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GIBA UM

"Onde nasceu a emenda Pix? Da burocracia do governo. Agora, ela vai para a construção de ponte..."

"... de escola, construção de água", de Arthur Lira, reizinho das emendas, sobre as novas regras que exigem "rastreabilidade" e "transparência".

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Numa entrevista a um podcast, na semana passada, José Bonifácio de Oliveira Sobrinho, ex-Globo, falou pela primeira vez sobre sua saída da emissora, lembrando que não foi avisado antecipadamente, nem por algum diretor. “Chegou um funcionário e disse: ‘Você está demitido’”.

Mais: Boni sentiu-se chutado e guarda a mágoa até hoje. “Algum dos herdeiros queria sentar na minha cadeira”. Agora, no comando de sua TV Vanguarda, aos 88 anos, Boni está empenhado em mudar o jornalismo da emissora. “Vou mudar tudo. O que se faz hoje é rádio”.

Uma decisão sem questionamento

A atriz Vera Zimmermann, 60 anos, promete causar polêmica com sua nova peça teatral Mãe e Filho, que fala da relação entre a mulher, maternidade e filho.

Zimmermann, que optou por não ter filhos, fala de como a obra aborda a crítica à sociedade patriarcal e debate sobre a desigualdade de gênero e as pressões diárias enfrentadas pelas mulheres.

“A peça tem uma forte crítica à sociedade patriarcal, onde o homem pode tudo, lidera, dita as leis, tem ‘virilidade’. E a mulher está lá apenas para servir, para dar prazer.

Até quando vamos ter que falar sobre isso? Até quando a igualdade de gênero vai deixar de ser uma luta para nós, mulheres? Até quando teremos que lutar pra sermos mulheres nesse mundo, para termos voz? Jon Fosse escreveu essa peça em 1997 e ainda vivemos essa luta. Até quando?

Poder falar sobre o direito que uma mulher deveria ter de não querer criar um filho, num mundo onde os homens jamais são questionados por isso. Muitos homens abandonam os filhos e isso nunca foi uma grande questão.

Se uma mulher opta por isso, ela é julgada e condenada. Será que ela não pode ter seus motivos? Será que ela não pode ser feliz por ter tomado essa decisão?”.

A peça ficará até o dia 11 de agosto no Sesc Ipiranga.

Vale-Musk é quase união

Uma associação aparentemente inusitada entre o empresário Elon Musk e a Vale começa a ser tornar uma hipótese viável. A operação não seria diretamente com a companhia, mas com sua controlada Vale Base Metais (VBM). Adviser dos dois lados já estão mantendo conversações.

Musk e Vale não são estranhos. Em 2022, a Tesla assinou contrato com a mineradora para a compra de níquel, destinado à fabricação de baterias para os veículos elétricos da montadora.

A aquisição de uma participação na VBM seria um salto nessa relação, transformando a parceria comercial em enlace societário.

As circunstâncias parecem apontar nessa direção. Musk é um viciado fiel de metais nobres para suprir seus negócios voltados à economia do futuro (Space e a própria Tesla). Alguns modelos da montadora chegam a ter, no total, 82 quilos de material de cobre.

Reserva da Vale

Ainda o namoro entre Vale e Elon Musk: a mineradora, por sua vez, entre jazidas compradas e prováveis, é dona de mais de 1,7 bilhão de tonelada em reserva de cobre, níquel e cobalto, espalhadas por Brasil, Canadá, Indonésia, Japão e Reino Unido.  

As reservas da VBM podem conter minerais estratégicos ainda não quantificados e a Vale vendeu, em 2003, 10% da subsidiária para a Manara Minerals joint venture entre a saudita Ma’aden e PIF, fundo daquele país por US$ 2,5 bilhões.

Há margens de sobra para negociar fatia do capital da VBM para Musk sem perder o controle do negócio.

Calando a boca

n Beatriz Souza, ou melhor Bia Souza, natural de Itariri, no litoral de São Paulo, 26 anos que foi eleita a melhor judoca de 2023, mostrou seu poder de superação, contra o preconceito e o racismo.

Bia foi a primeira medalha de ouro nos jogos olímpicos de paris no judô na categoria +78kg. Em entrevista à revista Glamour Brasil disse que desde criança tinha muita energia por isso começou fazer judô e que aprendeu a não se importar com as críticas sobre seu corpo ou sua com uma adversária.

