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Por que episódios de crueldade revelam falhas profundas na forma como lidamos com a dor?

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A morte do cão Orelha não chocou apenas pela perda de uma vida, mas pela brutalidade envolvida. Casos como esse expõem algo mais profundo do que um crime isolado: revelam o nível de desconexão moral e espiritual que ainda persiste na sociedade. A comoção gerada não se explica apenas pelo amor aos animais, mas pelo incômodo coletivo diante da crueldade gratuita.

A violência contra animais não é um fenômeno raro. O que torna alguns casos mais visíveis do que outros é a repercussão midiática, não a exceção do ato. Em diferentes partes do mundo, situações semelhantes ocorrem diariamente sem ganhar atenção. Isso levanta uma pergunta necessária: por que a indignação aparece em alguns momentos e se cala em tantos outros?

Do ponto de vista espiritual, os animais não são objetos nem seres descartáveis. São consciências em processo de aprendizado, assim como os seres humanos. A relação que muitos desenvolvem com eles revela uma conexão profunda, que vai além da posse ou do afeto superficial. Negar essa dimensão é reduzir a própria noção de vida.

Diante de episódios como esse, surgem pedidos de punição exemplar e até de vingança. Embora a justiça humana tenha seu papel – e deva agir dentro da lei –, ela não resolve o núcleo do problema. A violência não se corrige com mais violência. O ódio, quando alimentado, apenas reproduz o mesmo padrão que se condena.
Toda ação gera consequências. Escolhas moldam destinos, e atitudes marcadas pela crueldade produzem desdobramentos profundos, não apenas para as vítimas, mas também para quem as pratica. A consciência, cedo ou tarde, se torna o tribunal mais severo. É nela que surgem o arrependimento, a culpa ou a necessidade de reparação.

Casos como o do cão Orelha deveriam servir menos como combustível para a fúria coletiva e mais como convite à reflexão. O verdadeiro desafio não está apenas em punir, mas em compreender que humanidade e espiritualidade se revelam nas escolhas cotidianas. A pergunta que permanece é simples e incômoda: que tipo de consciência estamos alimentando com nossas atitudes?

Cláudio Humberto

"O atual desgoverno nos jogou de volta ao abismo de 2015"

Senador Jorge Seif (PL-SC) sobre o rombo nas contas externas brasileiras

30/01/2026 07h00

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CPMI do INSS e Master têm Lewandowski em comum

Dois dos maiores escândalos da atualidade têm em comum o sobrenome Lewandowski entre os personagens. No caso do INSS, a Associação dos Aposentados Mutualistas para Benefícios Coletivos (AMBEC) e o Centro de Estudos dos Benefícios dos Aposentados e Pensionistas (CEBAP), contrataram Enrique Lewandowski como advogado no processo que investiga a ladroagem contra velhinhos e pensionistas. O mesmo padrão se repete na bilionária fraude envolvendo o Banco Master.

 

Pagamento na veia

O Master contratou o escritório da família Lewandowski, com o patriarca já na cadeira de ministro da Justiça, mediante R$250 mil mensais.

 

Ministro no pacote?

Enrique é filho de Lewandowski, que era ministro da Justiça na vigência do contrato. A Polícia Federal é subordinada ao titular do ministério.

 

CPMI deve convocar

Pedido de convocação de Enrique Lewandowski aguarda votação. Cita o “peso” e a “influência” de ser “filho do então ministro”.

 

Quebra de sigilo

Requerimento da deputada Bia Kicis (PL-DF) para quebrar o sigilo bancário de Enrique, mirando o INSS, pode trazer muito mais que isso.

 

Congresso deve focar no Master e poupar Toffoli

Apesar da ofensiva da oposição contra a atuação de Dias Toffoli no processo envolvendo o Banco Master, as chances de algo contra o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) andar no Senado, como pedido de impeachment, são perto de zero, como já avisou o presidente da Casa, Davi Alcolumbre (União-AP), aos colegas. O mesmo com o ministro Alexandre de Moraes. À coluna, Magno Malta (PL-ES) disse que, com o recomeço dos trabalhos, semana que vem, a pressão aumenta.

