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Giba Um

"O Brasil não tem relevância internacional suficiente para fazer qualquer diferença na guerra"

de SÉRGIO MORO // criticando mais uma vez o posicionamento do presidente Lula sobre os ataques do grupo terrorista Hamas contra Israel

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 O primeiro-ministro de Israel Benjamin Netanyahu não quer conversar com o presidente Lula. O premiê não atendeu um telefonema do presidente brasileiro e está indignado com a relação do petista com o grupo Hamas.

 
Mais: Daniel Zonshine, embaixador de Israel no Brasil, disse que seu país não concorda com a posição do governo brasileiro que se mostrou insensível com a execução de civis, e que o Brasil não ficou ao lado dos bons, e repete seu erro como fez na guerra da Ucrânia-Rússia.

Fotos: Reprodução


Em alta
de novo


Aos 40 anos a modelo Raquel Zimmermann que tem dedicado parte de seu tempo para as artes plásticas aos poucos vai voltando a ocupar as capas das revistas e campanhas publicitárias. Este mês aparece nas capas de WSJ Magazine, Vogue Espanha, revista D do jornal italiano La Repubblica, V Magazine e campanhas da Pucci, Hermes e Chloé entre outras. Com 26 anos de carreira ela conta que escolheu ser modelo para ter e dar um futuro melhor para ela e sua família. “A ideia de ser modelo surgiu para mim como uma oportunidade de um futuro melhor para mim e minha família no Brasil. Minhas primeiras tentativas não deram muito certo. Eu não falava inglês e meu estilo era questionável. Eu não estava ciente das tendências e não tinha conhecimento de moda. Mas eu estava determinada a aprender e não desistir desta oportunidade única de segurança financeira e potencialmente de viajar pelo mundo”. E resume sua carreira: “Eu absolutamente vejo a modelagem como arte performática. À medida que minha carreira se desenvolveu, fiquei muito interessada no processo criativo da moda. Colaborar com a equipe para entender o que eles queriam que fosse expresso e depois colocar isso em ação. Minha maior inspiração é Cindy Sherman e sua capacidade de ir além de um senso pessoal de identidade. Já fiz muitas sessões de fotos onde interpretei personagens diferentes, o que é muito divertido! Mas também é ótimo ser eu mesma de vez em quando”.


Novo
atrito

 Além do atrito entre Congresso e STF, um novo embate (outro) começa surgir no governo Lula. Marina Silva (Meio Ambiente) está novamente mostrando as garras para o agronegócio (área que o governo Lula está tentando se aproximar). A bancada ruralista tem pressionado o governo para novas concessões de licença ambiental para dragagem de 592 quilômetros entre Corumbá e a foz do Rio Apa, em Ponta Porã. Tanto para o Ministério do Meio Ambiente quanto para o Ibama existem  sérias restrições para a obra. A Frente Parlamentar da Agricultura já solicitou uma reunião com Renan Filho (Transportes) para tratar do assunto, e tentam também uma audiência com Rodrigo Agostinho, presidente do Ibama e com Regis Fontana, coordenador-geral de Licenciamento Ambiental de Empreendimentos Fluviais e Pontuais Terrestre do Ibama. Por parte do Instituto a restrição apresentada seria a qualidade da água que será fornecida para a população ribeirinha com a obra. Já por parte da Pasta do Meio Ambiente existe um estudo feito por cientistas da Embrapa Pantanal, ICMBio, Instituto de Pesquisas Ecológicas e pela Panthera (organização global de conservação de felinos selvagens) de que a dragagem traria uma queda nos sedimentos e nutrientes e diminuição dos habitats dos peixes, que causaria sequelas na  subsistência  e na atividade econômica da pesca da região. 


Dia das
Bruxas


A drag queen Glória Groove é dos artistas mais aplaudidos dos últimos anos.  Seu nome de batismo é Daniel, é filho de Gina Garcia, backing vocal do grupo Raça Negra e começou aos 6 anos fazendo comercial e aos 7 anos fez parte do grupo Galera do Balão. Entre um show e outro de sua nova turnê ‘Noites de Glória’, que estreou no palco do 1º The Town, vem tirando um tempo neste mês de outubro, para prestar algumas homenagens a artistas que encarnaram bruxas em seus trabalhos. A primeira homenagem foi para a saudosa Rita Lee e a segunda para Rosi Campos (na pele de Morgana do Castelo Ra-tim-bum).


