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"Nunca pratiquei ilegalidade. Veja o meu cartão corporativo pessoal [...]"

de JAIR BOLSONARO // garantindo que nada tem a ver com as joias da Arábia Saudita.

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“Nunca pratiquei ilegalidade. Veja o meu cartão corporativo pessoal. Nunca saquei, nem peguei, nenhum centavo nesse cartão”, de JAIR BOLSONARO // garantindo que nada tem a ver com as joias da Arábia Saudita.

O presidente Lula deve ir à China em visita oficial na última semana de março. Ainda não há datas marcadas. Será a primeira viagem de Lula nesse mandato ao maior parceiro econômico do Brasil e a terceira ao exterior.

Mais: Em janeiro, foi a Argentina para participar da cúpula da Calec e ao Uruguai, onde se encontrou em fracassada tentativa de dissuadi-lo de acordo com livre comércio com a China. Em fevereiro, Lula se reuniu com Joe Biden.

IN: Suco de maçã verde com abacaxi

OUT: Suco de rúcula com laranja

Olho na ciência

A gradativa recomposição do orçamento do Ministério da Ciência e Tecnologia começa a surtir efeito. Nos dois primeiros meses do ano, houve um aumento de 30% nos pedidos de bolsa para pesquisas cientificas em comparação a igual período de 2022.

O número de projetos para estudos na Antártida, por exemplo, já supera em três vezes o limite de vagas para pesquisadores da Estação Comandante Ferraz, base brasileira na região. No início do ano, Lula anunciou correção de 40% nos valores para bolsas de mestrado e doutorado do Capes e do CNPq.

A meta do ministério é conceder 54 mil bolsas para mestrados neste ano, seis mil a mais do que no ano passado.

ANULADA

O governo Lula se baseia em voto do ex-senador Vital do Rego, do Tribunal de Contas da União (TCU) para sepultar a Lei das Estatais, que veta por três anos na direção de estatais, políticos com mandato e pessoas que tenham participado de campanha eleitoral.

São os casos do senador Jean Paul Prates na Petrobras e de Aloízio Mercadante no BNDES. Vital do Rego chegou ao TCU indicado por Renan Calheiros (MDB-AL). Mercadante estaria impedido mas, segundo Vital do Rego, se não teve remuneração, tudo bem.

Fora dos trilhos

Uma das primeiras missões de Bernardo Figueiredo à frente da TAV Brasil será resolver uma briga internacional. A estatal já cogita a recontratação da italiana Itaiplan Engineering como consultora do trem-bala, fetiche do governo Dilma Rousseff ressuscitado por Lula III.

O litígio se arrasta há quase dez anos e a empresa cobra do governo brasileiros perto de 260 milhões de euros sobre serviços de consultoria prestados à Empresa de Planejamentos Logístico do governo Dilma.

A Itaiplan não desiste da cobrança e vai recorrer a uma Corte de Arbitragem Internacional.

“ARAPUCA”

O governo postergou o prazo de implantação da Carteira de Identidade Nacional (CIN) em todo país. O Ministério da Justiça teria identificado irregularidades no processo de produção da CNI. Na Pasta, muitos se referem ao projeto como uma “arapuca” deixada por Bolsonaro.

O ministro Flávio Dino (Justiça) apura denúncias de que os requisitos estabelecidos pela Câmara Executiva Federal de Identificação do Cidadão (Cefic) teriam sido feitas sob medida.

Entre as companhias habilitadas pelos estados para produzir as CNIs, apenas duas atendem a todos os critérios técnicos exigidos.

Em plena forma

Não é qualquer mulher que, aos 53 anos com filhos gêmeos, que acabam de completar 15 anos (Maximilian David e Emme Maribel, fruto do relacionamento com o cantor Marc Anthony) chega a essa idade em plena forma. Esta é Jennifer Lopez, hoje casada com o ator Ben Affleck, após 17 anos do primeiro namoro e vários outros relacionamentos.

Além de cantora JLo também é compositora, produtora musical, dançarina, atriz, estilista e empresária, além de muitas vezes devido ao seu prestígio (tem 236 milhões de seguidores no Instagram) ser garota-propaganda de algumas grifes. Apresentando a nova coleção primavera/verão 2023 se tornou embaixadora global da grife italiana Intimissimi.

Ela comentou que se sente honrada por representar a marca: “Eu amo a Itália - as pessoas, a moda, a cultura, a comida e a história lendária. Quando descobri a Intimissimi, fui imediatamente atraída por suas sedas preciosas, românticas rendas, belos cortes, cinturas lisonjeiras e padrões intrincados. Tenho orgulho de ser uma embaixadora da Intimissimi e honrada por eles me verem como alguém que iguale suas próprias qualidades de confiança, vivacidade e força”.