“Eu aprendi que a melhor coisa que poderia fazer por mim era amar meu próprio corpo. E, assim, simplesmente me acostumei a gostar dele.

O esporte me empoderou e mostrou o poder gigantesco que tenho dentro de mim. Desde então, deixei de dar importância para o que as outras pessoas falavam e pensavam sobre mim; ignorei a opinião de quem não me conhecia.

Acham que só porque sou gorda, não faço dieta e não sou saudável. Criticam sem saber. Além de ser a minha ferramenta de trabalho, essa sou eu. É o que me define, o que me faz acordar e dormir, tudo aconteceu e acontece por causa desse corpo”.

 

Tia Ju, vice

O candidato à prefeitura do Rio de Janeiro, Alexandre Ramagem, ex-Abin e escolhido pessoalmente por Jair Bolsonaro para a disputa, deverá anunciar, nesta semana, a deputada estadual Tia Ju (Republicanos) como sua colega de chapa, em um movimento que atravessaria os planos do prefeito Eduardo Paes (PSD).

Ligada à Igreja Universal de Edir Macedo, Tia Ju tem base eleitoral no segmento evangélico, que Paes tenta atrair por meio de uma aliança com caciques dessa igreja.

O nome de Tia Ju também foi escolhido por Bolsonaro.

Aécio faz falta

A Andrade Gutierrez tem buscado apoio junto ao próprio governador de Minas Gerais, Romeu Zema, para a renegociação de seu acordo de leniência do estado.

Talvez uma interveniência de cima amenize o rigor dos órgãos de controle de Minas Gerais. A Controladoria Geral e a Advocacia Geral do estado cancelaram o compromisso de 2021, no valor de R$ 128 milhões, sob alegação de atrasos sistematicamente no pagamento das parcelas.

Em outros tempos, bastava o empresário Sérgio Andrade recorrer a Aécio Neves que sempre foi um parceiro da companhia. O acordo de leniência e a confissão da Andrade Gutierrez se referem a fraude nas licitações para a construção da Cidade Administrativa na gestão de Aécio Neves.

Pérola

“Onde nasceu a emenda Pix? Da burocracia do governo. Agora, ela vai para a construção de ponte, de escola, construção de água”, de Arthur Lira, reizinho das emendas, sobre as novas regras que exigem “rastreabilidade” e “transparência”.

“Taxa de pouca água”

Pesos-pesados da Zona Franca de Manaus, entre as quais Honda, Samsung, LG, Yamaha, entre outros, estão empenhados numa guerra-relâmpago em Brasília: a operação de lobby tem como objetivo derrubar a cobrança da “Low Water Surcharge”, mais conhecida como “taxa de pouca água” que passará a incidir sobre o transporte de cargas nos rios da Amazonia.

O sobrepreço custará às empresas da região entre US$ 5 mil e US$ 5,9 mil por contêiner carregado, de matérias primas ou produtos finais.

Do outro lado, estão os “inimigos” a serem abatidos: CMA, CGM, Maersk, MSC e Aliança Navegação e Logística.

O vice-presidente Geraldo Alckmin, aliado da ZFM há anos, tem ajudado para barrar a taxa extra.

Dino em campo

Depois de atenções voltadas para as Olimpíadas e para as eleições na Venezuela, Brasília vai retomando suas atividades.

O Supremo retomou antes o trabalho e, de cara, o ministro Flávio Dino atuou em duas frentes: uma, questiona as chamadas emendas Pix, que tem transferência imediata e sem necessidade de detalhamento de projetos para os municípios (dificulta apuração dos órgãos de controle); e outra que aponta o descumprimento da decisão da Corte de 2022 que julgou inconstitucional o chamado “orçamento secreto”.

Uma das medidas é a completa transparência e a rastreabilidade das emendas Pix.

Papelão do Brasil

Cresce no Congresso a ofensiva pela reação do Brasil na “reeleição” do ditador venezuelano Nicolás Maduro, com críticas à omissão de Lula. Na Câmara, há pedidos para convocar o chanceler Mauro Vieira e no Senado, os pedidos miram o chanceler de fato, Celso Amorim, que estava em Caracas e até se reuniu com Maduro.

E ainda sobrou para a embaixadora do Brasil, Gilvania Maria de Oliveira. Mauro Vieira deverá esclarecer o que Lula não quer fazer: o papelão do Brasil. A inércia do Itamaraty provoca indignação. A Câmara quer o Brasil alinhado a outros sete países que acusaram o episódio de fraude.