Outro prejuízo


Ainda sobre a queda de braço entre o Ministério do Meio Ambiente e a bancada ruralista: os parlamentares alegam que a diminuição de chuvas, desta época de estiagem que vai até dezembro, está potencializando os prejuízos provocado pela constante interrupção no tráfego de navios carregados. No outro atrito entre o Meio Ambiente e Congresso, meses atrás,  que conta com a pressão do estado do Amazonas e da Petrobras, vem por conta da dragagem do Rio Paraguai. Congressistas fazem questão de lembrar que apesar das condições que prejudicam a navegabilidade de navios houve uma crescente em relação ao ano passado, tanto no setor de grãos que cresceu 258%, comparado a 2022, quanto no setor de mineração (o transporte do minério de ferro aumentou quase 60%).  

In – Caju

Out – Cidra

Esquecida

 O governo Lula (o terceiro do petista) ainda não completou um ano de administração, mas já existem levantamentos não oficiais para saber quem tem mais chances de se tornar presidente em 2026. O nome da ministra do Meio Ambiente Marina Silva (apesar de estar sempre em evidência, por causa de briga com o agronegócio), não está sendo citado em pesquisas espontâneas, como sempre acontecia. As novidades nos levantamentos são os nomes citados espontaneamente de Michelle Bolsonaro, Tereza Cristina (ex-ministra da Agricultura do governo Bolsonaro), do senador Sérgio Moro e do governador do Paraná Ratinho Jr.

 

 

 

Mudanças

 Rodrigo Pacheco (PSD-MG) presidente do Senado Federal, esteve em Paris para participar do I Fórum Esfera Internacional, onde afirmou que não existe divergências entre o Poder Legislativo e Judiciário. E que a obrigação do Legislativo é fazer mudanças em coisas que não andam bem e deu como exemplo o mandato do STF. “Esse é o caso do mandato de ministros do STF, a elevação da idade mínima para ingresso na Suprema Corte, uma disciplina maior em relação às decisões monocráticas, por exemplo. É muito importante que a manifestação de poder que dá a palavra final a conflitos jurídicos e sociais pelo Poder Judiciário se dê através de sua colegialidade, ou seja, seja o pleno do STF que decida aquele precedente ou jurisprudência, e não uma decisão monocrática sobre a qual pode haver um alongamento de uma definição que gera uma insegurança jurídica”.

HONESTAS


O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, afirmou que não existe intenção nenhuma de criar um mal-estar com o Judiciário, muito menos retaliação. Pacheco disse que as decisões que estão sendo tomadas, inclusive envolvendo o STF, são feitas para o país andar melhor. “O que nós estamos deliberando e discutindo não é uma retaliação, como é no caso de uma pretensão de um impeachment sem nenhuma justa causa, ou uma revisão das decisões do Supremo pelo Congresso Nacional. São medidas honestas, já discutidas, adotadas em outros países, e que serão debatidas exaustivamente até uma definição do Parlamento”.

Em resposta


Também participando do I Fórum Esfera Internacional, o ministro Gilmar Mendes (STF) resolveu opinar sobre as palavras de Rodrigo Pacheco, presidente do Senado, que garantiu que não estão atacando o Supremo. E sutilmente alfinetou alguns políticos, incluindo o presidente Lula. “Muitos dos personagens que hoje estão aqui, de todos os quadrantes políticos, só estão porque o Supremo enfrentou a Lava Jato. Eles não estariam aqui. Inclusive o presidente do Supremo da República, por isso é preciso compreender o papel que o Tribunal desempenhou”.

ROMPIMENTO


O Governo de Lula também está de olhos nas eleições do Congresso (Senado e Câmara) em 2025 e pretende apoiar o candidato que o MDB lançar que poderá ser Renan Calheiros (AL) ou Eduardo Braga (AM). Com a decisão do Planalto Davi Alcolumbre (União-AP) que esperava receber o apoio do governo, pode se afastar de vez do Planalto. Ainda existe a possibilidade (mesmo que pequena) de Rodrigo Pacheco, atual presidente do Senado, recuar de sua posição de apoio a Alcolumbre para sua sucessão. O PSD poderá lançar a candidatura de Otto Alencar (BA).


