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CLÁUDIO HUMBERTO

"Lula acha que o Brasil tem dinheiro ilimitado. Só pensa em gastar"

Deputado Sargento Gonçalves (PL-RN) sobre ao Brasil vir a ter o maior IVA do mundo

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“Lula acha que o Brasil tem dinheiro ilimitado. Só pensa em gastar”
Deputado Sargento Gonçalves (PL-RN) sobre ao Brasil vir a ter o maior IVA do mundo

Sem embaixador no Catar, Brasil perde interlocução
Diplomatas experientes estão impressionados com os fracassos do Ministério das Relações Exteriores do governo Lula (PT) no conflito em Israel, da presidência rotativa do conselho de segurança da ONU à negociação para resgatar brasileiros.

Sem embaixador no pais há dois anos, o Brasil perdeu interlocução de alto nível com o Catar, país que praticamente define listas de estrangeiros autorizados a deixar a Gaza do Hamas. O Catar retribui com idêntico desapreço, ignorando o Brasil.

Bajulação ignorada
Nem mesmo a atitude bajuladora do governo Lula em relação ao Hamas abriu caminho para os 34 brasileiros inscritos a saírem.

Caminho errado
Desatualizado, Celso Amorim fez o ministro pau-mandado Mauro Vieira optar pelo caminho errado (Egito-Israel-EUA) para liberar os brasileiros. 

Companheirada
O Itamaraty petista mantém acéfala a embaixada no Catar, mas não deixou de nomear seis embaixadores para variados postos em Paris.

Ministro fraco
Plantonista no socorro a autoridades em dias chuvosos, Mauro Vieira é tratado com ironia na Casa: “o guarda-chuva mais rápido do oeste”.

Enel assumiu Eletropaulo e o pódio do Procon
Desde que assumiu o controle da antiga Eletropaulo, a distribuidora de energia Enel figura no pódio de empresas com maior número de reclamações do Procon-SP. Dados mais recentes disponíveis indicam que em 2022 a Enel desbancou bancos, operadoras de telefonia e varejistas, os campeões de queixas.

Assumiu o segundo lugar desse ranking negativo. Das 6.789 reclamações, só 1.043 foram resolvidas, taxa irrisória de 15,36%. Em 2021, o resultado foi ainda pior e ficou no topo das mais reclamadas, só atendeu 6% das 12.766 queixas.

Desanimador
Os dados de 2023 ainda não foram consolidados, mas o painel do Procon registra impressionantes 16.488 reclamações contra a Enel.

Histórico ruim
O triste histórico iniciou em 2018, quando a Enel já figurava em 5ª posição. Em 2019 só resolveu 13% das 1.286 reclamações no Procon.

Deu de ombros
Em 2020, a empresa deu banana ao consumidor, assumindo a liderança nas queixas. Atendeu só 2% das 36.423 reclamações.

Assim, ó
António Costa é mais um primeiro-ministro socialista de Portugal que perde o cargo por corrupção. Outro foi José Sócrates, que até foi preso por roubar o país. Ambos têm em comum uma estreita amizade a Lula. 

Casa despencando
Nikolas Ferreira (PL-MG) registrou o pedido da Polícia Federal de mais tempo para investigar denúncia de rachadinha do deputado Janones (Avante-MG): “Eu disse que a casa estava caindo”, lembrou.
 
Pedala, Aneel
Após quatro dias de apagão em São Paulo, Fabio Wajngarten fez a pergunta que não quer calar: “Onde está a agência reguladora do Lula para defender o povo de São Paulo?”. Alô, Aneel!

Vai que é tua
O senador Carlos Portinho (PL-RJ) ironizou suposta pressão do governo pela remoção dos nacionais que estão de molho na Faixa de Gaza: “Machão esse Lula. Vai fazer o que?”, provocou.

Pompa para o centrão
Se não cancelar de última hora, Lula empossa quinta (8), com pompa, o novo presidente da Caixa, Carlos Vieira. Já gera ciumeira a cerimônia no Planalto, deferência que alguns ministros não tiveram.
 
Pé-frio ataca novamente
Foi só o presidente Lula e o PT declararem apoio ao peronista Sergio Massa, ministro que comanda a economia arruinada da Argentina, que o libertário Javier Milei abriu vantagem nas pesquisas.
 
Assim é fácil
A deputada Talíria Petrone (Psol-RJ), que circula em Brasília com Uber bancado pela Câmara, deu apoio à greve dos rodoviários contra pobre. Talíria torrou R$1.891,71 com Uber só em outubro, por nossa conta.