Michelle no comando

Nesses dias em que as joias dadas pela Arábia Saudita no valor de 3 milhões de euros (cerca de R$ 16,5 milhões) ocupam as páginas dos jornais e dos principais noticiosos de TV do país, as reuniões na sede do PL para discutir a crise e tentar saídas estão sendo comandadas pela ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro, a quem a maior parte das joias seriam destinadas.

À sua volta – no gabinete do PL Mulher, sede do partido em Brasília – sentam-se políticos e militares aliados, de Valdemar Costa Neto ao general da reserva Walter Braga Netto. De início, Bolsonaro disse que não tinha nada a ver com isso; agora, revela-se tentativa da Presidência, às vésperas do término de seu mandato, para recuperá-las numa estratégia do faz tudo tenente- -coronel Mauro Cid.

Nessas reuniões, tenta-se definir novos passos depois de novas revelações na mídia. Michelle queria dar uma entrevista única a um grande veículo, contando sua versão (e do marido) nessa novela.

Os parceiros da cúpula do PL logo trataram de tirar a ideia de sua cabeça: ao contrário, deveria se poupar. Michelle também pensou em devolver as joias, o que poderia acabar criando um incidente diplomático com a ditadura saudita. Os aliados que estão à sua volta, todos os dias, são os mesmos que acham que, em 2026, Michelle seria a solução para a Presidência.

Carreira internacional

Com apenas 20 anos, Agnes Nunes, que cantou com Elza Soares aos 17 anos (revela que Elza é sua inspiração) se prepara para sua segunda turnê pela Europa com oito shows (entre as cidades estão Barcelona, Londres, Lisboa Berlim e Dublin) entre março e abril.

Sua música de trabalho no momento Terezinha foi inspirada em sua avó. Sobre a turnê fala: “Eu nunca imaginei que minha música pudesse ultrapassar as fronteiras do meu próprio país. Eu vim de uma cidade pequena lá do Nordeste, e as expectativas para mim não eram tantas. Mas tudo isso é reflexo de muito trabalho, obviamente, mas também de muita música, arte, representatividade, sobretudo”.

Sobre seu trabalho em geral fala: “Se meu coração abre e faz sentido para mim, estou dentro, caso contrário, não fico onde não me sinto bem, e isso serve pra tudo na minha vida”

Almanaque

Na história política do país, um dos mais surpreendentes foi a criação do Partido da Mulher Brasileira, em 2015, que atraiu nos primeiros meses de funcionamento 23 membros do Congresso Nacional.

A bancada, contudo, tinha apenas duas congressistas. Detalhe: o Partido da Mulher Brasileira era uma legenda formada majoritariamente por homens. A incoerência custou caro e rapidamente o PMB desidratou.

Em 2022, elegeu apenas três deputados estaduais – todos homens, mantendo viva a piada pronta.

Perda de tempo

Na Associação Comercial de São Paulo, esta semana, o presidente da Câmara, Arthur Lira, lembrou ao presidente Lula que sua base no Congresso é insuficiente e salientou que o governo está sem rumo.

Para Lira, o chefe do Executivo perde tempo insistindo em atacar Jair Bolsonaro e atrasando sua própria articulação política. Acha que Lula fala muito e seu discurso é de ódio. E que mostrar que os tempos são outros e que o Congresso já não depende do “toma lá, dá cá”.

“Gola que escapa”

Uma grande parte dos parlamentares da Câmara e do Senado e também muitos ministros do governo Lula que compra seus ternos em lojas de costumes pré-prontos exibem um visível defeito na cola do paletó, atrás da nuca.

São chamadas “golas que voam”, ou seja, não encostam, como deveria ser, naquela região. Figuras políticas elegantes, como o ex-presidente Michel Temer, que faz suas roupas em alfaiates, não exibem esses defeitos em seus paletós.

Hoje, na cena nacional, um campeão de roupas com “golas que voam” é Fernando Haddad. Só perderia, num ranking, para o ex-presidente João Figueiredo.

AINDA É POUCO

Um novo aceno de capitalização na Americanas, desta vez chegando a R$ 10 bilhões e bancada pelo trio de bilionários Jorge Paulo Lemann, Carlos Alberto Sicupira e Marcel Telles, ainda foi considerado pouco para destravarem as conversas com os bancos credores.

Não está claro se serão suficientes para recuperar a saúde da empresa. Parte dos credores calcula que a companhia precisa de mais de R$ 12 bilhões de capitalização do trio de acionistas. Mesmo assim, as instituições financeiras começaram a sinalizar à varejista que tinha chegado a hora das conversas avançarem.

