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Giba Um

"Liderança envelhecida não tem mais nada a oferecer. Tá na hora de largar o osso e tá na hora de...

...sair. Há políticos que percebem a hora de dar a vez e acabam impondo atraso ao Brasil", de Tarcísio de Freitas, na cidade de Monteiro Lobato (SP), depois confessando que se referia a Lula

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Decano do Supremo, Gilmar Mendes assumiu a condução da costura do pacto entre Poderes para reforma das instituições. Já conversou com Hugo Motta, e ele abraçou a ideia. Esta semana, falará com Davi Alcolumbre e Lula.

MAIS: o movimento, encabeçado e abraçado por Dino, já produziu efeitos no STF. Nunca um presidente esteve tão isolado quanto está Edson Fachin, mesmo sendo contra quaisquer impeachments de ministros da Alta Corte.

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Para um grande público

A Carolina Herrera apresenta no Brasil o 212 VIP Rosé Cab, uma edição exclusiva (edição limitada), divulgada por meio de uma campanha que conta com a participação de Bruna Marquezine e Angélica. O objetivo é estabelecer uma conexão com a geração Z, particularmente com aqueles que são aficionados por moda, vida urbana e novas tendências comportamentais. A mensagem centraliza-se em um conceito envolvente e direto: “o que acontece no táxi, fica no táxi”. O carro torna-se um ambiente para encontros, segredos e conexões inesperadas, refletindo a vibe noturna e o espírito da fragrância. No clipe, Bruna entra em um táxi, aplica o perfume e deixa o frasco no banco de trás. O recipiente passa por várias pessoas ao longo da noite, entrelaçando uma série de histórias. Ao final, ele chega até Angélica, que encerra a narrativa com um toque de surpresa e intimidade. A participação de Angélica traz uma sensação de nostalgia, fazendo referência à clássica canção "Vou de Táxi", que fez sucesso ao longo das gerações. Por outro lado, Bruna simboliza a modernidade e o alcance global. Juntas, evidenciam uma conexão fluida entre passado e presente e fortalecem a identidade do 212 Cab como uma nova fragrância que dialoga com múltiplos públicos. Com uma estética noturna e urbana, reminiscente de Nova York, a campanha retrata encontros intensos e surpreendentes. O perfume serve como o elo que une essas experiências. Para concluir, os frascos em amarelo, inspirados nos táxis de Nova York, enfatizam a identidade distinta da linha 212 no mercado de perfumes de luxo.

Valdemar contra monopólio do clã

O presidente do PL, Valdemar Costa Neto, tem aconselhado Flávio Bolsonaro a reforçar a articulação política de sua campanha. Costa Neto defende, inclusive, que o "01" busque figuras de fora do partido, usando o convite como forma de consolidar sua base de apoio. Um dos nomes mencionados pelo próprio Costa Neto é o da senadora Teresa Cristina (PP-MS), que já foi até mesmo especulada como uma opção para compor a chapa como candidata a vice-presidente (ela já avisou que não quer). Hoje, a coordenação política da campanha de Flávio está concentrada no senador Rogério Marinho. Ao menos, até a página 2, ou seja, até os limites permitidos pelo clã Bolsonaro a um "forasteiro". Essa é exatamente uma das preocupações de Costa Neto, que já viu, de perto, a família perder uma eleição. O presidente do PL mira a montagem de um rol mais amplo de articulação da campanha como uma maneira de reduzir, mesmo que apenas um pouco, o monopólio do clã sobre a condução da candidatura. Valdemar era contra a candidatura de Flávio: seu sonho era Tarcísio de Freitas candidato ao Planalto e com Michelle Bolsonaro na vice.

Nome favorito

Depois de tentar um vice ligado ao agronegócio e de ter enfrentado resistência no setor, que apoia majoritariamente Tarcísio de Freitas, o ex-ministro e candidato ao governo paulista Fernando Haddad pesquisa mais nomes para a posição. Se já é uma das favoritas para a disputa por uma cadeira no Senado pelo PSB de São Paulo, a ex-ministra Simone Tebet aparece como a mais cotada, à frente de Márcio França (PSB), Marina Silva (Rede), Tabata Amaral (PSB), Marcelo Barbieri (PDT) e até de Teka Vendramini, presidente da Sociedade Rural Brasileira. Simone gostaria de manter sua corrida ao Senado, onde tem grandes chances de ser eleita.

