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Giba Um

"Fica clara a mistura de função de acusação com a de julgar, corroendo-se as bases"

do processo penal democrático",de DIAS TOFFOLI (STF) // em decisão que anulou atos da Lava Jato contra Marcelo Odebrecht, ex-presidente da empreiteira da família.

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Lula tem condicionado aparições públicas a eventos controlados onde não enfrente o risco de vaias, como vem acontecendo em muitas cidades. A 25ª Marcha dos Prefeitos, em recinto fechado, esta semana, em Brasília, mostrou que as vaias podem acontecer até em eventos controlados.


Mais: as novas pesquisas não identificam as razões de reprovação de Lula, mas a taxação excessiva e a falta de entregas de promessas estão nas primeiras posições. E pesquisas anteriores da Quaest alegam: 55% dos brasileiros acham que Lula “não merece ser eleito”. 


Tudo em equilíbrio

A atriz e modelo Monica Bellucci irá completar 60 anos neste ano, apesar de sua aparência jovem. Bellucci é mãe de duas filhas fruto de seu casamento com o ator francês Vicent Cassel, Deva, de 20 anos (que também é modelo) e Léonie, de 14. A italiana que está no filme Beetlejuice 2 (estreia em setembro), de Tim Burton, seu atual namorado, acaba de gravar outro filme Paradis Paris, onde interpreta Giovanna,  uma cantora em fim de carreira. Capa de três revistas neste mês Harper’s Bazaar Brasil, Elle España e Marie Claire France, revela que não tem medo de envelhecer. “Tenho 59 anos e continuo trabalhando Sentir-se angustiado e perdido pode acontecer em qualquer idade da vida de uma mulher. A vida, em si, é subir e descer. E voltemos, se tivermos sorte”. E completa: “Com saúde e cercada de pessoas do bem, não posso reclamar do tempo que passa. Fixo objetivos na vida, afinal, envelhecer significa ter uma vida longa e eu quero que ela passe suavemente. Não fumo, tomo um copo de vinho de vez em quando, e prático pilates quando posso. Por outro lado, sou italiana e adoro comer. Então, aproveito a boa comida, e tudo se resume a uma questão de equilíbrio”. E quando foi questionada se a beleza ajudou foi direta: “Ser bonita, é claro, desperta curiosidade. Mas a beleza não dura. Então, é preciso amar seu trabalho, cultivar habilidades, desenvolver técnicas para poder exercer bem seu ofício, assistir a filmes, ler muito. Senão a beleza se torna uma máscara, sem absolutamente nada por trás, por isso não creio que se trate apenas de beleza. A curiosidade inicial não dá em nada se não houver algo mais por trás dela”.

“Dama de ferro” em fritura lenta


Aministra do Planejamento, Simone Tebet, estaria entrando em fritura lenta. Todo cuidado é pouco para detoná-la levando em consideração simbolismos e atributos de Tebet: mulher, independente, com expressão política, trabalhadora obsessiva e reserva técnica para diversas funções caso Lula permaneça no poder. Ou mesmo como uma diversidade na chapa da campanha da base aliada em 2026. Só que Tebet é lúcida: pensa a partir de dados e não leva em consideração arranjos, manobras, atrasos de pagamentos e furos de metas, só para começo de conversa. Suas propostas são antipáticas ao governo, a partir da alteração da fórmula do salário-mínimo à revisão da reforma da Previdência. O Orçamento da União exigirá decisão de urgência: as peças até agora discutidas não levam em consideração os gastos na reconstrução do Rio Grande do Sul. Ela acha que pode ocorrer um shutdown (paralisação de parte de um governo). 


Sinal de alerta


Analistas acham que, com Simone Tebet, Lula não repetiria o modelo da demissão de Jean Paul Prates da Petrobras: seria repetir um erro. E nem pensar em fazer com ela um remake de Marina Silva no governo 2. Ingratidão e não reconhecimento de um esforço elogiável não caberia. Um sinal de alerta, contudo, não passou desapercebido. Lula levou 38 autoridades, entre as quais 11 ministros a São Leopoldo, há dias e Tebet não foi incluída na comitiva. Uma audiência pré-planejada, com alguma certeza. 


