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GIBA UM

"Eu não acho que o empresário que tem lugar para praticar tiro é um empresário"

do presidente LULA // sobre o futuro dos clubes de tiro

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“Eu não acho que o empresário que tem lugar para praticar tiro é  um empresário. Temos de fechar quase todos. Nós não estamos preparando uma revolução”,

Líderes do setor audiovisual estão considerando o filme Barbie um fenômeno, só lamentam que uma produção dessas quase liquide os independentes (do Brasil e de outros países. O filme norte-americano ocupa 80% do circuito.
Mais: foram  lançadas 100 produções brasileiras de janeiro a junho  e tem apenas 1,2% do mercado. Integrantes do setor defendem que “isso não pode ser atribuído à qualidade dos nossos filmes, mas a programação inadequada deles”, embora não seja exatamente assim.

In - Série: Invasão Secreta

Out  -  Série: Cowboy Bebo

Passa sufoco

Mesmo com a montanha de emendas que Lula despeja no Congresso a cada votação de interesse, o governo vem passando sufoco para aprovar pautas na Câmara. Analisadas 117 votações no primeiro semestre deste ano, chega a 85 o número de deputados que votaram com o governo em apenas 25% das vezes. São dez os partidos da lista: PL, Podemos, Novo, Patriota, PSD, PSDB, Republicanos, MDB, União Brasil e Progressistas. A maioria dos menos aliados é do PL: são 70 (é onde Bolsonaro mais tem força). O PP tem três deputados não alinhados e MDB, Novo, União Brasil, cada um com dois parlamentares. 

Bom retorno

O acerto de Lula com Arthur Lira, presidente da Câmara, custa caro para o governo federal, mas deverá render bons frutos para o presidente. Ele diz que não quer conversa com o Centrão, mas com todos os partidos.

Na prática, a conversa firme é com Lira, que é quem fala com os partidos. A palavra Centrão significa uma espécie de “holding de partidos, cujo objetivos é retirar o máximo de recursos, verbas e cargos’. Lula vai retribuir os serviços da “holding” em número superior ao de Jair Bolsonaro. Orçamento e arcabouço balizarão montantes: eles dão os limites. 

Questão de origem

O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, deixou a carreira militar em 2008 com posto de capitão (Artilharia) quando entrou para o serviço público federal (o primeiro emprego foi analista de finanças). É bacharel em Ciências Militares formado pela Academia Militar de Agulhas Negras.

Por isso, não esconde sinais de sua origem verde-oliva. Traduzindo: todas as vezes que encontra com o capitão da reserva Jair Bolsonaro bate continência – e o ex-presidente devolve o cumprimento militar. O quadro era quase rotineiro quando Tarcísio era ministro do governo de Bolsonaro. 

Indicação

O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos) e seu secretário de Governo, Gilberto Kassab (PSD) receberam ligação do ministro do STF, André Mendonça, há poucos dias.

Ele queria defender a indicação do advogado Maxwell Borges de Moura Vieira para a vaga no Tribunal de Contas do Estado, que será aberta em setembro com a saída do conselheiro Edgard Camargo Rodrigues. Ele completa 75 anos e se aposenta. Jair Bolsonaro pediu a Tarcísio que o pedido fosse atendido. Tarcísio não topou sob o argumento que a nomeação cabe à Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp). 


Entrando no Fuzuê

No próximo dia 14 vai estrear nova trama das 19h na Globo, escrita por  Gustavo Reiz, que irá substituir a Vai na fé.

Fuzuê contará a história de uma jovem batalhadora Luna que será interpretada por Giovana Cordeiro (primeira foto à esquerda), que busca sua mãe, uma ex-cantora de pagode que está desaparecida e que foi vista pela última vez na loja Fuzuê.

O dono da loja Nero, um antigo feirante vivido por Edson Celulari (segunda foto) que se propõe a ajudar a moça, que acaba se apaixonando um dos herdeiros da loja, Miguel  (Nicolas Prattes, terceira foto).

Além de Miguel, Nero também tem uma filha chamada Alicia, que será vivido por Fernanda Rodrigues (quarta foto), que faz de tudo para chamar a atenção de Preciosa, dona de uma joalheria, que marcará a volta de Marina Ruy Barbosa as novelas e o reencontro  com Lilia Cabral (última foto), que viverá sua mãe (Bebel).que descobrirá que tem uma meia-irmã (Luna).

