Colunistas

GIBA UM

"Não me preocupo quando dizem que o agro não gosta do Lula"

de LULA // presidente eleito, sobre suas relações com o agronegócio brasileiro.

Continue lendo...

“Não me preocupo quando dizem que o agro não gosta do Lula. Não quero que gostem, mas que me respeitem!”, 
de LULA // presidente eleito, sobre suas relações com o agronegócio brasileiro.

In – Depilação com luz pulsada  
Out – Depilação com cera fria

Tapete vermelho 

Mais uma vez o tapete vermelho foi estendido. Desta vez no Mandalay Bay Events Center, em Las Vegas (EUA), para a 23.ª edição do Grammy Latino. A atração foi comandada por Anitta, Laura Pausini, Thalía (primeira, segunda e terceira fotos respectivamente) e Luis Fonsi.

O grande vencedor da noite foi o cantor uruguaio Jorge Drexler, que levou as seis estatuetas no qual foi indicado, e de quebra ainda dividiu a estatueta de ‘Melhor Canção em Língua Portuguesa’, de Marisa Monte, no qual faz uma participação.

O rapper porto-riquenho Bad Bunny, foi indicado para 10 categorias e levou cinco. Já cantora espanhola Rosalía (quarta foto) foi indicada para 9 categorias e recebeu 4 estatuetas, entre elas a do ‘Álbum do ano’.

Outras brasileiras também brilharam: Liniker primeira artista transgênero brasileira a vencer o Grammy Latino, levando sua estatueta como ‘Melhor Álbum de Música Popular Brasileira’, com seu primeiro trabalho solo Borboleta Anil, vencendo artistas consagrados como Caetano Veloso, Ney Matogrosso e Marisa Monte; outra brasileira que também levou seu prêmio de  Melhor Álbum de Samba/Pagode foi Ludmilla (quinta foto) com o álbum Numanice #2. Christina Aguilera (última foto) que teve 7 indicações não saiu de mão abanando, levou o prêmio de ‘Melhor Álbum Pop Vocal Tradicional’, ao contrário de Anitta que recebeu duas indicações e não levou nada.

Crianças ameaçadas  

Juízes da infância estão alertando que a Constituição aponta o dever de todos de garantir que crianças sejam privadas da violência. Pais, família, todos ao redor, especialmente em situações de risco, têm o dever de proteger as crianças, como as que estão sendo expostas em bloqueios e protestos golpistas que acontecem no país.

Agora, o corregedor nacional de Justiça, Luiz Felipe Salomão, também ministro do STJ, está determinando aos titulares de varas da infância que tomem medidas para prevenir ou corrigir essas situações de risco para as crianças. Elas aparecem carregando faixas de protesto, em grupo, usando camisetas com frases de efeito e até mesmo no colo de familiares.

O CNJ acompanha a situação das crianças nessas manifestações e quer saber de suas condições de higiene (em barracas cheias de lama por causa das chuvas), alimentação, frequência à escola, mais direito a lazer e moradia. Quer impedir que elas sejam usadas como escudos. Em casos extremos, o comportamento pode levar à perda da guarda.

O ministro Luis Felipe Salomão salienta em suas mensagens a juízes da infância que essas manifestações têm caráter “ilegal, inconstitucional e ilegítimo”. Também o Conselho Tutelar e o Ministério Público estão atentos à participação de crianças nas manifestações.

Duas pontas  

Ainda sobre o Grammy Latino: a grande surpresa da noite aconteceu  por conta de duas categorias que teve dois ganhadores. A primeira foi ‘Melhor Canção Pop’, onde houve um empate de Jorge Drexler (La Guerrilla de la Concordia) e Sebastián Yatra (Tacones Rojos).

O outro foi mais impactante ainda na categoria ‘Artista revelação, onde houve um empate entre Angela Alvarez (à esquerda)e Silvana Estrada (à direita). Angela  é cubana e tem 95 anos, que conseguiu gravar seu primeiro álbum aos 90 anos com a ajuda de seu neto, Carlos José, produtor musical; já Silvana é mexicana, tem 25 anos e lançou seu primeiro álbum solo Marchita, no início de 2022, mas é o terceiro na sua carreira, os dois outros ela gravou com uma banda de jazz comandada por Carter McLean.