Mais que cantor

O cantor Daniel Garcia ou melhor Gloria Groove, já provou há tempos que tem talento de sobra, não só no palco mas também no comando de um programa (apresentou duas temporadas do Música Boa Ao Vivo) além de vencer a quarta temporada do quadro Show dos Famosos que iniciou no antigo programa de Fausto Silva, e que teve mais uma temporada (justamente que Gloria ganhou) sob o comando de Luciano Huck.  Agora algumas pessoas ficaram surpresa com outro talento da drag queen: dublagem. Para quem não sabe: Gloria faz dublagem desde os seus 10 anos. Além de dublar o Rico  um dos personagens do Hannah Montana, ela já tinha dublado o personagem Doki no desenho As aventura de Doki. Gloria dublou também o Aladdin no filme Aladdin (2019) emprestou sua voz ao protagonista do documentário Justin Bieber: Never Say Never (2011).


In – Vitamina de maçã e banana
Out – Vitamina de melancia


Mais um

Outro nome do governo que poderá entrar num processo de fritura lenta é Carlos Fávaro, ministro da Agricultura. Ele e Lula estão cada vez mais distantes – e essa distância corre mais pelo lado do presidente. Os encontros são raros e, na maioria das vezes, com a presença de assessores e até outros ministros. Não há razão especial: é a cabeça de Lula, que já tem até um nome na manga. É do secretário de Política Agrícola da Pasta, Neri Geller. 

 

 


Dose tripla

Um dia movimentado: Dias Toffoli, ministro do STF, anulou todos os atos da 13ª Vara Federal contra Marcelo Odebrecht, ex-presidente da empreiteira, atual Novonor, quando Sérgio Moro estava à frente da operação. E a segunda Turma da Corte considerou extinta pena imposta a José Dirceu por corrupção passiva devida à prescrição. De quebra, o TSE inocenta, por unanimidade o ex-juiz e atual senador pelo Paraná Sérgio Moro, que continua com seu mandato (apesar do esforço do PT e do PL). Há meses, o mesmo Toffoli também suspendeu os pagamentos do acordo de leniência de R$ 3,8 bilhões firmado pela Odebrecht com a Lava Jato (a empreiteira confessou corrupção em 49 contratos de obras entre 2006 e 2014). 


PÉROLA


“Fica clara a mistura de função de acusação com a de julgar, corroendo-se as bases do processo penal democrático”,de DIAS TOFFOLI (STF) // em decisão que anulou atos da Lava Jato contra Marcelo Odebrecht, ex-presidente da empreiteira da família.


TEM OUTRA

A decisão que extinguiu a pena de José Dirceu foi tomada devido à prescrição, que ocorre 12 anos pós crime. Devido à idade dele, 78 anos, é considerada prescrita se o condenado tem mais de 70. Para Dirceu recuperar a elegibilidade ainda é preciso derrubar outra condenação da Lava Jato, com recursos para ser analisado pelo STJ. No âmbito do processo da operação, ele foi preso em 2015, 2018, 2019 e solto as três vezes por decisão do STF. Dirceu quer concorrer à Câmara Federal em 2030, quando estará com 83 anos. 

Campeões

A cúpula do PT vai chamar para conversas três ministros que tem sido os campeões das reclamações internas: Rui Costa (Casa Civil) sai na frente porque é considerado arrogante no trato com os parlamentares e dirigentes (incluindo também de outros partidos aliados). Depois, vem Márcio Macedo (Secretaria-Geral) por conta de dois vexames recentes, no Dia do Trabalho e num ato em defesa da democracia (e as mulheres não gostam de trabalhar com ele) e Alexandre Padilha (Relações Institucionais), por ter sido apontado como responsável pelo fato de Lula até agora não ter recebido a bancada federal do PT. 

NO ESCURO

A estimativa de que a área plantada de trigo no Rio Grande do Sul será 11% menor na próxima safra ainda é tratada pelo Ministério da Agricultura como um cálculo pouco preciso. A demora dos níveis para as águas baixarem nas regiões produtoras é um obstáculo para se apurar o tamanho do estrago. São duas medições: a extensão de terras que já havia sido semeada – o plantio é do início de maio até julho – e o impacto das chuvas nessas regiões. Ruralistas estão considerando as previsões do ministro Carlos Fávaro (exportações e preços) muito otimistas.


Pressa nas moradias - 1

O governo está estudando medidas para engajar incorporadoras imobiliárias no esforço de construção de residências no Rio Grande do Sul. A ideia é conceder benefícios às empresas no âmbito de ‘Minha Casa, Minha Vida’ para acelerar a entrega de moradias para mais de 700 mil desabrigados pelas enchentes. Além das empresas que já participam do programa – MRV, Plano & Plano, Direcional e Tenda – o governo quer atrair outras construtoras para essa “operação de guerra”. 