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Vitrine de estilo

“O Diabo Veste Prada 2” é a sequência do icônico filme de 2006, repleta de drama, tendências e uma boa pitada de ironia, com estreia oficial no próximo dia 30 de abril. Na nova narrativa, a revista Runway se depara com um grande desafio, enquanto a adorada Miranda Priestly enfrenta o temor do “cancelamento” online. Para resgatar a reputação do império da moda, Andy Sachs retorna e, junto a Miranda, conta novamente com a colaboração influente de Emily Charlton, que agora ocupa um papel de destaque no setor de luxo. Só que, na sexta (24), ocorreu uma pré-estreia glamorosa no Shopping Cidade Jardim, em São Paulo. O evento se transformou em um verdadeiro desfile de moda, com a presença de celebridades que escolheram visuais marcantes e elegantes. Carla Diaz chamou a atenção com um vestido justo e elegante na cor roxa. Patrícia Poeta optou por uma estética preppy chic, composta por uma camisa de seda e uma saia midi estruturada. Cátia Fonseca ousou ao combinar peças básicas com toques dramáticos, unindo uma t-shirt a uma saia de tule e luvas impressionantes. Outras personalidades conhecidas, como Nicole Bahls, Mileide Mihaile, Astrid Fontenelle, Bianca Andrade e Andrea Guimarães, também marcaram presença, enriquecendo a atmosfera cheia de estilo da ocasião.

A mulher concordou

Patrícia Kundrát, 48 anos, mulher de Fernando Henrique Cardoso, 94, concordou com a interdição do ex-presidente e com a nomeação de seu filho, Paulo Henrique Cardoso, como responsável pela curatela do pai. O termo de anuência é procedimento necessário para a formalização da interdição. Paulo Henrique, Luciane e Beatriz ingressaram com o pedido devido ao agravamento do quadro de Alzheimer do pai. O ex-presidente formalizou união estável com a ex-funcionária do Instituto Fernando Henrique Cardoso em 2014. Ela era administradora da entidade e exercia o cargo de secretária-executiva.

Memória

O vídeo com fantoches da campanha de Romeu Zema, que irritou Gilmar Mendes, já remete a usos na sátira política. Os bonecos foram popularizados pelo "Spitting Image", lançado em 1984 pela britânica ITV. O programa debochava da Família Real, da premiê Margaret Thatcher e da oposição trabalhista. Agildo Ribeiro usou o recurso para fazer humor suprapartidário. Interagia com fantoches de Sarney, Brizola, Lula, Collor e Maluf. O programa "Agildo no País das Maravilhas" estreou em 1997 na TV Bandeirantes, onde o tema de abertura era: "Ai, Brasil! Ai, Brasil! Qualquer dia a gente acorda, vai olhar e ele sumiu..."

Pérola

"Liderança envelhecida não tem mais nada a oferecer. Tá na hora de largar o osso e tá na hora de sair. Há políticos que percebem a hora de dar a vez e acabam impondo atraso ao Brasil",

de Tarcísio de Freitas, na cidade de Monteiro Lobato (SP), depois confessando que se referia a Lula.

Sem FGC e BRB 1

Enquanto negocia termos de sua delação premiada com a Polícia Federal e a Procuradoria-Geral da República e oferece um ressarcimento bilionário para o rombo das previdências estaduais e municipais, o dono do Master, Daniel Vorcaro, tem sinalizado que não pretende desembolsar nenhum centavo para suas instituições que foram arrastadas para o epicentro da crise: o Banco de Brasília (BRB) e o Fundo Garantidor de Créditos (FGC). O ex-banqueiro estaria disposto a pagar uma multa de R$ 40 bilhões ao longo de dez anos.

Sem FGC e BRB 2

Pessoas ligadas às tratativas relatam que Vorcaro crê que a dívida do BRB já foi superada. As fraudes nas carteiras de crédito vendidas pelo banco estatal de Brasília já teriam sido compensadas pelos ativos que o Master entregou quando o Banco Central, a PF e o Ministério Público já investigavam o caso. Esses ativos foram avaliados pelo Master em R$ 21 bilhões. O BRB discorda e já acionou o Supremo, pedindo que parte da multa da delação premiada seja reservada para cobrir prejuízos que o Master provocou no banco estatal. E o FGC não teria nada a receber, porque o fundo já foi acionado para prestar assistência financeira dentro dos limites legais.

Buscando parceiros 1

A Sabesp tem conversado com grandes fundos de private equity em torno de um possível consórcio para disputar a privatização da Copasa (Cia. de Saneamento de Minas Gerais). Um dos interessados seria o Kinea, leia-se Banco Itaú. Ressalta-se que a gestora já tem participações relevantes no setor, na Rio+ Saneamento, na Águas do Brasil e na Ourinhos Saneamento e Ouro Preto, ambas controladas pela GS Inima. Paralelamente, a Sabesp cogita ainda uma engenharia financeira doméstica.

