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Giba Um

"Para a prefeitura de São Paulo, haverá um confronto entre o ex-presidente e o atual presidente"

A declaração é do presidente LULA // envolvendo Bolsonaro e nacionalizando Boulos vs. Nunes

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  • O embaixador israelense no Brasil, Daniel Zonshine, não gostou da ideia do ex-deputado José Genoíno de boicotar no Brasil “empresas de judeus ou vinculadas ao Estado de Israel” e está aguardando um posicionamento do governo Lula. 
  • MAIS:  Alega que Genoíno “faz parte do partido do presidente”. O chefe do Governo, que já se manifestou contra excessos de Israel, não deverá abrir a boca. Considera a manifestação de Genoíno “pessoal”, nada a ver com a postura de seu governo. 
  • “Para a prefeitura de São Paulo, haverá um confronto entre o ex-presidente e o atual presidente. Entre eu e a figura. E a gente vai disputar as eleições”,  de LULA  // envolvendo Bolsonaro e nacionalizando Boulos vs. Nunes

    Foi dada a largada

    Na segunda-feira (22) foi dada a largada para as tradicionais Semanas de Moda. O Fashion Week Haute Couture que aconteceu entre os dias 22 e 25 de janeiro, no Musée Rodin, em Paris, reuniu as grifes mais icônicas, do mundo, como Schiaparelli, Christian Dior, Giambattista Valli, entre outras, para quatro dias de desfiles deslumbrantes, Os estilistas se mostraram ousados e absolutamente criativos com suas fabulosas coleções para a temporada Primavera-Verão 2024. E claro a primeira fila dos desfiles ficaram lotados de celebridades. Entre tantas estavam as brasileiras Maria Fernanda Cândido, a humorista Gkay, a empresária e modelo Celina Locks (primeira,  segunda  e terceira foto respectivamente), a atriz e modelo Carla Bruni (quarta foto) e Glenn Close e Juliette Binoche (última foto) fizeram questão de posar juntas, ambas fazem parte da série The New Look da plataforma de streaming Apple TV+ que conta a história de  Christian Dior em Paris após a Segunda Guerra Mundial, quando ele criou sua linha de moda que foi batizada não oficialmente de New Look. 

    Nova Indústria sem promessas

    Nova Indústria Brasil, elaborada pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Industrial, não tem nada de novo. Quem estava na apresentação do programa e não dormiu, contou várias medidas de governos anteriores que não deram certo. E dessa vez, nem falou em promessas: a nova expressão é “metas aspiracionais”, ou seja, “desejos”, “sonhos”, nada garantido. Até ministros acham que é para mostrar que o governo começa a trabalhar em 2024 sem depender da Câmara e do Senado, que em fevereiro voltarão a emparedar Lula. A Nova Indústria deverá ser tocada por “seis missões”: nada de fala de metas e compromissos. Qualquer definição sobre “metas”, só daqui a 90 dias, não deu tempo de organizá-las. As empresas ficarão na espera, poderão gostar ou não (e as metas podem ser mudadas de acordo com os ventos). O “aspiracional” delas é um microscópio juro cobrado pelo BNDES – como no passado. 

    Aplausos

    A Entre raros aplausos na apresentação da Nova Indústria Brasil, um dos primeiros veio da Fiesp, agora presidido por Josué Gomes da Silva, filho de José Alencar, que foi vice-presidente de Lula nos governos 1 e 2. No governo de Jair Bolsonaro, o então presidente Paulo Skaf resolveu apoiar o Capitão, que queria mesmo distância da entidade. Os privilegiados integrantes da diretoria da Fiesp mantêm seu “aspiracional”, desde que possam contar com financiamentos a preço de banana. O presidente do BNDES, Aloízio Mercadante, afirmava que, desta vez, tudo será diferente. Esqueceu-se de explicar “como”. Inspirava-se na China, EUA e Europa depois da pandemia. Só que a indústria daqui já ia mal há décadas antes da chegada do vírus. 

    "Nasci para ser tia"

    A atriz, cantora e compositora Karin Hils, 44 anos, que ficou conhecida após ser uma das escolhidas para integrar o grupo Rouge, junto com Luciana Andrade, Aline Wirley, Li Martins e Fantine Thó, superando outras 30 mil candidatas, revelou no podcast Queijo com Goiabada (uma coprodução do SBT com o Prime Video), apresentado por Ana Zimerman e Nicholas Torres que a cada semana leva um  participante do elenco da novela A Infância de Romeu e Julieta para contar um pouco do que acontece nos bastidores, que não leva jeito para ser mãe. “Aprendi que eu não tenho vocação para ser mãe mesmo, porque quando eu estou com crianças eu me torno ainda mais criança que elas. Eu percebi que não tenho atitudes maternas, eu realmente nasci para ser tia”. 

