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Giba Um

"Havia expectativa de que Lula compreendesse que venceu a eleição porque adotou um papel"

mais ao centro. O que mais incomoda não é cometer um erro, mas repetir os erros", de RODRIGO MAIA // presidente da Confederação Nacional das Instituições Financeiras.

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Envolvidos nos ataques de 8 de janeiro, 51 bolsonaristas que estão com mandado de prisão em aberto, fugiram depois de inutilizar suas tornozeleiras eletrônicas. Pelo menos 10 deles fugiram para o exterior nesse ano pelas fronteiras de Santa Catarina e Rio Grande do Sul, para Argentina e Uruguai. 


Mais:  agora, o PGR Paulo Gonet pediu a inclusão dos 51 foragidos na difusão vermelha da Interpol, organização policial criminal composta por 196 países, que o Brasil integra por meio da Polícia Federal. Se acatada a difusão vermelha faz dessas pessoas foragidos internacionais.


Mais segura

A atriz Solange Couto, 67 anos, que foi uma das mulatas de Sargentelli, está pronta para mais um trabalho. A atriz espera ansiosamente pela estreia da série de humor Toda família tem, prevista para o segundo semestre, no Prime Video. Nas redes sociais sempre que pode compartilha fotos bem sensuais refletindo sobre a maturidade e de certa forma combatendo o etarismo. “A idade não me limita! A maturidade me deixou mais segura, livre, corajosa e “um pouco abusada!”, brincou ela em uma das postagens completando: “A idade só nos traz mais segurança de quem somos, de como somos bonitas, de como podemos romper limites que a sociedade nos impõe”. Suas postagens também servem como um  incentivo para a autoaceitação, principalmente de mulheres mais maduras, numa delas escreveu: “Estar bem com você mesma te torna a mais bonita, a mais segura e a menos vulnerável ao que os outros pensam”. Solange contou que o único arrependimento foi confiar  em Jorge Lafond (interprete de Vera Verão, na Praça É Nossa.) no qual desabafa sobre uma rasteira que levou dele e de uma conhecida dele, que lhe roubaram todo o dinheiro investido em um espetáculo. 

Tom errado é vício de Lula

Ele já usava no passado declarações erradas em horas erradas e em circunstâncias erradas. E achava que as pessoas gostavam. Agora, tem aumentado a dose. Vem repetindo o tom errado nas mais diversas situações, ninguém entende o que Lula pretende com isso e tampouco sua necessidade. Na maioria das vezes, provoca sequelas, especialmente quando acha que está certo fazer humor em momentos mais do que delicados. Poderia ser uma mania, mas virou vício: o presidente não consegue se conter. Esta semana em São Leopoldo, depois da gafe de “Sou Grêmio e Internacional”, quando pisou no Rio Grande do Sul transformado em calamidade, tentou fazer graça sobre eleições no meio da tragédia. “Eu vou viver até os 120 anos e vou demorar. Já falei para o homem lá de cima: não estou a fim de ir embora. Preciso disputar umas dez eleições. O Lula de bengala disputando”. Ninguém riu, nem entendeu. 


Força de Pimenta

Lula estava em São Leopoldo para anunciar medidas de socorro aos gaúchos atingidos pelas águas e apresentar oficialmente Paulo Pimenta (ex-Secom) como Autoridade Federal no Estado criando a Secretaria Extraordinária da Presidência da República de Apoio à Reconstrução do Rio Grande do Sul, o que já provocou reação contrária. Na avaliação estadual estaria apostando na figura política de Pimenta para capitalizar o nome do ministro para uma, possível candidatura ao governo do Rio Grande do Sul em 2026. Será “a cara do governo federal” na região gaúcha, se sobrepondo ao governador Eduardo Leite. Pimenta se defende: “Não serei um ministro executor, serei articulador. Quem executa é cada ministério”. 


Trabalho em família

As irmãs e modelos Lily Aldridge, 38 anos e Ruby Aldridge, 32 anos acabam de posar para a campanha da nova coleção (limitada), da união de duas grifes norte-americanas a GAP e Dôen que incluem 51 peças que vão desde conjuntos, vestidos, jeans, tops e saias combinando, loungewear e acessórios com estampas florais, ilhós e silhuetas fluidas, que custam de US$ 19,95  (R$ 102,35) a US$ 158 (R$ 810). Numa espécie de brincadeira feito pelas marcas elas tiveram que revelar se uma conhecia bem a outra. Entre tantas perguntas estava: “Como vocês descreveriam o estilo uma da outra em três palavras?”, e as respostas foram: “Ruby Aldridge: Lily é chique, atemporal e orgânica” e “Lily Aldridge: Ruby é clássica, cool e fácil”. 


