acontecendo? O presidente Trump está propondo criar uma nova ONU em que ele, sozinho, é dono", de Lula, no 14º Encontro Nacional do MST, em Salvador (BA).
Em 2022, o governador de Minas Gerais, Romeu Zema, foi beneficiado pelo voto "Lucema", quando conquistou quase 40% de mineiros que votaram em Lula. Esses votos não estão mais com ele, tanto quanto votos de bolsonaristas na mesma época quando ele se declarava a favor do Capitão.
MAIS: traduzindo, Romeu Zema não pode mais contar com esses dois blocos do passado para sua pretensão de chegar ao Planalto. Nas pesquisas, o máximo de intenções de voto que aparecem a seu favor, tem sido de 3%. Agora, ele sonha em ser vice de algum dos governadores que também sonham em subir a rampa.
Buscou harmonia
Vivendo a vilã Zulma, na novela ‘Etâ mundo melhor’, Heloisa Périssé, está dando um show de talento, mostrando que seu dom vai além da comédia. Em entrevista ela desabafou que não gosta de ser rotulada como ‘guerreira’, depois de ter superado um câncer raro nas glândulas salivares em 2019. “ Saí dessa porque não era minha hora. Eu não sou uma guerreira. Eu não guerreei. Não gosto de entender a vida como uma guerra. O caminho que busquei foi o de me harmonizar. Quando você muda a si mesmo, o resto muda automaticamente”. Heloisa revelou que também não teve medo da morte, mas que tem medo de outras coisas. “Não tive medo da morte, fiz amizade com ela e com o tempo. Em compensação, tenho pânico de lagartixa!”. Nesta harmonia que mencionou ela disse que criou um lugar em sua casa que batizou de “céuzinho”, onde se conecta com Deus e aproveita para agradecer tudo que tem. Sobre sua separação de Mauro Farias, depois de 22 anos de casada e seu novo relacionamento, diz que está vivendo uma nova adolescência. “Eu já fui casada outras vezes e já tinha me separado antes. Mas vou dizer: eu me considero vivendo a minha “segunda adolescência”. E vou além: a melhor adolescência é essa que a gente começa agora, aos 60. Entrei na menopausa, estou tendo a oportunidade de viver uma fase em que já tenho minha profissão, meu lugar consolidado, meu dinheiro, minhas filhas já estão grandes, já sei que não morro de amor. Separar não é fácil. Às vezes, é mais difícil do que casar. Por isso, muita gente “empurra com a barriga’’. Mas eu já tomei várias atitudes na vida e vi que não morri. O tempo faz as coisas se ajeitarem. Estar em dia com a sua verdade, sua cabeça e seu coração é o que faz de você uma pessoa melhor”.
Haddad-Lula: relação fria
Há uma importante mudança climática em Brasília: a relação entre Fernando Haddad e Lula, uma das principais âncoras do atual governo, esfriou consideravelmente. Haddad está decepcionado com toda dinâmica que cerca sua já anunciada saída do cargo. Não era esse o script que esperava. O acordo era que Haddad deixaria o governo mais à frente, preferivelmente após uma conquista – como a regulamentação da reforma tributária – e em data escolhida por ele próprio. O roteiro desandou e Haddad foi forçado a antecipar sua saída do Ministério da Fazenda pelo Planalto, notadamente os ministros Rui Costa (ele não suporta o ainda titular da Fazenda) e Gleisi Hoffmann, os dois principais vocalizadores do PT dentro do governo. Resumo da ópera: o "aviso prévio" pode até não ter partido de Lula, mas definitivamente ele não contou com a fidelidade do presidente. Na prática, Lula preferiu assistir ao desgaste de seu ministro sem oferecer respaldo público.
Bem preparado
Fernando Haddad é reconhecido como um dos quadros mais preparados do PT. Sempre lutou pelos projetos mais difíceis do governo, sempre em guerra com territórios hostis, especialmente o Congresso. Desde a campanha, foi o fiador de Lula Junto aos mercados. Por isso, é natural que alimente grande dose de mágoa, pelo jeito que está dizendo o Ministério quase na base da "ordem de despejo". Argumento do PT: Haddad conversava mais com a Faria Lima do que com o partido.
