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Giba Um

"Liderança envelhecida não tem mais nada a oferecer. Tá na hora de largar o osso e tá na hora de...

...sair. Há políticos que percebem a hora de dar a vez e acabam impondo atraso ao Brasil", de Tarcísio de Freitas, na cidade de Monteiro Lobato (SP), depois confessando que se referia a Lula

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Decano do Supremo, Gilmar Mendes assumiu a condução da costura do pacto entre Poderes para reforma das instituições. Já conversou com Hugo Motta, e ele abraçou a ideia. Esta semana, falará com Davi Alcolumbre e Lula.

MAIS: o movimento, encabeçado e abraçado por Dino, já produziu efeitos no STF. Nunca um presidente esteve tão isolado quanto está Edson Fachin, mesmo sendo contra quaisquer impeachments de ministros da Alta Corte.

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Para um grande público

A Carolina Herrera apresenta no Brasil o 212 VIP Rosé Cab, uma edição exclusiva (edição limitada), divulgada por meio de uma campanha que conta com a participação de Bruna Marquezine e Angélica. O objetivo é estabelecer uma conexão com a geração Z, particularmente com aqueles que são aficionados por moda, vida urbana e novas tendências comportamentais. A mensagem centraliza-se em um conceito envolvente e direto: “o que acontece no táxi, fica no táxi”. O carro torna-se um ambiente para encontros, segredos e conexões inesperadas, refletindo a vibe noturna e o espírito da fragrância. No clipe, Bruna entra em um táxi, aplica o perfume e deixa o frasco no banco de trás. O recipiente passa por várias pessoas ao longo da noite, entrelaçando uma série de histórias. Ao final, ele chega até Angélica, que encerra a narrativa com um toque de surpresa e intimidade. A participação de Angélica traz uma sensação de nostalgia, fazendo referência à clássica canção "Vou de Táxi", que fez sucesso ao longo das gerações. Por outro lado, Bruna simboliza a modernidade e o alcance global. Juntas, evidenciam uma conexão fluida entre passado e presente e fortalecem a identidade do 212 Cab como uma nova fragrância que dialoga com múltiplos públicos. Com uma estética noturna e urbana, reminiscente de Nova York, a campanha retrata encontros intensos e surpreendentes. O perfume serve como o elo que une essas experiências. Para concluir, os frascos em amarelo, inspirados nos táxis de Nova York, enfatizam a identidade distinta da linha 212 no mercado de perfumes de luxo.

Valdemar contra monopólio do clã

O presidente do PL, Valdemar Costa Neto, tem aconselhado Flávio Bolsonaro a reforçar a articulação política de sua campanha. Costa Neto defende, inclusive, que o "01" busque figuras de fora do partido, usando o convite como forma de consolidar sua base de apoio. Um dos nomes mencionados pelo próprio Costa Neto é o da senadora Teresa Cristina (PP-MS), que já foi até mesmo especulada como uma opção para compor a chapa como candidata a vice-presidente (ela já avisou que não quer). Hoje, a coordenação política da campanha de Flávio está concentrada no senador Rogério Marinho. Ao menos, até a página 2, ou seja, até os limites permitidos pelo clã Bolsonaro a um "forasteiro". Essa é exatamente uma das preocupações de Costa Neto, que já viu, de perto, a família perder uma eleição. O presidente do PL mira a montagem de um rol mais amplo de articulação da campanha como uma maneira de reduzir, mesmo que apenas um pouco, o monopólio do clã sobre a condução da candidatura. Valdemar era contra a candidatura de Flávio: seu sonho era Tarcísio de Freitas candidato ao Planalto e com Michelle Bolsonaro na vice.