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    Contra e a favor

    O governo de Javier Milei elaborou projeto de lei que muda o teto de isenção do Imposto de Renda na Argentina. O novo teto deverá ser de 1,2 milhão de pesos brutos mensais (R$ 5.600), bem menor do que o atual de 2,340 milhões de pesos (cerca de R$ 10 mil). Hoje, 98% dos trabalhadores não pagam IR. A isenção entrou em vigor no ano passado por meio de uma resolução do ministro da Economia (da época), Sergio Massa. Ainda como deputado, Milei aprovou a medida. dada por Lula é contrariada. 

     

     

    Novo plano

    A primeira missão do novo CEO da Oi, Mateus Affonso Bandeira, será um redesenho no plano de recuperação judicial da companhia. A meta é apresentar uma nova proposta até abril. Seu antecessor, Rodrigo Abreu, caiu por pressão dos credores, insatisfeitos com o plano anterior que previa desconto da dívida de até 80%. Para os credores, Bandeira chega com o figurino de “diplomata”, interinamente já é visto como “carrasco”. Traduzindo: prepara novo e substancial corte de funcionários, dos que sobraram na companhia. 

    E o dinheiro?

    A ministra da Ciência e Tecnologia, Luciana Santos, já conversou com Fernando Haddad (Fazenda), buscou informações junto a assessores de Simone Tebet (Planejamento), consultou Rui Costa da Casa Civil, mas ninguém sabe de onde sairão os recursos para a retomada das operações da Ceitec. Por enquanto, está confirmada a liberação de R$ 110 milhões no orçamento da Pasta, cifra considerada insuficiente para a adaptação da fábrica do Rio Grande do Sul e reinicio da produção de chips. Seriam necessários, pelo menos, R$ 300 milhões. Luciana, agora, vai tentar um financiamento da Finep – Financiadora de Estudos e Projetos. 

    PRAZO MAIOR

    O ministro Fernando Haddad (Fazenda) não abre a boca sobre as conversações com Rodrigo Pacheco (presidente do Senado) e Arthur Lira (presidente da Câmara) sobre a MP que quer punir setores que, supostamente, mais empregam no país com a taxação da folha de pagamento. Agora, fala-se numa reoneração escalonada com prazo até 2029. Haddad, contudo, quer que a cobrança comece imediatamente, Pacheco e Lira são contra. Os dois propõem taxação de compras de até US$ 50 como compensação. Poderia injetar R$ 3 milhões nos cofres federais. 

    Mais um pacote

    Em ano eleitoral, o governador de Minas Gerais Romeu Zema, considerado arrogante (sua família é rica) e agora um tanto à deriva, quer apressar o plano de concessões rodoviárias no Estado. Está conversando com o BNDES para que o banco faça a modelagem da licitação de mais de 1,1 mil km de rodovias. As estradas cortam regiões de São João del Rei, da Lagoa de Prata-Itapecerica e de Patos de Minas-Arcos. Em 2023, o governo de Minas assinou contrato com a agência de fomento para estruturar mais três lotes de rodovias, nos eixos Vetor Norte, Zona da Mata e Nordeste de MG. Juntando tudo, R$ 20 bilhões. 

    “Continuidade”

    As relações entre Flávio Dino, futuro ministro do STF e Ricardo Lewandowski, que está assumindo o Ministério da Justiça, são das mais cordiais. Nesta semana, almoçaram juntos e trocaram informações e planos para seus novos trabalhos. Lewandowski falou em “continuidade”, nada de super mudanças na tropa. Depois, Dino anunciou que o ministério enviou à Casa Civil uma proposta para a criação de um Conselho Nacional das Polícias. E também foi sugerida a criação da Corregedoria Nacional das Polícias. 

    OTAN do Sul - 1

    Há oficiais nas Forças Armadas que conversam sobre a formação de uma espécie de OTAN da América do Sul, liderada pelo Brasil. O cenário geopolítico, de pequenos conflitos internos que podem desaguar para guerras civis, o crescimento do crime organizado na região e até a possibilidade de problemas gerais, como escassez de produtos fundamentais, são fatores que inspiram a ideia. Por enquanto, apenas conjecturas. A iniciativa, contudo, daria mais consistências às negociações regionais – e entre blocos. 