Buscando parceiros 2

Mais: a Sabesp gostaria da participação da área de desestatizações da Copasa em associação com a própria Equatorial, sua acionista de referência. De toda forma, a ex-estatal paulista avança na direção de Minas Gerais com passos cautelosos. A direção da Sabesp enxerga alguns riscos no processo de privatização da Copasa. Entre eles, o cronograma considerado apertado para a modelagem da operação e a própria complexidade regulatória do estado de Minas Gerais. Há ainda incertezas em relação à estrutura tarifária, às obrigações de investimento para universalização do saneamento e ao passivo potencial da companhia.

Olhe na IA

A FecomercioSP acaba de lançar o livro "O Mundo do Trabalho na Era dos Algoritmos", uma coletânea de artigos do Conselho do Emprego e Relações do Trabalho. Na apresentação, Abram Szajman, presidente da FecomercioSP, avisa sobre o conteúdo do livro: "Mudanças de grande magnitude fascinam e assustam. No caso do mundo do trabalho, essas transformações impõem uma nova realidade". No primeiro artigo, com o título "Tecnologia, Trabalho e Dever da Prudência", Ivo Dall'Acqua Jr., presidente em exercício da entidade, acentua que "o avanço da IA nas decisões que afetam empresas e trabalhadores exige diálogo, responsabilidade e escolhas regulatórias calibradas". Não poderia ser mais lúcido.

Contra "taxa das blusinhas"

Riachuelo e Renner, duas das maiores varejistas de moda do país, cansaram da expressão "taxa das blusinhas"; consideram-na simpática para algo que julgam nocivo à indústria nacional. A Riachuelo, por outro lado, usa outro termo para dar dimensão real ao problema: "incentivo chinês". A Renner pergunta qual o sentido de estimular o crescimento de outros países em detrimento do Brasil. Querem o fim da taxação para importação de compras de baixo valor, agora citada pelo presidente Lula como "ação de campanha".

Mistura Fina

Depois da Caixa, a Polícia Federal investiga fraudes contra o Banco do Brasil. O crime organizado tomou de assalto os bancos federais. As investigações apontam que o Banco do Brasil também teria sido vítima de fraudes financeiras cometidas pelo Comando Vermelho. Trata-se do mesmo esquema de lavagem de dinheiro que impôs perdas de aproximadamente R$ 500 milhões à Caixa Econômica, de acordo com as apurações no âmbito da Operação Fallax. Cabe lembrar que o Grupo Fictor também é citado nas investigações, vinculado a supostos crimes de gestão fraudulenta, apropriação indébita financeira e emissão de títulos sem lastro.

No dia 25 de março, Rafael Góis, fundador e CEO da instituição financeira, foi alvo de uma operação de busca e apreensão. O grupo se notabilizou pela tentativa de compra do Master às vésperas de o BC decretar a liquidação do banco. Por enquanto, a Polícia Federal diz que "não se manifesta sobre eventuais investigações em andamento". A presidente do BC é Tarciana Medeiros, que tomou posse em 2023, sendo a primeira mulher a liderar a instituição nos últimos 200 anos.

A mudança na defesa de Paulo Henrique Costa, ex-presidente do BRB, não estaria relacionada apenas à sua intenção de fechar um acordo de delação premiada. O ex-governador Ibaneis Rocha teria feito gestões junto a Costa para que ele trocasse de advogado. Seria uma forma de evitar constrangimentos para Ibaneis. O pano de fundo é a relação de proximidade do então advogado de Costa, Cléber Lopes, com o próprio ex-governador. Ambos são amigos.

Lopes já advogou em diferentes ocasiões para o ex-governador. Ibaneis tem feito de tudo para se desvincular de Costa, preso sob acusação de ter recebido de Daniel Vorcaro o equivalente a R$ 146 milhões em imóveis para aprovar a compra do Master pelo BRB. O ex-governador do Distrito Federal vem repetindo que não teve a menor ingerência sobre a operação e que tudo foi conduzido pela diretoria do banco estatal.

In – Espaghetti all’Assassina
Out – Macarrão com Chocolate Amargo

Direito

O que a Justiça pode determinar quando o trânsito destrói uma família

Confira a coluna desta quinta-feira (13)

13/08/2026 00h03

Leandro Provenzano

Leandro Provenzano Foto: Montagem / Correio do Estado

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Recentemente, um caso que tramitou no Tribunal de Justiça de Minas Gerais manteve, no fim de julho, a condenação de uma concessionária de energia elétrica pela morte de um ciclista atropelado por um funcionário que prestava serviço à empresa.

