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"Justiça decide soltar Sérgio Cabral, apesar de condenado a mais de 400 anos de prisão"

De Deltan Dallagnol, deputado federal e ex-procurador depois de decisão dos Desembargadores do TRF-2

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 O posto para qual Dilma Rousseff poderá ser despachada na China renderá à petista salário-mínimo de US$ 187,7 mil (R$ 992 mil) por ano, além de bonificação que pode chegar a 26% desse total.

Mais: ou seja, o salário a futura presidente Banco dos Brics, com sede em Xangai, será maior do que o do presidente do BNDES, Aloízio Mercadante (R$ 96 mil mensais) e até o presidente da Petrobras, Jean Paul Prates, (R$ 103 mil por mês).

“Justiça decide soltar Sérgio Cabral, que agora está livre para andar nas ruas do RJ, apesar de condenado a mais de 400 anos de prisão. O Brasil não aguenta mais”,

de DELTAN DALLAGNOL  // deputado federal e ex-procurador depois de decisão dos Desembargadores do TRF-2.

In – Tênis cano baixo
Out – Tênis cano alto

Novo álbum

A cantora Iza que assumiu recentemente um affair com o jogador Yuri Lima, que já jogou no Santos e no Fluminense e hoje defende o Mirassol (time do interior de São Paulo) e também declarou sua Demissexualidade (um termo do espectro assexual que se caracteriza pelo surgimento de atração sexual somente quando existe envolvimento ou conexão emocional ou afetiva com essas pessoas), está se dedicando ao seu próximo álbum.

Mas antes do lançamento ela aproveita alguns dias de folga (com direitos a fotos na praia).

Pouco se sabe sobre o novo álbum que teve seu lançamento adiado.

As músicas Mó Paz, Droga, Mole, Gueto, Fé e Sem Filtro, que foram lançadas no ano passado devem fazer parte deste novo trabalho.

“Neste momento eu estou muito pensando na parte musical da minha carreira, porque eu sempre tentei não me limitar e fazer tudo aquilo que a arte podia e pode me oferecer. Este próximo ano será, não estritamente, mas principalmente musical, com músicas novas, álbum novo, show novo. Tudo isto demanda muito trabalho”.

Resistência dos bancos

Antes mesmo de explodir a crise da Americanas, executivos da rede de moda feminina Lojas Marisa, controlada pela família Goldfarb, tentavam negociar prazos ou outras soluções junto a seus bancos credores, especialmente Fibra e Safra.

Quase no final do ano passado, a Marisa somava dívida liquida de R$ 566,1 milhões e diretores reclamavam do custo de captação de recursos de terceiros e do aumento da inadimplência, fatores do crescimento do endividamento.

O banco Safra é o que está menos flexível à renegociação de prazos, fechou a torneira do crédito e está mais duro com a situação da Marisa.

Nos últimos tempos, a empresa sofria os efeitos da pandemia no comércio e pelo ambiente de consumo fraco.

No mercado financeiro, a Marisa é vista como um grupo de moda que não soube se reinventar e foi perdendo espaço.

Com a pandemia, ficou para trás enquanto viu seus rivais serem mais agressivos pelos canais digitais.

Agora, a companhia contratou a BR Partners e a consultoria Galeazzi Associados para mudar seu perfil de endividamento e reestruturar seu negócio, tarefa complicada que significará perdas para permanecer em cena.

Nos últimos anos, a família Goldfarb buscou um sócio para a Marisa: Renner e Magazine Luiza rejeitaram de cara.

Nova fase

A cantora Luiza Possi, 38 anos, apresenta uma nova fase profissional marcando seus 20 anos de carreira.

No projeto “Festa da Luiza”, além de seus tradicionais sucessos ela interpreta canções que variam de Mamonas à Katy Perry,  passando por Beyoncé, Lady Gaga,  Anitta, Jota Quest,  Lulu Santos,  Tim Maia e Balão Mágico.

“O show marca uma nova fase na minha carreira, é um momento de mais alegria, de mais felicidade, de menos peso, de pós-pandemia, de vontade de estar perto do público comemorando com serpentina, CO2, muita música para gente dançar, músicas que marcaram nossos carnavais, que marcaram nossos verões”.

