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"O Brasil continuará sendo um país democrático. Vamos vencer e manter nossa democracia. Aqui não...

...há espaço para fascistas, pessoas que não acreditam em democracia. Essa ideologia de direita que governa o mundo não tem futuro. Só espalha ódio e mentiras", de Lula, apostando na vitória

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As primeiras pesquisas sobre candidatos ao Senado por São Paulo colocam em primeiro lugar Marina Silva (Rede) e, bem próxima, em segundo, Simone Tebet (PSB). As duas deixam longe Guilherme Derrite (PP), ex-secretário da Segurança Pública do estado.

MAIS: agora surgiu a figura de Márcio França, ex-ministro do Empreendedorismo e antiga figura do PSB, avisando que Simone só será candidata em São Paulo "se ele deixar". França quer ser senador, mas, nas mesmas pesquisas, suas intenções de voto são mínimas.

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Uma casa no campo

Em 2026, o restaurante Maní completa 20 anos, um marco que, para a chef Helena Rizzo, representa praticamente uma vida inteira dedicada à cozinha e às mudanças que vieram junto com ela. Em entrevista à Marie Claire Brasil, Helena relembrou que o Maní começou com uma ideia bem diferente: um menu vegetariano sugerido por sua amiga de infância e sócia do restaurante, a apresentadora Fernanda Lima. Com o tempo, o projeto cresceu, ganhou novos espaços e o cardápio passou a olhar cada vez mais para o Brasil, ingredientes locais e sabores nacionais tomaram o lugar das fortes influências europeias. Curiosamente, Helena não seguiu o caminho tradicional da gastronomia. Antes de virar chef, foi modelo, garçonete e cozinheira em vários restaurantes, uma espécie de “estágio da vida real”, como ela mesma descreve. Foi nessas experiências que construiu seu conhecimento, sem nunca ter feito um curso formal. Ela também fala abertamente sobre um tema ainda presente na profissão: o machismo. Segundo Helena, a gastronomia ainda exige que muitas mulheres trabalhem dobrado para conquistar o mesmo reconhecimento. Na vida pessoal, outra grande virada aconteceu em 2015, com o nascimento da filha Manu. A maternidade fez Helena repensar o ritmo intenso de trabalho. Nesse período, participou do MasterChef Brasil, iniciou um novo relacionamento e comprou uma casa de campo. Ao ser questionada sobre suas aspirações para os próximos 20 anos, ela disse: “Estarei perto dos 70 anos. Imagino-me no sítio, cercada pela natureza, fazendo o que amo, pintando, cozinhando, ouvindo música, lendo. Talvez escrevendo? E recebendo amigos e familiares para almoços e jantares. Plantei bastante mandioca, algumas variedades de abóbora, milho crioulo, feijão. Adquiri aqui pensando no futuro. Quero envelhecer e morrer num lugar assim".

BC de Campos Neto-Nubank: milagre da multiplicação

Roberto Campos Neto, agora vice-chairman do Nubank, acalentou a vida boa das fintechs durante todo o seu mandato. O Nubank, por exemplo, não tem do que reclamar. Em 2018, ano anterior à entrada de Campos Neto na presidência do BC, a instituição financeira somava R$ 10,7 bilhões em ativos, uma carteira de crédito de R$ 6,9 bilhões e uma base de 5,9 milhões de clientes. Coincidência ou não, sob a gestão do economista à frente do Banco Central deu-se o milagre da multiplicação. O Nubank tornou-se a instituição financeira privada com maior número de clientes no Brasil — 112 milhões no ano passado, ou 61% da população adulta do país. Sua carteira de crédito chegou a R$ 160 bilhões. O volume de ativos passou de R$ 252 bilhões. Por uma infeliz coincidência, também foi no mandato de Campos Neto no Banco Central que o Master virou o que virou. A gênese de tudo se dá já em sua gestão, quando o BC deu autorização para a venda do então Banco Máxima a Daniel Vorcaro, em outubro de 2019, operação que havia sido reprovada oito meses antes na administração de Ilan Goldfajn, seu antecessor. De 2019 a 2024, o volume de ativos declarados do Master saiu de R$ 3 bilhões para mais de R$ 80 bilhões, 2.500% a mais.