Na reunião do elenco Giovana brincou: “Ser a protagonista dá trabalho”,  e completa: “Estruturei toda minha vida para receber esse momento”. Já Marina vibra com sua primeira vilã: “Estava querendo há muito tempo uma personagem assim capaz de vilanias terríveis. Adoro fazer mocinhas, adoro fazer novelas, mas, eu estava querendo mostrar o meu outro lado”.


Campanha tem até dancinha

Nas viagens que a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro tem feito pelo país são, oficialmente, para divulgar o PL Mulher e tentar conseguir mais filiadas ao partido presidido por Valdemar Costa Neto. Só que, ao mesmo tempo, são produzidos mini vídeos espalhados pelas redes sociais e especialmente pelo YouTube. Neles, aparecem sempre duas mensagens alternadas: nelas, pode-se ler “senadora Michelle” ou “presidente Michelle”. É ideia de Valdemar que quer marcar as duas possibilidades da mulher de Jair Bolsonaro para 2026. Nos vídeos, Michelle aparece nas mais diversas situações: passando roupas, lavando louça, cortando os cabelos, com vários vestidos (como num comercial de uma loja de moda) e – surpresa – até ensinando as mulheres presentes dancinhas animadas, com muito jeito e ritmo por sinal. De vez em quando, Bolsonaro entra na dança, só que seu ritmo não é lá essas coisas. 

De volta aos palcos

Com uma formação bem diferente dos anos 90, composto por Sidney, Celinho, Celinha, Simone, Suzete, Kátia e Deise, o grupo Fat Family está de volta as estradas, em comemoração dos 25 anos da banda. Para comemorar a data, Suzete, Katia e Simone estão fazendo uma turnê pelo Brasil, sendo aplaudidas pelo resto da família. De 1998 (quando o grupo fez grande sucesso) a Família Cipriano teve duas perdas: em 2011, aos 46 anos, Sidney o mais velho dos irmãos, teve um AVC e em 2019 Deise com apenas 39 anos perdeu a batalha contra um câncer, que deixou sua filha Talita (hoje com 19 anos) também apaixonada pela carreira musical e que também está fazendo parte da turnê. Celinho e Celinha, optaram por deixarem a carreira artística. Os planos da turnê já vinham sendo planejado desde 2017 e com a presença de Deise. “A gente ainda tem a sensação de propósito a ser cumprido. Tem uma missão, algo que precisamos fazer. Hoje, nós somos três, mas o grupo já teve oito. Queremos trazer ao palco a importância de cada um deles. O Fat Family só chegou até aqui porque oito pessoas deram a voz”.


Conhece o jogo

A ministra Simone Tebet (Planejamento) não gostou de Lula ter dito no “Conversa com o Presidente” que ela já sabia, há muito tempo, que Márcio Pochmann, o polêmico economista, iria assumir a presidência do IBGE. Ele próprio teria comunicado pessoalmente a informação a Tebet. A ministra não passou recibo: conhece o jogo político, está nesse campo há muitos anos. Só não entendeu qual foi a intenção de Lula. Fica pensando, contudo, quando lhe comunicou pessoalmente “há muito tempo”, se, da posse para cá, só a recebeu em audiência uma única vez, na semana passada.

  

Contra o FMI

Se  dependesse de sua autoconfiança, Lula deveria ser um super economista, ironizam nomes famosos e respeitados da área. Ele está atacando Roberto Campos Netto, do Banco Central, há meses, transformando-o em bode expiatório. Agora, em sua live semanal, resolveu atacar o Fundo Monetário Internacional. “As pessoas vão se surpreender com o Brasil. O FMI vai errar todas as afirmações sobre o PIB, não vão dar certo. Porque o Brasil vai crescer de forma sólida, de forma confiável. Vamos fazer um crescimento distributivo”.

Outro ‘Desenrola’

O governo parece estar mesmo empenhado em ajudar os brasileiros a limparem seu nome. O Ministério da Justiça deverá liberar uma nova tranche, em torno de R$ 20 milhões, para os Procons estaduais e municipais com objetivo de ampliar o atendimento a consumidores super endividados. Em março, a Pasta já repassou a esses órgãos cerca de R$ 15 milhões.

Os recursos se destinam à contratação de funcionários, compra de equipamentos e instalação de unidades temporárias dos Procons para atender aos pedidos de renegociação de dívidas. É um ‘Desenrola pocket’.


Potencial turístico

A Socicam disputará o leilão de privatização do terminal de passageiros no Porto de Fortaleza, no próximo dia 11, na B3, em São Paulo.

