Colunistas

GIBA UM

"É um erro político. Imagina o Rio de Janeiro perder a força de um Ministério"

de WAGUINHO CARNEIRO // prefeito de Belfort Roxo, que luta pela permanência de sua esposa Daniela Carneiro à frente do Ministério do Turismo.

Continue lendo...

“É um erro político. Imagina o Rio de Janeiro, que é um território bolsonarista, perder a força de um Ministério. É um prejuízo político e precisa ser enxergado”, de WAGUINHO CARNEIRO // prefeito de Belfort Roxo, que luta pela permanência de sua esposa Daniela Carneiro à frente do Ministério do Turismo.

Os incêndios que destroem as flo- 3 restas ao leste do Canadá dizimaram uma área quase quatro vezes maior que todo o desmatamento da Amazônia no ano passado. E ninguém abriu a boca sobre o país do marqueteiro Justin Trudeau.

Mais: foram destruídos lá quase 40 mil quilômetros quadrados de matas em alguns dias. A área total desmatada na Amazônia em quatro vezes era de 44 mil quilômetros quadrados. Em 2022, a região amazônica perdeu 10,7 km quadrados.

IN: Almôndega sueca

OUT: Almôndega de carne de jaca

Vai rodar mais

A Cada da Moeda é uma das raras empresas brasileiras que ainda pode fazer dinheiro com as boas relações entre Lula e Alberto Fernández, presidente da Argentina. A estatal brasileira deve fabricar nova remessa de pesos argentinos ainda este ano.

Seria um contrato ainda maior do que o executado no ano passado, quando a Casa da Moeda produziu mais de 600 milhões de cédulas de pesos. A estatal brasileira deverá avançar atendendo parcela da demanda do Banco Central da Argentina que, nos últimos dois anos, foi suprida por encomendas a outros países, notadamente a China.

MAIS TROCAS

O presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL) que vê Lula tentar mudar os ocupantes de cargos no governo tidos como representantes do União Brasil e que até agora não viu nenhum resultado da articulação política que o presidente se propôs a fazer, chegou à conclusão de que Rui Costa (Casa Civil) é maior alvo dos congressistas – e que deveria ser trocado por outro nome mais afinado com parlamentares. Lula prefere mudar outras pastas e manter Costa, que Lira acha “mais arrogante” do que Alexandre Padilha.

Ataque marcado

Arthur Lira, presidente da Câmara, deverá ser uma das atrações do almoço com empresários de São Paulo no dia 10 de julho, promovido pelo Lide do ex-governador João Doria, no hotel Palácio Tangará. E desde já as apostas são de que Lira, mais uma vez, atacará o governo na economia e na política. A plateia estimada em 400 pessoas deverá gostar: não morre de amores pelo presidente petista. E tampouco o próprio Doria: ele sempre se referiu a Lula como “ladrão”, só para começo de conversa.

EM CAMPANHA

Malgrado o nome do advogado Cristiano Zanin já tenha maioria entre os senadores que deverão aprovar sua sabatina, depois de se encontrar com lideranças evangélicas, tem um jantar no próximo dia 15 com representantes de entidades patronais, organizado por Vagner Freitas, presidente do Conselho Nacional do Sesi. E o mesmo Freitas já coordena outro encontro com empresas estatais para que seus representantes apresentem suas pautas ao advogado.

Recordista

Parentes de ao menos cinco ministros do governo Lula têm cargos vitalícios e salários garantidos entre TCE-BA e o Tribunal de Contas dos Municípios do Pará. A tia, Mara Lúcia Barbalho e a cunhada, Daniela Barbalho ocupam cargos de conselheiras.

Daniela é casada com o governador paraense Helder Barbalho, que é irmão do ministro Jader filho (Cidades) e recordista da área, com seis parentes distribuídos entre os tribunais. Marilia Góes, virou conselheira da TCE-AP quando o marido Waldez Góes, ministro do Desenvolvimento Regional e na frigideira, governava o Amapá.