Nome favorito

Depois de tentar um vice ligado ao agronegócio e de ter enfrentado resistência no setor, que apoia majoritariamente Tarcísio de Freitas, o ex-ministro e candidato ao governo paulista Fernando Haddad pesquisa mais nomes para a posição. Se já é uma das favoritas para a disputa por uma cadeira no Senado pelo PSB de São Paulo, a ex-ministra Simone Tebet aparece como a mais cotada, à frente de Márcio França (PSB), Marina Silva (Rede), Tabata Amaral (PSB), Marcelo Barbieri (PDT) e até de Teka Vendramini, presidente da Sociedade Rural Brasileira. Simone gostaria de manter sua corrida ao Senado, onde tem grandes chances de ser eleita.

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Vitrine de estilo

“O Diabo Veste Prada 2” é a sequência do icônico filme de 2006, repleta de drama, tendências e uma boa pitada de ironia, com estreia oficial no próximo dia 30 de abril. Na nova narrativa, a revista Runway se depara com um grande desafio, enquanto a adorada Miranda Priestly enfrenta o temor do “cancelamento” online. Para resgatar a reputação do império da moda, Andy Sachs retorna e, junto a Miranda, conta novamente com a colaboração influente de Emily Charlton, que agora ocupa um papel de destaque no setor de luxo. Só que, na sexta (24), ocorreu uma pré-estreia glamorosa no Shopping Cidade Jardim, em São Paulo. O evento se transformou em um verdadeiro desfile de moda, com a presença de celebridades que escolheram visuais marcantes e elegantes. Carla Diaz chamou a atenção com um vestido justo e elegante na cor roxa. Patrícia Poeta optou por uma estética preppy chic, composta por uma camisa de seda e uma saia midi estruturada. Cátia Fonseca ousou ao combinar peças básicas com toques dramáticos, unindo uma t-shirt a uma saia de tule e luvas impressionantes. Outras personalidades conhecidas, como Nicole Bahls, Mileide Mihaile, Astrid Fontenelle, Bianca Andrade e Andrea Guimarães, também marcaram presença, enriquecendo a atmosfera cheia de estilo da ocasião.

A mulher concordou

Patrícia Kundrát, 48 anos, mulher de Fernando Henrique Cardoso, 94, concordou com a interdição do ex-presidente e com a nomeação de seu filho, Paulo Henrique Cardoso, como responsável pela curatela do pai. O termo de anuência é procedimento necessário para a formalização da interdição. Paulo Henrique, Luciane e Beatriz ingressaram com o pedido devido ao agravamento do quadro de Alzheimer do pai. O ex-presidente formalizou união estável com a ex-funcionária do Instituto Fernando Henrique Cardoso em 2014. Ela era administradora da entidade e exercia o cargo de secretária-executiva.

Memória

O vídeo com fantoches da campanha de Romeu Zema, que irritou Gilmar Mendes, já remete a usos na sátira política. Os bonecos foram popularizados pelo "Spitting Image", lançado em 1984 pela britânica ITV. O programa debochava da Família Real, da premiê Margaret Thatcher e da oposição trabalhista. Agildo Ribeiro usou o recurso para fazer humor suprapartidário. Interagia com fantoches de Sarney, Brizola, Lula, Collor e Maluf. O programa "Agildo no País das Maravilhas" estreou em 1997 na TV Bandeirantes, onde o tema de abertura era: "Ai, Brasil! Ai, Brasil! Qualquer dia a gente acorda, vai olhar e ele sumiu..."

Pérola

"Liderança envelhecida não tem mais nada a oferecer. Tá na hora de largar o osso e tá na hora de sair. Há políticos que percebem a hora de dar a vez e acabam impondo atraso ao Brasil",

de Tarcísio de Freitas, na cidade de Monteiro Lobato (SP), depois confessando que se referia a Lula.

Sem FGC e BRB 1

Enquanto negocia termos de sua delação premiada com a Polícia Federal e a Procuradoria-Geral da República e oferece um ressarcimento bilionário para o rombo das previdências estaduais e municipais, o dono do Master, Daniel Vorcaro, tem sinalizado que não pretende desembolsar nenhum centavo para suas instituições que foram arrastadas para o epicentro da crise: o Banco de Brasília (BRB) e o Fundo Garantidor de Créditos (FGC). O ex-banqueiro estaria disposto a pagar uma multa de R$ 40 bilhões ao longo de dez anos.

