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Giba Um

"Nikolas e Michelle estão jogando o mesmo jogo. Você vê que um, lado a lado, compartilham o outro...

...e apoiam o outro na rede social, só que estão com amnésia aí. Eu não vi nenhum apoio da Michelle, nenhum post a favor de Flávio", de Eduardo Bolsonaro, reclamando dessa nova 'parceria'. 

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Virginia Fonseca saiu do SBT onde comandava o "Sabadou" com sucesso e depois desfilou na Grande Rio (seu tapa-sexo soltou), onde os jurados reclamaram que ela não teve tanto espaço como merecia. Agora, anda conversando com a Globo. Ela mesma brinca: "São tantas emoções". Virginia tem um patrimônio estimado em mais de R$ 500 milhões.

MAIS: o seu patrimônio inclui uma mansão em Goiás e tem ido a emissora dos Marinho a bordo de seu jatinho e recebida no aeroporto por limusine. Sua empresa "We Pink" dá mais de R$ 170 milhões anuais. A novidade é que Amaury Soares tem assumido: "Eu é que vou levar Virgínia para a Globo" , se bem que não sabe ainda onde colocar.

5 x 2 será campeão

Uma pesquisa qualitativa feita com eleitores do Sudeste, Sul e Nordeste mostra que a proposta de fim da escala de trabalho 6x1 é uma das últimas unanimidades no país. É apoiada independente de posição política, religião ou gênero. Eduardo Sincofsky, condutor da pesquisa, diz que "poder folgar dois dias por semana é visto como um ganho de dignidade que todos reconhecem". Diante dessa maioria, a oposição verá a repetição da armadilha que o governo fez com a isenção de IR: embora os bolsonaristas fossem contra a proposta, na hora da votação, não tiveram a coragem de se opor.

Não ajuda Bananinha 1

Analistas apostam que o ex-deputado Eduardo Bolsonaro não será beneficiado pela decisão da Suprema Corte dos Estados Unidos de derrubar tarifas aplicadas por Donald Trump contra o Brasil (e outros países). "A ação no STF verifica se houve violência ou grave ameaça com a finalidade de interferir no processo judicial", explica o criminalista Berlinque Cantelmo. "Mudança no cenário político ou econômico não desfaz automaticamente a conduta", esclarece.

Não ajuda Bananinha 2

Cantelmo avalia, entretanto, que o fim do tarifaço pode ter reflexos na análise da gravidade da acusação de grave ameaça. "A linha divisória entre retórica política dura e ameaça juridicamente relevante é um dos pontos centrais “do julgamento, avalia Cantelmo. Resumo da ópera: todas as ameaças que Trump fez no passado, com Eduardo Bolsonaro ao lado, com super tarifas a favor da liberdade do ex-presidente ficaram no passado. Agora, Bananinha está longe e pegando carona no cotidiano de Flávio.

 

Grosso calibre 1

Entre os mais próximos de Tarcísio de Freitas, há quem sinta um cheiro de pólvora bolsonarista na artilharia contra o vice-governador de São Paulo, Felício Ramuth (PSD). O próprio clã Bolsonaro está insuflando, nos bastidores, as denúncias contra Ramuth e a esposa Vanessa por lavagem de dinheiro de US$ 1,8 milhão em conta mantida no AndBank, de Andorra. O ex-presidente e sua prole estão interessados na criminalização do vice-governador, malgrado Tarcísio já tenha dito que "tudo isso é fofoca". Eles querem impor o companheiro de Tarcísio na chapa que disputará a reeleição.

Grosso calibre 2

Mais: o bem cotado é o atual presidente da Assembleia Legislativa do Rio, André do Prado (PL). Nos últimos dias, contudo, circula que o clã Bolsonaro teria outro nome guardado no bolso. é o também deputado estadual Conte Lopes (PL). Policial militar aposentado e ex-integrante da famosa Rota, Lopes é um dos representantes mais linha dura da bancada da bala da Alesp. Ficou famoso ao escrever o livro "Matar ou morrer", em resposta à obra "Rota 66", do jornalista Caco Barcellos, que denunciou casos de violência policial em São Paulo. Em alguns, o próprio Conte estava envolvido.