Milagre da multiplicação 2

Se o mimetismo (um outro organismo para obter vantagens) das fintechs com um BC pasmo já é um caso de difícil explicação, segundo analistas, a relação incestuosa de Campos Neto com o Nubank seria "moralmente inadmissível". Mais: Campos Neto deixou a presidência do BC para virar vice-chairman do Conselho e executivo do Nubank e levou consigo as informações que colheu no BC e junto a seu preceptor Paulo Guedes. Os representantes do banco como um todo não podem ser colocados sob suspeição. Nem todas as diretorias estão envolvidas com fintechs. Em última instância, foi Campos Neto que deixou as instituições financeiras deitarem e rolarem durante todo o seu mandato.

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Pode criticar

A jornalista Maria Cândida optou por discutir o tópico do amor-próprio neste domingo (19). Compartilhando uma foto sua de biquíni com seus mais de quinhentos mil seguidores, ela refletiu sobre a severidade com que as mulheres frequentemente se julgam e os padrões impostos pela sociedade. "Vai criticar? Pois é… quantas vezes a gente olha para si mesma e só enxerga defeito. Um detalhe aqui, outro ali, e pronto: a lente vira julgamento. A gente foi treinada a se analisar em partes, nunca no todo. Se quiser, essa foto também permite isso." Ela continuou sua reflexão, enfatizando que sempre haverá algo que não se alinha aos padrões estéticos. "Sempre vai ter algo fora do padrão, algo para apontar, algo para ajustar. Mas, quando você muda o olhar, muda a narrativa. Porque o todo é outra coisa. É presença, é história, é uma mulher inteira que chegou até aqui. E isso não se edita, se reconhece." Desde que encerrou seu contrato com a TV Globo em 2024, Maria Cândida tem se concentrado em atuar como produtora e palestrante. Além disso, lançou o projeto "Menopausa Sem Fronteiras" e publicou o livro “Menopausa como jornada”, que explora essa questão.

Antes do Master

Ao deixar o Supremo, depois de 12 anos, o ex-ministro Luís Roberto Barroso adotou uma quarentena de seis meses e escreveu "Minha história com o Brasil: memórias do que vi e vivi". Mas Barroso acha que não é hora de publicar: acha que o momento está mais para política do que para literatura. O livro intercala episódios históricos com passagens da vida do autor, de Vassouras, onde nasceu, ao Supremo Tribunal Federal, passa pelo golpe de 1964 e termina no julgamento de Jair Bolsonaro. Ou seja: antes da novela sobre fraude no Banco Master e o envolvimento de colegas dos tempos da Corte e muitos políticos, incluindo o ex-presidente Michel Temer.

Subiu e desceu

No dia de inquérito no STF contra Flávio Bolsonaro por calúnia contra o presidente Lula, o petista voltou a liderar chances de vencer em 2026: 40% a 39% na plataforma de previsões e apostas Polymarket. "Expõe a deterioração alarmante dos padrões de decoro e responsabilidade", é assim que a Transparência Internacional classificou o "discurso de ódio" de Gilmar contra o senador Alessandro Vieira por voto na CPI do Crime Organizado. Flávio se defendeu: "Onde está a liberdade de expressão?" (Mendes e Toffoli falaram até em cassação). Por outro lado, Romeu Zema diz que, se for eleito (não será), a primeira medida será "a criação de um novo STF" (idade mínima de 60 anos e mandatos de 15 anos). Detalhe: no fim de semana, o Paraná Pesquisas anunciou Flávio com 48% no segundo turno e Lula com 40%.

