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Giba Um

"O meu sonho é acabar o governo, seja daqui a quatro, daqui a cinco, daqui a oito anos, quando...

...bater no peito e falar: 'menos pessoas dependem de políticos para levar comida para casa'"

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Depois da operação da PF contra Ciro Nogueira pelo envolvimento com Daniel Vorcaro, Flávio Bolsonaro já começou a tentar se distanciar do aliado sobre o qual dizia ter “todas as credenciais” para ser seu vice (hoje, diz que falou isso só para agradar Ciro).

Mais: com o episódio do filme, sua campanha, agora meio à deriva, tinha preparado a passagem de Ciro pelo bloco lulista do senador antes de virar chefe da Casa Civil de Bolsonaro. Precavido, Ciro também está organizando uma contraofensiva.

União de DNAs

A longa amizade entre Helena Bordon e Lala Rudge sempre teve a moda como tema central em suas conversas. Agora, essa relação evoluiu para uma coleção. As criadoras da By Helena Bordon e da La Rouge Belle se uniram para uma colaboração que combina sofisticação, conforto e uma grande dose de individualidade. Cada marca possui um DNA bem definido, e essa colaboração respeita perfeitamente isso, mesclando a alfaiataria estruturada, couro e chamois da By Helena Bordon com a suavidade do sleepwear da La Rouge Belle, utilizando cetim, renda e veludo. O resultado é uma linha de peças versáteis e atemporais, que inclui blazers, jaquetas, vestidos, saias e calças, desenvolvidas para transitar entre os diversos momentos do dia. O objetivo é incorporar o encantamento das roupas de dormir às produções cotidianas, equilibrando conforto, feminilidade e um toque urbano. Blazers, vestidos, saias, regatas e calças apresentam-se em versões práticas e atemporais. Para marcar o lançamento, Helena e Lala receberam amigas e convidadas no terraço do Hotel Fasano São Paulo Itaim, em São Paulo, em um evento íntimo repleto de personalidades do lifestyle e da moda local. As peças estão disponíveis para compra nas lojas físicas e online de ambas as marcas.

Eleições: combustível para a classe média
 

Vai ter dinheiro para a classe média. O lançamento da linha de crédito de R$ 30 bilhões para taxistas e motoristas de aplicativo abre uma carreata de medidas que serão anunciadas nas próximas semanas, com foco nessa camada intermediária da população, um miolo no qual as taxas de aprovação de Lula patinam. Para isso, além do já asfixiado orçamento, a equipe econômica quebra a cabeça em busca de recursos para financiar as novas iniciativas. Entre as hipóteses discutidas na Fazenda, uma das ideias que já teria sinal verde do Planalto é usar o que exceder os dividendos das estatais previstos no orçamento da União, que podemos considerar como orientação, carimbando esse dinheiro para custear novas “bondades” voltadas para as classes A e B. A proposta ganhou corpo pela expectativa de um salto nos resultados da Petrobras por conta da disparada dos preços do petróleo.

Efeito dominó

No primeiro trimestre deste ano, a estatal teve um lucro de R$ 32,7 bilhões, uma queda de 7,2% em relação ao igual período de 2025. No entanto, cabe dizer que o balanço de janeiro a março ainda não capturou os efeitos da guerra do Irã sobre as cotações do petróleo e, consequentemente, sobre as exportações da companhia. Esse efeito dominó positivo é aguardado para as demonstrações financeiras do segundo trimestre. Com isso, cresce a possibilidade de a empresa pagar a seus acionistas um volume superior ao referente ao primeiro trimestre, de R$ 9 bilhões.