Os dois filhos da vítima, adolescentes na época, receberão R$ 25 mil cada um por danos morais, além de pensão mensal equivalente a dois terços dos rendimentos do pai até completarem 25 anos. O atropelamento aconteceu em 2009, mas somente agora, 17 anos depois é que o caso foi julgado pelo Tribunal.

O caso é didático porque reúne, em um único julgamento, quase tudo o que uma família precisa saber depois de um acidente de trânsito, e quase tudo o que ela costuma ignorar.

O primeiro ponto é quem paga. Existe a crença de que a responsabilidade começa e termina no motorista. Não é assim.

A lei estabelece que o empregador responde pelos danos causados por seus empregados no exercício do trabalho, e responde independentemente de ter culpa própria. Ou seja: não interessa se a empresa treinou bem o motorista, se exigiu curso de direção defensiva ou se o veículo estava em ordem. Se o funcionário atropelou alguém trabalhando, a empresa responde.

Isso muda tudo na prática. Uma coisa é buscar reparação contra um motorista que não tem patrimônio algum. Outra, bem diferente, é acionar a empresa para a qual ele trabalha, que tem CNPJ, faturamento e, quase sempre, seguro de responsabilidade civil.

O segundo ponto é a prova. A defesa da concessionária sustentou que o ciclista teria entrado repentinamente na via, apoiando-se no boletim de ocorrência. A relatora rejeitou o argumento com uma observação que vale guardar: boletim baseado exclusivamente na versão do condutor envolvido é relato unilateral de quem tem interesse direto no resultado. Boletim de ocorrência não é sentença. 

Muitas famílias desistem de buscar seus direitos porque leram no documento uma versão que as culpa. Essa versão pode, e deve ser contestada com testemunhas, perícia, imagens e prova técnica. Vale lembrar, ainda, que o Código de Trânsito impõe ao motorista o dever de guardar distância lateral mínima de um metro e meio ao ultrapassar ciclistas, exatamente por serem eles os usuários mais frágeis da via.

O terceiro ponto é o que a Justiça pode determinar. Em caso de morte, a lei prevê o pagamento das despesas com tratamento, funeral e luto, além de pensão aos que dependiam economicamente da vítima. Para os filhos, os tribunais costumam fixar essa pensão em dois terços da renda até os 25 anos; para o cônjuge ou companheiro, até a idade provável de vida da vítima.

Soma-se a isso o dano moral, que é direito próprio de cada familiar, não se divide um valor único entre todos. 

Quando a vítima sobrevive, o raciocínio é o mesmo. A lei garante o custeio integral do tratamento, os lucros cessantes (o que a vítima deixou de ganhar) referentes ao período de afastamento e, havendo redução permanente da capacidade de trabalho, pensão correspondente a essa perda.

Cicatrizes, amputações e deformidades geram dano estético, que o Superior Tribunal de Justiça reconhece ser cumulável com o dano moral. São verbas distintas, e pedi-las separadamente pode alterar significativamente o resultado.

Resta o tempo

O caso mineiro levou dezessete anos entre o acidente e a decisão de segundo grau, mas o prazo para ingressar com a ação é curto. Provas se perdem, testemunhas somem, câmeras são sobrescritas.

Se você perdeu alguém no trânsito, ou ficou com sequelas depois de um acidente, e o responsável estava trabalhando quando aquilo aconteceu, existe muito mais em jogo do que um acordo rápido oferecido pelo seguro nas primeiras semanas. Vale conhecer o tamanho real do que a lei assegura antes de assinar qualquer coisa.

Leandro Amaral Provenzano - OAB/MS 13.035. Sócio do escritório Provenzano Advogados.

CLAÚDIO HUMBERTO

"Quem deve explicações é o Lula"

Flávio Bolsonaro (PL), sobre Lulinha, filho do presidente, e a falcatrua no INSS

12/08/2026 07h00

Cláudio Humberto

Cláudio Humberto

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Bens de governador petista crescem mais de 400%

São nove os governadores que estão no cargo e vão buscar a reeleição este ano. Quase todos tiveram aumento no patrimônio. Alguns com elevação que supera os 460%, como é o caso de Clécio Luís, com passagem pelo Rede, PT, Psol, Solidariedade e, agora, no União Brasil. Os quatro anos no governo do Amapá parecem ter feito bem às finanças de Clécio, que, em 2022, declarou patrimônio de R$88,5 mil. Agora, o governador admitiu à Justiça Eleitoral ter R$R$497,9 mil em bens.