Pérola

"O Brasil continuará sendo um país democrático. Vamos vencer e manter nossa democracia. Aqui não há espaço para fascistas, pessoas que não acreditam em democracia. Essa ideologia de direita que governa o mundo não tem futuro. Só espalha ódio e mentiras",

de Lula, apostando na vitória.

Outra versão 1

Documentos da Receita Federal entregues à CPI do Crime Organizado desmontam a versão do escritório de advocacia da esposa do ministro Alexandre de Moraes (STF) sobre o jatinho do Master. A versão é de que se tratava de fretamento e que o valor seria descontado dos R$ 3,6 milhões mensais pagos ao escritório pelo banco. Os documentos da Receita apontam pagamento integral das parcelas mensais de R$ 3,6 milhões, sem qualquer abatimento ou retenção pelo suposto aluguel do avião. Não foram apresentados registro contábil, nota fiscal ou comprovante de transferência que comprove o desconto alegado.

Outra versão 2

Independente de locação ou doação, o benefício econômico auferido obriga o recolhimento de tributos. Dependendo da natureza jurídica do fretamento, são devidos IRRF, PIS, Cofins, CSLL e talvez IOF ou ITCMD. Mas nada indica que foram pagos. A evidência apresentada, se for confirmada, pode transformar uma simples justificativa contábil em indício concreto de irregularidade fiscal.

"E se ele falar?"

A prisão do ex-presidente do BRB, Paulo Henrique Costa, provocou uma descarga elétrica no entorno do ex-governador do Distrito Federal Ibaneis Rocha. Ao longo dos últimos dias, interlocutores de Ibaneis se movimentaram intensamente nas mais diversas frentes para ouvir a eventual disposição de Costa de firmar um acordo de colaboração com a Justiça. O esforço incluiu contatos com advogados, operadores do meio jurídico e autoridades com acesso aos bastidores da investigação, com uma tentativa de antecipar possíveis desdobramentos do caso. Nomeado por Ibaneis para o cargo, Costa comandou o BRB durante praticamente todos os dois mandatos do ex-governador. Era um colaborador da mais estrita confiança que teria recebido imóveis de R$ 140 milhões de valor para facilitar a compra do Master pelo banco estatal.

"Colegas da delegacia"

Gilmar Mendes, decano do STF, não vai deixar barato o caso dos indiciamentos propostos pela CPI do Crime Organizado contra ministros da Corte. Quer ação da PGR contra Alessandro Vieira e vai levar o caso ao plenário do Supremo. Mendes quer que a PGR esclareça se a CPI tinha "objetivos ocultos" ao investir contra o STF. "Ele é delegado civil. Por que não tratou das milícias? Está protegendo colegas da delegacia?". Mendes diz ter "dúvidas" sobre a motivação de Vieira para não indiciar chefes de facções: "Por que ele não cumpriu o objetivo da CPI? Foi por medo ou conveniência?"

Outra coleção

Não é apenas o presidente Lula que comete frases fora de propósito, dignas de figurar numa seleção de impropriedades. Agora, Eduardo Cunha dá entrevista ao jornal mineiro O Tempo e decreta: "Se eu não tivesse feito o impeachment de Dilma, não teria existido Bolsonaro presidente da República". De quebra, apresentou-se como "precursor de todos os expoentes da direita que aí estão". E, numa provocação a Nikolas Ferreira, disse que "muitos usavam fraldas quando ele comandou a cassação da ex-presidente". E emendou: "Tudo é fruto do meu ato. Sem o meu ato, nada teria ocorrido". Na sessão que abriu o processo contra Dilma, apareceu um deputado que exaltou a ditadura militar e um torturador. Dois anos depois, Bolsonaro virava presidente.

Mistura Fina

Em 2025, Florianópolis desbancou Porto Alegre como a capital com o maior percentual de pessoas morando sozinhas. Na cidade de Santa Catarina, a cada dez moradias, três são ocupadas por apenas uma pessoa, a maior proporção do país. Morar sozinho é tendência crescente entre brasileiros. No ano passado, dois em cada dez lares no país (19,7%) eram habitados por apenas uma pessoa. Há uma década, era de 13,7% e, em 2012, de 12%.