Mais 5


Já pensando nas Olimpíadas de 2028, que acontecerá em Los Angeles (EUA) o COI – Comitê Olímpico Internacional – anunciou a inclusão de mais cinco modalidades no jogos: beisebol/softbol, críquete, flag football, squash e lacrosse (este último bem desconhecido é praticado (por enquanto) somente nos Estados Unidos, Canadá  e por nativos dos dois países que ocuparam outras regiões próximas). A explicação de Thomas Bach, presidente do COI, garante que os esportes não serão obrigatórios nos jogos olímpicos seguintes. “A escolha destes cinco novos esportes está em linha com a cultura esportiva americana e ilustrará estes esportes americanos icônicos para o mundo, enquanto trazem esportes internacionais aos Estados Unidos. Estes esportes farão os Jogos Olímpicos de 28 únicos”. Mais: apenas flag football e squash nunca fizeram parte dos jogos olímpicos.

SEM CHANCES


Sobre a futura disputa presidencial de 2026, um levantamento da Paraná Pesquisa mostra que se as eleições fossem hoje  Lula conseguiria ser reeleito com facilidade. O cenário de Lula, que falou que não tem intenção de tentar a reeleição (Jair Bolsonaro também afirmava isso até seu terceiro ano de mandato) seria um pouco mais acirrado contra seu antecessor, Bolsonaro (inelegível até 2030).  O levantamento mostra que Lula venceria Tarcísio de Freitas, governador de São Paulo (18,9 %) e Romeu Zema, governador de Minas Gerais (15,3%) com larga vantagem. Em ambos os casos Lula teria 37,6% de intenções de voto.

MISTURA FINA

AINDA sobre o levantamento da Paraná Pesquisas: a surpresa na pesquisa espontânea e o surgimento do nome de Ratinho Jr, governador do Paraná, em terceiro lugar com 12,9%. Ficando à frente até de Ciro Gomes (9,2%) e  Simone Tebet que teria 8,7% de intenção de votos.  Vale lembrar que o ex-presidente Jair Bolsonaro, aparecia na frente em todas as pesquisas não oficiais, até o final de 2021. 

SOBRE o levantamento da Paraná Pesquisas, Murilo Hidalgo, presidente do instituto  afirma que existe uma grande fragilidade em um nome da suposta “terceira via”.  “Quem esses candidatos representam? Enquanto ninguém tiver posições firmes e representar a população como Jair Bolsonaro e Lula, ninguém terá chances”. 

GILMAR Mendes, ministro do STF ainda fez questão de ovacionar a atuação  da Alta Corte nos ataques acontecidos em 8 de janeiro, lembrando o escritor checo Milan Kundera: “É fundamental aquela frase que disse Milan Kundera ‘A luta contra o poder, ou contra o poder absoluto, ou abusivo também envolve uma luta da memória contra o esquecimento’. E a gente passa borracha muito rapidamente nesses fatos”. 

AS coisas estão andando rápido mesmo, Davi Alcolumbre já almejando voltar a presidência do Senado, em 2025, começa estudar a possibilidade de mudança de  partido. Atualmente no União, o senador amapaense acredita que seu partido murchou, enquanto o MDB inflou.

 RODRIGO Pacheco, presidente do Senado, afirmou que pode ser que nem dispute nenhum cargo em 2026, e que por enquanto pretende somente cumprir seu mandado de senador. “Todas essas alternativas são postas, então é algo que eu vou refletir em um momento breve. Mas neste momento, o que eu penso é na contribuição que eu posso fazer para o meu país”.

O SEGUNDO turno das eleições presidenciais equatorianas que aconteceu no domingo (15) consagrou a vitória de Daniel Noboa com 52% dos votos.  Naboa, 35 anos, será o presidente mais jovem eleito na história do país, numa eleição marcada pela violência, onde um dos candidatos foi assassinado em agosto dias antes do primeiro turno. Noboa vem de uma das famílias mais ricas do Equador. Seu avô, Luis Noboa Naranjo foi fundador da  Exportadora Bananera Noboa e chegou a ser considerado o homem mais rico do Equador.

Direito

O que a Justiça pode determinar quando o trânsito destrói uma família

Confira a coluna desta quinta-feira (13)

13/08/2026 00h03

Leandro Provenzano

Leandro Provenzano Foto: Montagem / Correio do Estado

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Recentemente, um caso que tramitou no Tribunal de Justiça de Minas Gerais manteve, no fim de julho, a condenação de uma concessionária de energia elétrica pela morte de um ciclista atropelado por um funcionário que prestava serviço à empresa.