 

Sem sonsice

“Não dá mais para fingir que não está acontecendo nada”, diz Malta ao protocolar novas denúncias e pedir o impeachment de Toffoli.

 

Caso Tayayá

Além de Malta, Eduardo Girão (Novo-CE) também assina o aditamento e diz ter indícios de “conflito de interesses, suspeição e parcialidade”.

 

Boi de piranha

No Congresso, a aposta é que, se sair, é uma versão light de CPI e com foco no cambalacho do Master. E isso no Senado. Na Câmara, esquece.

 

Consignados na mira

A CPMI do INSS vai pra cima dos 338.600 contratos de empréstimos consignados do Banco Master, entre 2021 e 2025. É que cerca 252 mil (74,3%) desse total não teriam sido autorizados pelos aposentados.

 

Tá no TCU

Adriana Ventura (Novo-SP) vê como campanha antecipada e desvio de finalidade repasse de R$1 milhão para escola de samba que tem Lula no enredo. A deputada diz que falta vergonha na cara, “é uma chacota”.

 

Só piora

O conselho tutelar de Ribeirão Claro (PR) foi cobrado pela senadora Damares Alves (Rep-DF) após crianças serem flagradas na jogatina que rola no resort Tayayá, epicentro de escândalo ligando o Master e o STF.

 

É um exemplo

Voltou a circular nas redes sociais declaração de Ricardo Lewandowski de que Dias Toffoli (STF) “é um exemplo”. O palco da declaração foi um evento patrocinado pelo Master e a JBS, aquela, em 2024.

 

Nem aí

Carlos Jordy (PL-RJ) se espanta com a desfaçatez de ministros ligados ao escândalo do Banco Master, calados até agora: “Não se preocupam em tentar se explicar os fatos”, critica o deputado.

 

Na pressão

Deve sair nos próximos dias um pedido coletivo de impeachment do Dias Toffoli. O senador Eduardo Girão (Novo-CE) está buscando signatários no Senado e diz já ter 15 assinaturas. Outro que não deve prosperar.

 

Vorcaro na CPMI

A primeira sessão da CPMI do INSS, marcada para a próxima quinta-feira (5), deve ter o enrolado e bem relacionado dono do Banco Master, Daniel Vorcaro, no banco dos depoentes.

 

Às claras

Marcel van Hattem (Novo-RS) cobrou a votação do projeto de lei que acaba com a banalização de sigilo em documentos no governo federal, “A farra dos sigilos de Lula precisa acabar”, pressiona o deputado.

 

Pergunta em Brasília

Quando acorda a Comissão de Ética Pública da Presidência da República?

 

PODER SEM PUDOR

O Papa catarinense

Américo Farias teve 120 mil votos em 2,5 milhões, quando em 1986 se candidatou ao Senado por Santa Catarina. Quatro anos depois, tentaria o governo do Estado pelo PRN, mas ninguém acreditava nas suas chances. Certa vez, ao encontrar em Rio do Sul um candidato a deputado, Alexandre Traple, Farias encheu o peito: “Você está falando com o futuro governador!”. Traple não perdeu a piada, respondendo em italiano: “Piacere, io sono il Papa (Prazer, eu sou o Papa)!...”

Giba Um

"Não existe garantia que um nome apoiado por Bolsonaro tenha vantagem automática...

Apoio não se traduz integralmente em votos. Uma coisa é ele ser candidato, outra é indicar alguém", de Ronaldo Caiado, saindo do União Brasil (vetou sua candidatura à Presidência) e se filiando ao PSD, que já tem Ratinho Jr. e Eduardo Leite

30/01/2026 06h00

Giba Um

Giba Um Foto: Reprodução

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Mesmo com a necessidade de um aporte financeiro estimado em R$ 2 milhões, decorrentes da fraude do Banco Master, o BRB (Banco de Brasília) mantém negociações para renovar o contrato de patrocínio do Flamengo. O acordo prevê repasse de R$ 25 milhões por ano e vence em março.