Candidatos 

Se a presidente nacional do PT, Gleisi Hoffmann, for escolhida por Lula para ocupar a Casa Civil (ela assumiu o mesmo cargo por um tempo no primeiro governo de Dilma Rousseff), deverá, por conta do estatuto do partido, deixar a presidência da legenda.

Por conta dos boatos, já estão em ação, de olho no comando do PT, três candidatos: os vice-presidentes Márcio Macedo e José Guimarães (CE), que é também deputado federal e o ex-presidente da sigla, Rui Falcão, também parlamentar.

Mercado, não 

O vice-presidente eleito e coordenador da transição do governo Geraldo Alckmin pediu, com muito jeito, a Gleisi Hoffmann, presidente do PT, que mesmo tentando seguir Lula, deixasse de falar sobre o mercado. Ela fala como se o mercado fosse uma entidade ou mesmo uma pessoa.

Na semana passada, afirmou que “o mercado não tem fome”. Gleisi e Guido Mantega precisam ser convencidos a não abrir a boca sobre economia. Mantega, à propósito, já foi embora e muita gente respirou aliviada.

Conter despejos  

O presidente eleito Lula quer adotar, em seu governo, medidas para conter remoções e despejos de pessoas em situação de vulnerabilidade, especialmente em cidades maiores do país.

Poderia criar um órgão específico para a área, uma espécie de “Incra urbano” ou usar imóveis da própria União com valor de mercado para construção de habitações populares destinadas a famílias em situação vulnerável.

Parte desses estudos estão sob o guarda-chuva da ex-presidente da Caixa, Maria Fernanda Ramos, que reaparece e integra a equipe de transição no Comitê das Cidades. 

MAIOR BANCADA 

Luciano Bivar, presidente do União Brasil, quer firmar uma federação com o PP, partido do presidente da Câmara, Arthur Lira.

O grupo teria a maior bancada da Casa, superando o PL, que já declarou oposição ao futuro governo de Lula, com 99 deputados e o PT, com 68 parlamentares (80 na federação com PV e PCdoB).

Para a Câmara, o União Brasil elegeu apenas 59 deputados. A federação PP-União Brasil ajudaria Lira a se reeleger para a presidência da Câmara. E Bivar seria contemplado com indicação a comissões da Casa.

Quer ser ministro  

O embaixador brasileiro no Cairo, Antônio Patriota, colaborou no convite do Egito para Lula participar da COP27. Lá se esmerou na adulação a Lula, incluindo carrão com motorista e bandeira do Brasil tremulando nos paralamas.

Patriota agiu à revelia do Itamaraty porque seu projeto é voltar a ser ministro das Relações Exteriores, cargo que ocupou no governo Dilma Rousseff. E a primeira etapa venceu: seu nome está sendo cotado pelo grupo mais próximo de Lula.

OPORTUNISTA  

A manifestação do PGR Augusto Aras classificando o empréstimo consignado aos beneficiários do Auxílio Brasil como inconstitucional foi interpretada pelo Planalto como um gesto oportunista.

Bruno Bianco, da AGU, achou a mesma coisa: afinal, foi o principal avalista da legalidade da medida, lançada às vésperas da eleição. a equipe de Bianco acha que Aras está fazendo sinais de aproximação com o futuro governo, com o qual ainda terá nove meses de coabitação. Bianco deixa o cargo, automaticamente, em janeiro.

Conversa final  

Mais de 35 pedidos de audiência reservada com Lula por parte de chefes de estado presentes à COP27 não puderam ser atendidos por falta de espaço nos encontros já compromissados.

Quase em cima de sua despedida da conferência, Antônio Guterres, secretário-geral da ONU (e antigo primeiro-ministro português) pediu uma conversa com Lula: queria deixar quase marcada a COP 30 na Amazônia, como o presidente eleito pretendia que fosse. E foi cancelada uma coletiva para mais  de 70 representantes da mídia mundial.

Vara curta 

Depois de dias ouvindo xingamentos nas ruas de Nova York e ver bolsonaristas carregando cartazes pedindo sua prisão, Alexandre de Moraes, presidente do TSE e ministro do STF, enviou pedido de afastamento do ministro da Defesa, general Paulo Sérgio de Oliveira Nogueira, à Procuradoria-Geral da República, praticamente às vésperas do fim do mandato.