Fora da vice

O prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes (PSD), bateu o martelo e o deputado estadual Eduardo Cavaliere será o vice em sua chapa à reeleição. Cavaliere venceu a corrida que tinha como principal cotado o deputado federal Pedro Paulo, maior aliado de Paes na política.

Na semana passada, ele decidiu sair da chapa, por estar desgastado por um vídeo intimo gravado por uma mulher que conheceu em 2020. Pedro Paulo, temia prejudicar a campanha de Paes e havia também um processo de violência doméstica antigo, arquivado pelo Supremo Tribunal Federal.

Imóveis de Itaipu

Há muita pressão política sobre a direção de Itaipu Binacional para que os imóveis pertencentes à estatal sejam incluídos no Minha Casa, Minha Vida.

O pacote envolve 900 residências da chamada Vila A, em Foz do Iguaçu, um dos minibairros originalmente criados para abrigar os trabalhadores da construção da hidrelétrica.

A intenção do governo é reformar as moradias no âmbito do MCMV. Itaipu anunciou, no começo do ano, a intenção de leiloar todos os imóveis e os moradores teriam direito de preferência para sua aquisição. Gleisi Hoffmann tem o domínio lá e já pensa em pedir um parecer à AGU e ao TCU.

Mistura Fina

A GOVERNADORA do Rio Grande do Norte, Fátima Bezerra e seus auxiliares estão debruçados sobre a montagem de um hub de energia renovável no estado.

O projeto já estaria sendo testado junto a empresas do setor, como a Casa dos Ventos e Voltalia. As discussões travadas no governo incluem também a atração dos fabricantes de equipamentos.

No que depender de recursos federais, o negócio já é dado como certo. Fátima Bezerra é uma das lideranças políticas do Nordeste próximas de Lula.

O STF decidiu que é inconstitucional a emenda aprovada pelo Congresso em 2022 que estabeleceu estado de emergência devido ao aumento dos combustíveis e ampliou benefícios sociais a poucos meses das eleições – e chamada “PEC kamikaze”. Agora, não tem efeito prático, mas servirá de precedentes para evitar medidas que influencie o processo eleitoral (incluindo, claro, as eleições municipais que se aproximam).

O RX Ventures, fundo de venture capital da Renner, está garimpando o mercado em busca de startups voltadas à gestão de estoques e logística. O cheque médio para cada aporte gira em torno de R$ 10 milhões.

O fundo tem capital de R$ 155 milhões dos quais R$ 50 milhões já foram aplicados. O RX tornou-se um instrumento da Renner para equacionar alguns de seus principais gargalos. É o caso da administração de estoque, um dos maiores itens da estrutura de custos do varejo.

A COLOMBIANA Volcanic, fabricante de medicamentos à base de cannabis, tem cerca de R$ 80 milhões no gatilho para novas aquisições no Brasil.

Recentemente, a empresa comprou a Eleven Health Care, startup especialista em distribuição de canabidiós e congêneres.

Os recursos reservados para o futuro fazem parte do plano da Volcanic para investir no Brasil, com desembolso de R$ 150 milhões até 2026.

In – Omelete recheada

Out – Omelete francesa

 

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ARTIGO

Pelo fim dos superpoderes e a defesa da Constituição

19/09/2026 07h00

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Pedro Simon - Advogado, foi governador do Rio Grande do Sul, ex-senador da República e ministro da Agricultura

Ao longo dos meus 96 anos, vivenciei alguns dos piores momentos da história brasileira. Dos autoritarismos da ditadura militar aos maiores escândalos de corrupção da Nova República, estive na linha de frente de todos esses episódios, em defesa de um país melhor, mais justo, livre e igualitário. Confesso que lutei, como disse em meu discurso de despedida do Senado, em 2014: onde vi corrupção, lutei para levar a ética; onde vi impunidade, lutei para levar a justiça.

Hoje, assisto de longe, com angústia, à fragilização das instituições que construímos a partir de 1988, corroídas pela improbidade, pela maximização do interesse pessoal e por novas formas de coronelismo.

Vivemos hoje a maior crise deste século no Brasil: uma crise constitucional, da relação entre os poderes constituídos, que coloca em xeque a credibilidade da República perante a sociedade civil e a comunidade internacional.