 Focar no futuro

A modelo mais bem paga de 2025  Kendall Jenner está na capa e recheio da Vogue França onde fala de forma  aberta sobre o que de fato é importante para ela neste instante: seu papel como empresária à frente da marca de tequila 818, seus cavalos e seu círculo mais íntimo, no qual  descreve como as bases de um equilíbrio singular, um nítido contraste com a hiperexposição.  Em entrevista contou que entrou no mundo da moda porque se interessava por fotografia e que seus pais ou suas irmãs mais velhas nunca a  influenciaram, pelo contrário deixou ela seguir seus próprios passos.

“Sempre tive um espírito criativo e era fascinada por arte . Mas, quando criança, minha verdadeira paixão era o esporte . Comecei a me interessar por moda na adolescência, através das modelos icônicas da época. E esse interesse surgiu principalmente da fotografia . Fiz um curso de fotografia no ensino médio e, enquanto comparava câmeras, comecei a pedir para minhas amigas posarem para mim. Então, uma coisa levou à outra e, um dia, me vi do outro lado da lente”.

Kendall também revelou que uma das coisas que mais gosta além da arte são cavalos  (possui 6) adora passar tempo com eles quando pode, aliás garante que no tempo livre prefere ficar ao ar livre.  Sobre casamento e filhos é direta: “Quero ter alguns, mas não agora. Quero ter certeza de que poderei dedicar bastante tempo a eles e, por enquanto, ainda estou muito ocupada. Jenner também confessou que quer se dedicar mais tempo a sua marca de bebida.

“Sempre fui fascinada por tequila, tanto como consumidora quanto por ter testemunhado a ascensão e o crescimento de outras marcas. Tive a oportunidade de aprender mais sobre a cultura da tequila. Aprendi muito sobre mim mesma nessa posição de liderança. Isso me permitiu me tornar uma empresária mais perspicaz”. E completa: “Sei exatamente o que quero e como quero que seja feito, e acho que isso inspira confiança na minha equipe. Diria que meu maior ponto forte é a minha autoconfiança. Não sou particularmente severa, mas sei ser firme e forte quando necessário”.

Contra punhalada, rachar a direita

“Traição" se paga com "vendeta": o senador Esperidião Amin trabalha nos bastidores para que o PP, seu partido, lance um candidato próprio ao governo de Santa Catarina, tendo a seu lado o União Brasil. Seria à resposta à punhalada que recebeu nas costas do PL e, em especial, do governador do estado, Jorginho Mello. Na leitura de Amin, Mello lavou as mãos e nada fez para brecar a intentona conduzida pela família do clã Bolsonaro, que impôs a dupla candidatura da deputada federal Carol de Toni e do rebento Carlos Bolsonaro ao Senado pelo PL. Havia um acordo anterior, endossado pelo governador, para que o partido apoiasse Amin na disputa pela reeleição à Casa Alta do Congresso. O tempo mostrou que era um trato escrito à lápis. Amin garante que manterá sua candidatura, mas agora sai de um cenário confortável, com uma recondução quase certa, para o desafio de enfrentar dois bolsonaristas raiz, um deles com Bolsonaro no sobrenome, em um estado em que o clã tem notório recall eleitoral.

Afastando intrigas

Flávio Bolsonaro (PL-RJ), candidato ao Planalto, manifestou-se de forma indireta sobre os desentendimentos públicos envolvendo figuras de seu partido e núcleo familiar. A declaração ocorre após embates que expuseram divisões entre Michelle Bolsonaro, Eduardo Bolsonaro e Valdemar Costa Neto. Através de sua conta oficial na plataforma X, Flávio tentou redirecionar o foco dos correligionários para o pleito:" Está todo mundo querendo vencer a discussão. Mas o que precisamos é vencer a eleição. Gostaria de contar com todas, todos, todes, todys e todXa!". A tentativa de apaziguamento não produziu resultados até agora.