Sem FGC e BRB 2

Pessoas ligadas às tratativas relatam que Vorcaro crê que a dívida do BRB já foi superada. As fraudes nas carteiras de crédito vendidas pelo banco estatal de Brasília já teriam sido compensadas pelos ativos que o Master entregou quando o Banco Central, a PF e o Ministério Público já investigavam o caso. Esses ativos foram avaliados pelo Master em R$ 21 bilhões. O BRB discorda e já acionou o Supremo, pedindo que parte da multa da delação premiada seja reservada para cobrir prejuízos que o Master provocou no banco estatal. E o FGC não teria nada a receber, porque o fundo já foi acionado para prestar assistência financeira dentro dos limites legais.

Buscando parceiros 1

A Sabesp tem conversado com grandes fundos de private equity em torno de um possível consórcio para disputar a privatização da Copasa (Cia. de Saneamento de Minas Gerais). Um dos interessados seria o Kinea, leia-se Banco Itaú. Ressalta-se que a gestora já tem participações relevantes no setor, na Rio+ Saneamento, na Águas do Brasil e na Ourinhos Saneamento e Ouro Preto, ambas controladas pela GS Inima. Paralelamente, a Sabesp cogita ainda uma engenharia financeira doméstica.

Buscando parceiros 2

Mais: a Sabesp gostaria da participação da área de desestatizações da Copasa em associação com a própria Equatorial, sua acionista de referência. De toda forma, a ex-estatal paulista avança na direção de Minas Gerais com passos cautelosos. A direção da Sabesp enxerga alguns riscos no processo de privatização da Copasa. Entre eles, o cronograma considerado apertado para a modelagem da operação e a própria complexidade regulatória do estado de Minas Gerais. Há ainda incertezas em relação à estrutura tarifária, às obrigações de investimento para universalização do saneamento e ao passivo potencial da companhia.

Olhe na IA

A FecomercioSP acaba de lançar o livro "O Mundo do Trabalho na Era dos Algoritmos", uma coletânea de artigos do Conselho do Emprego e Relações do Trabalho. Na apresentação, Abram Szajman, presidente da FecomercioSP, avisa sobre o conteúdo do livro: "Mudanças de grande magnitude fascinam e assustam. No caso do mundo do trabalho, essas transformações impõem uma nova realidade". No primeiro artigo, com o título "Tecnologia, Trabalho e Dever da Prudência", Ivo Dall'Acqua Jr., presidente em exercício da entidade, acentua que "o avanço da IA nas decisões que afetam empresas e trabalhadores exige diálogo, responsabilidade e escolhas regulatórias calibradas". Não poderia ser mais lúcido.

Contra "taxa das blusinhas"

Riachuelo e Renner, duas das maiores varejistas de moda do país, cansaram da expressão "taxa das blusinhas"; consideram-na simpática para algo que julgam nocivo à indústria nacional. A Riachuelo, por outro lado, usa outro termo para dar dimensão real ao problema: "incentivo chinês". A Renner pergunta qual o sentido de estimular o crescimento de outros países em detrimento do Brasil. Querem o fim da taxação para importação de compras de baixo valor, agora citada pelo presidente Lula como "ação de campanha".

Mistura Fina

Depois da Caixa, a Polícia Federal investiga fraudes contra o Banco do Brasil. O crime organizado tomou de assalto os bancos federais. As investigações apontam que o Banco do Brasil também teria sido vítima de fraudes financeiras cometidas pelo Comando Vermelho. Trata-se do mesmo esquema de lavagem de dinheiro que impôs perdas de aproximadamente R$ 500 milhões à Caixa Econômica, de acordo com as apurações no âmbito da Operação Fallax. Cabe lembrar que o Grupo Fictor também é citado nas investigações, vinculado a supostos crimes de gestão fraudulenta, apropriação indébita financeira e emissão de títulos sem lastro.