Só para adultos

A atriz e cantora Selena Gomez, que se destacou no Disney Channel, atuou na série Only Murders in the Building e no filme Emilia Pérez, já tem volta confirmada aos cinemas e promete ser inesquecível. Conforme o Daily Mail, Selena será parte do novo filme dirigido por Brady Corbet, que ainda não tem um nome oficial definido (um dos títulos considerados é “The Origin of the World”). O longa terá conteúdos “adultos”, clima intenso e duração prevista de quatro horas. Embora ainda esteja na fase de pré-produção, o projeto já está gerando expectativa na indústria cinematográfica. O elenco conta com talentos renomados como Cate Blanchett e Michael Fassbender. Corbet, que obteve sucesso recentemente com O Brutalista, vencedor de três Oscars em 2025, informou que a história deste novo filme se desenrola do século XIX até os dias atuais, com atenção especial aos anos 70. Ele também revelou que o roteiro terá cerca de 200 páginas. Vale lembrar que “O Brutalista”, com duração de três horas, possuía 165 páginas. Segundo o veículo britânico, o novo filme deve incluir cenas consideradas “picantes” e terá classificação indicativa para maiores de 18 anos.

Apoio esvaziado

Prefeitos e deputados do PSD no interior de São Paulo não trabalharão pela reeleição de Tarcísio de Freitas (Republicanos), ao governo paulista, mesmo com Gilberto Kassab, presidente do partido, tendo declarado apoio ao governador. Se houver algum acordo especial para o segundo turno, ficará entre Tarcísio e Fernando Haddad (PT-SP). Para prefeitos e deputados, houve quebra de acordo entre Kassab e Tarcísio. O PSD esperava ficar com o cargo de vice na chapa de reeleição, com o próprio Kassab sendo um dos cotados para o posto.

15 dias de prazo

O encontro na casa de Daniel Vorcaro ,conforme confissão de Flávio Bolsonaro ampliou a desconfiança de aliados próximos e da própria cúpula do PL, que teme o surgimento de novos fatos graves e defende que a sigla busque uma opção ao senador. Anteriormente, entre outras mentiras, Flávio havia garantido que nunca tinha se encontrado com Vorcaro depois da primeira prisão do ex-banqueiro em sua casa. A cúpula do partido presidido por Valdemar Costa Neto, que sempre teve um pé atrás na candidatura do “01”, deu prazo de 15 dias para avaliar o grave episódio e decidir se a candidatura de Flávio permanece ou não.
 

Pérola

O meu sonho é acabar o governo, seja daqui a quatro, daqui a cinco, daqui a oito anos, quando a gente vai bater no peito e falar: ‘menos pessoas dependem de políticos para levar comida para casa’”,

de Flávio Bolsonaro, que não quer desistir (?!).

“Relações fraternais” 1

Flávio vai a 41,8%; e Lula atinge 48,9% em 2º turno simulado: são dados da pesquisa Atlas/Intel, evidenciando queda de 6 pontos percentuais e crescimento de 1,4 ponto para Lula. Além disso, a descoberta das “relações fraternais” entre Flávio Bolsonaro e Daniel Vorcaro caiu dos céus para Lula. Com potencial impacto eleitoral, o caso dá ao governo brasileiro um fato político, institucional e policial para acelerar as negociações com os Estados Unidos em torno de um acordo de cooperação envolvendo paraísos fiscais. A proposta em discussão com autoridades norte-americanas prevê que jurisdições de baixa transparência e suas instituições passem a responsabilizar um regime de intercâmbio de informações.

“Relações fraternais” 2

A questão foi tratada no recente encontro entre Lula e Trump. O objetivo é cavar trincheiras contra o crime organizado e trazer à luz a imensa rede de túneis subterrâneos por onde o dinheiro ilícito circula pelo mundo afora. Ou seja: o imenso ervário oriundo do tráfico de drogas e de armas, milícias, jogo ilegal, desvio de dinheiro público, lavagem de dinheiro por fintechs e congêneres, só para começar. Seja pelo dinheiro envolvido ou pelo que ainda pode vir à tona, o repasse de dinheiro de Daniel Vorcaro aos Estados Unidos para o clã Bolsonaro dá dimensão policial à diplomacia com os EUA na ofensiva contra o crime organizado.