Os dois filhos da vítima, adolescentes na época, receberão R$ 25 mil cada um por danos morais, além de pensão mensal equivalente a dois terços dos rendimentos do pai até completarem 25 anos. O atropelamento aconteceu em 2009, mas somente agora, 17 anos depois é que o caso foi julgado pelo Tribunal.

O caso é didático porque reúne, em um único julgamento, quase tudo o que uma família precisa saber depois de um acidente de trânsito, e quase tudo o que ela costuma ignorar.

O primeiro ponto é quem paga. Existe a crença de que a responsabilidade começa e termina no motorista. Não é assim.

A lei estabelece que o empregador responde pelos danos causados por seus empregados no exercício do trabalho, e responde independentemente de ter culpa própria. Ou seja: não interessa se a empresa treinou bem o motorista, se exigiu curso de direção defensiva ou se o veículo estava em ordem. Se o funcionário atropelou alguém trabalhando, a empresa responde.

Isso muda tudo na prática. Uma coisa é buscar reparação contra um motorista que não tem patrimônio algum. Outra, bem diferente, é acionar a empresa para a qual ele trabalha, que tem CNPJ, faturamento e, quase sempre, seguro de responsabilidade civil.

O segundo ponto é a prova. A defesa da concessionária sustentou que o ciclista teria entrado repentinamente na via, apoiando-se no boletim de ocorrência. A relatora rejeitou o argumento com uma observação que vale guardar: boletim baseado exclusivamente na versão do condutor envolvido é relato unilateral de quem tem interesse direto no resultado. Boletim de ocorrência não é sentença. 

Muitas famílias desistem de buscar seus direitos porque leram no documento uma versão que as culpa. Essa versão pode, e deve ser contestada com testemunhas, perícia, imagens e prova técnica. Vale lembrar, ainda, que o Código de Trânsito impõe ao motorista o dever de guardar distância lateral mínima de um metro e meio ao ultrapassar ciclistas, exatamente por serem eles os usuários mais frágeis da via.

O terceiro ponto é o que a Justiça pode determinar. Em caso de morte, a lei prevê o pagamento das despesas com tratamento, funeral e luto, além de pensão aos que dependiam economicamente da vítima. Para os filhos, os tribunais costumam fixar essa pensão em dois terços da renda até os 25 anos; para o cônjuge ou companheiro, até a idade provável de vida da vítima.

Soma-se a isso o dano moral, que é direito próprio de cada familiar, não se divide um valor único entre todos. 

Quando a vítima sobrevive, o raciocínio é o mesmo. A lei garante o custeio integral do tratamento, os lucros cessantes (o que a vítima deixou de ganhar) referentes ao período de afastamento e, havendo redução permanente da capacidade de trabalho, pensão correspondente a essa perda.

Cicatrizes, amputações e deformidades geram dano estético, que o Superior Tribunal de Justiça reconhece ser cumulável com o dano moral. São verbas distintas, e pedi-las separadamente pode alterar significativamente o resultado.

Resta o tempo

O caso mineiro levou dezessete anos entre o acidente e a decisão de segundo grau, mas o prazo para ingressar com a ação é curto. Provas se perdem, testemunhas somem, câmeras são sobrescritas.

Se você perdeu alguém no trânsito, ou ficou com sequelas depois de um acidente, e o responsável estava trabalhando quando aquilo aconteceu, existe muito mais em jogo do que um acordo rápido oferecido pelo seguro nas primeiras semanas. Vale conhecer o tamanho real do que a lei assegura antes de assinar qualquer coisa.

Leandro Amaral Provenzano - OAB/MS 13.035. Sócio do escritório Provenzano Advogados.

CLAÚDIO HUMBERTO

"Quem deve explicações é o Lula"

Flávio Bolsonaro (PL), sobre Lulinha, filho do presidente, e a falcatrua no INSS

12/08/2026 07h00

Cláudio Humberto

Cláudio Humberto

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Bens de governador petista crescem mais de 400%

São nove os governadores que estão no cargo e vão buscar a reeleição este ano. Quase todos tiveram aumento no patrimônio. Alguns com elevação que supera os 460%, como é o caso de Clécio Luís, com passagem pelo Rede, PT, Psol, Solidariedade e, agora, no União Brasil. Os quatro anos no governo do Amapá parecem ter feito bem às finanças de Clécio, que, em 2022, declarou patrimônio de R$88,5 mil. Agora, o governador admitiu à Justiça Eleitoral ter R$R$497,9 mil em bens.