Petista 407% mais rico

O petista Elmano de Freitas (Ceará) também viveu tempos de bonança. O patrimônio decolou de R$72,1 mil (2022) para R$366,4 mil.

Pobre Riedel

Eduardo Riedel (PP-MS) é o único “mais pobre”. O patrimônio encolheu em 4 anos e desceu de R$20,7 milhões para R$16,1 milhões.

Modesta variação

Dos que tiveram aumento, Raquel Lyra (PSD-PE) registra a oscilação mais modesta, 5,56%. Passou de R$340,5 mil para R$359,4 mil.

É o admitido

A coluna chegou aos valores após cruzar os dados repassados pelos próprios candidatos ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

Lula promete pasta da Segurança 43 meses atrasado

Lula (PT) sempre passa vergonha quando faz juras eternas de combater a criminalidade, como a promessa de criar o Ministério da Segurança, com 43 meses de atraso. Para quem manda sua bancada boicotar no Congresso projetos que são aspiração dos brasileiros, como a redução da maioridade penal, e após saudar uma traficante em seu palanque na Favela do Moinho, em São Paulo, como lembrou Tarcísio Gomes de Freitas no debate da Band, desautoriza qualquer lacração nessa área.

Nunca na História

Nunca houve Ministério da Segurança nos mais de 18 anos dos cinco governos do PT.

Primeiro

A primeira vez que houve pasta específica para a Segurança Pública foi na gestão Michel Temer (MDB).

Caso único

O ex-deputado Raul Jungmann continua a ser o único ministro da Segurança da História do Brasil.

Mitomania em movimento

O “afastamento” do ministro da Propaganda da campanha de Lula (PT), em razão de “desavença”, ainda mais tendo sido “substituído” pelo próprio sócio, soa tão falso quanto ex-presidiário jurar combate ao crime.

Ataques investigados

Empresário forte de Goiânia, da área de show business, vem sendo acusado na política do DF de bancar ataques nas redes sociais contra a governadora Celina Leão (PP). O caso está sob investigação.

Caiu a ficha

Demorou, mas a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro finalmente deu sinais de haver percebido que suas desavenças públicas com o enteado Flávio favoreciam os adversários. “Briga tem em toda família”, diz agora.

Por conta

Difícil Lula retribuir a Nabor Wanderley (Rep-PB) o apoio público que recebeu de Hugo Motta (Rep-PB), filho do candidato ao Senado. O petista vai pedir votos para Veneziano Vital (MDB) e João Azevedo (PSB)

Vergonha histórica

Condenado à morte por crimes contra a humanidade, o ex-ditador sírio Bashar al-Assad foi um dos “ídolos” da esquerda por atacar os EUA sistematicamente. Em 2010, recebeu do então presidente Lula a maior condecoração brasileira: o Grande Colar da Ordem do Cruzeiro do Sul.

Esquema

Era pluripartidário o rolo de vereadores com facção que cobrava pedágio para acessar regiões de Sobral (CE). Os envolvidos, segundo a PF: Carlos do Calisto (PSB), Junim do Povo (Pode) e Mario Vicktor (União).

É simbólico

O segundo ato de campanha de Flávio Bolsonaro (PL) deve ser na cidade em que o pai sofreu um atentado promovido por ex-militante do Psol, em 2018. Flávio vai a Juiz de Fora (MG) em 17 de agosto.

Demora por quê?

Sob supervisão do Judiciário, de perito, da PF e do Ministério Público, Alfredo Gaspar, candidato a vice de Flávio (PL), já disponibilizou seu DNA para agilizar o confronto com amostra da suposta “vítima” exposta por Lindbergh Farias (PT) e Soraya Thronicke. Só falta o STF avaliar.

Pensando bem...

...política ainda é um excelente negócio.

PODER SEM PUDOR

Cláudio Humberto

Não te fresqueia, tchê

O líder gaúcho Flores da Cunha era do tipo que não guardava papas na língua e zelava pela reputação dos machos do Rio Grande do Sul. Mas, certa vez, num comício em Uruguaiana, ao ser saudado, um orador local exagerou nos elogios: “Bravo general, corpo de espartano, cérebro ateniense, coração de pomba, alma de dama...”. Ele chama o chefe político e ordena, interrompendo o discurso: “Tira esse demente daqui antes que ele me chame de fresco”.

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