Desengaveta
“O que falta ainda para virar realidade?”, reagiu o deputado Gustavo Gayer (PL-GO) ao lembrete de Arthur Lira, presidente da Câmara, de que descumprir a meta fiscal pode dar em crime de responsabilidade.

Pergunta na Esplanada
Ministro desautorizado continua sendo autoridade?

PODER SEM PUDOR

Santa inspiração
Deus não ajudou o governador catarinense Luiz Henrique (MDB) naquele dia de 2004: ele mostrava orgulhoso às freiras de Nova Trento o projeto de construção do santuário de Madre Paulina, tendo ao lado o autor do projeto, Rafael Grecca, ex-ministro e depois deputado federal e prefeito de Curitiba.

Uma das freiras achou-o “carnavalesco” e outra sacramentou: “É incompatível com os ensinamentos da fundadora da Ordem do Sagrado Coração de Jesus...” Construíram um mais simples, sem dinheiro dos contribuintes.

CLÁUDIO HUMBERTO

"Não podemos mais conviver com o que estamos vivendo"

Ronaldo Caiado (PSD), ao prometer anistia aos condenados pelo 8 de janeiro de 2023

09/08/2026 08h01

Cláudio Humberto

Cláudio Humberto

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Mulher de Marcola teve aval para trabalhar no PT

A quase decorativa Comissão de Ética Pública da Presidência da República liberou Nicole Briones para trabalhar no PT, sem necessidade de respeitar a quarentena imposta aos que ocupam cargos estratégicos na administração pública.

Nicole era superintendente de Comunicação Digital e Mídias Sociais da Empresa Brasil de Comunicação (EBC), mas também é casada com Marco Aurélio Santana Ribeiro, o Marcola, agora ex-chefe do gabinete pessoal de Lula (PT). Problema resolvido.

Ano de ouro

Nicole foi convidada em 2025 para coordenar as mídias sociais do PT. Ela é dona da Matilha Comunicação, aberta no mesmo ano do convite.

Corrente

O processo foi relatado pelo conselheiro Bruno Espiñeira Lemos, que não viu conflito de interesse. Lemos foi nomeado por... Lula.

Colado em Lula

Marcola era um dos assessores mais próximos de Lula, até emprestava o celular ao presidente. Estava na campanha de reeleição do petista.

Fim melancólico

Marcola saiu da campanha após flagra de receber dinheiro de lobista amiga de Lulinha enrolada no caso INSS. Nicole não foi localizada.

Média das pesquisas ainda prevê empate técnico

Nos últimos dois meses, foram divulgadas 33 pesquisas eleitorais sobre o cenário de segundo turno para presidente da República. Em média, o atual presidente Lula (PT) lidera com 46% das intenções contra 42,1% do principal adversário, Flávio Bolsonaro (PL).

A média das margens de erro é de 2,1% para mais ou para menos, o que configura empate técnico entre os candidatos, cenário que se repete desde o início do ano.

Bem fora da curva

A CNT/MDA de meados de junho (BR-04256/2026) previu vitória de Lula por 12,5% de vantagem, mesmo com a margem de erro de 2,2 pontos.

Lado oposto

Levantamento Gerp (BR-03067/2026) do início de julho apontou vitória de Flávio por três pontos, com margem de erro de 2,2%.

Empate na prática

Pesquisa Nexus/BTG (BR-02874/2026) do início de agosto viu apenas um ponto separando os dois candidatos; Lula com 46% a 45% de Flávio.

É provocação

Mesmo com aprovação do Senado dos Estados Unidos para Daniel Perez ser embaixador do país no Brasil, Lula só deve andar com a avaliação do indicado de Donald Trump após o 2º turno das eleições. 

Pobre agro

Até o Produto Interno Bruto (PIB) do resiliente agronegócio brasileiro sucumbiu e registrou queda de 2% no primeiro trimestre deste ano. O levantamento é do Cepea em parceria com a CNA.

Pedras fundamentais

Ao confirmar Sanderson (PL) e Marcel van Hattem (Novo) candidatos no Rio Grande do Sul, Flávio Bolsonaro reforçou que a dupla terá papel central na formação da “maioria conservadora no Senado”.

Livramento

Sobre a decisão do governo Lula de rebaixar as relações diplomáticas com a Argentina, Flávio Bolsonaro disse o “próximo país a se libertar de projeto fracassado será o Brasil. A partir de 2027, voltaremos a tratar nossos vizinhos como sócios, não adversários ideológicos”.

Censura de incompetentes

Kim Kataguiri (Missão) criticou pedido de Janja para retirar a plataforma Discord do ar e questionou a atuação da primeira-dama: "quem votou nela?". Para o deputado federal, o país é “refém de incompetentes”.