    OTAN DO SUL - 2

    A “OTAN do Sul”, já chamada assim, poderia disponibilizar apoio militar caso fosse acionada pelos governos de países do continente. Hoje, há um vácuo na definição do protagonismo e, mesmo interlocutores, em diversos conflitos, como os da Nicarágua, El Salvador e Equador. E sem falar na possibilidade de dissuadir bravatas como as de uma tresloucada invasão venezuelana na Guiana. Detalhe: a China gostaria de fazer o mesmo na Ásia, com países como Singapura, Vietnã e Coreia do Norte. 

    MISTURA FINA

    O BRASIL  tem 20% das espécies vivas do planeta, é considerado o país com maior biodiversidade do mundo, há mais de 500 povos indígenas, uma grande complexidade sociais, seis biomas terrestres ricos. Hoje, o Ibama, com menos de 200 analistas, está licenciando 3.400 empreendimentos. 

    LULA disse, esta semana em entrevista à rádio baiana Metrópole, ao lado da primeira-dama, que “Janja é como o farol de seu governo e que ela se preocupa com a política, vivendo o tema 24 hora por dia”. E emendou: “Sabe aquele farol que guia assim? Ou seja, quando tem coisa errada, ela me chama a atenção. Quando tem alguma coisa nas redes, me chama a atenção. Às vezes, fala coisas para mim que a minha assessoria não fala e ela fala. O que me ajuda”. 

    O GOVERNADOR de São Paulo, Tarcísio de Freitas, acaba de confirmar que Jair Bolsonaro apoiará o candidato Ricardo Nunes em São Paulo, prefeito e candidato à reeleição. Ele também está fechado com o Centrão. É considerado “um candidato do sistema” favorito dos vereadores, dos empreiteiros e dos chefes do transporte público. Analistas lembram que, há semanas, Nunes presenteou as empresas de transporte com um programa de tarifa zero aos domingos. Não ajuda trabalhadores, mas custa R$ 238 milhões por ano à prefeitura. 

    A DATA ainda não está marcada, mas o Brasil está incluído na lista dos destinos da turnê ‘The celebration tour’, que comemora os 40 anos de carreira de Madonna. A cantora não se apresenta por aqui desde 2012. O produtor William Orbit, em uma publicação no Instagram, é quem confirma a vinda da Madonna, embora nem o local da apresentação (ou apresentações) está sacramentado. A época será o outono no Hemisfério Norte e primavera no Brasil. 

    A FAMÍLIA  Moll, maior acionista da Rede D’Or, prepara nova oferta de capital do grupo. Os recursos seriam aplicados no crescimento das operações da companhia. Uma das metas da Rede D’Or é criar 400 leitos neste ano. Seria um salto em relação aos dois últimos anos, período em que a expansão da empresa hospitalar decepcionou o mercado. Entre 2022 e 2023, o grupo ofertou apenas 164 novos leitos. A captação em bolsa permitiria a retomada da abertura de hospitais – os projetos estão suspensos há quase um ano. 

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ARTIGO

Pelo fim dos superpoderes e a defesa da Constituição

19/09/2026 07h00

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Pedro Simon - Advogado, foi governador do Rio Grande do Sul, ex-senador da República e ministro da Agricultura

Ao longo dos meus 96 anos, vivenciei alguns dos piores momentos da história brasileira. Dos autoritarismos da ditadura militar aos maiores escândalos de corrupção da Nova República, estive na linha de frente de todos esses episódios, em defesa de um país melhor, mais justo, livre e igualitário. Confesso que lutei, como disse em meu discurso de despedida do Senado, em 2014: onde vi corrupção, lutei para levar a ética; onde vi impunidade, lutei para levar a justiça.

Hoje, assisto de longe, com angústia, à fragilização das instituições que construímos a partir de 1988, corroídas pela improbidade, pela maximização do interesse pessoal e por novas formas de coronelismo.

Vivemos hoje a maior crise deste século no Brasil: uma crise constitucional, da relação entre os poderes constituídos, que coloca em xeque a credibilidade da República perante a sociedade civil e a comunidade internacional.