No dia 25 de março, Rafael Góis, fundador e CEO da instituição financeira, foi alvo de uma operação de busca e apreensão. O grupo se notabilizou pela tentativa de compra do Master às vésperas de o BC decretar a liquidação do banco. Por enquanto, a Polícia Federal diz que "não se manifesta sobre eventuais investigações em andamento". A presidente do BC é Tarciana Medeiros, que tomou posse em 2023, sendo a primeira mulher a liderar a instituição nos últimos 200 anos.

A mudança na defesa de Paulo Henrique Costa, ex-presidente do BRB, não estaria relacionada apenas à sua intenção de fechar um acordo de delação premiada. O ex-governador Ibaneis Rocha teria feito gestões junto a Costa para que ele trocasse de advogado. Seria uma forma de evitar constrangimentos para Ibaneis. O pano de fundo é a relação de proximidade do então advogado de Costa, Cléber Lopes, com o próprio ex-governador. Ambos são amigos.

Lopes já advogou em diferentes ocasiões para o ex-governador. Ibaneis tem feito de tudo para se desvincular de Costa, preso sob acusação de ter recebido de Daniel Vorcaro o equivalente a R$ 146 milhões em imóveis para aprovar a compra do Master pelo BRB. O ex-governador do Distrito Federal vem repetindo que não teve a menor ingerência sobre a operação e que tudo foi conduzido pela diretoria do banco estatal.

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Giba Um

"A mim me parece que a imprensa trouxe o caso Vorcaro para a Praça dos Três Poderes. Eu, se fosse...

...buscar um endereço do caso Vorcaro ou Master, veria ele na Faria Lima. E o inquérito das fake news vai acabar quando terminar. O tribunal tem sido vilipendiado", de Gilmar Mendes, decano do STF, em entrevista à Globo

28/04/2026 06h00

Giba Um

Giba Um Foto: Reprodução

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A Globo está tentando aumentar a participação de Ana Castela em "Coração Acelerado", novela que ocupa a faixa das sete da emissora. A presença da cantora, que vem aparecendo com mais frequência há duas semanas na história, fez o folhetim bater seu recorde.

MAIS: um recorde de audiência desde que estreou, em janeiro. Inicialmente, estava prevista a participação em dois pacotes de cenas. Agora, a Globo quer dobrar esse número. O problema é a agenda apertada dos compromissos da carreira musical de Ana.

Giba Um

Ensaio misterioso

A atriz Paolla Oliveira, com seus recém-completados 44 anos, mais uma vez mostrou seu domínio nas plataformas sociais. Em uma nova série de fotografias compartilhadas no Instagram, ela apareceu com uma estética de praia, exibindo cabelos ondulados e um estilo marcante. Neste ensaio, decidiu adotar uma expressão séria, evitando exibir um sorriso. O cenário, repleto de edificações históricas, proporcionou um charme adicional às fotografias. Nos seus looks, Paolla exibiu uma mistura de sofisticação e diversidade: ela usou um conjunto de crochê na cor creme, complementado por um véu, um vestido marrom com um detalhe na cintura e um cinto em evidência, além de um corset preto combinado com uma saia vibrante. Um burburinho tomou conta das redes sociais, como é de costume. Apesar da exposição das fotos Paolla não dá detalhes sobre o ensaio. E as novidades não pararam por aí. A atriz também celebrou seu aniversário em uma festa no Rio de Janeiro, cheia de samba, feijoada e na presença de muitos convidados famosos. No palco, artistas como Ludmilla e Jorge Aragão garantiram um clima de Carnaval. Um momento marcante da festa que chamou a atenção foi a dança de Paolla próxima a Bella Campos. Isso foi suficiente para que surgissem rumores sobre um possível romance, que logo se espalharam pela internet. Apesar das especulações, nada foi confirmado oficialmente. Ambas estão solteiras. Paolla desde sua separação de Diogo Nogueira e Bella após o término com MC Cabelinho