PRESSA NAS MORADIAS - 2


O Ministério das Cidades, a Casa Civil e o Ministério da Fazenda já estão rascunhando as contrapartidas a serem oferecidas às futuras incorporadoras. As possibilidades vão de linhas especiais de financiamento para compra de matéria prima à renegociação dos prazo de pagamento de empréstimos contraídos pelas construtoras junto a bancos públicos (como sempre, o governo prefere trabalhar com dinheiro alheio). Os benefícios poderiam obedecer uma escala gradativa, proporcional ao número de imóveis entregues pelas incorporadoras no Rio Grande do Sul. 


MISTURA FINA

ALTAS figuras do PT parecem estar se inspirando, cada vez mais, nas desastrosas falas do chefe. Nesses dias, o ex-governador do Ceará, engenheiro agrônomo e atual ministro da Educação desandou a dar entrevistas sobre um assunto que não é de sua alçada: a volta às aulas no Rio Grande do Sul. Não é o MEC e sim o governo estadual e as prefeituras que cuidam das escolas públicas. E Gleisi Hoffmann, presidente nacional do PT, resolveu culpar a imprensa pelas manchetes sobre piora na expectativa do mercado financeiro. Os jornais repercutem os dados do Boletim Focus. 

NÃO é apenas Lula que despeja frases imprudentes (para dizer o mínimo) em suas entrevistas e discursos: agora o governador Eduardo Leite, do Rio Grande do Sul, já pode concorrer com o presidente. Há dias, devido ao grande volume de doações ao estado, Leite disse que poderia prejudicar as vendas do comércio local. A repercussão foi tão desastrosa que ele teve de se retratar. Disse que não quis desprezar os donativos nem esnobar a ajuda ao estado. 

PARA quem gosta de números e comparações: no Brasil de hoje, se for segregada a Previdência, o Tesouro é superavitário. O que empurra o país para o déficit é a Previdência. São três grandes blocos: a Previdência do trabalhador, que é regido pela CLT, aponta um déficit de R$ 315 bilhões para beneficiar 33,5 milhões de pessoas. Tem o Regime da Previdência do Serviço Público Civil, em que o déficit é de R$ 55 bilhões para 796 mil servidores civis e o déficit dos militares é de R$ 49,7 bilhões para 313 mil.

A EQUIPE econômica espera concluir até março de 2025 e enviar ao Senado acordos renegociados com oito países devedores no valor de US$ 668,7 milhões (equivalentes a R$ 3,4 bilhões). O valor representa um quinto do total de US$ 3,1 bilhões, sendo US$ 2,1 bilhões em atraso de dívidas das quais o Brasil é credor. Só Cuba e Venezuela devem US$ 2,36 bi, dos quais US$ 1,9 bilhão em atraso. Ao todo, são 13 países que devem ao Brasil. 

O BNDES anda conversando com o Banco do Nordeste (BNB) sobre o setor de saneamento. O BNB ampliaria o volume de financiamentos para o setor, o que seria um chamariz para futuros leilões de concessões na região, todos com modelagem do BNDES. A licitação dos serviços de saneamento para Pernambuco é o alvo de curto prazo. Os cálculos preliminares do BNDES indicam um pacote de investimento ao estado superior a R$ 18 bilhões. 

 

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ARTIGO

Pelo fim dos superpoderes e a defesa da Constituição

19/09/2026 07h00

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Pedro Simon - Advogado, foi governador do Rio Grande do Sul, ex-senador da República e ministro da Agricultura

Ao longo dos meus 96 anos, vivenciei alguns dos piores momentos da história brasileira. Dos autoritarismos da ditadura militar aos maiores escândalos de corrupção da Nova República, estive na linha de frente de todos esses episódios, em defesa de um país melhor, mais justo, livre e igualitário. Confesso que lutei, como disse em meu discurso de despedida do Senado, em 2014: onde vi corrupção, lutei para levar a ética; onde vi impunidade, lutei para levar a justiça.

Hoje, assisto de longe, com angústia, à fragilização das instituições que construímos a partir de 1988, corroídas pela improbidade, pela maximização do interesse pessoal e por novas formas de coronelismo.

Vivemos hoje a maior crise deste século no Brasil: uma crise constitucional, da relação entre os poderes constituídos, que coloca em xeque a credibilidade da República perante a sociedade civil e a comunidade internacional.