MAIS: o valor pode ser reajustado pelo IPCA e o contrato prorrogado por mais três anos. O patrocínio é para equipes profissionais masculina e feminina de futebol. O BRB também mantém outras operações com o banco digital Nação BRB Fla e os dois contratos somam R$ 40 milhões por ano.

Giba Um

Sem previsão de pausas

Mesmo com uma carreira sólida, onde começou aos 14 anos, n Ariana Grande disse em entrevista que somente depois de interpretar ‘Glinda’ nos filmes Wicked e Wicked pelo bem, se sentiu realmente valorizada. “É a primeira vez na minha carreira que me sinto realmente reconhecida pelo meu trabalho e como artista. Eu amo esta indústria, mas nunca pensei que seria reconhecida desta forma. Dedico cada minuto de cada dia à minha arte e estou emocionada por isso ter sido acolhido e por poder compartilhar isso com a minha mãe." Ariana realmente está em grande fase e sob os holofotes. Ela está em nada menos do que três edições de Vogue: México, Japão e América Latina, em fotos feitas por Michael Bailey-Gates. Também está lançando uma coleção-cápsula em parceria com Swarovski no qual é embaixadora desde 2024, para celebrar o Valentine’s Day , comemorado no dia 14 de fevereiro nos Estados Unidos, Canadá e alguns países da Europa. E de quebra irá protagonizar o musical teatral “Sunday In The Park With George”, no West End, a Broadway londrina, onde fará par romântico com Jonathan Bailey, que interpretou Fiyero nos dois filmes de “Wicked”, que deverá estrear somente no ano que vem. Num ritmo alucinado desde que começou sua carreira ela fala sobre uma possível pausa. “Acho que provavelmente seria saudável. Não estou acostumada a fazer pausas. Mas sei que cresci muito ao me afastar da música durante as filmagens de Wicked … Embora, sim, esses últimos anos tenham sido bem intensos. E quando digo ‘alguns anos’, quero dizer 15”. E completa: “O objetivo para os próximos 15 anos é o equilíbrio entre trabalho e descanso”.

Estrutura paga ajuda quem foge

A Polícia Federal está investigando a existência de uma rede de apoio que teria financiado o então foragido ex-diretor da Polícia Federal Rodoviária Federal Silvinei Marques. Há evidências de que Vasques vinha recebendo regularmente recursos de dentro do Brasil, que ajudaram a custear sua breve passagem pelo Paraguai e sua frustrada tentativa de fuga para El Salvador. O ex-número 1 da PRF foi preso no último dia 26 de dezembro em Assunção quando embarcava para o país da América Central com documentos falsos. A PF trabalha com a hipótese de que não se tratou de uma ação isolada, mas de uma estrutura minimamente organizada, montada para  garantir a subsistência de Vasques fora do país e facilitar sua movimentação internacional. Bolsonarista de carteirinha, o ex-diretor da PRF foi condenado pelo STF por 24 anos e 6 meses de prisão por participação na tentativa de golpe de Estado após as eleições de 2022. Mais: a Polícia Federal também investiga outras fugas (ou tentativas que não deram certo) auxiliadas pela organização que ajudou Vasques.

Já foi derrotado

Fatos recentes no STF mostram a dificuldade que o presidente Edson Fachin terá para emplacar regras de conduta para a Corte. Em 2023, ele foi derrotado numa tentativa de  impedir que magistrados julgassem casos em que as partes fossem defendidas por escritórios nos quais atuassem cônjuges ou parentes dos juízes. A Corte derrubou a medida por 7 a 4. Estava no Código de Processo Civil e foi questionada pela Associação dos Magistrados Brasileiros - e Fachin era o relator.