Não é luxo

Conhecida por apresentar o programa “Beija Sapo” e por seu casamento relâmpago com o Ronaldo Fenômeno, Daniella Cicarelli optou por se distanciar do universo artístico em 2013 para se dedicar à prática do triatlo. Hoje também influenciadora usa seu Instagram para dar dicas de bem-estar e exercícios.  Recentemente postou algumas fotos dentro de uma sauna e na legenda foi logo explicando.  “Sauna não é luxo. É estratégia. Enquanto muita gente vê a sauna como relaxamento, eu vejo como performance, recuperação e longevidade. A sauna seca: acelera a recuperação muscular, melhora a circulação e a performance, estimula a liberação de endorfina, ajuda na eliminação de toxinas, reduz estresse, pode melhorar qualidade do sono e ativa proteínas de choque térmico (ligadas à longevidade). É como um treino invisível para o seu corpo. Calor é desconforto. Desconforto é adaptação. Adaptação é evolução".  E a postagem mostrou sua plena forma física aos 47 anos deixando moças na faixa dos 20 anos de queixo caído.

 Cinco pessoas

A candidatura de Flávio Bolsonaro ao Planalto para se viabilizar para valer, depende de cinco pessoas. A mais importante, do pai Jair, ele já tem (foi quem inventou a candidatura, mas precisa de reforço especial). O segundo apoio é de Tarcísio de Freitas, que diz que apoia, que está no barco dele, mas rema sem nenhum entusiasmo. O terceiro nome é de Nikolas Ferreira, que tem uma agenda própria e não inclui nela Flávio (acha que ele não é protagonista). A quarta é Silas Malafaia, que também está com o ex-presidente na goela por ter sido deixado de lado na escolha e a última é Michelle. Os enteados queriam que ela tivesse um papel recatado e do lar, como boa madrasta. O que já não acontece.

Alegrias e dores 1

"Quanto tempo demora para se diagnosticar um câncer no SUS? Quanto tempo se demora para tratar um câncer ou fazer uma cirurgia ortopédica? A gente não tem o menor controle sobre isso". Era Gonzalo Vecina, ex- presidente da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) falando no evento de 35 anos do SUS que, para ele, enfrenta grande desafio em relação ao acesso. Nos transplantes, o quadro é melhor: 95% deles são realizados pelo SUS, mesmo 25% da população coberta pelos planos privados. É um modelo baseado em duas premissas fundamentais, gravidade e ordem de inscrição.

Alegrias e dores 2

Vecina ainda lembrou que o avanço do SUS ainda não alcançou todos os brasileiros. "Nesses quase 40 anos de SUS, ganhamos 20 anos de expectativa de vida, mas esses 20 anos não chegaram a todos. Moro no Alto da Lapa (em São Paulo) onde a expectativa de vida é de 85 anos; a 70 quilômetros dali, na Cidade Tiradentes, é de 65.  Essa desigualdade é o desastre que precisamos combater".

Mistura Fina

O Ministério Público do Rio de Janeiro decidiu reabrir uma investigação contra o ex-vereador Carlos Bolsonaro (PL) para apurar a prática da rachadinha em seu mandato na Câmara Municipal da cidade. Um parecer da assessoria criminal da Procuradoria-Geral de Justiça apontou a necessidade de "prosseguimento das investigações" envolvendo o filho do ex-presidente Jair Bolsonaro e outras 25 pessoas. Em 2024, o próprio MP havia decidido arquivar o caso contra Carlucho.

 O MP quer saber muitas coisas: quem pagava o plano de saúde de Carlos Bolsonaro (em nove anos, ele só pagou um boleto), a compra de um apartamento em Copacabana em 2009, declarando a aquisição do imóvel por R$ 70 mil; e acesso frequentes a um cofre de agência bancária, num país onde esses cofres se destinam à guardar joias, documentos importantes e sigilosos ou grandes somas em dinheiro.