Manter a essência

Juliette Freire viu sua vida mudar depois de participar (e vencer) o Big Brother Brasil21. Entrou como advogada e maquiadora e saiu como a mais querida participante (ganhou milhões de seguidores durante sua estadia no reality-show) e virou cantora.

Agora ela está lançando seu primeiro álbum de estúdio. E sua primeira faixa Sai da Frente (já tem mais de 1 milhão de visualizações no YouTube), com ar shakespeareano é uma quase uma indireta aos que não acreditavam em seu talento e aos haters.

“Esse clipe ilustra a narrativa de resiliência da música, algo que eu espero que inspire muita gente. Eu encarno meio que uma atriz em ascensão, que precisa lidar com pessoas sempre questionando o seu talento e autenticidade”.

Já acostumada com a críticas, conta que quer mostrar seu lado original. “‘Eu quero manter a minha essência. O que eu estou fazendo é o que eu sou: eu sou pop, eu sou clássica, eu sou moderna e eu sou raiz. Nós somos assim, não tem por que a gente ser uma coisa só. É bonito quando você é múltiplo. Meu trabalho vai trazer isso e vão ter vários ritmos”.

E completou: “Quero que as pessoas me critiquem, mas me critiquem com propriedade. Se você vai criticar, então vai criticar com base. Estudei técnica vocal, teatro e dança e ainda estou estudando. O novo projeto vem para solidificar a minha veia artística musical, é a minha prioridade”

10 milhões de analfabetos

Em 2016, o analfabetismo no Brasil era de 6,7%. Em 2022, segundo o IBGE, caiu para 5,6%. A melhoria acontece devagar e a meta do Plano Nacional de Educação de erradicar o analfabetismo até 2024 não será cumprida. O país ainda tem 9,6 milhões de analfabetos com 15 anos ou mais.

Onde vive mais da metade desse contingente é no Nordeste, com média de 14,5%. Rio, São Paulo, Santa Catarina e Rio Grande do Sul têm média de 2,5%. O volume maior de analfabetos é de idosos que não tiveram acesso à escola na infância e na juventude.

Mais: 56% dos alunos do segundo ano do ensino fundamental não tinham até o final de 2021 capacidade básica de leitura, nem de escrita. No Estudo Internacional de Progresso em Leitura, entre 65 países, o Brasil ficou em 59º lugar, atrás da Turquia e Uzbequistão.

Luta diária

Quando falamos em 12 de junho, a primeira coisa que vem em nossa cabeça é ‘Dia dos Namorados’, não é mesmo? Mas a data é o aniversário de uma das mais queridas e aplaudidas (internacionalmente também) modelo brasileira: Adriana Lima. Ontem a baiana completou 42 anos. Ela está agora na nova campanha da Marc Jacobs.

E apesar de sempre estar na lista das mulher mais sexies, mais bonitas e ser a quinta modelo mais bem paga do mundo ela confessou que está bem insegura com seu corpo depois do nascimento de seu terceiro filho, Cyan de 8 meses.

“Cada corpo tem uma reação diferente com a gravidez e pós-gravidez. Tem que se exercitar todos os dias e praticar a aceitação com as mudanças, e eu luto todos os dias. Tenho que me lembrar de que sou humana. Fico insegura aqui e ali. Então, todos os dias aprendo coisas novas. E com a idade, o corpo reage de maneira diferente. Mas está tudo bem, estou aprendendo”.

Adriana também é mãe de duas meninas, Valentina, de 13 anos e Sienna, de 10.

Recolhida

No que se refere à indicação de novos magistrados para o STF e em outros tribunais no país, a primeira-dama Janja, que gosta de expor suas opiniões em tantos outros setores do governo, está recuada – e calada. Reconhece não ter muito saber jurídico e incluindo não conhecer grandes nomes da magistratura. Até advogados e promotores comentam que, nesse setor, ela está distante – e nem comenta nada quando está a sós com Lula. Detalhe: não foi recomendação do maridão, foi escolha dela.

