseram, em todo o País, uma Corte que deveria pacificar a Nação e que, em vez disso, tornou-se palco de disputas que corroem a sua própria autoridade moral. Já disse, e repito: vivemos a página mais triste da nossa história neste século, na qual perdemos a confiança nos Três Poderes da República.

A recente deliberação do STF aprofunda essa crise de credibilidade institucional. Ao expor divisões internas e hesitar no rigor sobre as apurações do caso do Banco Master que envolvem membros da própria Corte, o Tribunal compromete a autocontenção e a neutralidade exigidas da magistratura. O episódio confirma que a ausência de controle externo efetivo e a resistência à transparência corroem a autoridade moral do guardião da Constituição.

Foi no Senado que passei 32 dos meus 60 anos de vida pública, ao lado de Ulysses Guimarães, Tancredo Neves e Teotônio Vilela, na reconstrução da nossa democracia. É por essa vivência que faço um alerta: compete privativamente ao Senado, por força da Constituição Federal, processar e julgar os ministros do STF por crimes de responsabilidade. Esse é um dos pilares do equilíbrio entre os Poderes que ajudamos a erguer em 1988, e hoje ele está, na prática, esvaziado. Dezenas de pedidos de impeachment contra ministros da Corte acumulam-se há anos nas gavetas da mesa diretora, sem parecer e sem votação.

Em toda a nossa história democrática, nenhum ministro do Supremo jamais chegou a ser julgado até o fim por esse rito. O Senado, a quem caberia fiscalizar o Judiciário, tem preferido o silêncio ao exercício desse dever constitucional, seja por cálculo eleitoral, seja pelo receio de turbulência institucional. Um poder que se omite de fiscalizar torna-se, ele também, parte da crise.

O Brasil precisa de uma resposta firme e rigorosa; necessita que se instaure investigação regular e independente sobre os fatos revelados, assegurados o contraditório e a ampla defesa; que o STF retome, sem subterfúgios, a sua autocontenção institucional; que se encerre o inconstitucional inquérito das fake news; que todos os envolvidos com o Banco Master sejam investigados, independentemente do cargo ou partido político; que se restabeleça a atuação dentro dos limites da Constituição, e que ninguém, nem mesmo quem julga a Nação, esteja acima da lei.

Chegou o momento de reformas na Corte, com mandatos fixos, aperfeiçoamento do modelo de indicação e de um Código de Ética efetivo. Volto, então, àquilo em que sempre acreditei: a democracia não se sustenta na força de um só poder, mas no equilíbrio entre todos eles e na vigilância permanente da sociedade civil. Ao povo brasileiro, e sobretudo à juventude que hoje herda esta crise sem tê-la criado, deixo o mesmo apelo que fiz ao deixar o Senado: que não desistam da política, nem do Brasil. 

A pátria é feita de quem rejeita a corrupção, a impunidade e a soberba dos que se creem acima da lei. Que essa pátria, mais uma vez, prevaleça.

Cláudio Humberto

"Mostrou roubalheira enorme"

Romeu Zema (Novo), sobre queda do sigilo do caso Master

13/09/2026 07h00

Cláudio Humberto

Cláudio Humberto

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Moraes lidera número de pesquisas em crise do STF

Apontado como partícipe de intensa troca de mensagens com o banqueiro Daniel Vorcaro, dono do extinto Banco Master, o ministro do Supremo Tribunal Federal Alexandre de Moraes liderou o interesse de pesquisas no Google no último mês, conforme dados da plataforma. O pico da pesquisa foi em 1º de setembro, quando o ministro André Mendonça levantou o sigilo de relatório da Polícia Federal que revelou mensagens de Vorcaro a número atribuído a Alexandre de Moraes.

 

Interesse na capital

O índice do interesse tem escala de 0 a 100. O Distrito Federal liderou as pesquisas (100), seguido por Mato Grosso (66) e Rondônia (66).

 

Diferença

Enquanto Moraes bateu os 100, as pesquisas por André Mendonça bateram o pico na mesma data, mas com menos da metade (44).