Enquanto o Poder Executivo é capturado por projetos de poder que se confundem com projetos de governo, e não por projetos de Estado-nação, o Legislativo sequestra o orçamento republicano por meio de emendas parlamentares sem transparência nem responsabilidade, sob o domínio dos mesmos grupos políticos fisiológicos.

Enquanto isso, o Poder Judiciário, encastelado em uma superioridade autoproclamada, assume uma posição perigosa de tutela absoluta de todos os assuntos da República – mas, sob o comando de alguns de seus agentes e salvaguardadas honrosas exceções, em nada difere, em condutas recentes, dos entes corruptos e corruptores que se propõe a julgar.

As investigações em torno do escândalo do Banco Master e o embate público recente entre ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) expuseram, em todo o País, uma Corte que deveria pacificar a Nação e que, em vez disso, tornou-se palco de disputas que corroem a sua própria autoridade moral. Já disse, e repito: vivemos a página mais triste da nossa história neste século, na qual perdemos a confiança nos Três Poderes da República.

A recente deliberação do STF aprofunda essa crise de credibilidade institucional. Ao expor divisões internas e hesitar no rigor sobre as apurações do caso do Banco Master que envolvem membros da própria Corte, o Tribunal compromete a autocontenção e a neutralidade exigidas da magistratura. O episódio confirma que a ausência de controle externo efetivo e a resistência à transparência corroem a autoridade moral do guardião da Constituição.

Foi no Senado que passei 32 dos meus 60 anos de vida pública, ao lado de Ulysses Guimarães, Tancredo Neves e Teotônio Vilela, na reconstrução da nossa democracia. É por essa vivência que faço um alerta: compete privativamente ao Senado, por força da Constituição Federal, processar e julgar os ministros do STF por crimes de responsabilidade. Esse é um dos pilares do equilíbrio entre os Poderes que ajudamos a erguer em 1988, e hoje ele está, na prática, esvaziado. Dezenas de pedidos de impeachment contra ministros da Corte acumulam-se há anos nas gavetas da mesa diretora, sem parecer e sem votação.

Em toda a nossa história democrática, nenhum ministro do Supremo jamais chegou a ser julgado até o fim por esse rito. O Senado, a quem caberia fiscalizar o Judiciário, tem preferido o silêncio ao exercício desse dever constitucional, seja por cálculo eleitoral, seja pelo receio de turbulência institucional. Um poder que se omite de fiscalizar torna-se, ele também, parte da crise.

O Brasil precisa de uma resposta firme e rigorosa; necessita que se instaure investigação regular e independente sobre os fatos revelados, assegurados o contraditório e a ampla defesa; que o STF retome, sem subterfúgios, a sua autocontenção institucional; que se encerre o inconstitucional inquérito das fake news; que todos os envolvidos com o Banco Master sejam investigados, independentemente do cargo ou partido político; que se restabeleça a atuação dentro dos limites da Constituição, e que ninguém, nem mesmo quem julga a Nação, esteja acima da lei.

Chegou o momento de reformas na Corte, com mandatos fixos, aperfeiçoamento do modelo de indicação e de um Código de Ética efetivo. Volto, então, àquilo em que sempre acreditei: a democracia não se sustenta na força de um só poder, mas no equilíbrio entre todos eles e na vigilância permanente da sociedade civil. Ao povo brasileiro, e sobretudo à juventude que hoje herda esta crise sem tê-la criado, deixo o mesmo apelo que fiz ao deixar o Senado: que não desistam da política, nem do Brasil. 

A pátria é feita de quem rejeita a corrupção, a impunidade e a soberba dos que se creem acima da lei. Que essa pátria, mais uma vez, prevaleça.

Cláudio Humberto

"Mostrou roubalheira enorme"

Romeu Zema (Novo), sobre queda do sigilo do caso Master

13/09/2026 07h00

Cláudio Humberto

Cláudio Humberto

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Moraes lidera número de pesquisas em crise do STF

Apontado como partícipe de intensa troca de mensagens com o banqueiro Daniel Vorcaro, dono do extinto Banco Master, o ministro do Supremo Tribunal Federal Alexandre de Moraes liderou o interesse de pesquisas no Google no último mês, conforme dados da plataforma. O pico da pesquisa foi em 1º de setembro, quando o ministro André Mendonça levantou o sigilo de relatório da Polícia Federal que revelou mensagens de Vorcaro a número atribuído a Alexandre de Moraes.

