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Autoridades dos Três Poderes se unem em defesa da democracia brasileira

O cenário político brasileiro testemunhou um momento histórico durante a cerimônia de abertura dos trabalhos da Justiça Eleitoral em 2024

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A união dos Três Poderes e da sociedade brasileira marca avanços significativos na proteção da democracia contra os perigos da inteligência artificial (IA) não regulamentada. O cenário político brasileiro testemunhou um momento histórico durante a cerimônia de abertura dos trabalhos da Justiça Eleitoral em 2024, realizada pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

Sob a liderança do ministro Alexandre de Moraes, presidente do TSE, autoridades dos Três Poderes reuniram-se para debater e promover medidas que visam proteger a democracia brasileira diante dos desafios impostos pela disseminação de desinformação e pelo uso inadequado das redes sociais e da inteligência artificial.

A preocupação central expressa por Moraes sobre a instrumentalização nociva das redes sociais e dos serviços de mensageria privada ecoou fortemente durante a sessão solene. É inegável que a captação furtiva da vontade dos eleitores por meio da disseminação de conteúdos falsos representa uma séria ameaça à integridade do processo democrático. Diante desse cenário, Moraes destacou a necessidade premente de uma regulamentação eficaz, especialmente por meio legislativo, para enfrentar esse desafio.

A ausência de transparência em relação à lógica de funcionamento dos algoritmos utilizados pelas plataformas digitais durante os períodos eleitorais também foi objeto de crítica por parte do presidente do TSE.

É fundamental que as chamadas big techs sejam responsabilizadas por suas práticas e que sejam implementadas medidas para coibir a disseminação de discursos de ódio e desinformação em suas plataformas.

Além disso, a criação de um grupo de trabalho em parceria com o Ministério da Justiça e a Polícia Federal para aprimorar a identificação de usuários que espalham conteúdo antidemocrático demonstra um compromisso real com a defesa da democracia e a garantia da livre manifestação do eleitorado brasileiro.

Os pronunciamentos durante a sessão de abertura do ano do Judiciário no Supremo Tribunal Federal (STF) também ecoaram esse sentimento de união em prol da democracia. O presidente do STF, ministro Luís Roberto Barroso, enfatizou a normalidade e a harmonia das instituições brasileiras, destacando o papel fundamental do respeito mútuo entre os Poderes.

As palavras do presidente Lula durante o evento reforçaram a importância da regulação das redes sociais para desmantelar a disseminação de fake news, especialmente em momentos críticos como a pandemia de Covid-19.

A defesa veemente da responsabilização das empresas pelo conteúdo veiculado em suas plataformas reflete um compromisso com a transparência e a integridade do debate público.

Foi graças ao incansável esforço dos membros do Instituto Brasileiro para a Regulamentação da Inteligência Artificial (Iria) que as autoridades brasileiras, atendendo ao clamor levantado por todos os cantos do Brasil, finalmente presenciaram a união dos poderes e efetivamente um avanço no tema.

O comprometimento e a determinação demonstrados pelos membros da Iria foram cruciais para sensibilizar as autoridades políticas sobre a urgência e a importância da regulamentação da inteligência artificial, especialmente em relação ao seu impacto no processo eleitoral e na estabilidade democrática do País.

Ao promover um diálogo construtivo e embasar suas argumentações em pesquisas e análises sólidas, os membros da Iria conseguiram captar a atenção e o apoio dos líderes políticos, incentivando-os a agir em conjunto para enfrentar esse desafio complexo.

Graças ao trabalho dedicado e à visão de futuro desses profissionais, os poderes da República passaram a reconhecer a necessidade premente de uma legislação abrangente que garanta a transparência, a equidade e a segurança dos processos eleitorais, essenciais para a preservação da democracia brasileira.

Assim, o papel desempenhado pela Iria não apenas foi fundamental para impulsionar o avanço das discussões sobre a regulamentação da inteligência artificial, mas também para catalisar uma mudança significativa na postura das autoridades políticas em relação a essa questão crucial.

O trabalho conjunto entre os membros da Iria e os líderes dos poderes da República representa um marco importante na busca por soluções eficazes que garantam a integridade e a legitimidade do processo democrático no Brasil.