 

Epicentro da crise

Até pesquisas por “STF” despertaram mais interesse do brasileiro do que Mendonça, atingiu 58 no índice de pesquisas.

 

Ninguém liga

Os números mostram que o interesse pelo filme “Dark Horse” não decolou. O pico foi na quinta-feira, só 23 na escala.

 

Governo Lula: R$90 milhões com viagens em 14 dias

O governo Lula (PT) conseguiu torrar cerca de R$90 milhões com viagens nas últimas duas semanas. Segundo dados do Portal da Transparência, o total de despesas com descolamentos já ultrapassa R$1,3 bilhão em 2026. Foram R$735,8 milhões com diárias distribuídas a funcionários e outros R$560,3 milhões com as passagens aéreas. O total não inclui a fortuna gasta nas viagens de Lula e da primeira-dama Janja.

 

Em dólar

Viagens internacionais do governo do PT já custaram R$161,7 aos pagadores de impostos. Foram R$8 milhões nas últimas duas semanas.

 

Tem mais

O governo petista conseguiu torrar também R$7,8 milhões com “outros gastos” de viagens. São taxas, seguros de viagens etc.

 

Número 1

A ministra das Mulheres, Márcia Lopes, é número um entre os gastões com viagens: R$510 mil com passagens e diárias, diz a Transparência.

 

Falta combinar com o eleitor

A ordem na campanha de Lula é evitar que a eleição vire, nas palavras de petistas, “Fla x Flu” de ministros do STF. A estratégia é deixar Moraes e Mendonça brigando e tentar puxar o eleitor para outros assuntos.

 

Combustível eleitoral

Medidas do governo para segurar os preços dos combustíveis devem custar R$40 bilhões por seis meses, diz Bruno Moretti (Planejamento). O alívio é no posto e a conta estaciona no bolso do pagador de impostos.

 

Tudo certo, mas...

O TCU encontrou as projeções fiscais do governo formalmente dentro das metas, mas apontou aumento do déficit efetivo e problemas de transparência e consistência das estimativas. “Certo” com “ressalvas”.

 

Soberba na conta

Internamente, a campanha de Lula reconhece que subestimou a dificuldade da disputa contra Flávio Bolsonaro (PL). Até prepara mobilização neste domingo (13) para tentar “chacoalhão” na candidatura.

 

Cara de pau

Lula tomou invertidas ao celebrar o fim da taxa das blusinhas, criada por ele mesmo. Seguidores nas redes sociais não perdoaram, “a quadrilha do PT é assim, te quebram uma perna, depois te dão uma muleta”.

 

Na terça

Já tem data o novo depoimento de Daniel Vorcaro na Polícia Federal sobre as fraudes financeiras em operações com o BRB. O ex-banqueiro dono do Master falará à PF na terça-feira, dia 15.

 

Em queda

Caiu 66,6% o número de crianças registradas como cidadãs italianas no Brasil em 2025. O dado é do Instituto Nacional de Estatística da Itália (Istat), que relacionou parte da redução às novas regras para a transmissão da cidadania aos filhos nascidos no exterior.

 

Fatura petista

Rogério Marinho (PL-RN) apontou os R$120 bilhões a mais em tributos sobre consumo para 2027. Diz o senador que é o método do PT: aumentar gastos e empurrar a dívida para cima de quem trabalha.

 

Pensando bem...

...a aliança com Lula deu PT.

 

PODER SEM PUDOR

Cláudio Humberto

Greve teatral

O Ato Institucional nº 5, que revogou as liberdades democráticas no Brasil de 1968, levou muitos adversários do regime militar à cadeia. Entre eles Carlos Lacerda, que resolveu iniciar uma greve de fome no cárcere. O médico e amigo Antônio Rebello, que monitorava o pulso de Lacerda, começou a ficar preocupado e vivia implorando para que o líder carioca suspendesse a greve. Um dia fez uma comparação definitiva: “Você está tentando fazer Shakespeare no País da Dercy Gonçalves!”. Percebendo o ridículo da situação, Lacerda desistiu da greve na hora.

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