Lula tem histórico: "criar caso" com EUA

A promessa de Lula de aplicar "reciprocidade" no caso do delegado brasileiro expulso dos Estados Unidos por tentar burlar regras de imigração contra o ex-deputado Alexandre Ramagem é apenas mais uma tentativa, entre várias do petista ao longo dos anos, de "criar caso" e desestabilizar a relação entre os dois países. Em 2004, quando Lula ameaçou expulsar o jornalista Larry Rohter, do New York Times, por reportagem sobre sua bebedeira, acabou recuando. Em 2010, tentou "mediar" em favor de um programa nuclear do Irã. Foi enxotado dos EUA, que iniciavam sanções contra a ditadura dos aiatolás. Na guerra da Ucrânia, Lula passou pano para invasores russos. E apoiou terroristas do Hamas contra Israel, onde virou persona non grata. Em 2023, no atual mandato, Lula passou a criticar a "hegemonia do dólar" e colecionar provocações aos EUA, país que mais investe no Brasil.

Baixa a bola

Depois da ameaça de "reciprocidade" contra a expulsão de seu agente, Lula baixou a bola. A "retaliação" será retirar credenciais de acesso de um policial americano à Polícia Federal. Não é nada: o americano perde apenas o crachá de acesso ao prédio. Sem ter como reagir ao flagrante de manipulação do ICE para deportar Alexandre Ramagem, Lula listou opções de agentes de inteligência a serem expulsos do país e recuou mais uma vez. A Polícia Federal credenciou nova agente para o lugar do policial expulso. Pessoal do Itamaraty lembra que expulsar funcionário americano sem ter cometido violações não é "reciprocidade": é "retaliação".

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Carne vermelha de volta

Por muitos anos, Gisele Bündchen adotou uma alimentação completamente vegetal, evitando carne, laticínios e ovos. Sua escolha era fortemente emocional, demonstrando sua preocupação com os animais. Contudo, com o tempo, seu organismo começou a indicar que algo estava errado. Mesmo consumindo uma grande quantidade de vegetais de folhas verdes, nozes e suplementos de ferro, Gisele acabou desenvolvendo anemia. Além disso, o consumo excessivo de feijão causou desconfortos, como inchaço e gases, problemas que não são ideais para alguém que frequentemente atua nas áreas de moda e fotografia. Diante dessa realidade, ela fez uma alteração significativa em sua dieta: optou por reintroduzir carne vermelha. Essa decisão não foi motivada por questões de princípios, mas sim por necessidade. Atualmente, sua alimentação é composta por cerca de 80% de produtos vegetais e 20% de origem animal, uma mudança que a auxiliou na recuperação de sua energia e bem-estar. Gisele continua focada em alimentos naturais e compartilha que aprendeu muito durante sua fase vegana. A lição mais importante que ela extraiu: cada corpo é único. Embora as dietas, incluindo a vegana, possam ser saudáveis, é essencial um planejamento cuidadoso e a orientação de um especialista para evitar deficiências nutricionais. No fim, Gisele encontrou seu próprio caminho: ouvir seu corpo, atender suas necessidades e viver de forma consciente, sem extremos, mas com propósito.

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Romeu Zema na mira

Concorrentes e aliados do ex-governador Romeu Zema avaliam que a notícia-crime feita pelo ministro Gilmar Mendes é "um gás a mais" para a campanha dele à Presidência. O entorno de Zema diz que os argumentos de Gilmar carecem de embasamento técnico. Contudo, pondera que as consequências jurídicas de uma notícia-crime são imprevisíveis. Zema ganhou manifestações, entre elas, do senador Rogério Marinho (PL-RN) e do deputado Nikolas Ferreira (PL-MG). Há quem aposte, a propósito, que Ronaldo Caiado pensa em Zema para ser seu vice na candidatura ao Planalto.