Tem que convencer
Substituindo Paolla Oliveira, como rainha de bateria da Grande Rio no Carnaval de 2026, a apresentadora, empresária e influenciadora digital Virginia Fonseca, apesar de ter contratado um professor para lhe ensinar o samba, não está convencendo muita gente. As constantes críticas têm atormentado as noites de Virginia ou não. A apresentadora do “Sabadoou” parece não dar muito ouvidos aos comentários negativos sobre seu samba no pé. As críticas aumentaram por suas constantes faltas aos ensaios gerais (na quadra ou no sambódromo), principalmente quando ela está fora do Brasil, respectivamente na Espanha, onde tem viajado com frequência por conta do namoro com Vini Jr. (ponta-esquerda do Real Madrid). Por outro lado, Virginia tem tirado o folego de muitos marmanjos quando posa com seus looks de ensaio, biquínis ou mostrando sempre algo que instiga a imaginação dos homens.
Outra derrota
Ainda Fernando Haddad: ele teria sido escanteado para cumprir em nome de Lula e do PT mais uma missão de derrota prévia. Sairia candidato ao governo de São Paulo, pegando Tarcísio de Freitas pela frente, apenas para obter a quantidade de votos necessária no estado para a reeleição de Lula. Depois, poderia ir para a Casa Civil, Secretaria de Assuntos Estratégicos ou qualquer outro canto menos a Fazenda. E esperaria quatro anos para ver se o presidente apontaria o dedo em sua direção, ungindo-o como candidato à sucessão em 2030. Ele não topou. No passado, topou concorrer à Presidência e perdeu. Escalado para disputar o governo de São Paulo, perdeu novamente. Depois de Gleisi, foi quem mais visitou Lula em sua sala-quarto na Polícia Federal.
Conversa cordial
Na conversa que teve, há dias, com o ministro Alexandre de Moraes (também para o ministro Gilmar Mendes), a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro detalhou todos os remédios que Bolsonaro tomou na prisão e os efeitos colaterais de cada um, incluindo risco de queda. Também atribuiu a efeito de medicamentos o episódio em que o marido violou a tornozeleira com um ferro de solda. Disse que Bolsonaro não teria mexido na tornozeleira se ela estivesse em casa, Michelle considerou a conversa como "cordial" e a transferência do ex-presidente para a Papudinha sinalizou uma possível e próxima "prisão domiciliar". Michelle, à proposito, mantem entrega de marmitas com comida especial para Bolsonaro.
Pérola
"A Carta da ONU está sendo rasgada e, em vez da gente corrigir a ONU com uma reforma, o que está acontecendo? O presidente Trump está propondo criar uma nova ONU em que ele, sozinho, é dono",
de Lula, no 14º Encontro Nacional do MST, em Salvador (BA).
Questão de argumento
Não há o menor interesse que o Brasil hostilize para valer Trump, proponente do Conselho da Paz e seus membros já confirmados. Jorio Dauster, escritor e diplomata, acha que a recusa pode ser por "razões constitucionais". E explica que a Carta Magna lista princípios que regem relações institucionais do Brasil e entre eles a igualdade entre Estados. O estatuto do Conselho viola esse princípio ao estabelecer diferenças entre: a) Estados convidados e não convidados por Trump e b) Estados com mandato inicial de três anos, sujeito à renovação por decisão monocrática de Trump e Estados com assento permanente caso paguem R$ 1 bilhão pela cadeira cativa. Pelo que se vê, uma “questão de argumento" para não entrar no barco.
"Forte impulso"
Na semana passada, Lula manteve uma conversa telefônica de 45 minutos com o primeiro-ministro da Índia, Narendra Modi, líder com histórico marcado por controvérsias internacionais, acusações de violência sectária e decisões econômicas criticadas. O diálogo tratou dos preparativos da visita de Lula a Índia entre os dias 19 e 21 de fevereiro, quando acertarão fortalecimento de cooperação bilateral em diversas áreas. Quando Modi era ministro-chefe de Gujarat, mais de mil pessoas morreram em distúrbios sectários. Agora, Modi diz que ele e Lula estão movidos por "forte impulso" e querem" reforma abrangente" da ONU e de seu Conselho de Segurança.