 O Supremo Tribunal Federal (STF) continua emitindo sinais de que vive tempos muito estranhos, como diz o ministro aposentado Marco Aurélio. Após o ministro Edson Fachin arquivar a alegação de suspeição de Dias Toffoli, mandando para a cesta o relatório de mais de 200 páginas da Polícia Federal sobre as relações do banqueiro Daniel Vorcaro, coube ao ministro Cristiano Zanin permitir silêncio para mais um suspeito. É ao menos a 29ª decisão do STF criando dificuldades para a CPMI do INSS.

 O STF concedeu várias vezes o direito de investigados e suspeitos como Vorcaro, de ignorar a convocação da CPMI. Quando obrigou os investigados a comparecer na CPMI o STF associou a medida à pegadinha que lhes concede o direito à boca fechada. Toffoli vetou acesso aos sigilos de Vorcaro à própria CPMI do INSS que os quebrou, reforçando o papel da Corte de criar dificuldades. Muda tudo a decisão do novo relator, ministro André Mendonça, de dar acesso dos sigilos à CPMI. Na prática, põe fim ao sigilo da investigação.

 A oito meses da eleição, Tarcísio de Freitas abriu licitação para reforçar a comunicação da Secretaria da Segurança Pública de São Paulo. O valor é de R$ 18,2 milhões por 15 meses, embora a praxe é que o vencedor dê desconto de até 40%. Mesmo assim, será um acréscimo de R$ 6,7 milhões sobre o contrato atual. A área é das mais sensíveis para Tarcísio, ainda mais em ano eleitoral. Homicídios e roubos têm caído, mas feminicídios, furtos de celular e letalidade policial geram desgaste para o governo.

In – Soda Italiana de maçã verde

Out – Soda italiana de melão

CLÁUDIO HUMBERTO

"Lula transformou a caderneta da gestante em cartilha ideológica"

Deputada Carol de Toni (PL-SC) sobre termos lacradores no material usado pelo SUS

24/05/2026 07h12

Cláudio Humberto

Cláudio Humberto

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Com Zambelli, recusa de extradições se multiplicam

A decisão da Corte de Cassação de Roma, última instância da Justiça italiana, de rejeitar o pedido de extradição da ex-deputada Carla Zambelli feita pelo governo brasileiro se soma a pelo menos outros quatro casos de grande relevância, onde governos estrangeiros se recusam a mandar de volta ao Brasil figuras da direita brasileira.

O primeiro foi o jornalista Allan dos Santos (EUA); depois outro jornalista, Oswaldo Eustáquio (Espanha); Joel Borges Corrêa, condenado no 8/jan, que ganhou refúgio político na Argentina; e o ex-deputado Alexandre Ramagem (EUA).

Lá não tem isso

No caso de Allan dos Santos, para os EUA os crimes apontados contra ele no Brasil seriam “crime de opinião”, que não existem por lá.

Evidente motivação

A Audiência Nacional da Espanha entendeu que o pedido brasileiro contra Oswaldo Eustáquio tinha “evidente conexão e motivação política”.

O primeiro

Em março, Joel Corrêa, com pena de 13 anos, se tornou o primeiro condenado pelo 8/jan a ganhar status de refugiado na Argentina.

Ouvidos moucos

O caso de Ramagem, o governo Lula pediu extradição no fim de 2025. Até hoje não andou, mesmo após a detenção por questões migratórias.

Comilança de lideranças da Câmara soma R$278 mil

Entre uma votação e outra na Câmara, a poucos metros do Plenário, a boca livre rola solta nas lideranças partidárias. Não corre o risco de os parlamentares rodarem uma vaquinha e bancarem os próprios quitutes.

Sem dó, empurram ao pagador de impostos a fatura. PDT, Podemos, PSD, Psol, Solidariedade, União Brasil, Progressistas, PSDB e PT foram os partidos que serviram banquetes ao custo de R$278 mil.

Mortadela série ouro

O maior gasto vem da liderança do PT, que torrou, de fevereiro até agora, R$75.790 em canapés, conforme levantamento da coluna.