R$ 7 milhões no Facebook

Apenas nos últimos 30 dias, o governo Lula elevou para quase R$ 7 milhões os gastos de propaganda no Facebook e Instagram. Entre 22 de março e 22 de abril, a administração federal torrou R$ 6,86 milhões com 97 anúncios no Facebook no país, à frente do Partido dos Trabalhadores, que atualmente é o segundo anunciante da Meta no Brasil: R$ 936 mil. Em cinco dias, apenas um anúncio do governo Lula sobre a carteira de motorista (CNH) custou US$ 125 mil (R$ 628 mil) aos pagadores de impostos. O PT gastou R$ 936 mil em oito anúncios no Facebook apenas desde 22 de março. Quase todos tratam da escala 6 x 1.

Pérola

"A mim me parece que a imprensa trouxe o caso Vorcaro para a Praça dos Três Poderes. Eu, se fosse buscar um endereço do caso Vorcaro ou Master, veria ele na Faria Lima. E o inquérito das fake news vai acabar quando terminar. O tribunal tem sido vilipendiado",

de Gilmar Mendes, decano do STF, em entrevista à Globo.

Super-rombo admitido 1

O próprio governo Lula já admite que gastou muito mais do que arrecadou este ano. Segundo dados da Transparência da Controladoria-Geral da União, as despesas da administração petista já superaram R$ 1,76 trilhão, enquanto foram arrecadados da população apenas R$ 1,65 trilhão em impostos. Segundo a previsão do orçamento, até o final do ano o quadro deveria ser o contrário, e o governo petista promete arrecadar cerca de R$ 90 bilhões a mais do que vai gastar.

Super-rombo admitido 2

O Orçamento Geral da União prevê despesas de R$ 6,25 trilhões em 2026, enquanto a arrecadação prevista é de R$ 6,34 trilhões. A "gestão e manutenção" do Poder Executivo custou mais de R$ 87,3 bilhões até agora; são salários e aposentadorias civis e militares. Só o refinanciamento da dívida interna custou R$ 688,5 bilhões até agora neste ano, e os juros da dívida custaram R$ 351,2 bilhões.

"Careca do INSS", não! 1

O Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios rejeitou pedido de Antonio Carlos Antunes, o "Careca do INSS", para impedir que ele seja chamado pelo apelido por portais de notícias. O empresário figura entre os alvos da Operação Sem Desconto, deflagrada pela PF para desarticular um esquema de cobranças indevidas de taxas associativas diretamente nas folhas de pagamento de aposentados e pensionistas do INSS. A decisão foi estabelecida pela Terceira Turma da Corte, que avaliou recurso impetrado por advogados de Antunes.

"Careca do INSS", não! 2

O colegiado dos magistrados destacou que a "expressão mencionada" nas reportagens corresponde ao apelido usado intensamente pelas mídias, "sem demonstração de finalidade ofensiva". O processo teve origem em uma queixa-crime movida pela defesa de Antunes contra um portal de notícias de Brasília. Os advogados sustentavam que "Careca do INSS" carregava um sentido depreciativo, prejudicando a imagem do reclamante, tese que acabou descartada pelo tribunal.

Quem gosta de moeda podre 1

Entre as tantas formulações que pululam nos tubos de ensaio do BTG, surge um projeto ousado: os Correios. O banco vem estudando com vagar os números da estatal e do negócio de logística como um todo. Há uma conjugação de fatores que justificam essa iniciativa aparentemente sui generis. Primeiro, a conjuntura político-eleitoral. A ascensão de Flávio Bolsonaro traz a reboque a expectativa de uma futura rodada de privatizações. Mais do que isso: hipótese de operações que exigiriam uma engenharia financeira não convencional.