Em termos populacionais, 15,6 milhões de brasileiros moram sozinhos. Só o estado de São Paulo concentra 3,5 milhões desse total. A quantidade de lares unipessoais mais que dobrou. Saltou de 7,45 milhões em 2012 para 15,63 milhões de domicílios no ano passado, segundo a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) Contínua. A cidade de São Paulo concentra o maior número de domicílios unipessoais, com 1,1 milhão de lares.

O investidor Silvio Tini, segundo maior acionista do Pão de Açúcar, tornou-se o novo homem forte na reestruturação da empresa, que tem quase R$ 20 bilhões em passivos, entre dívidas com bancos e débitos tributários e trabalhistas. Agora, a estratégia de Tini é partir para cima de determinados bancos e ex-acionistas, incluindo Casino, Península e Ronaldo Iabrudi, o que inspira surpresas. Enquanto o GPA afundava, Iabrudi (ex-CEO e chairman do GPA desde 2014) recebeu o equivalente a R$ 870 milhões. Entre 2014 e 2023, ele recebeu nominalmente R$ 483 milhões pelos serviços (equivalente hoje a R$ 870 milhões).

O presidente nacional do PSD, Gilberto Kassab, ficará fora da campanha à reeleição do governador Tarcísio de Freitas em São Paulo. Kassab não gostou de Tarcísio ter mantido o vice-governador Felício Ramuth na mesma posição na campanha à reeleição (ele deixou o PSD e filiou-se ao MDB) e já tinha saído da Secretaria Estadual de Governo, perdendo o espaço conquistado em 2022. Kassab trabalhou muito na construção da campanha de Tarcísio quando ele foi escolhido por Bolsonaro para ser candidato em São Paulo. Kassab queria ser vice e ir se apontando para sair candidato ao governo em 2023. Não deu.

In – Contra celulite: Subcisão
Out – Contra celulite: Dry brushing

artigos

Quem responde quando a IA erra na saúde?

21/04/2026 07h30

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Uma reportagem recente do New York Times trouxe à tona um movimento que tende a se intensificar nos próximos anos: grandes empresas de tecnologia estão desenvolvendo ferramentas capazes de analisar prontuários médicos, resultados de exames e até dados coletados por dispositivos móveis. A promessa é sedutora: centralizar informações de saúde que hoje são dispersas, facilitar o acesso do usuário aos seus dados e, em última análise, melhorar a tomada de decisões.

É inegável que se trata de um avanço tecnológico relevante. Mas, na prática, o cenário é mais sensível – e mais arriscado – do que parece. Dados de saúde não são informações comuns. São classificados como dados sensíveis, pois dizem respeito à intimidade mais profunda do indivíduo. Sua centralização em plataformas digitais, embora eficiente, pode se transformar em ponto crítico de vulnerabilidade, altamente atrativo para ataques cibernéticos.

Mas o problema não é apenas técnico. É jurídico. Há registros de que sistemas de inteligência artificial já falharam na identificação de emergências clínicas ou sugeriram orientações inadequadas. Diante disso, surge uma pergunta inevitável: quem responde quando a tecnologia erra?

Essa discussão ainda é incipiente, mas já se tornou essencial. Nas relações de consumo mediadas por tecnologia, a responsabilidade tende a se diluir entre desenvolvedores, plataformas e eventuais prestadores de serviço. Para o usuário, no entanto, o risco é concreto – e imediato.

Há ainda outro ponto crítico: o consentimento. Em teoria, o compartilhamento desses dados depende de autorização livre, informada e inequívoca. Na prática, o que se vê é a repetição de um padrão já conhecido: termos de uso extensos, linguagem técnica e uma evidente assimetria informacional entre empresas e consumidores.