Mulher de Caiado
no Senado

De acordo com levantamento da Paraná Pesquisas, a ex-primeira-dama de Goiás, Gracinha Caiado (União Brasil), desponta isolada na liderança da corrida eleitoral ao Senado, abrindo grande vantagem sobre os demais concorrentes (são duas vagas). Gracinha é esposa do ex-governador e presidenciável Ronaldo Caiado e concentra 36,9% das intenções de voto no principal cenário estimulado. O atual senador Vanderlan Cardoso (PSD) aparece na segunda posição, com 26%.

Mais um problema

Além do caso Master, Ciro Nogueira ganhou novo problema na Justiça. O MPF abriu inquérito civil para apurar possíveis irregularidades na aplicação de uma emenda de R$ 321 mil enviada pelo Senado ao município de São Luís do Piauí. Para a Procuradoria, não houve a devida transparência na indicação dos beneficiários e no plano de uso dos recursos. Um veterano político diz: “Se tiver de devolver, ele não tem problema, ainda terá um saldo dos tempos em que recebia de Daniel Vorcaro”.

Outro “irmão”

Primeiro, o deputado federal Mário Frias disse que “nunca viu um centavo de Daniel Vorcaro na produção do filme sobre a vida de Jair Bolsonaro”. Depois, voltou atrás e disse que o então dono do Master fizera um investimento. Agora, o site Intercept Brasil publica áudio do mesmo Mário Frias, produtor executivo de “Dark Horse”, enviado a Daniel Vorcaro, agradecendo pelo investimento que viabilizaria o longa-metragem. O áudio foi enviado em 11 de dezembro de 2024. “Só quero te agradecer, meu irmão. Vamos mexer com muita gente e vai ser importante para nosso país. De vez em quando, preciso te falar como as coisas estão andando”. Detalhe: nesses dias, a PF queria encontrar Mário Frias e não conseguiu localizá-lo, nem em sua casa.

Mistura Fina

Acaba de entrar em vigor nesta semana a nova lei migratória de Portugal, que cumpre o objetivo de investigar a permanência dos 500 mil brasileiros no país. A lei impede a regularização de turistas, alonga prazos para reagrupamento familiar, limita vistos de trabalho e eleva requisitos para cidadania. Muitos dos negligenciados deixaram o Brasil fugindo da crise e da insegurança geradas, em boa medida, por sucessivos governos do PT, e Lula silencia.

Na visita de Lula a Portugal, o primeiro-ministro Luís Montenegro tratou do tema com mais clareza do que o presidente brasileiro. Agora, muitos que construíram raízes, pagam impostos e contribuem para a economia portuguesa estão vendo seu futuro ameaçado. É constrangedor o contraste com a rapidez da retaliação aos EUA após a expulsão de um delegado que extrapolou funções. Portugal “retribui” desse modo o histórico acolhimento de portugueses pelo Brasil em momentos de dificuldades econômicas.

Agora, Davi Alcolumbre, presidente do Senado, prepara nova derrota para Lula: vai derrubar o veto do presidente petista para permitir que municípios inadimplentes com o governo federal possam receber recursos de emendas e convênios. Dispositivos vetados por Lula na Lei de Diretrizes Orçamentárias de 2026 impedem que 3.100 municípios possam ter acesso aos recursos. Por outro lado, o mesmo Alcolumbre está mais do que irritado com a decisão de Lula de enviar novamente o nome rejeitado de Jorge Messias para uma cadeira no STF.

Lula pode mandar novamente o nome de Jorge Messias para ser votado no próximo governo (pode ser o próprio Lula, Flávio Bolsonaro ou outro) e bater de frente outra vez com Alcolumbre, que quer ser reeleito presidente do Senado. Há, contudo, brechas jurídicas e regimentais para viabilizar nova análise do nome do AGU. Um dos argumentos é que a proibição consta em um ato administrativo da Mesa Diretora, e não na Constituição ou no regimento interno do Senado.cais participam da fiscalização.