Olho lá em cima
Tem motivo para que Camilo Santana fique com a coordenação da campanha de Lula no Nordeste: o risco de humilhante derrota do PT em dois Estados, mesmo com a máquina na mão. No Ceará, Santana conseguiu eleger o sucessor Elmano de Freitas, mas parece que o raio não vai cair no mesmo lugar duas vezes. Pesquisas mostram o favoritismo do principal adversário Ciro Gomes (PSDB), O afastamento permite que Santana dispute o governo cearense e empurre Freitas para o Senado. Mais: Bahia também preocupa o PT. ACM Neto está dando canseira ao governador Jerônimo Rodrigues e sem muita adesão ainda na defesa de testar Rui Costa (Casa Civil) para o governo - e não para o Senado.
Fachin em cena
Na semana passada, o presidente do Supremo, ministro Edson Fachin, deu uma entrevista sobre o código de conduta que quer lançar na Corte, que vem sendo combatida por colegas do STF. E embora o PGR já tivesse decidido arquivar representação de deputados que pediram afastamento de Dias Toffoli do caso Master, Fachin aproveitou para apoiar a atuação do mesmo Toffoli nos inquéritos que apuram um suposto esquema de fraude na instituição. Dois dias depois, novamente o presidente do Supremo volta a dar entrevista para outro veículo, falando sobre o código, mas sem citar Toffoli e Alexandre de Moraes. E a certa altura, sentenciou: "Ou nos autolimitamos ou poderá haver limitação de um Poder externo". Muita gente está pedindo tradução até agora.
"Fanatismo e idolatria"
As redes sociais pilotadas por figuras religiosas não deixaram por menos as críticas ao episódio do raio que, no domingo (25) atingiu a caminhada de Nikolas Ferreira (PL-MG), atingindo 72 pessoas. Texto de uma delas:" O episódio evidencia os riscos do fanatismo e da idolatria. Não há o que comemorar, mas ficar desprotegido sob chuva intensa é perigoso. Que sirva de lição: nenhum político merece que coloque a saúde e a segurança do povo em risco "... Nikolas Ferreira ignorou o incidente, cobrou de Davi Alcolumbre presidente do Senado uma CPMI para investigar o Banco Master e criticou Lulinha, filho de Lula, acusado de estar envolvido com a roubalheira do INSS. O protesto da caminhada era a favor da anistia de Bolsonaro.
Mistura Fina
A Operação Overclean, investigação da Polícia Federal sobre corrupção em emendas parlamentares, descobriu a existência de uma verdadeira "bancada" de deputados metidos em desvios. As investigações iniciadas em dezembro de 2024 atingiram prefeitos, quatro deputados e servidores públicos. O caso, sob sigilo, é tocado pelo ministro Kássio Nunes Marques do Supremo. Agora, mais seis deputados estão na mira do STF. Além de focar em novos parlamentares, a investigação chegará a outros estados. O método de desvios foi replicado país afora.
O governador de São Paulo, Tarcísio De Freitas, que deverá visitar o ex-presidente Jair Bolsonaro na próxima quinta-feira, 29, na Papudinha, voltou a falar que pretende concorrer à sua reeleição no Estado e reforçou apoio à candidatura de Flávio Bolsonaro à Presidência. Tarcísio disse que é leal ao Capitão e que ele era seu candidato ao Planalto até indicação de Flavio. E avisou que irá ajudar o filho "01" de Bolsonaro na campanha. Detalhe: até dentro do PL, há quem aposte que Michelle ainda não desistiu de ver Tarcísio candidato à Presidência.
Para manter os palácios presidenciais sempre tinindo para receber Lula e Janja, o contribuinte, que banca essa fartura toda, desembolsou mais de R$ 8,4 milhões desde 2023, quando Lula subiu a rampa do Planalto, palácio e manutenção mais cara, inclusive. Dados da Casa Civil consideram o Planalto, Alvorada, Jaburu e à Granja do Torto, espécie de casa de campo da Presidência, como palácios utilizados pelo casal. Nos três anos de Lula, a manutenção do Planalto custou mais de R$3,6 milhões; em 2025, R$ 1 milhão.
Com emas, vigeiros e até piscina olímpica, o Alvorada consumiu mais de R$ 2,5 milhões no período. No ano passado, a fatura bateu os R$ 937 mil. Usada em cinco eventos em três anos, a Granja do Torto também custou cara, superando R$ 1,5 milhão. Foram R$ 633 mil só em 2025. E a fatura deve ficar pior porque os dados de dezembro ainda não foram lançados. O gasto mensal dos palacetes chega até aos R$ 593 mil (setembro de 2025).
In – Cheesecake de Batata-Doce
Out – Cheesecake de abacate e matcha