Enquanto o Poder Executivo é capturado por projetos de poder que se confundem com projetos de governo, e não por projetos de Estado-nação, o Legislativo sequestra o orçamento republicano por meio de emendas parlamentares sem transparência nem responsabilidade, sob o domínio dos mesmos grupos políticos fisiológicos.

Enquanto isso, o Poder Judiciário, encastelado em uma superioridade autoproclamada, assume uma posição perigosa de tutela absoluta de todos os assuntos da República – mas, sob o comando de alguns de seus agentes e salvaguardadas honrosas exceções, em nada difere, em condutas recentes, dos entes corruptos e corruptores que se propõe a julgar.

As investigações em torno do escândalo do Banco Master e o embate público recente entre ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) expuseram, em todo o País, uma Corte que deveria pacificar a Nação e que, em vez disso, tornou-se palco de disputas que corroem a sua própria autoridade moral. Já disse, e repito: vivemos a página mais triste da nossa história neste século, na qual perdemos a confiança nos Três Poderes da República.

A recente deliberação do STF aprofunda essa crise de credibilidade institucional. Ao expor divisões internas e hesitar no rigor sobre as apurações do caso do Banco Master que envolvem membros da própria Corte, o Tribunal compromete a autocontenção e a neutralidade exigidas da magistratura. O episódio confirma que a ausência de controle externo efetivo e a resistência à transparência corroem a autoridade moral do guardião da Constituição.

Foi no Senado que passei 32 dos meus 60 anos de vida pública, ao lado de Ulysses Guimarães, Tancredo Neves e Teotônio Vilela, na reconstrução da nossa democracia. É por essa vivência que faço um alerta: compete privativamente ao Senado, por força da Constituição Federal, processar e julgar os ministros do STF por crimes de responsabilidade. Esse é um dos pilares do equilíbrio entre os Poderes que ajudamos a erguer em 1988, e hoje ele está, na prática, esvaziado. Dezenas de pedidos de impeachment contra ministros da Corte acumulam-se há anos nas gavetas da mesa diretora, sem parecer e sem votação.

Em toda a nossa história democrática, nenhum ministro do Supremo jamais chegou a ser julgado até o fim por esse rito. O Senado, a quem caberia fiscalizar o Judiciário, tem preferido o silêncio ao exercício desse dever constitucional, seja por cálculo eleitoral, seja pelo receio de turbulência institucional. Um poder que se omite de fiscalizar torna-se, ele também, parte da crise.

O Brasil precisa de uma resposta firme e rigorosa; necessita que se instaure investigação regular e independente sobre os fatos revelados, assegurados o contraditório e a ampla defesa; que o STF retome, sem subterfúgios, a sua autocontenção institucional; que se encerre o inconstitucional inquérito das fake news; que todos os envolvidos com o Banco Master sejam investigados, independentemente do cargo ou partido político; que se restabeleça a atuação dentro dos limites da Constituição, e que ninguém, nem mesmo quem julga a Nação, esteja acima da lei.

Chegou o momento de reformas na Corte, com mandatos fixos, aperfeiçoamento do modelo de indicação e de um Código de Ética efetivo. Volto, então, àquilo em que sempre acreditei: a democracia não se sustenta na força de um só poder, mas no equilíbrio entre todos eles e na vigilância permanente da sociedade civil. Ao povo brasileiro, e sobretudo à juventude que hoje herda esta crise sem tê-la criado, deixo o mesmo apelo que fiz ao deixar o Senado: que não desistam da política, nem do Brasil. 

A pátria é feita de quem rejeita a corrupção, a impunidade e a soberba dos que se creem acima da lei. Que essa pátria, mais uma vez, prevaleça.

Cláudio Humberto

"Mostrou roubalheira enorme"

Romeu Zema (Novo), sobre queda do sigilo do caso Master

13/09/2026 07h00

Cláudio Humberto

Cláudio Humberto

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Moraes lidera número de pesquisas em crise do STF

Apontado como partícipe de intensa troca de mensagens com o banqueiro Daniel Vorcaro, dono do extinto Banco Master, o ministro do Supremo Tribunal Federal Alexandre de Moraes liderou o interesse de pesquisas no Google no último mês, conforme dados da plataforma. O pico da pesquisa foi em 1º de setembro, quando o ministro André Mendonça levantou o sigilo de relatório da Polícia Federal que revelou mensagens de Vorcaro a número atribuído a Alexandre de Moraes.