In – Drinque: Whisky Apple Sour
Out – Drinque: Gin Sour de Maçã Verde

CLÁUDIO HUMBERTO

"Não podemos mais conviver com o que estamos vivendo"

Ronaldo Caiado (PSD), ao prometer anistia aos condenados pelo 8 de janeiro de 2023

09/08/2026 08h01

Cláudio Humberto

Cláudio Humberto

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Mulher de Marcola teve aval para trabalhar no PT

A quase decorativa Comissão de Ética Pública da Presidência da República liberou Nicole Briones para trabalhar no PT, sem necessidade de respeitar a quarentena imposta aos que ocupam cargos estratégicos na administração pública.

Nicole era superintendente de Comunicação Digital e Mídias Sociais da Empresa Brasil de Comunicação (EBC), mas também é casada com Marco Aurélio Santana Ribeiro, o Marcola, agora ex-chefe do gabinete pessoal de Lula (PT). Problema resolvido.

Ano de ouro

Nicole foi convidada em 2025 para coordenar as mídias sociais do PT. Ela é dona da Matilha Comunicação, aberta no mesmo ano do convite.

Corrente

O processo foi relatado pelo conselheiro Bruno Espiñeira Lemos, que não viu conflito de interesse. Lemos foi nomeado por... Lula.

Colado em Lula

Marcola era um dos assessores mais próximos de Lula, até emprestava o celular ao presidente. Estava na campanha de reeleição do petista.

Fim melancólico

Marcola saiu da campanha após flagra de receber dinheiro de lobista amiga de Lulinha enrolada no caso INSS. Nicole não foi localizada.

Média das pesquisas ainda prevê empate técnico

Nos últimos dois meses, foram divulgadas 33 pesquisas eleitorais sobre o cenário de segundo turno para presidente da República. Em média, o atual presidente Lula (PT) lidera com 46% das intenções contra 42,1% do principal adversário, Flávio Bolsonaro (PL).

A média das margens de erro é de 2,1% para mais ou para menos, o que configura empate técnico entre os candidatos, cenário que se repete desde o início do ano.

Bem fora da curva

A CNT/MDA de meados de junho (BR-04256/2026) previu vitória de Lula por 12,5% de vantagem, mesmo com a margem de erro de 2,2 pontos.

Lado oposto

Levantamento Gerp (BR-03067/2026) do início de julho apontou vitória de Flávio por três pontos, com margem de erro de 2,2%.

Empate na prática

Pesquisa Nexus/BTG (BR-02874/2026) do início de agosto viu apenas um ponto separando os dois candidatos; Lula com 46% a 45% de Flávio.

É provocação

Mesmo com aprovação do Senado dos Estados Unidos para Daniel Perez ser embaixador do país no Brasil, Lula só deve andar com a avaliação do indicado de Donald Trump após o 2º turno das eleições. 

Pobre agro

Até o Produto Interno Bruto (PIB) do resiliente agronegócio brasileiro sucumbiu e registrou queda de 2% no primeiro trimestre deste ano. O levantamento é do Cepea em parceria com a CNA.

Pedras fundamentais

Ao confirmar Sanderson (PL) e Marcel van Hattem (Novo) candidatos no Rio Grande do Sul, Flávio Bolsonaro reforçou que a dupla terá papel central na formação da “maioria conservadora no Senado”.

Livramento

Sobre a decisão do governo Lula de rebaixar as relações diplomáticas com a Argentina, Flávio Bolsonaro disse o “próximo país a se libertar de projeto fracassado será o Brasil. A partir de 2027, voltaremos a tratar nossos vizinhos como sócios, não adversários ideológicos”.

Censura de incompetentes

Kim Kataguiri (Missão) criticou pedido de Janja para retirar a plataforma Discord do ar e questionou a atuação da primeira-dama: "quem votou nela?". Para o deputado federal, o país é “refém de incompetentes”.

Chega

Ronaldo Caiado, pré-candidato do PSD ao Planalto, diz que tomará uma série de medidas já no primeiro dia de um eventual governo. Entre elas, anistia aos presos pelo 8 de janeiro. Diz que é para pacificar o país.

Esperança de reabertura

O presidente dos EUA, Donald Trump, disse que um acordo sobre o Estreito de Ormuz é possível já na quarta-feira (12). A expectativa é que até um pré-acordo possa permitir a reabertura da via marítima.