Maior pressão

Novo presidente do BNDES, Aloízio Mercadante e a presidente nacional do PT, Gleisi Hoffmann, são os que mais fazem pressão, junto com o presidente Lula, contra juros altos e pela derrubada de Roberto Campos Neto da presidência do Banco Central, que não será fácil.

Agora, Campos está usando interlocutores de confiança para avisar Lula que gostaria de conversar com ele pessoalmente (nem na transição, o então presidente eleito teve essa iniciativa).

Mercadante, à propósito, acha que Fernando Haddad (Fazenda) nessa novela tem posições fracas (e gostaria de estar no lugar dele).

Juntos

O presidente da Câmara, Arthur Lira, já avisou, no final da semana passada, que a Casa não mexerá uma palha para tirar a autonomia do Banco Central e é favorável à permanência de  Roberto Campos Neto até 2025, final de seu mandato.

É o mesmo pensamento de Rodrigo Pacheco, presidente do Senado. Os dois foram vitais para a aprovação do projeto que tornava o BC independente.

Os eleitores da reeleição de Lira estão totalmente a favor de sua posição. Pacheco consegue o mesmo no Senado.

Memória

A pressa de Joe Biden para se encontrar com Lula contrasta com o tratamento dispensado ao ex-presidente Jair Bolsonaro.

Biden fugiu de uma foto ao lado de Bolsonaro o quanto pôde. Nunca falou por telefone com o ex-presidente chamado pela imprensa norte-americana de “Trump dos trópicos”.

Os dois só se encontraram pessoalmente depois de Biden ficar sem saída para convencer o Brasil a participar da esvaziada Cúpula das Américas (Los Angeles, 2022).

Na ocasião, o americano fechou a cara diante das câmeras, ao se reunir com Bolsonaro.

“CLUBE DA PAZ”

Na Casa Branca, Lula buscou um protagonismo extra: queria colocar como um intermediador da paz na Ucrânia, com a criação do que chama de “Clube da paz”.

O tema não constava da lista de assuntos prioritários da Casa Branca, que preferiu escutar dele como pode se posicionar como intermediador para construir uma saída política para Venezuela de Nicolás Maduro.

Cadê?

O ex-presidente Jair Bolsonaro anda avisando aliados daqui, que provavelmente, na primeira semana de março retorne ao Brasil e já na chegada ruma ao hospital para nova cirurgia de abdômen.

Embora de vez em quando, converse na porta da casa em Kissimmee, na Grande Orlando, com grupo de apoiadores, está se sentindo sozinho por lá.

À noite, espia a Globo (quem diria) e alguns canais em espanhol (em inglês, não dá).

Dos aliados militares que participavam do centro do governo, nem sinal: sumiram.

Incluindo Walter Braga Netto, que foi candidato a vice-presidente na chapa de Bolsonaro.

GUERRA ABERTA

Paulo Okamoto, em nome de Lula, quer tirar Carlos Melles da presidência do Sebrae de qualquer maneira porque ele já avisou que não vai renunciar.

E até condicionou que “só sai se onze dos quinze conselheiros que o reelegeram em novembro apoiarem por unanimidade”.

Agora, Lula pediu a Robson Andrade, da CNI, que encontre um caminho para derrubar toda a diretoria técnica do Sebrae.

Detalhe: o Sebrae tem salários de até R$ 60 mil e um orçamento de R$ 4,5 bilhões.

Pode ser mais

orge Paulo Lemann, Marcel Telles e Carlos Alberto Sicupira não querem colocar mais de R$ 1 bilhão de sua fortuna pessoal para capitalizar a rede de lojas Americanas.

O patrimônio do trio, segundo a Forbes é de R$ 160 bilhões. Contudo, se forem acionados pela Justiça norte-americana, os mais festejados capitalistas do Brasil, provavelmente terão de pagar muito mais caro.

Um dos grandes fatores de risco é como a Corte dos Estados  Unidos vai encarar a responsabilidade da Americanas e seus principais sócios à luz da Absolute Priory Rule.