Mais: o ministro Luís Roberto Barroso garante que, depois de uma festa de impropérios à sua pessoa, não ofendeu quem o insultava com a advertência “Perdeu, mané, não amola”.

BAIXA RENDA 

Não será surpresa se Emicida e os influencers Igor Cavalari e Thiago Marques sejam convidados para a área de cultura na transição de governo.

O trio formularia políticas culturais para jovens de baixa renda. No primeiro turno, Emicida chamou Lula de “maior líder político da história do Brasil” e Cavalari e Marques são criadores do podcast Podpah, fenômeno do YouTube com mais de seis milhões de seguidores. A entrevista de Lula, no ano passado, teve em 11 meses, 9,8 milhões de visualizações.

MISTURA FINA 

DEPOIS de não ter conseguido virar totalmente a votação em Minas Gerais de Lula para Jair Bolsonaro, o governador reeleito Romeu Zema agora diz que o ainda presidente foi “infeliz” na comunicação ao longo do mandato e “perdeu para si mesmo” na disputa com o adversário petista. E enfatiza: “A comunicação teve resultados, mas sempre causando muitos ruídos, um desgaste desnecessário”.

O PRIMEIRO-ministro de Portugal, Antônio Costa, quer o apoio de Lula para incrementar negócios com o Mercosul. No ano passado, o bloco econômico  do Mercosul representou apenas 1,2% de todas as exportações portuguesas – e isso por causa do Brasil. Os analistas dizem que tirando-se a antiga “Terra de Vera Cruz”, as vendas para o Mercosul praticamente não existem.

O ATUAL secretário da Fazenda da Bahia, Manoel Vitório, está muito bem cotado para a presidência do Banco do Nordeste. Ele tem dois cabos eleitorais de alto calibre: o ex e o atual governador da Bahia, respectivamente, Jaques Wagner e Rui Costa – este último, inclusive, que já teve seu nome cogitado para o próprio Ministério da Fazenda. Hoje, o Banco do Nordeste é uma capitania de Valdemar Costa Neto, presidente do PL, partido de Bolsonaro – e todos seus indicados seriam afastados.

AINDA a ocupação de imóveis por famílias em situação de vulnerabilidade: a maioria das propriedades estão abandonadas ou com débitos impagáveis e cresceu mais de 30% desde o início da pandemia. Hoje, números que circulam entre a equipe de auxiliares do presidente eleito revelam que há mais de 135 mil famílias ou cerca de 500 mil pessoas nessa situação.

O DEPUTADO federal Eduardo Bolsonaro está ironizando a mudança de termos para falar do governo atual e Lula. segundo ele, orçamento secreto virou “emenda do relator, PEC fura-teto é “PEC de transição” e corrupção transformou-se em “conflito ético”.

UMA publicação de Tarcísio de Freitas no Instagram depois das eleições, atribui sua vitória a Guilherme Afif Domingos, que montou o plano de governo e é o coordenador da transição do governo agora. Bolsonaristas reclamaram dizendo que Tarcísio esquece que quem o inventou como candidato ao governo paulista foi Jair Bolsonaro, que apareceu a seu lado na campanha pela TV. Afif, à propósito, é também um dos fundadores do PSD ao lado de Gilberto Kassab, que ganhou influência na formação do secretariado de Tarcísio.

ESTÁ no The New York Times: desde fevereiro, a modelo brasileira Gisele Bündchen, agora divorciada, se tornou uma adepta da prática de artes marciais. Ela aderiu ao jiu jitsu, muito popular no Brasil. No Instagram, a modelo postou um vídeo onde praticava artes marciais e escreve que estava se sentindo “mais forte, confiante e empoderada” e acrescentando que a defesa pessoal é uma ferramenta essencial especialmente para mulheres.

 

CLÁUDIO HUMBERTO

"Não podemos mais conviver com o que estamos vivendo"

Ronaldo Caiado (PSD), ao prometer anistia aos condenados pelo 8 de janeiro de 2023

09/08/2026 08h01

Cláudio Humberto

Cláudio Humberto

Continue Lendo...