Mira, sobretudo, no potencial turístico do negócio: a capital cearense é o quarto maior destino do turismo doméstico do país.

A Socicam está em avaliação da viabilidade do projeto. É um grupo de grande fôlego no setor de infraestrutura de transportes: detém concessões da Rodoviária do Tietê, em São Paulo e Novo Rio, no Rio de Janeiro, além de 30 outros terminais rodoviários no país. Os ativos da Socicam somam cerca de R$ 10 bilhões em investimentos.

Greve com o papa


A pelegada dos movimentos sindicais do Brasil e de Portugal tem muito em comum. Antes da chegada do Papa Francisco a Lisboa, quatro sindicatos do PSP, a Polícia de Segurança Pública, ameaçavam greve geral.

O oportunismo também foi registrado nos aeroportos lotados da capital e da cidade de Porto, com a chegada de um milhão de peregrinos para ver o Papa participando da Jornada Mundial da Juventude. Sindicalistas da área médica também aderiram à greve.


MISTURA FINA

O PRESIDENTE Lula já escreveu em seu caderninho de “possíveis afastamentos” (não agora, daqui a algum tempo), o nome de Jean Paul Prates do comando da Petrobras. Não está gostando de sua gestão, especialmente porque está em rota de colisão com o ministro Alexandre Silveira (Minas e Energia). Rumores de eventuais trocas na Petrobras já mexeu com o mercado. As ações da estatal já caíram mais de 5%.

REPRESENTANTES do Brics deverão se reunir este mês. Petistas acham que a presidente Dilma Rousseff terá algum papel em moeda do Brics como “alternativa do dólar”. A decisão caberá apenas aos ex-presidentes que são contra. Dilma, contudo, passará adiante o recado de Lula. Por outro lado, a Bloomberg, uma das maiores agências do mundo, distribuiu a informação sobre o fracasso da China de emplacar novos membros no Brics, grupo que também inclui Rússia e África do Sul. Brasil e Índia foram contra. 

RITA Serrano não quer deixar a presidência da Caixa Econômica, embora esteja na lista de Lula. Nas últimas semanas, reuniu-se com Alexandre Padilha (Relações Institucionais), Márcio Macedo (Secretaria Geral da Presidência) e Maria Fernanda Ramos Coelho, ex-presidente do Banco e secretária-executiva da Secretaria Geral da Presidência. Ela procura mostrar resultados do próprio trabalho, não fala sobre sua substituição, mas assume que está “cansada da pressão”. Serrano é funcionária de carreira da Caixa. 

HOJE, há um nome em alta no Planalto: a ex-presidente da Caixa, Maria Fernanda Coelho, número 2 da Secretaria Geral da presidência, é uma das assessoras de maior prestígio junto ao presidente Lula. Tem colaborado na formulação de propostas que vão do PAC, na Casa Civil, ao Minha Casa Minha Vida, a postos de gerar desconfortos em entrar em jurisdições alheias, como na esfera da secretária civil da Casa Civil, Miriam Belchior. Maria Fernanda presidia a Caixa na época da salvação do Banco Panamericano, de Silvio Santos.

A POLÍCIA Federal investiga um crossover entre um esquema de pirâmide com criptomoedas e a manipulação de apostas esportivas. Recursos aplicados na compra de bitcoins estariam alimentando fraudes contra plataformas de apostas. A dobradinha atua, principalmente, no Rio e em Minas Gerais. A PF já estaria preparando uma operação de busca e apreensão, abrindo o que promete ser a terceira fase da Operação Penalidade Máxima, que apura a armação de resultados de partidas de futebol, com a participação dos atletas. 

GRANDE banco de investimentos brasileiro tem mantido conversações com Kapital Football Group do norte-americano Joseph Dragosa. O objetivo é atrair a gestora para a compra de SAFs (Sociedade Anônimas de Futebol). Dragosa é dono de um patrimônio pessoal da ordem de US$ 3 bilhões. Fez fortuna com negócios na área de fast food. Entre outros negócios, a Kapital já foi proprietária do clube francês Bordeaux.

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Direito

O que a Justiça pode determinar quando o trânsito destrói uma família

Confira a coluna desta quinta-feira (13)

13/08/2026 00h03

Leandro Provenzano

Leandro Provenzano Foto: Montagem / Correio do Estado

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Recentemente, um caso que tramitou no Tribunal de Justiça de Minas Gerais manteve, no fim de julho, a condenação de uma concessionária de energia elétrica pela morte de um ciclista atropelado por um funcionário que prestava serviço à empresa.