A união dos líderes dos Três Poderes em torno da busca por soluções para os desafios enfrentados pela democracia brasileira representa um marco na história política do país. É essencial que esse compromisso se traduza em ações concretas que fortaleçam as instituições democráticas e garantam a lisura e a transparência do processo eleitoral.

A proteção da democracia é um dever de todos os brasileiros, e essa união de esforços nos enche de esperança em um futuro mais justo e democrático para o nosso país.

CLÁUDIO HUMBERTO

"Não podemos mais conviver com o que estamos vivendo"

Ronaldo Caiado (PSD), ao prometer anistia aos condenados pelo 8 de janeiro de 2023

09/08/2026 08h01

Cláudio Humberto

Cláudio Humberto

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Mulher de Marcola teve aval para trabalhar no PT

A quase decorativa Comissão de Ética Pública da Presidência da República liberou Nicole Briones para trabalhar no PT, sem necessidade de respeitar a quarentena imposta aos que ocupam cargos estratégicos na administração pública.

Nicole era superintendente de Comunicação Digital e Mídias Sociais da Empresa Brasil de Comunicação (EBC), mas também é casada com Marco Aurélio Santana Ribeiro, o Marcola, agora ex-chefe do gabinete pessoal de Lula (PT). Problema resolvido.

Ano de ouro

Nicole foi convidada em 2025 para coordenar as mídias sociais do PT. Ela é dona da Matilha Comunicação, aberta no mesmo ano do convite.

Corrente

O processo foi relatado pelo conselheiro Bruno Espiñeira Lemos, que não viu conflito de interesse. Lemos foi nomeado por... Lula.

Colado em Lula

Marcola era um dos assessores mais próximos de Lula, até emprestava o celular ao presidente. Estava na campanha de reeleição do petista.

Fim melancólico

Marcola saiu da campanha após flagra de receber dinheiro de lobista amiga de Lulinha enrolada no caso INSS. Nicole não foi localizada.

Média das pesquisas ainda prevê empate técnico

Nos últimos dois meses, foram divulgadas 33 pesquisas eleitorais sobre o cenário de segundo turno para presidente da República. Em média, o atual presidente Lula (PT) lidera com 46% das intenções contra 42,1% do principal adversário, Flávio Bolsonaro (PL).

A média das margens de erro é de 2,1% para mais ou para menos, o que configura empate técnico entre os candidatos, cenário que se repete desde o início do ano.

Bem fora da curva

A CNT/MDA de meados de junho (BR-04256/2026) previu vitória de Lula por 12,5% de vantagem, mesmo com a margem de erro de 2,2 pontos.

Lado oposto

Levantamento Gerp (BR-03067/2026) do início de julho apontou vitória de Flávio por três pontos, com margem de erro de 2,2%.

Empate na prática

Pesquisa Nexus/BTG (BR-02874/2026) do início de agosto viu apenas um ponto separando os dois candidatos; Lula com 46% a 45% de Flávio.

É provocação

Mesmo com aprovação do Senado dos Estados Unidos para Daniel Perez ser embaixador do país no Brasil, Lula só deve andar com a avaliação do indicado de Donald Trump após o 2º turno das eleições. 

Pobre agro

Até o Produto Interno Bruto (PIB) do resiliente agronegócio brasileiro sucumbiu e registrou queda de 2% no primeiro trimestre deste ano. O levantamento é do Cepea em parceria com a CNA.

Pedras fundamentais

Ao confirmar Sanderson (PL) e Marcel van Hattem (Novo) candidatos no Rio Grande do Sul, Flávio Bolsonaro reforçou que a dupla terá papel central na formação da “maioria conservadora no Senado”.

Livramento

Sobre a decisão do governo Lula de rebaixar as relações diplomáticas com a Argentina, Flávio Bolsonaro disse o “próximo país a se libertar de projeto fracassado será o Brasil. A partir de 2027, voltaremos a tratar nossos vizinhos como sócios, não adversários ideológicos”.

Censura de incompetentes

Kim Kataguiri (Missão) criticou pedido de Janja para retirar a plataforma Discord do ar e questionou a atuação da primeira-dama: "quem votou nela?". Para o deputado federal, o país é “refém de incompetentes”.

Chega

Ronaldo Caiado, pré-candidato do PSD ao Planalto, diz que tomará uma série de medidas já no primeiro dia de um eventual governo. Entre elas, anistia aos presos pelo 8 de janeiro. Diz que é para pacificar o país.