Mulher de Marcola teve aval para trabalhar no PT

A quase decorativa Comissão de Ética Pública da Presidência da República liberou Nicole Briones para trabalhar no PT, sem necessidade de respeitar a quarentena imposta aos que ocupam cargos estratégicos na administração pública.

Nicole era superintendente de Comunicação Digital e Mídias Sociais da Empresa Brasil de Comunicação (EBC), mas também é casada com Marco Aurélio Santana Ribeiro, o Marcola, agora ex-chefe do gabinete pessoal de Lula (PT). Problema resolvido.

Ano de ouro

Nicole foi convidada em 2025 para coordenar as mídias sociais do PT. Ela é dona da Matilha Comunicação, aberta no mesmo ano do convite.

Corrente

O processo foi relatado pelo conselheiro Bruno Espiñeira Lemos, que não viu conflito de interesse. Lemos foi nomeado por... Lula.

Colado em Lula

Marcola era um dos assessores mais próximos de Lula, até emprestava o celular ao presidente. Estava na campanha de reeleição do petista.

Fim melancólico

Marcola saiu da campanha após flagra de receber dinheiro de lobista amiga de Lulinha enrolada no caso INSS. Nicole não foi localizada.

Média das pesquisas ainda prevê empate técnico

Nos últimos dois meses, foram divulgadas 33 pesquisas eleitorais sobre o cenário de segundo turno para presidente da República. Em média, o atual presidente Lula (PT) lidera com 46% das intenções contra 42,1% do principal adversário, Flávio Bolsonaro (PL).

A média das margens de erro é de 2,1% para mais ou para menos, o que configura empate técnico entre os candidatos, cenário que se repete desde o início do ano.

Bem fora da curva

A CNT/MDA de meados de junho (BR-04256/2026) previu vitória de Lula por 12,5% de vantagem, mesmo com a margem de erro de 2,2 pontos.

Lado oposto

Levantamento Gerp (BR-03067/2026) do início de julho apontou vitória de Flávio por três pontos, com margem de erro de 2,2%.

Empate na prática

Pesquisa Nexus/BTG (BR-02874/2026) do início de agosto viu apenas um ponto separando os dois candidatos; Lula com 46% a 45% de Flávio.

É provocação

Mesmo com aprovação do Senado dos Estados Unidos para Daniel Perez ser embaixador do país no Brasil, Lula só deve andar com a avaliação do indicado de Donald Trump após o 2º turno das eleições. 

Pobre agro

Até o Produto Interno Bruto (PIB) do resiliente agronegócio brasileiro sucumbiu e registrou queda de 2% no primeiro trimestre deste ano. O levantamento é do Cepea em parceria com a CNA.

Pedras fundamentais

Ao confirmar Sanderson (PL) e Marcel van Hattem (Novo) candidatos no Rio Grande do Sul, Flávio Bolsonaro reforçou que a dupla terá papel central na formação da “maioria conservadora no Senado”.

Livramento

Sobre a decisão do governo Lula de rebaixar as relações diplomáticas com a Argentina, Flávio Bolsonaro disse o “próximo país a se libertar de projeto fracassado será o Brasil. A partir de 2027, voltaremos a tratar nossos vizinhos como sócios, não adversários ideológicos”.

Censura de incompetentes

Kim Kataguiri (Missão) criticou pedido de Janja para retirar a plataforma Discord do ar e questionou a atuação da primeira-dama: "quem votou nela?". Para o deputado federal, o país é “refém de incompetentes”.

Chega

Ronaldo Caiado, pré-candidato do PSD ao Planalto, diz que tomará uma série de medidas já no primeiro dia de um eventual governo. Entre elas, anistia aos presos pelo 8 de janeiro. Diz que é para pacificar o país.

Esperança de reabertura

O presidente dos EUA, Donald Trump, disse que um acordo sobre o Estreito de Ormuz é possível já na quarta-feira (12). A expectativa é que até um pré-acordo possa permitir a reabertura da via marítima.

Triste recorde

"Se você está endividado, a culpa é do Lula", acusou Flávio Bolsonaro ao comentar o recorde de endividamento das famílias brasileiras, que atingiu 82%. Para o candidato ao Planalto, “a conta não fecha”.