Renúncia a defesa

Karina Kufa, advogada de Jair Bolsonaro, está deixando a defesa de Carla Zambelli (PL-SP). Ela representava a deputada bolsonarista nas esferas civil, criminal e eleitoral. Com a alta do número de ações contra Zambelli, a defesa ficou “financeiramente inviável”. E teria havido um desgaste entre a parlamentar e Kufa por não seguir as orientações da defesa. Ela também deixou de atender o ex-deputado bolsonarista Daniel Silveira. À propósito: até Jair Bolsonaro anda se queixando do custo e defesa de seus processos.

Mais viagens

Lula estará em Paris entre os dias 22 e 23 de junho para participar da reunião de cúpula do Novo Pacto Global de Financiamento e terá um encontro bilateral com o presidente Emmanuel Macron, que em correspondência, o chama de “querido presidente”.

Depois vai à Itália e ao Vaticano. E entre julho e agosto, quer fazer ao menos duas viagens ao continente africano, visitando oito países, atualizando a política externa brasileira voltada para a África.

INDIGESTA

A agenda de visita de Lula a Angola, provavelmente em agosto, terá um item indigesto: o governo angolano já sinalizou ao Itamaraty a intenção de pleitear um empréstimo para construção do terminal oceânico de Dande, na província de Dengo, a pouco mais de 60 km da capital Luanda.

A obra está orçada em US$ 500 milhões. Seja pelo financiamento à exportação de serviços, seja pelo responsável pela obra – OEC, leia-se Novono, antiga Odebrecht – trata-se de um assunto que tem tudo para turvar a viagem de Lula.

A negociação remonta as operações polêmicas dos dois primeiros governo Lula, como por exemplo, a construção do Porto Mariel, em Cuba, pela própria Odebrecht.

MISTURA FINA

O MINISTRO do STF André Mendonça, bolsonarista e evangélico, elogiou a indicação de Cristiano Zanin à vaga de Ricardo Lewandowski na Corte. Em São Paulo, na Marcha para Jesus, o ministro disse que Zanin é “um grande jurista” e “uma pessoa do bem”. Faltou apenas a benção.

uma aresta nas negociações com o União Brasil para a troca no Ministério do Turismo, hoje ocupado por Daniela Carneiro. O deputado Celso Sabino (União-PA), principal candidato ao posto, está exigindo um acordo porteira fechada. Ou seja: com a prerrogativa de trocar cargos chaves na estrutura do comando da Pasta. O que poderia incluir a presidência da Embratur, comandada por Marcelo Freixo (PT-RJ).

NAS eleições municipais do ano que vem, em São Paulo, o atual prefeito Ricardo Nunes (MDB) luta para conseguir alianças à direita para tentar encarar Guilherme Boulos (PSOL) à esquerda. O PT tem compromisso de apoiar Boulos e o ministro Fernando Haddad (Fazenda) sonha em ter sua mulher Ana Estela na vice. Por outro lado, para levar Nunes mais próximo de Bolsonaro seu ex-homem de comunicação Fábio Wajngarten acha que ele próprio seria o nome ideal para ser o vice.

ALGUNS dos prefeitos que visitam a sede do governo paulista, no Palácio dos Bandeirantes, acham que os gabinetes de Gilberto Kassab (Secretário-Geral) e Arthur Lima (Casa Civil) viraram “comitês eleitorais”. Kassab, dono do PSD, vai ampliando o número de filiados em seu partido com olho nas eleições municipais do ano que vem. Agora, Lima segue o mesmo caminho buscando políticos para aumentar a força partidária em 2024. E quer se filiar ao PP, onde Ciro Nogueira é um dos manda-chuvas.