 

Interesse na capital

O índice do interesse tem escala de 0 a 100. O Distrito Federal liderou as pesquisas (100), seguido por Mato Grosso (66) e Rondônia (66).

 

Diferença

Enquanto Moraes bateu os 100, as pesquisas por André Mendonça bateram o pico na mesma data, mas com menos da metade (44).

 

Epicentro da crise

Até pesquisas por “STF” despertaram mais interesse do brasileiro do que Mendonça, atingiu 58 no índice de pesquisas.

 

Ninguém liga

Os números mostram que o interesse pelo filme “Dark Horse” não decolou. O pico foi na quinta-feira, só 23 na escala.

 

Governo Lula: R$90 milhões com viagens em 14 dias

O governo Lula (PT) conseguiu torrar cerca de R$90 milhões com viagens nas últimas duas semanas. Segundo dados do Portal da Transparência, o total de despesas com descolamentos já ultrapassa R$1,3 bilhão em 2026. Foram R$735,8 milhões com diárias distribuídas a funcionários e outros R$560,3 milhões com as passagens aéreas. O total não inclui a fortuna gasta nas viagens de Lula e da primeira-dama Janja.

 

Em dólar

Viagens internacionais do governo do PT já custaram R$161,7 aos pagadores de impostos. Foram R$8 milhões nas últimas duas semanas.

 

Tem mais

O governo petista conseguiu torrar também R$7,8 milhões com “outros gastos” de viagens. São taxas, seguros de viagens etc.

 

Número 1

A ministra das Mulheres, Márcia Lopes, é número um entre os gastões com viagens: R$510 mil com passagens e diárias, diz a Transparência.

 

Falta combinar com o eleitor

A ordem na campanha de Lula é evitar que a eleição vire, nas palavras de petistas, “Fla x Flu” de ministros do STF. A estratégia é deixar Moraes e Mendonça brigando e tentar puxar o eleitor para outros assuntos.

 

Combustível eleitoral

Medidas do governo para segurar os preços dos combustíveis devem custar R$40 bilhões por seis meses, diz Bruno Moretti (Planejamento). O alívio é no posto e a conta estaciona no bolso do pagador de impostos.

 

Tudo certo, mas...

O TCU encontrou as projeções fiscais do governo formalmente dentro das metas, mas apontou aumento do déficit efetivo e problemas de transparência e consistência das estimativas. “Certo” com “ressalvas”.

 

Soberba na conta

Internamente, a campanha de Lula reconhece que subestimou a dificuldade da disputa contra Flávio Bolsonaro (PL). Até prepara mobilização neste domingo (13) para tentar “chacoalhão” na candidatura.

 

Cara de pau

Lula tomou invertidas ao celebrar o fim da taxa das blusinhas, criada por ele mesmo. Seguidores nas redes sociais não perdoaram, “a quadrilha do PT é assim, te quebram uma perna, depois te dão uma muleta”.

 

Na terça

Já tem data o novo depoimento de Daniel Vorcaro na Polícia Federal sobre as fraudes financeiras em operações com o BRB. O ex-banqueiro dono do Master falará à PF na terça-feira, dia 15.

 

Em queda

Caiu 66,6% o número de crianças registradas como cidadãs italianas no Brasil em 2025. O dado é do Instituto Nacional de Estatística da Itália (Istat), que relacionou parte da redução às novas regras para a transmissão da cidadania aos filhos nascidos no exterior.

 

Fatura petista

Rogério Marinho (PL-RN) apontou os R$120 bilhões a mais em tributos sobre consumo para 2027. Diz o senador que é o método do PT: aumentar gastos e empurrar a dívida para cima de quem trabalha.

 

Pensando bem...

...a aliança com Lula deu PT.

 

PODER SEM PUDOR

Cláudio Humberto

Greve teatral

O Ato Institucional nº 5, que revogou as liberdades democráticas no Brasil de 1968, levou muitos adversários do regime militar à cadeia. Entre eles Carlos Lacerda, que resolveu iniciar uma greve de fome no cárcere. O médico e amigo Antônio Rebello, que monitorava o pulso de Lacerda, começou a ficar preocupado e vivia implorando para que o líder carioca suspendesse a greve. Um dia fez uma comparação definitiva: “Você está tentando fazer Shakespeare no País da Dercy Gonçalves!”. Percebendo o ridículo da situação, Lacerda desistiu da greve na hora.

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