Pensando bem...

...tem casamento que é bom negócio.

PODER SEM PUDOR

Conta de somar

Homem sério, o líder mineiro Milton Campos nunca foi daqueles políticos que tentam explicar o inexplicável.

Ele perdeu para João Goulart, em 1960, a eleição para vice-presidente da República, que na época não era “casada” com a de presidente. Na expectativa de obter uma avaliação profunda do seu próprio insucesso, um jornalista provocou:

“Dr. Milton, por que o senhor perdeu?”. Encerrando a conversa mole, disse: “Perdi porque ele teve mais votos”.

 

Assine o Correio do Estado

Arthur Maximilliano

A nova era dos dados: quando o empresário deixa o achismo para trás e passa a decidir com clareza

04/08/2026 00h03

COLUNISTA ARTHUR MAXIMILIANO

COLUNISTA ARTHUR MAXIMILIANO

Continue Lendo...

Durante muito tempo, o sucesso de uma empresa foi construído sobre a experiência e o famoso "faro" do empreendedor. A intuição sempre foi protagonista nas grandes decisões. Mas algo mudou — e mudou rápido.

Hoje, quem ainda aposta apenas na sensação corre o risco de ficar para trás, enquanto outros aprenderam a ler os sinais que os números deixam pelo caminho. Não se trata de abandonar a intuição. Trata-se de potencializá-la.

Bem-vindo à era da gestão orientada por evidências, onde o dado se tornou o novo instinto do líder.

Do achismo à clareza empresarial

Tomar decisões sem dados é como dirigir de noite com os faróis apagos. O carro até anda, mas cada curva vira uma aposta.

Os líderes que prosperam hoje são aqueles que transformaram números em narrativas reais. Eles sabem que cada gráfico revela um comportamento, cada indicador esconde (ou revela) uma oportunidade, e cada desvio traz um aprendizado valioso.

Não olham para uma planilha como algo frio ou técnico. Olham como quem lê o pulso da empresa — e transformam informação em ação.
Business Intelligence: o espelho fiel do seu negócio

Com o avanço do Business Intelligence e das ferramentas de visualização, ficou possível enxergar a empresa em tempo real. Hoje, você descobre onde o dinheiro entra, onde escapa e onde poderia render mais — tudo em um único painel.

Mas BI não é só tecnologia. É sobre fazer as perguntas certas:

Quais produtos realmente sustentam meu lucro?

Qual canal me traz clientes que ficam?

Qual time entrega mais com menos atrito?

Quando o dado responde, você para de adivinhar e começa a decidir de verdade.

A combinação entre razão e sensibilidade

O dado mostra o caminho. Mas quem escolhe a direção ainda é você.

A melhor liderança não é aquela que abandona a intuição — é a que a usa com inteligência. Intuição apoiada em dados deixa de ser palpite e vira estratégia. É nesse ponto que tecnologia e humanidade se encontram: o dado oferece o diagnóstico; o líder, o propósito.

Inteligência Artificial e o novo papel do gestor

Com a Inteligência Artificial, as empresas deixaram de apenas olhar para trás. Agora, elas antecipam o que vem pela frente. Sistemas identificam padrões, preveem quedas de receita, antecipam cancelamentos e até recomendam ações antes que o problema bata à porta.

Mas o verdadeiro diferencial está em quem interpreta o que a IA aponta. O dado mostra o que está acontecendo. A inteligência humana entende por que — e decide o que fazer a partir disso.

O dado como cultura, não como ferramenta

A empresa do futuro não será a que tiver mais tecnologia. Será a que ensinar sua equipe a pensar com base em dados. Quando cada pessoa, de qualquer área, entende o impacto real de suas decisões nos resultados, a empresa deixa de reagir e passa a planejar.

Decidir com dados é decidir com consciência. E consciência é a base da alta performance.
 

NEWSLETTER

Fique sempre bem informado com as notícias mais importantes do MS, do Brasil e do mundo.

Fique Ligado

Para evitar que a nossa resposta seja recebida como SPAM, adicione endereço de

e-mail [email protected] na lista de remetentes confiáveis do seu e-mail (whitelist).