Petista 407% mais rico

O petista Elmano de Freitas (Ceará) também viveu tempos de bonança. O patrimônio decolou de R$72,1 mil (2022) para R$366,4 mil.

Pobre Riedel

Eduardo Riedel (PP-MS) é o único “mais pobre”. O patrimônio encolheu em 4 anos e desceu de R$20,7 milhões para R$16,1 milhões.

Modesta variação

Dos que tiveram aumento, Raquel Lyra (PSD-PE) registra a oscilação mais modesta, 5,56%. Passou de R$340,5 mil para R$359,4 mil.

É o admitido

A coluna chegou aos valores após cruzar os dados repassados pelos próprios candidatos ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

Lula promete pasta da Segurança 43 meses atrasado

Lula (PT) sempre passa vergonha quando faz juras eternas de combater a criminalidade, como a promessa de criar o Ministério da Segurança, com 43 meses de atraso. Para quem manda sua bancada boicotar no Congresso projetos que são aspiração dos brasileiros, como a redução da maioridade penal, e após saudar uma traficante em seu palanque na Favela do Moinho, em São Paulo, como lembrou Tarcísio Gomes de Freitas no debate da Band, desautoriza qualquer lacração nessa área.

Nunca na História

Nunca houve Ministério da Segurança nos mais de 18 anos dos cinco governos do PT.

Primeiro

A primeira vez que houve pasta específica para a Segurança Pública foi na gestão Michel Temer (MDB).

Caso único

O ex-deputado Raul Jungmann continua a ser o único ministro da Segurança da História do Brasil.

Mitomania em movimento

O “afastamento” do ministro da Propaganda da campanha de Lula (PT), em razão de “desavença”, ainda mais tendo sido “substituído” pelo próprio sócio, soa tão falso quanto ex-presidiário jurar combate ao crime.

Ataques investigados

Empresário forte de Goiânia, da área de show business, vem sendo acusado na política do DF de bancar ataques nas redes sociais contra a governadora Celina Leão (PP). O caso está sob investigação.

Caiu a ficha

Demorou, mas a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro finalmente deu sinais de haver percebido que suas desavenças públicas com o enteado Flávio favoreciam os adversários. “Briga tem em toda família”, diz agora.

Por conta

Difícil Lula retribuir a Nabor Wanderley (Rep-PB) o apoio público que recebeu de Hugo Motta (Rep-PB), filho do candidato ao Senado. O petista vai pedir votos para Veneziano Vital (MDB) e João Azevedo (PSB)

Vergonha histórica

Condenado à morte por crimes contra a humanidade, o ex-ditador sírio Bashar al-Assad foi um dos “ídolos” da esquerda por atacar os EUA sistematicamente. Em 2010, recebeu do então presidente Lula a maior condecoração brasileira: o Grande Colar da Ordem do Cruzeiro do Sul.

Esquema

Era pluripartidário o rolo de vereadores com facção que cobrava pedágio para acessar regiões de Sobral (CE). Os envolvidos, segundo a PF: Carlos do Calisto (PSB), Junim do Povo (Pode) e Mario Vicktor (União).

É simbólico

O segundo ato de campanha de Flávio Bolsonaro (PL) deve ser na cidade em que o pai sofreu um atentado promovido por ex-militante do Psol, em 2018. Flávio vai a Juiz de Fora (MG) em 17 de agosto.

Demora por quê?

Sob supervisão do Judiciário, de perito, da PF e do Ministério Público, Alfredo Gaspar, candidato a vice de Flávio (PL), já disponibilizou seu DNA para agilizar o confronto com amostra da suposta “vítima” exposta por Lindbergh Farias (PT) e Soraya Thronicke. Só falta o STF avaliar.

Pensando bem...

...política ainda é um excelente negócio.

PODER SEM PUDOR

Cláudio Humberto

Não te fresqueia, tchê

O líder gaúcho Flores da Cunha era do tipo que não guardava papas na língua e zelava pela reputação dos machos do Rio Grande do Sul. Mas, certa vez, num comício em Uruguaiana, ao ser saudado, um orador local exagerou nos elogios: “Bravo general, corpo de espartano, cérebro ateniense, coração de pomba, alma de dama...”. Ele chama o chefe político e ordena, interrompendo o discurso: “Tira esse demente daqui antes que ele me chame de fresco”.

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