MISTURA FINA

DEPOIS do lançamento da campanha de nova vacinação no Brasil dia 27, perfis nas redes sociais bolsonaristas alegaram que o presidente Lula que recebeu a dose bivalente do vice-presidente Geraldo Alckmin na cerimônia, não teria se imunizado de verdade.

Afirmam que Alckmin teria “jogado o conteúdo da seringa fora” antes da aplicação. Contudo, o momento, capturado em vídeo, mostra que o vice, médico por formação, apenas moveu o êmbolo para retirar o ar da seringa antes de administrar a vacina, como é recomendado.

A MARINHA, pela primeira vez, abriu vagas para as mulheres no tradicional Corpo de Fuzileiros Navais. Foram 96 vagas para um número de inscritas superior – quem diria – a 7,2 mil candidatas.

A FEDERAÇÃO do União Brasil com o PP, se fosse analisada hoje, não teria os 60% dos votos necessários na Executiva para ser formalizada. A estrutura está inchada e ainda não foi digerida de fato a junção do DEM com o PSL.

Caso a federação se concretize, o presidente do PP, Ciro Nogueira, é o preferido para assumir o comando. O posto também lhe daria destaque e atrapalharia os planos de Davi Alcolumbre (União-AP) de suceder Rodrigo Pacheco no comando da Casa.

ANTES de sua viagem à China, Lula vai convocar todos os líderes dos partidos da Câmara e do Senado para uma reunião no próprio Congresso, o que daria um peso simbólico e uma dimensão maior ao encontro.

O presidente que conclamar os parlamentares a apreciar pautas de “interesse do Brasil”, como o novo salário-mínimo, a correção da tabela do IR e a MP da reoneração dos combustíveis e do imposto sobre a exportação do petróleo bruto. Ou seja: quer chamar os aliados às falas.

PARA muitos analistas políticos e também para muitos integrantes do grupo central do governo Lula, os constantes ataques de Gleisi Hoffmann, que até 2025 permanecerá na presidência nacional do PT, em Fernando Haddad (indicado por outros como possível sucessor de Lula), tem a intenção de minar o ministro para se tornar presidenciável.

Em círculos muito íntimos do próprio PT, alguns já brincaram com a possibilidade dela ser candidata em 2026 – hipótese que ela sempre afastou e seriamente.

A PODEROSA chinesa do e-commerce Jingdong, também conhecida como JD.com, vai desembarcar no Brasil. Sua chegada seria acompanhada da construção de centro de distribuição como já fizeram as concorrentes Shein e Shopee. A JD.com é uma gigante do segmento, com mais de 250 milhões de acessos/ mês.

CLAÚDIO HUMBERTO

"Por que tanto silêncio, Lula?"

Deputado Bibo Nunes (PL-RS) sobre omissão de Lula no escândalo Moraes-Master

04/09/2026 07h00

Cláudio Humberto

Cláudio Humberto

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Brasil à beira da desobediência civil, diz especialista

O Brasil está à beira de uma crise institucional sem precedentes e até da desobediência civil, adverte o cientista político Christian Lobauer, após as reações de pouco caso das autoridades diante do relatório da Polícia Federal documentando a relação de Daniel Vorcaro com Alexandre de Moraes, com o ex-banqueiro tratando o ministro do STF como a um subalterno. Piorou muito depois da divulgação do flagrante em foto de ministros do STF às gargalhadas, entre eles o próprio Moraes.

Vexame histórico

Também mostravam as amídalas de tanto gargalhar os ministros Gilmar Mendes, Christiano Zanin e até o próprio presidente, Edson Fachin.

Ele perdeu a linha

Atônito, Davi Alcolumbre, presidente do Senado, o tribunal que julga o STF, mandou às favas os escrúpulos e a isenção: não terá impeachment.

Brincando com fogo

O País ficou sem respostas: Lula (PT) se omitiu, Hugo Motta (Rep) se escondeu, Fachin gargalhou e Alcolumbre atacou os indignados.

Ilegitimidade, a chave

“Quando as decisões deixam de ser reconhecidas como legítimas”, avisa Lobauer, “entramos no terreno perigoso da desobediência civil.”

Lula tenta colar Messias em votação de Pacheco

Ao saber que o ainda senador Rodrigo Pacheco (PSB-MG) seria indicado para uma vaga no Tribunal de Contas da União (TCU), Lula tentou reabrir o caminho de Jorge Messias, advogado-geral da União, para o Supremo Tribunal Federal (STF). O assuntou até foi pauta em uma das reuniões do petista com Davi Alcolumbre (União-AP), mas ouviu do presidente do Senado que “Bessias” continua sem votos entre os senadores. Eventual indicação pode ocorrer até em outubro, entre os turnos da eleição.