É a  regra do direito norte-americano que estabelece a ordem de pagamento dos credores, segmentando cada classe da maior para menor preferência no recebimento dos calotes.

Olho na carta 1

A Constituição brasileira, perto de completar 35 anos de existência, já passou por 128 mudanças. Com emendas referentes à assinatura de acordos internacionais, esse número vai a 140.

Na última legislatura (2019-2022), aprovaram-se 29 emendas das quais 14 apenas no ano passado, recorde para o período de 12 meses.

A explicação para tantas mudanças pode estar na própria Constituição, ou seja, na quantidade de temas tratados ao longo de 250 artigos.

OLHO NA CARTA 2

A Carta Magna do Brasil é o segundo maior texto constitucional do mundo, menor apenas que o da Índia. Promulgada em 1787, a Constituição dos Estados Unidos, à título de comparação, tem sete artigos, em 236 anos, foi alvo de apenas 27 emendas.

A Constituição brasileira, a 7ª da história do país, foi elaborada pela Assembleia Nacional Constituinte, eleita em novembro de 1986.

MISTURA FINA

  • A EX-primeira-dama Michelle Bolsonaro está informando que os custos da cirurgia de novo implante de silicone no seio foram pagos pelo médico Regis Ramos, conhecido profissional do Rio de Janeiro, com consultório na rua Visconde de Pirajá. Ele também teria aconselhado uma harmonização facial, recurso muito utilizado na área de estética que anda na moda entre mulheres e homens. Michelle preferiu não aceitar, quem sabe num futuro próximo.
  • O MINISTRO Dias Toffoli (STF) trabalha nos bastidores pela indicação de Carlos von Adamek, desembargador do Tribunal de Justiça de São Paulo para o STJ. Até maio, Lula nomeará os dois novos integrantes da Corte para as vagas deixadas por Jorge Mussi e Felix Fischer.
  • O GOVERNADOR de Roraima, Antônio Denarium, quer costurar um encontro entre Flávio Dino (Justiça) e a comissão de garimpeiros esta semana. O objetivo é discutir medidas para garantir a subsistência de grande parte dos 20 mil garimpeiros que atuavam em território Yanomami e foram retirados. Denarium quer mostrar a Dino uma proposta para regularização da mineração por cooperativas no estado fora das áreas indígenas.
  • O MINISTRO Márcio França (Porto e Aeroportos), principal liderança do PSB em São Paulo, é totalmente contra que seu partido componha (houve convite) a base do governador Tarcísio de Freitas na Assembleia Legislativa. A tendência é que a sigla seja independente, discutindo apoio ou oposição dependendo do projeto. Mais: o volume crescente de bolsonaristas na formação do novo governo paulista tem incomodado vários segmentos empresariais, conforme reclamações chegadas a Gilberto Kassab, secretário-geral e homem forte da administração.
  • O ANO de 2022 marcou o retorno da indústria musical e dos shows e eventos que foram prejudicados pela pandemia. Mais de 316 mil compositores e artistas foram contemplados com rendimentos em direitos autorais de execução pública no ano passado, de acordo com a Ecad. A distribuição total foi de R$ 1,2 bilhão, crescimento de mais de 35% em comparação com o que foi distribuído em 2021.
  • A PREFEITURA de Camboriú, em Santa Catarina, proibiu que frequentadores (e frequentadoras) de determinada região de suas praias fosse liberada ao nudismo (algumas pessoas já praticam por conta própria). Já nas áreas mais conservadoras das praias o que se vê são banhistas com fio dental e se dourando à base de topless, que está de volta – e ninguém se incomoda e muitos aplaudem.
  • A AUREA Energia, joint venture entre a Votorantim e a canadense CPP Investments, vem mantendo conversações para a aquisição da Ibitu Energia, controlada pela norte-americana Castlelake, que procura um comprador há mais de um ano. Começou pedindo US$ 1 bilhão, mas já baixou a bola. Com a aquisição a dobradinha entre os Ermírio de Moraes e a CPP daria um super salto. A Ibitu exibe portfólio de hidrelétricas e usinas eólicas com capacidade de produção de 800 megawatts. Somando-se os projetos, dobra para 1,5 gigawatts.