In – Vidro impresso
Out – Vidro float
 


De  volta

A nomeação de Magda Chambriard para a presidência da Petrobras abre caminho para ressurreição de Graça Foster. Sua volta à estatal já teria sido tratada na conversa que Lula manteve com Dilma Rousseff ante do anúncio de demissão de Jean Paul Prates. Uma das possibilidades seria a indicação da Graça para o comando da Agência Nacional de Petróleo (o mandato de Rodolfo Saboia termina apenas em dezembro próximo e ele poderia renunciar). Outra hipótese seria a indicação para uma diretoria da estatal.

 

 

Macacão  laranja

Com Jean Paul Prates derrubado, Lula quer voltar a usar macacão laranja como nos tempos em que mandava na Petrobras sem maiores problemas, quando a estatal despejava bilhões em projetos como a refinaria Abreu e Lima ou o Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro. Na época, a Petrobras respondia por 34% do investimento do PAC e a economia chegou a crescer 7,5% em um ano. A nova CEO, Magda Chambriard, prometeu trazer todo esse passado de volta. Nas conversas com os ministros Alexandre Silveira (Minas e Energia) e Rui Costa (Casa Civil), ela pensa em investir no setor naval, ampliação da Refinaria Abreu e Lima (seu custo era R$ 2 bilhões e já consumiu R$ 22 bilhões) gasodutos ou fábrica de fertilizantes da falida Unigel, de um amigo de Costa.


Pérola


“Havia expectativa de que Lula compreendesse que venceu a eleição porque adotou um papel mais ao centro. O que mais incomoda não é cometer um erro, mas repetir os erros”,  
de RODRIGO MAIA // presidente da Confederação Nacional das Instituições Financeiras.

NÃO RECUPERADO

Sobre a farra do passado da Petrobras, os números são do TCU: Abreu e Lima torrou US$ 19 bilhões, o Complexo do Rio, mais US$ 8 bilhões. A Sete Brasil, criada para financiar estaleiros nacionais, derreteu US$ 25 bilhões. Tudo somado, o rombo foi de US$ 56 bilhões ou quase R$ 300 bilhões que, segundo o mesmo TCU, nunca mais serão recuperados. A única exceção corre por conta dos R$ 6,1 bilhões devolvidos por pessoas físicas e empresas que confessaram ter desviado dinheiro da Petrobras (propina e superfaturamento). De quebra, a política do uso do caixa da Petrobras para subsidiar combustíveis: US$ 40 bilhões. 


Reforma

A demissão de Jean Paul Prates e a transferência de Paulo Pimenta anteciparam os planos de Lula de uma reforma ministerial. As mudanças, contudo, não serão feitas de uma só vez. A cadeira de Pimenta na Secom será ocupada interinamente pelo jornalista Laércio Portela, que já trabalhou com Lula anteriormente. Mas o tom da comunicação do governo será dado, cada vez mais, pelo publicitário Sidônio Palmeira, marqueteiro da campanha de Lula em 2022. O  prefeito de Araraquara, Edinho Silva, é o mais cotado para o cargo  que era de Pimenta ou para presidir o PT, mas só em 2025 quando Gleisi Hoffmann deixa a posição. Sidônio, a propósito, também está cuidando da imagem da ministra Nísia Trindade (Saúde). 

SUBIU NO TELHADO

Faltando apenas uma sessão de discussão para ser votada a proposta que ressuscita os marajás no serviço público sumiu da pauta. O quinquênio reajustaria automaticamente em 5% a cada cinco anos, salários já elevados do Judiciário, Ministério Público e mais 13 carreiras. A proposta de Rodrigo Pacheco “não passa”, garante o senador Márcio Bittar (União-AC), falta apoio na oposição e no governo. Ciro Nogueira (PP-PI) concorda. Alguns acham que foi “um recuo estratégico”; outros que “subiu no telhado” – iria custar R$ 42 bilhões.

Falta  engenharia - 1

Para falar sobre a maior tragédia do Sul do país, só ouviram ambientalistas, parlamentares, cientistas sociais e ninguém escutou os engenheiros. Um dos mais conhecidos não entende por que não foi estudada uma solução para escoar a água da Lagoa dos Patos, algo como um canal com comporta ou bombeamento, como no sistema Cantareira ou na transposição do Rio São Francisco. No Cantareira, água de vários reservatórios sobe a serra para bombeamento e depois desce pelo outro lado da serra, por gravidade, para abastecer São Paulo. 