Larica petista

Só em março, foram R$33.735 gastos com buffet, cobrado por cabeça. As notas bancaram almoços e jantares das excelências.

Ta liberado

O União Brasil vem logo atrás, R$55.250 em fevereiro e abril. Em abril, gastou R$40.750. O buffet foi cobrado por cabeça, R$250.

Tende a aumentar

Com o STF agindo como parte interessada em um lado do espectro político, casos como o de Carla Zambelli se multiplicarão, denunciando lá fora o autoritarismo judicial disfarçado de “defesa das instituições”.

À la vontê

O Podemos também bancou jantares e almoços para os nobres deputados ao preço de R$42.910, apenas entre fevereiro e abril. Só em abril, o gasto com buffet bateu os R$17,6 mil.

Blá blá blá

Rogério Marinho (PL-RN) desmontou falatório de Fernando Haddad (PT) sobre ter feito o Brasil crescer. O senador lembrou a carestia no mercado e a inadimplência, “o governo Lula dá com uma mão e tira com as duas”.

Não tem essa

Após o presidente do PL, Valdemar Costa Neto, negar, outro quadro do partido diz que não há movimento para reavaliar pré-candidatura de Flávio Bolsonaro. O senador Marcos Rogério (RO) negou esse papo.

Free Zambelli

Eduardo Bolsonaro celebrou decisão da justiça italiana que rejeitou extradição de Carla Zambelli, “dia ruim para Moraes e ditadores de toga”, comemorou o ex-deputado que mora nos Estados Unidos.

Candidato a ministro?

Pré-candidato ao Senado por Santa Catarina, Carlos Bolsonaro (PL), reuniu-se com o ex-ministro de Minas e Energia do governo Bolsonaro, Adolfo Sachsida e classificou o encontro como “raro e produtivo”.

Sem vergonha

Após editar decreto que a oposição classifica como censura às redes sociais; Lula (PT) esteve no programa “Sem Censura”, apresentado por Cissa Guimarães, que recebe R$100 mil por mês da estatal EBC.

Errou na fala

Daniel Vorcaro pode ter perdido o bonde. Em cortes inferiores, há diversos exemplos de delações premiadas rejeitadas, mas é caso raro no STF, que tipicamente homologa acordos com órgãos como MPF e PF.

Pensando bem...

...pode ser especial, mas é cela.

PODER SEM PUDOR

Falta de memória

Jânio Quadros percorria o País, na campanha presidencial de 1960, a bordo de um avião Convair e sempre na companhia do vice, Milton Campos. Dono de uma memória prodigiosa, Jânio repetia o mesmo discurso em todos os comícios, sublinhados por gestos teatrais.

O vice, ao contrário, sempre mudava o tema. Certa vez em Governador Valadares (MG) Jânio o elogiou: “Dr. Milton, que maravilha! Um discurso para cada comício. Que cultura!”. “Não é cultura”, respondeu Campos, modesto “é falta de memória mesmo”.

Cláudio Humberto

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Cláudio Humberto

"Quem ele está protegendo?"

Deputado Carlos Jordy (PL-RJ), sobre Davi Alcolumbre não instalar a CPMI do Master

23/05/2026 07h00

Cláudio Humberto

Cláudio Humberto

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Justiça italiana reconhece perseguição a Zambelli

Os seis juízes da Corte de Cassação, última instância judicial da Itália, negaram a extradição da ex-deputada federal Carla Zambelli (PL-SP). A Corte reconheceu, de forma explícita, os argumentos centrais da defesa: Zambelli é vítima de perseguição política no Brasil. Isso representa duro revés para o governo Lula (PT) e o ministro do STF Alexandre de Moraes, principal artífice das acusações. A prisão de Zambelli virou teste internacional sobre a credibilidade do Judiciário brasileiro. Perdeu, mané.

Constrangedor

A decisão italiana expõe, com clareza, o que vem sendo denunciado há anos: a judicialização da política e a politização da Justiça no Brasil.