Tanto faz

Apesar dos pesares, Pacheco tem bom trânsito entre os senadores e não precisou de qualquer operação do palácio pela aprovação ao TCU.

Não colou

O petista tentou faturar com a indicação, mas não colou. Pacheco, filiado ao PSB, logo carregou os votos governistas que Lula acredita ter.

Segunda mão

Com o armistício entre Lula e Alcolumbre, Pacheco deve herdar outra cadeira de Bruno Dantas além daquela no TCU, a de eterno cotado.

Promessa de político

Parlamentares ouvidos pela coluna ainda falam na futura possibilidade de indicação do futuro ministro do Tribunal de Contas da União (TCU) Rodrigo Pacheco ao STF. Com ênfase em “futura” e “possibilidade”.

Longe do normal

A Transparência Internacional diz que o Brasil vive simultaneamente o maior escândalo de corrupção orçamentária da História, o maior escândalo de corrupção previdenciária da História e o maior escândalo de corrupção judiciária da História brasileira: “Isto não é normal”, diz.

‘Foi o próprio...’

Hit nas eleições deste ano, o ressuscitado “jingle do Osmarzinho”, música de campanha listando falcatruas políticas, ganhou uma releitura e já viralizou nas redes sociais. É uma “versão Alexandre de Moraes”.

Pro monte

A denúncia contra Davi Alcolumbre (União-AP), protocolada ontem (3) no Conselho de Ética do Senado, não é a primeira. Eduardo Girão (Novo-CE) protocolou o mesmo pedido em março, mas até hoje não andou.

Letargia

A OAB Nacional, enfim, resolveu ao menos ensaiar alguma reação sobre a crise instalada no STF. O presidente da entidade, Beto Simonetti, deve se reunir com o presidente da Corte, Edson Fachin, semana que vem.

Concordância e incentivo

Depoimento de Daniel Vorcaro, no fim de agosto, coloca Gabriel Galípolo no escândalo do Master. Diz o banqueiro que o indicado de Lula tinha “postura de concordância e incentivo à conclusão da fusão” com o BRB.

Coincidência?

No mesmo dia em que o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, defendeu o ministro do STF Alexandre de Moraes, a Casa aprovou o fim da taxa das blusinhas, um dos maiores desejos do governo Lula (PT).

Advertência clara

A conta oficial em português do Departamento de Estado dos EUA avisa: qualquer apoio, patrocínio ou serviço a agentes sancionados de Cuba podem ensejar sanções, incluindo “empresas e bancos estrangeiros”.

Pergunta na Praça

Dois pelo preço de um é promoção ou premonição?

PODER SEM PUDOR

Cláudio Humberto

História secreta da Eco 92

A abertura da Rio+20 sem os principais líderes mundiais lembrou o esforço do Brasil para o êxito da Eco-92. Na ocasião, o americano George Bush não confirmava sua presença, e com ela provocar outras vindas importantes. O oceanógrafo francês Jacques Cousteau, que se fizera amigo do então presidente Fernando Collor, advertiu: “Fernando, olha, se o Bush não vier, isso aqui vai ser um desastre...”, disse. “Mas ele tem de vir, comandante...”, respondeu o presidente. “Vamos lá, você e eu?” propôs Cousteau. Collor avisou o Itamaraty que viajaria a Washington e iria direto do aeroporto à Casa Branca. Ficariam plantados em pé, ele e Cousteau, até serem recebidos pelo presidente dos Estados Unidos. “O sr. me dá 24 horas?”, pediu o chanceler Celso Lafer. No dia seguinte, o presidente americano confirmaria sua presença.

Claudio Humberto

"Se você está endividado, a culpa é do governo Lula"

Flávio Bolsonaro (PL), candidato ao Planalto, ao prometer organizar as contas públicas

23/08/2026 08h00

Cláudio Humberto

Cláudio Humberto

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Oposição critica PGR engajada à defesa de Lula

Opositores estão indignados com o procurador geral da República (PGR), acusado de “engajamento” na defesa de Lulinha, filho de Lula (PT), investigado por tráfico de influência e corrupção. Paulo Gonet tentou retirar a relatoria de André Mendonça, ministro do STF que não se submete a Lula, e depois tentou levar o processo à 1ª instância. “Absurdo”, diz Marcel van Hattem (Novo-RS), lembrando que, nomeado por Lula, Gonet se opôs a 1ª instância julgando casos do 8 de janeiro.