CLÁUDIO HUMBERTO

"Não podemos mais conviver com o que estamos vivendo"

Ronaldo Caiado (PSD), ao prometer anistia aos condenados pelo 8 de janeiro de 2023

09/08/2026 08h01

Cláudio Humberto

Cláudio Humberto

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Mulher de Marcola teve aval para trabalhar no PT

A quase decorativa Comissão de Ética Pública da Presidência da República liberou Nicole Briones para trabalhar no PT, sem necessidade de respeitar a quarentena imposta aos que ocupam cargos estratégicos na administração pública.

Nicole era superintendente de Comunicação Digital e Mídias Sociais da Empresa Brasil de Comunicação (EBC), mas também é casada com Marco Aurélio Santana Ribeiro, o Marcola, agora ex-chefe do gabinete pessoal de Lula (PT). Problema resolvido.

Ano de ouro

Nicole foi convidada em 2025 para coordenar as mídias sociais do PT. Ela é dona da Matilha Comunicação, aberta no mesmo ano do convite.

Corrente

O processo foi relatado pelo conselheiro Bruno Espiñeira Lemos, que não viu conflito de interesse. Lemos foi nomeado por... Lula.

Colado em Lula

Marcola era um dos assessores mais próximos de Lula, até emprestava o celular ao presidente. Estava na campanha de reeleição do petista.

Fim melancólico

Marcola saiu da campanha após flagra de receber dinheiro de lobista amiga de Lulinha enrolada no caso INSS. Nicole não foi localizada.

Média das pesquisas ainda prevê empate técnico

Nos últimos dois meses, foram divulgadas 33 pesquisas eleitorais sobre o cenário de segundo turno para presidente da República. Em média, o atual presidente Lula (PT) lidera com 46% das intenções contra 42,1% do principal adversário, Flávio Bolsonaro (PL).

A média das margens de erro é de 2,1% para mais ou para menos, o que configura empate técnico entre os candidatos, cenário que se repete desde o início do ano.

Bem fora da curva

A CNT/MDA de meados de junho (BR-04256/2026) previu vitória de Lula por 12,5% de vantagem, mesmo com a margem de erro de 2,2 pontos.

Lado oposto

Levantamento Gerp (BR-03067/2026) do início de julho apontou vitória de Flávio por três pontos, com margem de erro de 2,2%.

Empate na prática

Pesquisa Nexus/BTG (BR-02874/2026) do início de agosto viu apenas um ponto separando os dois candidatos; Lula com 46% a 45% de Flávio.

É provocação

Mesmo com aprovação do Senado dos Estados Unidos para Daniel Perez ser embaixador do país no Brasil, Lula só deve andar com a avaliação do indicado de Donald Trump após o 2º turno das eleições. 

Pobre agro

Até o Produto Interno Bruto (PIB) do resiliente agronegócio brasileiro sucumbiu e registrou queda de 2% no primeiro trimestre deste ano. O levantamento é do Cepea em parceria com a CNA.

Pedras fundamentais

Ao confirmar Sanderson (PL) e Marcel van Hattem (Novo) candidatos no Rio Grande do Sul, Flávio Bolsonaro reforçou que a dupla terá papel central na formação da “maioria conservadora no Senado”.

Livramento

Sobre a decisão do governo Lula de rebaixar as relações diplomáticas com a Argentina, Flávio Bolsonaro disse o “próximo país a se libertar de projeto fracassado será o Brasil. A partir de 2027, voltaremos a tratar nossos vizinhos como sócios, não adversários ideológicos”.

Censura de incompetentes

Kim Kataguiri (Missão) criticou pedido de Janja para retirar a plataforma Discord do ar e questionou a atuação da primeira-dama: "quem votou nela?". Para o deputado federal, o país é “refém de incompetentes”.

Chega

Ronaldo Caiado, pré-candidato do PSD ao Planalto, diz que tomará uma série de medidas já no primeiro dia de um eventual governo. Entre elas, anistia aos presos pelo 8 de janeiro. Diz que é para pacificar o país.