Os dois filhos da vítima, adolescentes na época, receberão R$ 25 mil cada um por danos morais, além de pensão mensal equivalente a dois terços dos rendimentos do pai até completarem 25 anos. O atropelamento aconteceu em 2009, mas somente agora, 17 anos depois é que o caso foi julgado pelo Tribunal.

O caso é didático porque reúne, em um único julgamento, quase tudo o que uma família precisa saber depois de um acidente de trânsito, e quase tudo o que ela costuma ignorar.

O primeiro ponto é quem paga. Existe a crença de que a responsabilidade começa e termina no motorista. Não é assim.

A lei estabelece que o empregador responde pelos danos causados por seus empregados no exercício do trabalho, e responde independentemente de ter culpa própria. Ou seja: não interessa se a empresa treinou bem o motorista, se exigiu curso de direção defensiva ou se o veículo estava em ordem. Se o funcionário atropelou alguém trabalhando, a empresa responde.

Isso muda tudo na prática. Uma coisa é buscar reparação contra um motorista que não tem patrimônio algum. Outra, bem diferente, é acionar a empresa para a qual ele trabalha, que tem CNPJ, faturamento e, quase sempre, seguro de responsabilidade civil.

O segundo ponto é a prova. A defesa da concessionária sustentou que o ciclista teria entrado repentinamente na via, apoiando-se no boletim de ocorrência. A relatora rejeitou o argumento com uma observação que vale guardar: boletim baseado exclusivamente na versão do condutor envolvido é relato unilateral de quem tem interesse direto no resultado. Boletim de ocorrência não é sentença. 

Muitas famílias desistem de buscar seus direitos porque leram no documento uma versão que as culpa. Essa versão pode, e deve ser contestada com testemunhas, perícia, imagens e prova técnica. Vale lembrar, ainda, que o Código de Trânsito impõe ao motorista o dever de guardar distância lateral mínima de um metro e meio ao ultrapassar ciclistas, exatamente por serem eles os usuários mais frágeis da via.

O terceiro ponto é o que a Justiça pode determinar. Em caso de morte, a lei prevê o pagamento das despesas com tratamento, funeral e luto, além de pensão aos que dependiam economicamente da vítima. Para os filhos, os tribunais costumam fixar essa pensão em dois terços da renda até os 25 anos; para o cônjuge ou companheiro, até a idade provável de vida da vítima.

Soma-se a isso o dano moral, que é direito próprio de cada familiar, não se divide um valor único entre todos. 

Quando a vítima sobrevive, o raciocínio é o mesmo. A lei garante o custeio integral do tratamento, os lucros cessantes (o que a vítima deixou de ganhar) referentes ao período de afastamento e, havendo redução permanente da capacidade de trabalho, pensão correspondente a essa perda.

Cicatrizes, amputações e deformidades geram dano estético, que o Superior Tribunal de Justiça reconhece ser cumulável com o dano moral. São verbas distintas, e pedi-las separadamente pode alterar significativamente o resultado.

Resta o tempo

O caso mineiro levou dezessete anos entre o acidente e a decisão de segundo grau, mas o prazo para ingressar com a ação é curto. Provas se perdem, testemunhas somem, câmeras são sobrescritas.

Se você perdeu alguém no trânsito, ou ficou com sequelas depois de um acidente, e o responsável estava trabalhando quando aquilo aconteceu, existe muito mais em jogo do que um acordo rápido oferecido pelo seguro nas primeiras semanas. Vale conhecer o tamanho real do que a lei assegura antes de assinar qualquer coisa.

Leandro Amaral Provenzano - OAB/MS 13.035. Sócio do escritório Provenzano Advogados.

CLAÚDIO HUMBERTO

"Quem deve explicações é o Lula"

Flávio Bolsonaro (PL), sobre Lulinha, filho do presidente, e a falcatrua no INSS

12/08/2026 07h00

Cláudio Humberto

Cláudio Humberto

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Bens de governador petista crescem mais de 400%

São nove os governadores que estão no cargo e vão buscar a reeleição este ano. Quase todos tiveram aumento no patrimônio. Alguns com elevação que supera os 460%, como é o caso de Clécio Luís, com passagem pelo Rede, PT, Psol, Solidariedade e, agora, no União Brasil. Os quatro anos no governo do Amapá parecem ter feito bem às finanças de Clécio, que, em 2022, declarou patrimônio de R$88,5 mil. Agora, o governador admitiu à Justiça Eleitoral ter R$R$497,9 mil em bens.