Enquanto o Poder Executivo é capturado por projetos de poder que se confundem com projetos de governo, e não por projetos de Estado-nação, o Legislativo sequestra o orçamento republicano por meio de emendas parlamentares sem transparência nem responsabilidade, sob o domínio dos mesmos grupos políticos fisiológicos.

Enquanto isso, o Poder Judiciário, encastelado em uma superioridade autoproclamada, assume uma posição perigosa de tutela absoluta de todos os assuntos da República – mas, sob o comando de alguns de seus agentes e salvaguardadas honrosas exceções, em nada difere, em condutas recentes, dos entes corruptos e corruptores que se propõe a julgar.

As investigações em torno do escândalo do Banco Master e o embate público recente entre ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) expuseram, em todo o País, uma Corte que deveria pacificar a Nação e que, em vez disso, tornou-se palco de disputas que corroem a sua própria autoridade moral. Já disse, e repito: vivemos a página mais triste da nossa história neste século, na qual perdemos a confiança nos Três Poderes da República.

A recente deliberação do STF aprofunda essa crise de credibilidade institucional. Ao expor divisões internas e hesitar no rigor sobre as apurações do caso do Banco Master que envolvem membros da própria Corte, o Tribunal compromete a autocontenção e a neutralidade exigidas da magistratura. O episódio confirma que a ausência de controle externo efetivo e a resistência à transparência corroem a autoridade moral do guardião da Constituição.

Foi no Senado que passei 32 dos meus 60 anos de vida pública, ao lado de Ulysses Guimarães, Tancredo Neves e Teotônio Vilela, na reconstrução da nossa democracia. É por essa vivência que faço um alerta: compete privativamente ao Senado, por força da Constituição Federal, processar e julgar os ministros do STF por crimes de responsabilidade. Esse é um dos pilares do equilíbrio entre os Poderes que ajudamos a erguer em 1988, e hoje ele está, na prática, esvaziado. Dezenas de pedidos de impeachment contra ministros da Corte acumulam-se há anos nas gavetas da mesa diretora, sem parecer e sem votação.

Em toda a nossa história democrática, nenhum ministro do Supremo jamais chegou a ser julgado até o fim por esse rito. O Senado, a quem caberia fiscalizar o Judiciário, tem preferido o silêncio ao exercício desse dever constitucional, seja por cálculo eleitoral, seja pelo receio de turbulência institucional. Um poder que se omite de fiscalizar torna-se, ele também, parte da crise.

O Brasil precisa de uma resposta firme e rigorosa; necessita que se instaure investigação regular e independente sobre os fatos revelados, assegurados o contraditório e a ampla defesa; que o STF retome, sem subterfúgios, a sua autocontenção institucional; que se encerre o inconstitucional inquérito das fake news; que todos os envolvidos com o Banco Master sejam investigados, independentemente do cargo ou partido político; que se restabeleça a atuação dentro dos limites da Constituição, e que ninguém, nem mesmo quem julga a Nação, esteja acima da lei.

Chegou o momento de reformas na Corte, com mandatos fixos, aperfeiçoamento do modelo de indicação e de um Código de Ética efetivo. Volto, então, àquilo em que sempre acreditei: a democracia não se sustenta na força de um só poder, mas no equilíbrio entre todos eles e na vigilância permanente da sociedade civil. Ao povo brasileiro, e sobretudo à juventude que hoje herda esta crise sem tê-la criado, deixo o mesmo apelo que fiz ao deixar o Senado: que não desistam da política, nem do Brasil. 

A pátria é feita de quem rejeita a corrupção, a impunidade e a soberba dos que se creem acima da lei. Que essa pátria, mais uma vez, prevaleça.

Cláudio Humberto

"Mostrou roubalheira enorme"

Romeu Zema (Novo), sobre queda do sigilo do caso Master

13/09/2026 07h00

Cláudio Humberto

Cláudio Humberto

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Moraes lidera número de pesquisas em crise do STF

Apontado como partícipe de intensa troca de mensagens com o banqueiro Daniel Vorcaro, dono do extinto Banco Master, o ministro do Supremo Tribunal Federal Alexandre de Moraes liderou o interesse de pesquisas no Google no último mês, conforme dados da plataforma. O pico da pesquisa foi em 1º de setembro, quando o ministro André Mendonça levantou o sigilo de relatório da Polícia Federal que revelou mensagens de Vorcaro a número atribuído a Alexandre de Moraes.