Criminalização

Os juízes negaram extradição e validaram a alegação de que, no Brasil, dissidência política é criminalizada pelo aparato repressivo do Estado.

Perseguir não pode

Contaminar justiça com política viola princípios fundamentais do direito internacional que impedem extraditar em caso de “persecuzione politica”.

Cantando a bola

Recebeu tratamento de precedente incômodo o governo e STF insistirem em classificar opositores como “golpistas” ou “ameaças à democracia”.

Vorcaro gastou com advogados, mas não os tem

Com a delação rejeitada e a prisão mantida, Daniel Vorcaro acionará a defesa em busca de alternativas para enfrentar as acusações. Mas, que defesa? Após dispensar os serviços do criminalista José Luiz de Oliveira Lima, o Juca, especialista em delações premiadas, Vorcaro dá sinais de que a ficha caiu. Não é para menos: é acusado de gestão fraudulenta, organização criminosa, lavagem de dinheiro, ligação a milícia privada, interferências no Banco Central, corrupção de autoridades e etc.

Deleção seletiva

Vorcaro contratou Juca disposto a entregar tudo. Só que não. Com medo da rebordosa, calou sobre relações com ministros do STF, por exemplo.

Embromation recusada

A PF se preparou para negociar a delação, avançou na investigação e descobriu que a colaboração Vorcaro não seria suficientemente ampla.

Dinheiro não é tudo

Vorcaro apostou alto, como R$129 milhões para o escritório da esposa de Alexandre de Moraes. E não encontra advogado que o livre da cadeia.

Coleção de derrotas

O caso Zambelli fragiliza ainda mais a imagem internacional do governo Lula. Estados Unidos, Espanha e Argentina adotaram atitude idêntica, em proteção a brasileiros que alegaram perseguição política.

Pressentimento

Não por acaso, o ministro Moraes já cobrava providências do Itamaraty e do Ministério da Justiça para acelerar a extradição de Carla Zambelli. Parecia pressentir que negativa italiana era iminente.

Menos por mais

Rogério Marinho (PL-RN) alertou que as promessas vendidas por Lula não chegaram ao bolso da população: “O povo vai ao supermercado e volta com menos sacolas”, destacou o líder da oposição no Senado.

Contraste

Na Marcha dos Prefeitos, em Brasília, Lula (PT) nem sequer apareceu. O substituto Geraldo Alckmin foi recebido sob vaias, enquanto Flávio Bolsonaro foi ovacionado por prefeitos de todo o País ao subir ao palco.

Lacração no SUS

Carol de Toni (PL-SC) cobrou explicações do Ministério da Saúde, que trouxe termos lacradores na caderneta da gestante. A deputada diz que o governo tenta empurrar a pauta ideológica no documento.

Tá é bem

Líder do PL na Câmara, Sóstenes Cavalcante (RJ) recebeu bem os números do Datafolha sobre Flávio Bolsonaro, sob intensa fritura. Diz que o Zero Um contina plenamente viável e altamente competitivo.

Crime ostentação

Internautas voltaram a viralizar vídeo da petista Deolane Bezerra, “amiga de Lula”, presa por ligação ao crime organizado, cozinhando em sua mansão, enquanto aparecem malas cheias de dinheiro vivo na bancada.

Estranha tara

Segundo o senador Sergio Moro (PL-PR), os diversos escândalos das eras petistas só teriam uma explicação: “O PT tem fetiche por corrupção! Só isso explica a sucessão de escândalos dos governos Lula”.

Pergunta na coerência

É estranho outros países não verem “golpe”?

PODER SEM PUDOR

Cláudio Humberto

Contra o crédito

Ministro da Fazenda do governo JK, José Maria Alkmin andava preocupado com a escalada da inflação e decidiu adotar medidas para combatê-la. Fez mais: iniciou uma campanha contra o crediário, para ele, inflacionário. A Associação Comercial do Rio de Janeiro não gostou, claro, queixando-se ao presidente. JK convocou Alkmin, que logo se explicou: “Mas, presidente, a minha campanha é contra as compras a prestação e não contra as vendas...”

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