Batom na cueca
Gonet se esforça para tirar do STF dois dos três inquéritos contra Lulinha relatados por Mendonça. O outro permaneceria nas mãos de Flavio Dino.

Guinada ridícula
Para van Hattem, é até ridículo a PGR mudar de posição sobre 1ª instância quando o investigado é o filho do presidente da República.

Críticas na academia
Professor de pós-graduação da USP e mestre e doutor em Direito Constitucional, Rubens Beçak também se associa aos críticos da PGR.

Escândalo paralelo
Já Evair de Melo (PP-ES) acha que não tem como retirar o caso Lulinha do STF pelas conexões do filho de Lula com o escândalo do INSS.

PL espera ter duas vezes mais senadores que o PT
Nas primeiras pesquisas que já circulam dentro do PL, o partido projeta pelo menos o dobro de senadores em relação ao PT. A Casa Alta é a prioridade da sigla, que pretende lançar candidatura para a presidência do Senado, além de ter força política para andar com as pautas que viraram bandeiras do partido nesta eleição. Entre as principais prioridades, andar com pedidos de impeachment de ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), ainda que não haja votos para vitória.

Melhor cenário
Nas contas dos liberais, o partido pode chegar aos 28 senadores. Se Jair Bolsonaro estivesse na ativa, o número poderia bater os 32.

Com calma
Já as previsões mais conservadoras apontam para 20 senadores, mas com mais destaque, já que esperam nomes como Michelle Bolsonaro. 

Olho no vizinho
As planilhas trazem projeções para outras bancadas também. Petistas, nas contas do PL, devem beirar os 10 parlamentares.

Modus Operandi
“Do mar de lama do Sítio de Atibaia à Mansão do Lulinha em Brasília”, Sérgio Moro (PL-PR), juíz que condenou Lula na Lava Jato, sobre o elo de Lulinha, a lobista Roberta Luchsinger e testemunha do caso de Atibaia que voltou ao folhetim por assinar contrato da mansão do QG do Lobby.

Pesos e medidas
Carlos Bolsonaro (PL-SC) comparou o caso de Lulinha, cada vez mais imerso no triângulo com a lobista Roberta Luchsinger e o Careca do INSS, com o do pai, que teve até inquérito por se aproximar de baleia.

Preço artificial
O medo do impacto na campanha eleitoral bateu na equipe de Lula e o governo já estuda prorrogar o subsídio à gasolina. O benefício, que deveria ser provisório, pode ganhar mais 30 dias de sobrevida.

Na gaiola
Ronaldo Caiado, pré-candidato do PSD ao Planalto, lamenta a situação da segurança púbica no país, “O cidadão é obrigado a transformar o próprio carro em uma gaiola para tentar não ter o celular arrancado.”

Sem pudor
Após apontar tentativa de “balão” da PGR no ministro André Mendonça (STF), com pedido de enviar o caso Lulinha à 1ª instância, o candidato a vice-presidente Novo, Eduardo Girão, diz que “eles perderam o pudor”.

Ciência e coragem
Segundo Marcelo van Hattem (Novo-RS), candidato ao Senado, “não basta falar em impeachment [no STF] agora. É preciso conhecer fatos, reconhecer os abusos e ter coragem para agir quando eles acontecem”.

Jogo sujo
Ao anunciar sanções contra autoridades de Cuba, o secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, acusa a ditadura comunista de “décadas usando grupos de fachada para infiltrar, corromper e radicalizar americanos”.

Não era genocídio?
O deputado Osmar Terra (PL-RS) lembra da “lacração estúpida” de Lula e da ex-ministra da Saúde Nísia Trindade, que chamaram o governo Bolsonaro de “genocida” por mortes dos Yanomami... mesmo povo que registrou recorde de mortes entre 2023 e 2025, em pleno governo do PT.

Pensando bem...
...quando a propaganda é demais, o santo desconfia.

PODER SEM PUDOR

Cláudio Humberto

Eu nomeio, você paga

O falecido Humberto Lucena (PB) adorava nomear parentes, quando presidiu o Senado. Ao ser tachado de “a caneta mais rápida de Brasília”, chamou o repórter que o ironizara ameaçando processo. E lorotou: “Nomear parentes só é pejorativo no Sul. No Nordeste, o povo até gosta”. O jornalista, nordestino de Pernambuco, perdeu a paciência. Puxou Lucena pelo braço e disse ao seu ouvido, firme, quase gritando: “Nós dois sabemos que o sr. está mentindo, mas vou fingir que não ouvi”. Lucena não tocaria mais no assunto. Nem processaria o jornalista.

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