ONZE usinas termoelétricas da Petrobras terão de volta seus nomes originais (honrarias), cassadas no governo Bolsonaro: Sepé Tuarajú, Aureliano Chaves, Barbosa Lima Sobrinho, Euzébio Rocha, Fernando Gasparian, Leonel Brizola, Luiz Carlos Prestes, Mario Lago, Celso Furtado, Jesus Soares Pereira e Rômulo Almeida. Por ordem direta do novo presidente da estatal, Jean Paul Prates.

A JHSF, que acaba de inaugurar mais um restaurante Fasano no exterior, na Park Avenue, em Nova York, já trabalha em novo empreendimento em Londres, onde deverá surgir mais um hotel da bandeira. Nos projetos do grupo, na sequência, deverão surgir hotéis Fasano em Paris, Milão e Los Angeles. Todos os hotéis manterão um tipo de arquitetura, decoração e serviços inaugurado no primeiro Fasano de São Paulo, o “luxo sem ostentação”.

A DIREÇÃO da Oi estaria preparando um plano de demissões que poderia atingir entre 10% e 15% de seus funcionários. Hoje, a companhia tem cerca de 34 mil colaboradores – há quatro anos, era quase 60 mil. O super corte teria, sobretudo, o objetivo de adequar os custos operacionais à queda de receita após a venda da operação de telefonia móvel, há pouco mais de um ano.

Colaboração: Paula Rodrigues

Assine o Correio do Estado

ARTIGO

Pelo fim dos superpoderes e a defesa da Constituição

19/09/2026 07h00

Continue Lendo...

Pedro Simon - Advogado, foi governador do Rio Grande do Sul, ex-senador da República e ministro da Agricultura

Ao longo dos meus 96 anos, vivenciei alguns dos piores momentos da história brasileira. Dos autoritarismos da ditadura militar aos maiores escândalos de corrupção da Nova República, estive na linha de frente de todos esses episódios, em defesa de um país melhor, mais justo, livre e igualitário. Confesso que lutei, como disse em meu discurso de despedida do Senado, em 2014: onde vi corrupção, lutei para levar a ética; onde vi impunidade, lutei para levar a justiça.

Hoje, assisto de longe, com angústia, à fragilização das instituições que construímos a partir de 1988, corroídas pela improbidade, pela maximização do interesse pessoal e por novas formas de coronelismo.

Vivemos hoje a maior crise deste século no Brasil: uma crise constitucional, da relação entre os poderes constituídos, que coloca em xeque a credibilidade da República perante a sociedade civil e a comunidade internacional.

Enquanto o Poder Executivo é capturado por projetos de poder que se confundem com projetos de governo, e não por projetos de Estado-nação, o Legislativo sequestra o orçamento republicano por meio de emendas parlamentares sem transparência nem responsabilidade, sob o domínio dos mesmos grupos políticos fisiológicos.

Enquanto isso, o Poder Judiciário, encastelado em uma superioridade autoproclamada, assume uma posição perigosa de tutela absoluta de todos os assuntos da República – mas, sob o comando de alguns de seus agentes e salvaguardadas honrosas exceções, em nada difere, em condutas recentes, dos entes corruptos e corruptores que se propõe a julgar.

As investigações em torno do escândalo do Banco Master e o embate público recente entre ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) expuseram, em todo o País, uma Corte que deveria pacificar a Nação e que, em vez disso, tornou-se palco de disputas que corroem a sua própria autoridade moral. Já disse, e repito: vivemos a página mais triste da nossa história neste século, na qual perdemos a confiança nos Três Poderes da República.

A recente deliberação do STF aprofunda essa crise de credibilidade institucional. Ao expor divisões internas e hesitar no rigor sobre as apurações do caso do Banco Master que envolvem membros da própria Corte, o Tribunal compromete a autocontenção e a neutralidade exigidas da magistratura. O episódio confirma que a ausência de controle externo efetivo e a resistência à transparência corroem a autoridade moral do guardião da Constituição.