FALTA  ENGENHARIA - 2

Exemplo: construído na década de 70 pelo governo Laudo Natel, o Cantareira tem túneis da elevatória enormes; passaria, segundo os engenheiros, “um caminhão por dentro”. Aí, convém ressaltar que o Guaíba não é um rio, é um estuário de vários rios – Jacuí, Taquari, Caí, dos Sinhos, Paranhana e Gravataí, que já tiveram enchentes. A água do Guaíba escoa para a Lagoa dos Patos, onde fica travada por efeito de ventos e marés até sua saída para o mar, a 250 km ao sul, em Rio Grande. O nível da Lagoa subiu cinco metros com a enchente. Engenheiros não entendem por que não se propôs uma saída norte, por bombeamento.

MISTURA FINA

ALVO de uma ação no TSE que pode levar à sua cassação, o senador Sérgio Moro (União Brasil-PR) conta com uma ajuda para manter seu mandato. Em cima da hora, o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG) procurou o ministro Alexandre de Moraes, presidente da Corte e demais integrantes do tribunal para defender a absolvição do ex-juiz da Lava Jato. Queria preservar a vontade de quase 2 milhões de eleitores que votaram nele – e sem se importar com a torcida de Lula. Pacheco ainda disse que uma cassação poderia aumentar os desgastes entre o Congresso e o Poder Judiciário. 

REPERCUSSÕES das enchentes do Rio Grande do Sul ou demais tragédias provocadas por desastres ambientais estão gerando uma angustia coletiva sobre o futuro que ganhou nome oficial e recebe uma atenção cada vez maior no meio científico: ecoansiedade ou ansiedade climática. Psicólogos descrevem como “um medo crônico de sofrer um cataclismo ambiental que ocorre ao observar o impacto, aparentemente irrevogável, das mudanças climáticas”. 

ENQUANTO Jean Paul Prates diz que foi “humilhante” a maneira (conversa de menos de 20 minutos) pela qual Lula o demitiu da Petrobras, dizendo que ele “o afrontou”, assessores do presidente petista dizem que Prates não pode reclamar porque sempre foi acariciado pela sorte “por ser do PT”. Lembram que Prates, suplente, foi um senador sem votos – e abandonou um mandato que não era seu para presidir a estatal, Lula hoje fala mal de Prates, como se não fosse dele o erro de designar Prates para o cargo, apesar do currículo demasiado. 

ESCORRAÇADO da Petrobras, Jean Paul Prates, quer deixar o PT, mas agora entende que o PT já o havia abandonado faz tempo. Mais especificamente, desde quando iniciou sua queda de braço com o ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira (PSD). Ele viu o petista Rui Costa (Casa Civil), não suportado por outros petistas devido sua arrogância, se unir com o ministro de Minas e Energia apenas para apeá-lo da Petrobrás. Não tinha nenhum motivo especial: para Prates, só queria mesmo derrubá-lo. 

O CONSELHO Federal de Medicina (CFM) contabilizou mais de 1.600 inscrições de médicos dispostos a trabalhar como voluntários no atendimento às vítimas das enchentes no Rio Grande do Sul. A maior parte, mais de 700 cadastros, é composta de jovens de 26 a 35 anos. A relação será enviada ao Ministério da Saúde e à Defesa Civil. Em caráter emergencial, o CFM já suspendeu exigência de registro do Conselho Regional de Medicina do Rio Grande do Sul, para que médicos possam trabalhar no estado. 

 

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ARTIGO

Pelo fim dos superpoderes e a defesa da Constituição

19/09/2026 07h00

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Pedro Simon - Advogado, foi governador do Rio Grande do Sul, ex-senador da República e ministro da Agricultura

Ao longo dos meus 96 anos, vivenciei alguns dos piores momentos da história brasileira. Dos autoritarismos da ditadura militar aos maiores escândalos de corrupção da Nova República, estive na linha de frente de todos esses episódios, em defesa de um país melhor, mais justo, livre e igualitário. Confesso que lutei, como disse em meu discurso de despedida do Senado, em 2014: onde vi corrupção, lutei para levar a ética; onde vi impunidade, lutei para levar a justiça.

Hoje, assisto de longe, com angústia, à fragilização das instituições que construímos a partir de 1988, corroídas pela improbidade, pela maximização do interesse pessoal e por novas formas de coronelismo.