Quem gosta de moeda podre 2

Mais: acertou quem pensou em moedas podres. Talvez seja puro feeling, talvez os radares do BTG já tenham captado algum sinal vindo de 2027. O fato é que o banco de André Esteves vislumbra a possibilidade de usar seu enorme manancial de títulos em "special situation" para comprar os Correios e, eventualmente, outras estatais que venham a ser colocadas sobre o balcão. O indicativo é que há uma única premissa: a venda da empresa só poderá se dar em um modelo "elas por elas", ou seja, ativos podres em troca de "ativo podre". Quer dizer, "ativo podre" dependendo das mãos em que estiver.

Mistura Fina

As mudanças de gestão do Grupo Pão de Açúcar (GPA), anunciadas há dias, soaram como sinal de esvaziamento do CEO da companhia, Alexandre Santoro, que está no cargo há apenas quatro meses. A interpretação dos investidores se dá, sobretudo, pela contratação dos executivos José Rafael Vasquez e Jones Laurindvicius, que assumirão áreas comerciais e de supply chain. Os dois já passaram por grandes redes de varejo — o primeiro foi CEO do Sam's Club; o segundo, da Drogaria Pacheco, em São Paulo.

Ainda sobre os novos executivos: não é exatamente o currículo de alguém chamado para ocupar funções hierárquicas inferiores ou atuar como mero cumpridor de diretrizes. Entre os investidores, a leitura é que os dois entram no Pão de Açúcar para dividir poderes com Alexandre Santoro e serem polos de decisão dentro da companhia. É bom lembrar que estabilidade no comando não tem sido o forte da rede varejista. O GPA tornou-se um triturador de CEOs: Santoro é o quinto ocupante do cargo nos últimos sete anos.

Varrer a casa, arrumar as camas, fazer o café da manhã, alimentar os filhos, ajudar pais idosos, auxiliar crianças no dever de casa, jantar, lavar a louça e, finalmente, dormir para, no dia seguinte, começar tudo de novo. O gênero de quem realizou todas essas tarefas, embora não se tenha mencionado, é provável que a imagem formada tenha sido de uma mulher. Não é por acaso: em 2022, as mulheres dedicaram, em média, 21,3 horas semanais aos afazeres domésticos e ao cuidado de outras pessoas, enquanto homens dedicaram 11,7 horas, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Ou seja: são elas que passam a maior parte do tempo cuidando.

Pesquisadoras nacionais avaliam que o Brasil atravessa uma transição demográfica profunda e inevitável. De um lado, a taxa de fecundidade vem caindo rapidamente; de outro, a população envelhece em ritmo acelerado. Dados do Censo 2022 mostram que o país atingiu a menor taxa de fecundidade já registrada: em média, 1,6 filho por mulher.

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CLAÚDIO HUMBERTO

"É admitir o abuso como método"

Senador Rogério Marinho (PL-RN) após Gilmar Mendes defender inquérito das fake news

25/04/2026 07h00

Cláudio Humberto

Cláudio Humberto

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Cármen alertou que só poder frágil não tolera crítica

Em meio à perplexidade com a represália do ministro do STF Gilmar Mendes ao post do ex-governador mineiro Romeu Zema satirizando o envolvimento de ministros da Corte no escândalo do Banco Master, vale a pena lembrar a frase lapidar da ministra Cármen Lúcia, no contexto de ação da Abert, associação de emissoras, contra tentativas de censura a sátiras e críticas políticas na campanha eleitoral de 2018. “Poder que não tolera crítica humorística é um poder frágil”, sentenciou a magistrada.

Não tinha morrido?

Dois anos antes, em 2016, outra frase da ministra se tornara icônica: “O ‘cala a boca’ já morreu, quem manda na minha boca sou eu”.

Juíza de visão

O alerta da ministra se materializaria depois no poder supremo que, em sua vulnerabilidade, não suporta o contraditório, a crítica ou a sátira.

Contraste é inescapável

Mas Cármen Lúcia tem avalizado medidas que flertam ou apoiam restrições à liberdade dos brasileiros, sobretudo nas redes sociais.