Foi no Senado que passei 32 dos meus 60 anos de vida pública, ao lado de Ulysses Guimarães, Tancredo Neves e Teotônio Vilela, na reconstrução da nossa democracia. É por essa vivência que faço um alerta: compete privativamente ao Senado, por força da Constituição Federal, processar e julgar os ministros do STF por crimes de responsabilidade. Esse é um dos pilares do equilíbrio entre os Poderes que ajudamos a erguer em 1988, e hoje ele está, na prática, esvaziado. Dezenas de pedidos de impeachment contra ministros da Corte acumulam-se há anos nas gavetas da mesa diretora, sem parecer e sem votação.

Em toda a nossa história democrática, nenhum ministro do Supremo jamais chegou a ser julgado até o fim por esse rito. O Senado, a quem caberia fiscalizar o Judiciário, tem preferido o silêncio ao exercício desse dever constitucional, seja por cálculo eleitoral, seja pelo receio de turbulência institucional. Um poder que se omite de fiscalizar torna-se, ele também, parte da crise.

O Brasil precisa de uma resposta firme e rigorosa; necessita que se instaure investigação regular e independente sobre os fatos revelados, assegurados o contraditório e a ampla defesa; que o STF retome, sem subterfúgios, a sua autocontenção institucional; que se encerre o inconstitucional inquérito das fake news; que todos os envolvidos com o Banco Master sejam investigados, independentemente do cargo ou partido político; que se restabeleça a atuação dentro dos limites da Constituição, e que ninguém, nem mesmo quem julga a Nação, esteja acima da lei.

Chegou o momento de reformas na Corte, com mandatos fixos, aperfeiçoamento do modelo de indicação e de um Código de Ética efetivo. Volto, então, àquilo em que sempre acreditei: a democracia não se sustenta na força de um só poder, mas no equilíbrio entre todos eles e na vigilância permanente da sociedade civil. Ao povo brasileiro, e sobretudo à juventude que hoje herda esta crise sem tê-la criado, deixo o mesmo apelo que fiz ao deixar o Senado: que não desistam da política, nem do Brasil. 

A pátria é feita de quem rejeita a corrupção, a impunidade e a soberba dos que se creem acima da lei. Que essa pátria, mais uma vez, prevaleça.

Cláudio Humberto

"Mostrou roubalheira enorme"

Romeu Zema (Novo), sobre queda do sigilo do caso Master

13/09/2026 07h00

Cláudio Humberto

Cláudio Humberto

Continue Lendo...

Moraes lidera número de pesquisas em crise do STF

Apontado como partícipe de intensa troca de mensagens com o banqueiro Daniel Vorcaro, dono do extinto Banco Master, o ministro do Supremo Tribunal Federal Alexandre de Moraes liderou o interesse de pesquisas no Google no último mês, conforme dados da plataforma. O pico da pesquisa foi em 1º de setembro, quando o ministro André Mendonça levantou o sigilo de relatório da Polícia Federal que revelou mensagens de Vorcaro a número atribuído a Alexandre de Moraes.

 

Interesse na capital

O índice do interesse tem escala de 0 a 100. O Distrito Federal liderou as pesquisas (100), seguido por Mato Grosso (66) e Rondônia (66).

 

Diferença

Enquanto Moraes bateu os 100, as pesquisas por André Mendonça bateram o pico na mesma data, mas com menos da metade (44).

 

Epicentro da crise

Até pesquisas por “STF” despertaram mais interesse do brasileiro do que Mendonça, atingiu 58 no índice de pesquisas.

 

Ninguém liga

Os números mostram que o interesse pelo filme “Dark Horse” não decolou. O pico foi na quinta-feira, só 23 na escala.