Vivemos hoje a maior crise deste século no Brasil: uma crise constitucional, da relação entre os poderes constituídos, que coloca em xeque a credibilidade da República perante a sociedade civil e a comunidade internacional.

Enquanto o Poder Executivo é capturado por projetos de poder que se confundem com projetos de governo, e não por projetos de Estado-nação, o Legislativo sequestra o orçamento republicano por meio de emendas parlamentares sem transparência nem responsabilidade, sob o domínio dos mesmos grupos políticos fisiológicos.

Enquanto isso, o Poder Judiciário, encastelado em uma superioridade autoproclamada, assume uma posição perigosa de tutela absoluta de todos os assuntos da República – mas, sob o comando de alguns de seus agentes e salvaguardadas honrosas exceções, em nada difere, em condutas recentes, dos entes corruptos e corruptores que se propõe a julgar.

As investigações em torno do escândalo do Banco Master e o embate público recente entre ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) expuseram, em todo o País, uma Corte que deveria pacificar a Nação e que, em vez disso, tornou-se palco de disputas que corroem a sua própria autoridade moral. Já disse, e repito: vivemos a página mais triste da nossa história neste século, na qual perdemos a confiança nos Três Poderes da República.

A recente deliberação do STF aprofunda essa crise de credibilidade institucional. Ao expor divisões internas e hesitar no rigor sobre as apurações do caso do Banco Master que envolvem membros da própria Corte, o Tribunal compromete a autocontenção e a neutralidade exigidas da magistratura. O episódio confirma que a ausência de controle externo efetivo e a resistência à transparência corroem a autoridade moral do guardião da Constituição.

Foi no Senado que passei 32 dos meus 60 anos de vida pública, ao lado de Ulysses Guimarães, Tancredo Neves e Teotônio Vilela, na reconstrução da nossa democracia. É por essa vivência que faço um alerta: compete privativamente ao Senado, por força da Constituição Federal, processar e julgar os ministros do STF por crimes de responsabilidade. Esse é um dos pilares do equilíbrio entre os Poderes que ajudamos a erguer em 1988, e hoje ele está, na prática, esvaziado. Dezenas de pedidos de impeachment contra ministros da Corte acumulam-se há anos nas gavetas da mesa diretora, sem parecer e sem votação.

Em toda a nossa história democrática, nenhum ministro do Supremo jamais chegou a ser julgado até o fim por esse rito. O Senado, a quem caberia fiscalizar o Judiciário, tem preferido o silêncio ao exercício desse dever constitucional, seja por cálculo eleitoral, seja pelo receio de turbulência institucional. Um poder que se omite de fiscalizar torna-se, ele também, parte da crise.

O Brasil precisa de uma resposta firme e rigorosa; necessita que se instaure investigação regular e independente sobre os fatos revelados, assegurados o contraditório e a ampla defesa; que o STF retome, sem subterfúgios, a sua autocontenção institucional; que se encerre o inconstitucional inquérito das fake news; que todos os envolvidos com o Banco Master sejam investigados, independentemente do cargo ou partido político; que se restabeleça a atuação dentro dos limites da Constituição, e que ninguém, nem mesmo quem julga a Nação, esteja acima da lei.

Chegou o momento de reformas na Corte, com mandatos fixos, aperfeiçoamento do modelo de indicação e de um Código de Ética efetivo. Volto, então, àquilo em que sempre acreditei: a democracia não se sustenta na força de um só poder, mas no equilíbrio entre todos eles e na vigilância permanente da sociedade civil. Ao povo brasileiro, e sobretudo à juventude que hoje herda esta crise sem tê-la criado, deixo o mesmo apelo que fiz ao deixar o Senado: que não desistam da política, nem do Brasil. 

A pátria é feita de quem rejeita a corrupção, a impunidade e a soberba dos que se creem acima da lei. Que essa pátria, mais uma vez, prevaleça.

Cláudio Humberto

"Mostrou roubalheira enorme"

Romeu Zema (Novo), sobre queda do sigilo do caso Master

13/09/2026 07h00

Cláudio Humberto

Cláudio Humberto

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Moraes lidera número de pesquisas em crise do STF

Apontado como partícipe de intensa troca de mensagens com o banqueiro Daniel Vorcaro, dono do extinto Banco Master, o ministro do Supremo Tribunal Federal Alexandre de Moraes liderou o interesse de pesquisas no Google no último mês, conforme dados da plataforma. O pico da pesquisa foi em 1º de setembro, quando o ministro André Mendonça levantou o sigilo de relatório da Polícia Federal que revelou mensagens de Vorcaro a número atribuído a Alexandre de Moraes.