 

Interesse na capital

O índice do interesse tem escala de 0 a 100. O Distrito Federal liderou as pesquisas (100), seguido por Mato Grosso (66) e Rondônia (66).

 

Diferença

Enquanto Moraes bateu os 100, as pesquisas por André Mendonça bateram o pico na mesma data, mas com menos da metade (44).

 

Epicentro da crise

Até pesquisas por “STF” despertaram mais interesse do brasileiro do que Mendonça, atingiu 58 no índice de pesquisas.

 

Ninguém liga

Os números mostram que o interesse pelo filme “Dark Horse” não decolou. O pico foi na quinta-feira, só 23 na escala.

 

Governo Lula: R$90 milhões com viagens em 14 dias

O governo Lula (PT) conseguiu torrar cerca de R$90 milhões com viagens nas últimas duas semanas. Segundo dados do Portal da Transparência, o total de despesas com descolamentos já ultrapassa R$1,3 bilhão em 2026. Foram R$735,8 milhões com diárias distribuídas a funcionários e outros R$560,3 milhões com as passagens aéreas. O total não inclui a fortuna gasta nas viagens de Lula e da primeira-dama Janja.

 

Em dólar

Viagens internacionais do governo do PT já custaram R$161,7 aos pagadores de impostos. Foram R$8 milhões nas últimas duas semanas.

 

Tem mais

O governo petista conseguiu torrar também R$7,8 milhões com “outros gastos” de viagens. São taxas, seguros de viagens etc.

 

Número 1

A ministra das Mulheres, Márcia Lopes, é número um entre os gastões com viagens: R$510 mil com passagens e diárias, diz a Transparência.

 

Falta combinar com o eleitor

A ordem na campanha de Lula é evitar que a eleição vire, nas palavras de petistas, “Fla x Flu” de ministros do STF. A estratégia é deixar Moraes e Mendonça brigando e tentar puxar o eleitor para outros assuntos.

 

Combustível eleitoral

Medidas do governo para segurar os preços dos combustíveis devem custar R$40 bilhões por seis meses, diz Bruno Moretti (Planejamento). O alívio é no posto e a conta estaciona no bolso do pagador de impostos.

 

Tudo certo, mas...

O TCU encontrou as projeções fiscais do governo formalmente dentro das metas, mas apontou aumento do déficit efetivo e problemas de transparência e consistência das estimativas. “Certo” com “ressalvas”.

 

Soberba na conta

Internamente, a campanha de Lula reconhece que subestimou a dificuldade da disputa contra Flávio Bolsonaro (PL). Até prepara mobilização neste domingo (13) para tentar “chacoalhão” na candidatura.

 

Cara de pau

Lula tomou invertidas ao celebrar o fim da taxa das blusinhas, criada por ele mesmo. Seguidores nas redes sociais não perdoaram, “a quadrilha do PT é assim, te quebram uma perna, depois te dão uma muleta”.

 

Na terça

Já tem data o novo depoimento de Daniel Vorcaro na Polícia Federal sobre as fraudes financeiras em operações com o BRB. O ex-banqueiro dono do Master falará à PF na terça-feira, dia 15.

 

Em queda

Caiu 66,6% o número de crianças registradas como cidadãs italianas no Brasil em 2025. O dado é do Instituto Nacional de Estatística da Itália (Istat), que relacionou parte da redução às novas regras para a transmissão da cidadania aos filhos nascidos no exterior.

 

Fatura petista

Rogério Marinho (PL-RN) apontou os R$120 bilhões a mais em tributos sobre consumo para 2027. Diz o senador que é o método do PT: aumentar gastos e empurrar a dívida para cima de quem trabalha.

 

Pensando bem...

...a aliança com Lula deu PT.

 

PODER SEM PUDOR

Cláudio Humberto

Greve teatral

O Ato Institucional nº 5, que revogou as liberdades democráticas no Brasil de 1968, levou muitos adversários do regime militar à cadeia. Entre eles Carlos Lacerda, que resolveu iniciar uma greve de fome no cárcere. O médico e amigo Antônio Rebello, que monitorava o pulso de Lacerda, começou a ficar preocupado e vivia implorando para que o líder carioca suspendesse a greve. Um dia fez uma comparação definitiva: “Você está tentando fazer Shakespeare no País da Dercy Gonçalves!”. Percebendo o ridículo da situação, Lacerda desistiu da greve na hora.

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