No Brasil, a Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD) estabelece um regime mais rigoroso para o tratamento de dados sensíveis, incluindo os de saúde. Ainda assim, a eficácia dessa proteção depende não apenas da norma, mas de sua aplicação concreta diante de tecnologias em rápida evolução.

O Código de Defesa do Consumidor estabelece a responsabilidade objetiva e solidária dos fornecedores. Contudo, essa lógica pressupõe relações de consumo relativamente identificáveis, em que seja possível delimitar com clareza a cadeia de fornecimento e os pontos de controle.

O desafio colocado pela inteligência artificial reside justamente no fato de que decisões são tomadas por sistemas opacos e integrados a múltiplos agentes, muitas vezes sem que seja possível identificar, com precisão, onde ocorreu a falha.

O debate, portanto, não é sobre impedir a inovação, mas sobre a definição clara de seus limites. A incorporação da inteligência artificial à saúde é, ao que tudo indica, inevitável. O que ainda está em aberto é o modelo de responsabilização que acompanhará esse avanço e, principalmente, o grau de proteção que será efetivamente garantido ao consumidor.

A tecnologia continua prometendo respostas rápidas e decisões mais eficientes. O direito, por sua vez, precisa garantir que, quando algo der errado, também exista uma resposta clara.

editorial

Eleições deste ano começam sob o risco da desinformação

Primeira pesquisa irregular já foi barrada pela Justiça Eleitoral em MS

21/04/2026 07h00

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A eleição deste ano ainda nem começou oficialmente – mas a disputa pela mente do eleitor já está em curso. E, como nos últimos pleitos, ela não será travada apenas nas urnas, mas sobretudo no terreno turvo da desinformação.

Especialistas alertam que as chamadas “fake news” e dados manipulados devem intensificar a disputa pela opinião pública antes mesmo da campanha oficial.

O termo “fake news” se popularizou, mas é tecnicamente impreciso. Ele sugere que se trata de “notícia falsa”, quando, na prática, muitas vezes nem é notícia, e sim conteúdo fabricado para enganar – boatos, montagens e desinformação deliberada travestidos de informação.

Em Mato Grosso do Sul, a Justiça Eleitoral já deu o primeiro recado: uma pesquisa considerada irregular, com dados inconsistentes, foi retirada de circulação. O episódio não é isolado. Ele antecipa o que deve se intensificar nos próximos meses – uma avalanche de conteúdos manipulados, números distorcidos e narrativas construídas para confundir, não para informar.

O alerta não vem apenas de decisões pontuais. A Justiça Eleitoral reconhece que o País entra este ano sob risco elevado de desinformação organizada, potencializada por redes digitais e até por inteligência artificial. O objetivo é claro: influenciar o voto, gerar dúvida e corroer a confiança nas instituições.

Não se trata apenas de casos isolados. Trata-se de um ambiente contaminado, em que a mentira circula mais rápido do que a verdade e, muitas vezes, chega primeiro – moldando percepções antes que os fatos apareçam.
A experiência recente comprova o risco. Em eleições anteriores, a Justiça Eleitoral precisou desmentir boatos sobre urnas, contagem de votos e supostas fraudes – narrativas que ganharam força justamente pela repetição e pela ausência de checagem por parte de quem as compartilhou.

Diante desse cenário, o eleitor deixa de ser apenas participante do processo democrático e passa a ser também seu guardião. Cabe a ele desconfiar de números milagrosos, de pesquisas sem origem clara e de mensagens que apelam mais à emoção do que à razão.

A regra é simples, mas essencial: informação se confirma, não se compartilha no impulso. Buscar fontes confiáveis, veículos reconhecidos e canais oficiais da Justiça Eleitoral deixou de ser um cuidado – tornou-se uma necessidade.

Neste ano, mais do que escolher candidatos, o eleitor será testado na sua capacidade de distinguir fato de manipulação. E, nesse jogo, quem acredita em tudo pode acabar votando em uma mentira.

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