 

Interesse na capital

O índice do interesse tem escala de 0 a 100. O Distrito Federal liderou as pesquisas (100), seguido por Mato Grosso (66) e Rondônia (66).

 

Diferença

Enquanto Moraes bateu os 100, as pesquisas por André Mendonça bateram o pico na mesma data, mas com menos da metade (44).

 

Epicentro da crise

Até pesquisas por “STF” despertaram mais interesse do brasileiro do que Mendonça, atingiu 58 no índice de pesquisas.

 

Ninguém liga

Os números mostram que o interesse pelo filme “Dark Horse” não decolou. O pico foi na quinta-feira, só 23 na escala.

 

Governo Lula: R$90 milhões com viagens em 14 dias

O governo Lula (PT) conseguiu torrar cerca de R$90 milhões com viagens nas últimas duas semanas. Segundo dados do Portal da Transparência, o total de despesas com descolamentos já ultrapassa R$1,3 bilhão em 2026. Foram R$735,8 milhões com diárias distribuídas a funcionários e outros R$560,3 milhões com as passagens aéreas. O total não inclui a fortuna gasta nas viagens de Lula e da primeira-dama Janja.

 

Em dólar

Viagens internacionais do governo do PT já custaram R$161,7 aos pagadores de impostos. Foram R$8 milhões nas últimas duas semanas.

 

Tem mais

O governo petista conseguiu torrar também R$7,8 milhões com “outros gastos” de viagens. São taxas, seguros de viagens etc.

 

Número 1

A ministra das Mulheres, Márcia Lopes, é número um entre os gastões com viagens: R$510 mil com passagens e diárias, diz a Transparência.

 

Falta combinar com o eleitor

A ordem na campanha de Lula é evitar que a eleição vire, nas palavras de petistas, “Fla x Flu” de ministros do STF. A estratégia é deixar Moraes e Mendonça brigando e tentar puxar o eleitor para outros assuntos.

 

Combustível eleitoral

Medidas do governo para segurar os preços dos combustíveis devem custar R$40 bilhões por seis meses, diz Bruno Moretti (Planejamento). O alívio é no posto e a conta estaciona no bolso do pagador de impostos.

 

Tudo certo, mas...

O TCU encontrou as projeções fiscais do governo formalmente dentro das metas, mas apontou aumento do déficit efetivo e problemas de transparência e consistência das estimativas. “Certo” com “ressalvas”.

 

Soberba na conta

Internamente, a campanha de Lula reconhece que subestimou a dificuldade da disputa contra Flávio Bolsonaro (PL). Até prepara mobilização neste domingo (13) para tentar “chacoalhão” na candidatura.

 

Cara de pau

Lula tomou invertidas ao celebrar o fim da taxa das blusinhas, criada por ele mesmo. Seguidores nas redes sociais não perdoaram, “a quadrilha do PT é assim, te quebram uma perna, depois te dão uma muleta”.

 

Na terça

Já tem data o novo depoimento de Daniel Vorcaro na Polícia Federal sobre as fraudes financeiras em operações com o BRB. O ex-banqueiro dono do Master falará à PF na terça-feira, dia 15.

 

Em queda

Caiu 66,6% o número de crianças registradas como cidadãs italianas no Brasil em 2025. O dado é do Instituto Nacional de Estatística da Itália (Istat), que relacionou parte da redução às novas regras para a transmissão da cidadania aos filhos nascidos no exterior.

 

Fatura petista

Rogério Marinho (PL-RN) apontou os R$120 bilhões a mais em tributos sobre consumo para 2027. Diz o senador que é o método do PT: aumentar gastos e empurrar a dívida para cima de quem trabalha.

 

Pensando bem...

...a aliança com Lula deu PT.

 

PODER SEM PUDOR

Cláudio Humberto

Greve teatral

O Ato Institucional nº 5, que revogou as liberdades democráticas no Brasil de 1968, levou muitos adversários do regime militar à cadeia. Entre eles Carlos Lacerda, que resolveu iniciar uma greve de fome no cárcere. O médico e amigo Antônio Rebello, que monitorava o pulso de Lacerda, começou a ficar preocupado e vivia implorando para que o líder carioca suspendesse a greve. Um dia fez uma comparação definitiva: “Você está tentando fazer Shakespeare no País da Dercy Gonçalves!”. Percebendo o ridículo da situação, Lacerda desistiu da greve na hora.

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