Liberdade de ideias faz mal?

Em 2025, ela ajudou a desfigurar o Marco Civil da Internet para “impedir que 213 milhões de pequenos tiranos sejam soberanos na internet”.

Sangue de policial morto por prefeito tinha cocaína

A coluna teve acesso ao laudo do exame toxicológico do policial militar morto a tiros pelo prefeito de Igarapé Grande (MA), a 300 km de São Luís, João Vitor Xavier (PDT), após discussão em uma vaquejada, em julho de 2025. O laudo, já no Tribunal de Justiça do Maranhão, é assinado pelo perito oficial José Ubirajara de Carvalho Sobrinho, e detectou álcool, morfina (potente analgésico opioide), cocaína e seus metabólitos Cocaetileno, Benzoilecgonina e Ecgonina Metil Ester.

Drogas e álcool

A conclusão do documento só saiu este mês. A quantidade de álcool foi de 15,89dg/L, algo aproximadamente entre 10 e 12 latas de cerveja.

Foi e voltou

O prefeito chegou a ser preso após se entregar, se afastou do cargo após pedido de licença médica, mas reassumiu o posto em dezembro.

Besteira fatal

A confusão teria começado após o policial pedir para prefeito abaixar os faróis do carro. Xavier teria sacado uma arma e disparado contra o PM.

Pedir benção

O presidente da Câmara, Hugo Motta (Rep-PB), deve se reunir com Lula antes de definir quem vai relatar a PEC da escala 6x1. A expectativa é que o encontro entre os dois seja na segunda-feira (27).

Ruim, mas melhor

Boletim médico mais recente de Jair Bolsonaro registra melhora na crise de soluço do ex-presidente, com média de um episódio semanal. O problema agora é o ombro, que aguarda decisão do STF para cirurgia.

Bolo e guaraná

O ex-presidente José Sarney celebrou a chegada da nova idade, 96 anos, ao lado de familiares, nessa sexta-feira (24). Sarney agradeceu pelo carinho e diz que o “bolo do Flamengo” completou a alegria.

Nada a ver?

A resolução do Banco Central que proíbe sites de apostas em eventos políticos, sociais etc., derrubou no Brasil todos os sites de previsões como Polymarket e Kalshi, que previam corrida eleitoral apertada entre Lula (PT) e o principal concorrente de oposição Flávio Bolsonaro (PL).

Calúnia, não

O advogado João Paulo Rocha lembrou o caso do ex-senador Éder Mauro, condenado por difamação contra o ex-deputado Jean Wyllys por publicar, em 2020, “vídeo descontextualizado” sobre o ex-BBB.

Muito estranho

O sumiço e morte de onze cientistas americanos ligados a projetos de segurança nacional (até nucleares) nos últimos meses fez a Câmara de dos EUA criar comissão para investigar os casos. Ainda não há indícios.

Até passado é incerto

Aparentemente sem assuntos atuais para atacar, a Procuradoria-Geral da República resolveu abrir investigações contra cinco grandes empresas por “colaboração com o regime militar” entre 1964 e 1985.

Prazos

O pedido de vistas do ministro André Mendonça na ação contra o ex-deputado Eduardo Bolsonaro por “difamação” contra Tabata do Amaral pode durar até 90 dias, segundo o regimento interno do STF.

Pensando bem...

...o governo tem problemas com relator e delator.

PODER SEM PUDOR

Cláudio Humberto

Imune a vigarices

A mais manhosa de todas as raposas políticas mineira, José Maria Alkmin (PSD) certa vez foi procurado por eleitor: “Sabe, deputado, minha mulher acaba de dar à luz e eu não tenho um tostão para pagar o médico nem para comprar umas roupinhas. Aí, eu pensei em procurar o senhor e...”. O político percebeu que estava prestes a ser vítima de um golpe e cortou: “Meu filho, se você teve nove meses para se preparar e agora está desprevenido, imagine eu, que fiquei sabendo agora”.

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