Chega

Ronaldo Caiado, pré-candidato do PSD ao Planalto, diz que tomará uma série de medidas já no primeiro dia de um eventual governo. Entre elas, anistia aos presos pelo 8 de janeiro. Diz que é para pacificar o país.

Esperança de reabertura

O presidente dos EUA, Donald Trump, disse que um acordo sobre o Estreito de Ormuz é possível já na quarta-feira (12). A expectativa é que até um pré-acordo possa permitir a reabertura da via marítima.

Triste recorde

"Se você está endividado, a culpa é do Lula", acusou Flávio Bolsonaro ao comentar o recorde de endividamento das famílias brasileiras, que atingiu 82%. Para o candidato ao Planalto, “a conta não fecha”.

Pensando bem...

...tem casamento que é bom negócio.

PODER SEM PUDOR

Conta de somar

Homem sério, o líder mineiro Milton Campos nunca foi daqueles políticos que tentam explicar o inexplicável.

Ele perdeu para João Goulart, em 1960, a eleição para vice-presidente da República, que na época não era “casada” com a de presidente. Na expectativa de obter uma avaliação profunda do seu próprio insucesso, um jornalista provocou:

“Dr. Milton, por que o senhor perdeu?”. Encerrando a conversa mole, disse: “Perdi porque ele teve mais votos”.

 

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Arthur Maximilliano

A nova era dos dados: quando o empresário deixa o achismo para trás e passa a decidir com clareza

04/08/2026 00h03

COLUNISTA ARTHUR MAXIMILIANO

COLUNISTA ARTHUR MAXIMILIANO

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Durante muito tempo, o sucesso de uma empresa foi construído sobre a experiência e o famoso "faro" do empreendedor. A intuição sempre foi protagonista nas grandes decisões. Mas algo mudou — e mudou rápido.

Hoje, quem ainda aposta apenas na sensação corre o risco de ficar para trás, enquanto outros aprenderam a ler os sinais que os números deixam pelo caminho. Não se trata de abandonar a intuição. Trata-se de potencializá-la.

Bem-vindo à era da gestão orientada por evidências, onde o dado se tornou o novo instinto do líder.

Do achismo à clareza empresarial

Tomar decisões sem dados é como dirigir de noite com os faróis apagos. O carro até anda, mas cada curva vira uma aposta.

Os líderes que prosperam hoje são aqueles que transformaram números em narrativas reais. Eles sabem que cada gráfico revela um comportamento, cada indicador esconde (ou revela) uma oportunidade, e cada desvio traz um aprendizado valioso.

Não olham para uma planilha como algo frio ou técnico. Olham como quem lê o pulso da empresa — e transformam informação em ação.
Business Intelligence: o espelho fiel do seu negócio

Com o avanço do Business Intelligence e das ferramentas de visualização, ficou possível enxergar a empresa em tempo real. Hoje, você descobre onde o dinheiro entra, onde escapa e onde poderia render mais — tudo em um único painel.

Mas BI não é só tecnologia. É sobre fazer as perguntas certas:

Quais produtos realmente sustentam meu lucro?

Qual canal me traz clientes que ficam?

Qual time entrega mais com menos atrito?

Quando o dado responde, você para de adivinhar e começa a decidir de verdade.

A combinação entre razão e sensibilidade

O dado mostra o caminho. Mas quem escolhe a direção ainda é você.

A melhor liderança não é aquela que abandona a intuição — é a que a usa com inteligência. Intuição apoiada em dados deixa de ser palpite e vira estratégia. É nesse ponto que tecnologia e humanidade se encontram: o dado oferece o diagnóstico; o líder, o propósito.

Inteligência Artificial e o novo papel do gestor

Com a Inteligência Artificial, as empresas deixaram de apenas olhar para trás. Agora, elas antecipam o que vem pela frente. Sistemas identificam padrões, preveem quedas de receita, antecipam cancelamentos e até recomendam ações antes que o problema bata à porta.

Mas o verdadeiro diferencial está em quem interpreta o que a IA aponta. O dado mostra o que está acontecendo. A inteligência humana entende por que — e decide o que fazer a partir disso.

O dado como cultura, não como ferramenta

A empresa do futuro não será a que tiver mais tecnologia. Será a que ensinar sua equipe a pensar com base em dados. Quando cada pessoa, de qualquer área, entende o impacto real de suas decisões nos resultados, a empresa deixa de reagir e passa a planejar.

Decidir com dados é decidir com consciência. E consciência é a base da alta performance.
 

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