 

Governo Lula: R$90 milhões com viagens em 14 dias

O governo Lula (PT) conseguiu torrar cerca de R$90 milhões com viagens nas últimas duas semanas. Segundo dados do Portal da Transparência, o total de despesas com descolamentos já ultrapassa R$1,3 bilhão em 2026. Foram R$735,8 milhões com diárias distribuídas a funcionários e outros R$560,3 milhões com as passagens aéreas. O total não inclui a fortuna gasta nas viagens de Lula e da primeira-dama Janja.

 

Em dólar

Viagens internacionais do governo do PT já custaram R$161,7 aos pagadores de impostos. Foram R$8 milhões nas últimas duas semanas.

 

Tem mais

O governo petista conseguiu torrar também R$7,8 milhões com “outros gastos” de viagens. São taxas, seguros de viagens etc.

 

Número 1

A ministra das Mulheres, Márcia Lopes, é número um entre os gastões com viagens: R$510 mil com passagens e diárias, diz a Transparência.

 

Falta combinar com o eleitor

A ordem na campanha de Lula é evitar que a eleição vire, nas palavras de petistas, “Fla x Flu” de ministros do STF. A estratégia é deixar Moraes e Mendonça brigando e tentar puxar o eleitor para outros assuntos.

 

Combustível eleitoral

Medidas do governo para segurar os preços dos combustíveis devem custar R$40 bilhões por seis meses, diz Bruno Moretti (Planejamento). O alívio é no posto e a conta estaciona no bolso do pagador de impostos.

 

Tudo certo, mas...

O TCU encontrou as projeções fiscais do governo formalmente dentro das metas, mas apontou aumento do déficit efetivo e problemas de transparência e consistência das estimativas. “Certo” com “ressalvas”.

 

Soberba na conta

Internamente, a campanha de Lula reconhece que subestimou a dificuldade da disputa contra Flávio Bolsonaro (PL). Até prepara mobilização neste domingo (13) para tentar “chacoalhão” na candidatura.

 

Cara de pau

Lula tomou invertidas ao celebrar o fim da taxa das blusinhas, criada por ele mesmo. Seguidores nas redes sociais não perdoaram, “a quadrilha do PT é assim, te quebram uma perna, depois te dão uma muleta”.

 

Na terça

Já tem data o novo depoimento de Daniel Vorcaro na Polícia Federal sobre as fraudes financeiras em operações com o BRB. O ex-banqueiro dono do Master falará à PF na terça-feira, dia 15.

 

Em queda

Caiu 66,6% o número de crianças registradas como cidadãs italianas no Brasil em 2025. O dado é do Instituto Nacional de Estatística da Itália (Istat), que relacionou parte da redução às novas regras para a transmissão da cidadania aos filhos nascidos no exterior.

 

Fatura petista

Rogério Marinho (PL-RN) apontou os R$120 bilhões a mais em tributos sobre consumo para 2027. Diz o senador que é o método do PT: aumentar gastos e empurrar a dívida para cima de quem trabalha.

 

Pensando bem...

...a aliança com Lula deu PT.

 

PODER SEM PUDOR

Cláudio Humberto

Greve teatral

O Ato Institucional nº 5, que revogou as liberdades democráticas no Brasil de 1968, levou muitos adversários do regime militar à cadeia. Entre eles Carlos Lacerda, que resolveu iniciar uma greve de fome no cárcere. O médico e amigo Antônio Rebello, que monitorava o pulso de Lacerda, começou a ficar preocupado e vivia implorando para que o líder carioca suspendesse a greve. Um dia fez uma comparação definitiva: “Você está tentando fazer Shakespeare no País da Dercy Gonçalves!”. Percebendo o ridículo da situação, Lacerda desistiu da greve na hora.

NEWSLETTER

Fique sempre bem informado com as notícias mais importantes do MS, do Brasil e do mundo.

Fique Ligado

Para evitar que a nossa resposta seja recebida como SPAM, adicione endereço de

e-mail [email protected] na lista de remetentes confiáveis do seu e-mail (whitelist).