Triste recorde

"Se você está endividado, a culpa é do Lula", acusou Flávio Bolsonaro ao comentar o recorde de endividamento das famílias brasileiras, que atingiu 82%. Para o candidato ao Planalto, “a conta não fecha”.

Pensando bem...

...tem casamento que é bom negócio.

PODER SEM PUDOR

Conta de somar

Homem sério, o líder mineiro Milton Campos nunca foi daqueles políticos que tentam explicar o inexplicável.

Ele perdeu para João Goulart, em 1960, a eleição para vice-presidente da República, que na época não era “casada” com a de presidente. Na expectativa de obter uma avaliação profunda do seu próprio insucesso, um jornalista provocou:

“Dr. Milton, por que o senhor perdeu?”. Encerrando a conversa mole, disse: “Perdi porque ele teve mais votos”.

 

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Arthur Maximilliano

A nova era dos dados: quando o empresário deixa o achismo para trás e passa a decidir com clareza

04/08/2026 00h03

COLUNISTA ARTHUR MAXIMILIANO

COLUNISTA ARTHUR MAXIMILIANO

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Durante muito tempo, o sucesso de uma empresa foi construído sobre a experiência e o famoso "faro" do empreendedor. A intuição sempre foi protagonista nas grandes decisões. Mas algo mudou — e mudou rápido.

Hoje, quem ainda aposta apenas na sensação corre o risco de ficar para trás, enquanto outros aprenderam a ler os sinais que os números deixam pelo caminho. Não se trata de abandonar a intuição. Trata-se de potencializá-la.

Bem-vindo à era da gestão orientada por evidências, onde o dado se tornou o novo instinto do líder.

Do achismo à clareza empresarial

Tomar decisões sem dados é como dirigir de noite com os faróis apagos. O carro até anda, mas cada curva vira uma aposta.

Os líderes que prosperam hoje são aqueles que transformaram números em narrativas reais. Eles sabem que cada gráfico revela um comportamento, cada indicador esconde (ou revela) uma oportunidade, e cada desvio traz um aprendizado valioso.

Não olham para uma planilha como algo frio ou técnico. Olham como quem lê o pulso da empresa — e transformam informação em ação.
Business Intelligence: o espelho fiel do seu negócio

Com o avanço do Business Intelligence e das ferramentas de visualização, ficou possível enxergar a empresa em tempo real. Hoje, você descobre onde o dinheiro entra, onde escapa e onde poderia render mais — tudo em um único painel.

Mas BI não é só tecnologia. É sobre fazer as perguntas certas:

Quais produtos realmente sustentam meu lucro?

Qual canal me traz clientes que ficam?

Qual time entrega mais com menos atrito?

Quando o dado responde, você para de adivinhar e começa a decidir de verdade.

A combinação entre razão e sensibilidade

O dado mostra o caminho. Mas quem escolhe a direção ainda é você.

A melhor liderança não é aquela que abandona a intuição — é a que a usa com inteligência. Intuição apoiada em dados deixa de ser palpite e vira estratégia. É nesse ponto que tecnologia e humanidade se encontram: o dado oferece o diagnóstico; o líder, o propósito.

Inteligência Artificial e o novo papel do gestor

Com a Inteligência Artificial, as empresas deixaram de apenas olhar para trás. Agora, elas antecipam o que vem pela frente. Sistemas identificam padrões, preveem quedas de receita, antecipam cancelamentos e até recomendam ações antes que o problema bata à porta.

Mas o verdadeiro diferencial está em quem interpreta o que a IA aponta. O dado mostra o que está acontecendo. A inteligência humana entende por que — e decide o que fazer a partir disso.

O dado como cultura, não como ferramenta

A empresa do futuro não será a que tiver mais tecnologia. Será a que ensinar sua equipe a pensar com base em dados. Quando cada pessoa, de qualquer área, entende o impacto real de suas decisões nos resultados, a empresa deixa de reagir e passa a planejar.

Decidir com dados é decidir com consciência. E consciência é a base da alta performance.
 

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