 

Interesse na capital

O índice do interesse tem escala de 0 a 100. O Distrito Federal liderou as pesquisas (100), seguido por Mato Grosso (66) e Rondônia (66).

 

Diferença

Enquanto Moraes bateu os 100, as pesquisas por André Mendonça bateram o pico na mesma data, mas com menos da metade (44).

 

Epicentro da crise

Até pesquisas por “STF” despertaram mais interesse do brasileiro do que Mendonça, atingiu 58 no índice de pesquisas.

 

Ninguém liga

Os números mostram que o interesse pelo filme “Dark Horse” não decolou. O pico foi na quinta-feira, só 23 na escala.

 

Governo Lula: R$90 milhões com viagens em 14 dias

O governo Lula (PT) conseguiu torrar cerca de R$90 milhões com viagens nas últimas duas semanas. Segundo dados do Portal da Transparência, o total de despesas com descolamentos já ultrapassa R$1,3 bilhão em 2026. Foram R$735,8 milhões com diárias distribuídas a funcionários e outros R$560,3 milhões com as passagens aéreas. O total não inclui a fortuna gasta nas viagens de Lula e da primeira-dama Janja.

 

Em dólar

Viagens internacionais do governo do PT já custaram R$161,7 aos pagadores de impostos. Foram R$8 milhões nas últimas duas semanas.

 

Tem mais

O governo petista conseguiu torrar também R$7,8 milhões com “outros gastos” de viagens. São taxas, seguros de viagens etc.

 

Número 1

A ministra das Mulheres, Márcia Lopes, é número um entre os gastões com viagens: R$510 mil com passagens e diárias, diz a Transparência.

 

Falta combinar com o eleitor

A ordem na campanha de Lula é evitar que a eleição vire, nas palavras de petistas, “Fla x Flu” de ministros do STF. A estratégia é deixar Moraes e Mendonça brigando e tentar puxar o eleitor para outros assuntos.

 

Combustível eleitoral

Medidas do governo para segurar os preços dos combustíveis devem custar R$40 bilhões por seis meses, diz Bruno Moretti (Planejamento). O alívio é no posto e a conta estaciona no bolso do pagador de impostos.

 

Tudo certo, mas...

O TCU encontrou as projeções fiscais do governo formalmente dentro das metas, mas apontou aumento do déficit efetivo e problemas de transparência e consistência das estimativas. “Certo” com “ressalvas”.

 

Soberba na conta

Internamente, a campanha de Lula reconhece que subestimou a dificuldade da disputa contra Flávio Bolsonaro (PL). Até prepara mobilização neste domingo (13) para tentar “chacoalhão” na candidatura.

 

Cara de pau

Lula tomou invertidas ao celebrar o fim da taxa das blusinhas, criada por ele mesmo. Seguidores nas redes sociais não perdoaram, “a quadrilha do PT é assim, te quebram uma perna, depois te dão uma muleta”.

 

Na terça

Já tem data o novo depoimento de Daniel Vorcaro na Polícia Federal sobre as fraudes financeiras em operações com o BRB. O ex-banqueiro dono do Master falará à PF na terça-feira, dia 15.

 

Em queda

Caiu 66,6% o número de crianças registradas como cidadãs italianas no Brasil em 2025. O dado é do Instituto Nacional de Estatística da Itália (Istat), que relacionou parte da redução às novas regras para a transmissão da cidadania aos filhos nascidos no exterior.

 

Fatura petista

Rogério Marinho (PL-RN) apontou os R$120 bilhões a mais em tributos sobre consumo para 2027. Diz o senador que é o método do PT: aumentar gastos e empurrar a dívida para cima de quem trabalha.

 

Pensando bem...

...a aliança com Lula deu PT.

 

PODER SEM PUDOR

Cláudio Humberto

Greve teatral

O Ato Institucional nº 5, que revogou as liberdades democráticas no Brasil de 1968, levou muitos adversários do regime militar à cadeia. Entre eles Carlos Lacerda, que resolveu iniciar uma greve de fome no cárcere. O médico e amigo Antônio Rebello, que monitorava o pulso de Lacerda, começou a ficar preocupado e vivia implorando para que o líder carioca suspendesse a greve. Um dia fez uma comparação definitiva: “Você está tentando fazer Shakespeare no País da Dercy Gonçalves!”. Percebendo o ridículo da situação, Lacerda desistiu da greve na hora.

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