Esperança de reabertura

O presidente dos EUA, Donald Trump, disse que um acordo sobre o Estreito de Ormuz é possível já na quarta-feira (12). A expectativa é que até um pré-acordo possa permitir a reabertura da via marítima.

Triste recorde

"Se você está endividado, a culpa é do Lula", acusou Flávio Bolsonaro ao comentar o recorde de endividamento das famílias brasileiras, que atingiu 82%. Para o candidato ao Planalto, “a conta não fecha”.

Pensando bem...

...tem casamento que é bom negócio.

PODER SEM PUDOR

Conta de somar

Homem sério, o líder mineiro Milton Campos nunca foi daqueles políticos que tentam explicar o inexplicável.

Ele perdeu para João Goulart, em 1960, a eleição para vice-presidente da República, que na época não era “casada” com a de presidente. Na expectativa de obter uma avaliação profunda do seu próprio insucesso, um jornalista provocou:

“Dr. Milton, por que o senhor perdeu?”. Encerrando a conversa mole, disse: “Perdi porque ele teve mais votos”.

 

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Arthur Maximilliano

A nova era dos dados: quando o empresário deixa o achismo para trás e passa a decidir com clareza

04/08/2026 00h03

COLUNISTA ARTHUR MAXIMILIANO

COLUNISTA ARTHUR MAXIMILIANO

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Durante muito tempo, o sucesso de uma empresa foi construído sobre a experiência e o famoso "faro" do empreendedor. A intuição sempre foi protagonista nas grandes decisões. Mas algo mudou — e mudou rápido.

Hoje, quem ainda aposta apenas na sensação corre o risco de ficar para trás, enquanto outros aprenderam a ler os sinais que os números deixam pelo caminho. Não se trata de abandonar a intuição. Trata-se de potencializá-la.

Bem-vindo à era da gestão orientada por evidências, onde o dado se tornou o novo instinto do líder.

Do achismo à clareza empresarial

Tomar decisões sem dados é como dirigir de noite com os faróis apagos. O carro até anda, mas cada curva vira uma aposta.

Os líderes que prosperam hoje são aqueles que transformaram números em narrativas reais. Eles sabem que cada gráfico revela um comportamento, cada indicador esconde (ou revela) uma oportunidade, e cada desvio traz um aprendizado valioso.

Não olham para uma planilha como algo frio ou técnico. Olham como quem lê o pulso da empresa — e transformam informação em ação.
Business Intelligence: o espelho fiel do seu negócio

Com o avanço do Business Intelligence e das ferramentas de visualização, ficou possível enxergar a empresa em tempo real. Hoje, você descobre onde o dinheiro entra, onde escapa e onde poderia render mais — tudo em um único painel.

Mas BI não é só tecnologia. É sobre fazer as perguntas certas:

Quais produtos realmente sustentam meu lucro?

Qual canal me traz clientes que ficam?

Qual time entrega mais com menos atrito?

Quando o dado responde, você para de adivinhar e começa a decidir de verdade.

A combinação entre razão e sensibilidade

O dado mostra o caminho. Mas quem escolhe a direção ainda é você.

A melhor liderança não é aquela que abandona a intuição — é a que a usa com inteligência. Intuição apoiada em dados deixa de ser palpite e vira estratégia. É nesse ponto que tecnologia e humanidade se encontram: o dado oferece o diagnóstico; o líder, o propósito.

Inteligência Artificial e o novo papel do gestor

Com a Inteligência Artificial, as empresas deixaram de apenas olhar para trás. Agora, elas antecipam o que vem pela frente. Sistemas identificam padrões, preveem quedas de receita, antecipam cancelamentos e até recomendam ações antes que o problema bata à porta.

Mas o verdadeiro diferencial está em quem interpreta o que a IA aponta. O dado mostra o que está acontecendo. A inteligência humana entende por que — e decide o que fazer a partir disso.

O dado como cultura, não como ferramenta

A empresa do futuro não será a que tiver mais tecnologia. Será a que ensinar sua equipe a pensar com base em dados. Quando cada pessoa, de qualquer área, entende o impacto real de suas decisões nos resultados, a empresa deixa de reagir e passa a planejar.

Decidir com dados é decidir com consciência. E consciência é a base da alta performance.
 

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