Esperança de reabertura

O presidente dos EUA, Donald Trump, disse que um acordo sobre o Estreito de Ormuz é possível já na quarta-feira (12). A expectativa é que até um pré-acordo possa permitir a reabertura da via marítima.

Triste recorde

"Se você está endividado, a culpa é do Lula", acusou Flávio Bolsonaro ao comentar o recorde de endividamento das famílias brasileiras, que atingiu 82%. Para o candidato ao Planalto, “a conta não fecha”.

Pensando bem...

...tem casamento que é bom negócio.

PODER SEM PUDOR

Conta de somar

Homem sério, o líder mineiro Milton Campos nunca foi daqueles políticos que tentam explicar o inexplicável.

Ele perdeu para João Goulart, em 1960, a eleição para vice-presidente da República, que na época não era “casada” com a de presidente. Na expectativa de obter uma avaliação profunda do seu próprio insucesso, um jornalista provocou:

“Dr. Milton, por que o senhor perdeu?”. Encerrando a conversa mole, disse: “Perdi porque ele teve mais votos”.

 

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Arthur Maximilliano

A nova era dos dados: quando o empresário deixa o achismo para trás e passa a decidir com clareza

04/08/2026 00h03

COLUNISTA ARTHUR MAXIMILIANO

COLUNISTA ARTHUR MAXIMILIANO

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Durante muito tempo, o sucesso de uma empresa foi construído sobre a experiência e o famoso "faro" do empreendedor. A intuição sempre foi protagonista nas grandes decisões. Mas algo mudou — e mudou rápido.

Hoje, quem ainda aposta apenas na sensação corre o risco de ficar para trás, enquanto outros aprenderam a ler os sinais que os números deixam pelo caminho. Não se trata de abandonar a intuição. Trata-se de potencializá-la.

Bem-vindo à era da gestão orientada por evidências, onde o dado se tornou o novo instinto do líder.

Do achismo à clareza empresarial

Tomar decisões sem dados é como dirigir de noite com os faróis apagos. O carro até anda, mas cada curva vira uma aposta.

Os líderes que prosperam hoje são aqueles que transformaram números em narrativas reais. Eles sabem que cada gráfico revela um comportamento, cada indicador esconde (ou revela) uma oportunidade, e cada desvio traz um aprendizado valioso.

Não olham para uma planilha como algo frio ou técnico. Olham como quem lê o pulso da empresa — e transformam informação em ação.
Business Intelligence: o espelho fiel do seu negócio

Com o avanço do Business Intelligence e das ferramentas de visualização, ficou possível enxergar a empresa em tempo real. Hoje, você descobre onde o dinheiro entra, onde escapa e onde poderia render mais — tudo em um único painel.

Mas BI não é só tecnologia. É sobre fazer as perguntas certas:

Quais produtos realmente sustentam meu lucro?

Qual canal me traz clientes que ficam?

Qual time entrega mais com menos atrito?

Quando o dado responde, você para de adivinhar e começa a decidir de verdade.

A combinação entre razão e sensibilidade

O dado mostra o caminho. Mas quem escolhe a direção ainda é você.

A melhor liderança não é aquela que abandona a intuição — é a que a usa com inteligência. Intuição apoiada em dados deixa de ser palpite e vira estratégia. É nesse ponto que tecnologia e humanidade se encontram: o dado oferece o diagnóstico; o líder, o propósito.

Inteligência Artificial e o novo papel do gestor

Com a Inteligência Artificial, as empresas deixaram de apenas olhar para trás. Agora, elas antecipam o que vem pela frente. Sistemas identificam padrões, preveem quedas de receita, antecipam cancelamentos e até recomendam ações antes que o problema bata à porta.

Mas o verdadeiro diferencial está em quem interpreta o que a IA aponta. O dado mostra o que está acontecendo. A inteligência humana entende por que — e decide o que fazer a partir disso.

O dado como cultura, não como ferramenta

A empresa do futuro não será a que tiver mais tecnologia. Será a que ensinar sua equipe a pensar com base em dados. Quando cada pessoa, de qualquer área, entende o impacto real de suas decisões nos resultados, a empresa deixa de reagir e passa a planejar.

Decidir com dados é decidir com consciência. E consciência é a base da alta performance.
 

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