Petista 407% mais rico

O petista Elmano de Freitas (Ceará) também viveu tempos de bonança. O patrimônio decolou de R$72,1 mil (2022) para R$366,4 mil.

Pobre Riedel

Eduardo Riedel (PP-MS) é o único “mais pobre”. O patrimônio encolheu em 4 anos e desceu de R$20,7 milhões para R$16,1 milhões.

Modesta variação

Dos que tiveram aumento, Raquel Lyra (PSD-PE) registra a oscilação mais modesta, 5,56%. Passou de R$340,5 mil para R$359,4 mil.

É o admitido

A coluna chegou aos valores após cruzar os dados repassados pelos próprios candidatos ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

Lula promete pasta da Segurança 43 meses atrasado

Lula (PT) sempre passa vergonha quando faz juras eternas de combater a criminalidade, como a promessa de criar o Ministério da Segurança, com 43 meses de atraso. Para quem manda sua bancada boicotar no Congresso projetos que são aspiração dos brasileiros, como a redução da maioridade penal, e após saudar uma traficante em seu palanque na Favela do Moinho, em São Paulo, como lembrou Tarcísio Gomes de Freitas no debate da Band, desautoriza qualquer lacração nessa área.

Nunca na História

Nunca houve Ministério da Segurança nos mais de 18 anos dos cinco governos do PT.

Primeiro

A primeira vez que houve pasta específica para a Segurança Pública foi na gestão Michel Temer (MDB).

Caso único

O ex-deputado Raul Jungmann continua a ser o único ministro da Segurança da História do Brasil.

Mitomania em movimento

O “afastamento” do ministro da Propaganda da campanha de Lula (PT), em razão de “desavença”, ainda mais tendo sido “substituído” pelo próprio sócio, soa tão falso quanto ex-presidiário jurar combate ao crime.

Ataques investigados

Empresário forte de Goiânia, da área de show business, vem sendo acusado na política do DF de bancar ataques nas redes sociais contra a governadora Celina Leão (PP). O caso está sob investigação.

Caiu a ficha

Demorou, mas a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro finalmente deu sinais de haver percebido que suas desavenças públicas com o enteado Flávio favoreciam os adversários. “Briga tem em toda família”, diz agora.

Por conta

Difícil Lula retribuir a Nabor Wanderley (Rep-PB) o apoio público que recebeu de Hugo Motta (Rep-PB), filho do candidato ao Senado. O petista vai pedir votos para Veneziano Vital (MDB) e João Azevedo (PSB)

Vergonha histórica

Condenado à morte por crimes contra a humanidade, o ex-ditador sírio Bashar al-Assad foi um dos “ídolos” da esquerda por atacar os EUA sistematicamente. Em 2010, recebeu do então presidente Lula a maior condecoração brasileira: o Grande Colar da Ordem do Cruzeiro do Sul.

Esquema

Era pluripartidário o rolo de vereadores com facção que cobrava pedágio para acessar regiões de Sobral (CE). Os envolvidos, segundo a PF: Carlos do Calisto (PSB), Junim do Povo (Pode) e Mario Vicktor (União).

É simbólico

O segundo ato de campanha de Flávio Bolsonaro (PL) deve ser na cidade em que o pai sofreu um atentado promovido por ex-militante do Psol, em 2018. Flávio vai a Juiz de Fora (MG) em 17 de agosto.

Demora por quê?

Sob supervisão do Judiciário, de perito, da PF e do Ministério Público, Alfredo Gaspar, candidato a vice de Flávio (PL), já disponibilizou seu DNA para agilizar o confronto com amostra da suposta “vítima” exposta por Lindbergh Farias (PT) e Soraya Thronicke. Só falta o STF avaliar.

Pensando bem...

...política ainda é um excelente negócio.

PODER SEM PUDOR

Cláudio Humberto

Não te fresqueia, tchê

O líder gaúcho Flores da Cunha era do tipo que não guardava papas na língua e zelava pela reputação dos machos do Rio Grande do Sul. Mas, certa vez, num comício em Uruguaiana, ao ser saudado, um orador local exagerou nos elogios: “Bravo general, corpo de espartano, cérebro ateniense, coração de pomba, alma de dama...”. Ele chama o chefe político e ordena, interrompendo o discurso: “Tira esse demente daqui antes que ele me chame de fresco”.

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