Giba Um

Novo desafio

A apresentadora e cantora Cariucha está pronta para seu novo desafio. A partir de março irá comandar o Superpop, substituindo Luciana Gimenez, que foi demitida da Rede TV!. Cariucha ganhou notoriedade após participar de A Fazenda em 2023, onde teve vários desentendimentos com os outros concorrentes. No ano seguinte foi contratada pelo SBT e passou a integrar o Fofocalizando e participar do Programa do Ratinho, no quadro Dez ou Mil. Nas redes sociais Cariucha comemorou a oportunidade. “Eu sempre tive um sonho de ter meu próprio programa, E sempre pedi isso a Jesus e sabia que estava perto. Obri
gada Jesus por tudo, sem ti nada sou! Obrigada, Oprah, por trazer representatividade e nos fazer sonhar".  O Superpop passará a ser semanal e o salário da apresentadora será o mesmo que vinha recebendo no SBT, R$ 15 mil. Muitos sites estão fazendo a comparação com o salário de Luciana, que era de R$200mil. Só que vale lembrar que Gimenez comandou o programa por 25 anos e diariamente.

Giba Um

Derrota

Ainda a derrota de Edson Fachin: votaram para derrubar a proibição Gilmar Mendes, Cristiano Zanin, Luiz Fux (!), Dias Toffoli, Kássio Nunes Marques, Alexandre de Moraes e André Mendonça. Fachin foi acompanhado por Luís Roberto Barroso, Rosa Weber e Cármen Lúcia. Depois, Barroso e Rosa deixaram o Tribunal. A medida tentava coibir o "parentismo", prática segundo a qual parentes de ministros defendem causas no Supremo, provocando acusações de favorecimento. Detalhe: familiares dos magistrados do STF continuam atuando como advogados de parentes deles e até em maior quantidade.

Temer 2026

O ex-presidente Michel Temer e o atual magistrado do STF Alexandre de 
Moraes são amigos há tempos. Quase sempre se encontravam no almoço dos 
profissionais de Direito às sextas, em São Paulo. Foi Temer que indicou Alexandre para uma cadeira no Supremo e sempre tem dito que seu amigo atua "dentro das linhas da Constituição" - e do Código Penal. Agora, com o devido respeito ao ex-presidente e preocupado com o resultado das eleições de outubro, Alexandre tem insistido que Temer se candidate ao Planalto, como solução para as turbulências nacionais. Temer 
agradece - e recusa a ideia.

Pérola

"Não existe garantia que um nome apoiado por Bolsonaro tenha vantagem automática. Apoio não se traduz integralmente em votos. Uma coisa é ele ser candidato, outra é indicar alguém", 

de Ronaldo Caiado, saindo do União Brasil (vetou sua candidatura à Presidência) e se filiando ao PSD, que já tem Ratinho Jr. e Eduardo Leite.

Outro "consultor"

Uma das novas revelações sobre o caso Master mostrou que Lula e Gabriel Galí polo, presidente do BC, reuniram-se com Vorcaro para tratar de situação do banco e que, como "consultor", Ricardo Lewandowski, ex-ministro da Justiça, ganhou R$ 6,5 milhões do Master. Essa reunião aconteceu a pedido do ex--ministro Guido Mantega, também con tratado como "Consultor"(outro) por R$ 1 milhão mensais. Lula achou que o pro blema deveria ser conduzido pela "área técnica". Mesmo ministro, Lewando wski manteve seus filhos no escritório, dando "consultoria".

Wagner-Vorcaro

O nome do senador baiano Jaques Wag ner voltou a aparecer na novela do Banco Master, revelando sua ascendên cia - é líder do governo Lula no Senado - sobre Daniel Vorcaro. Wagner já havia sido citado como o autor do pedido a Vorcaro, em nome do governo Lula, para contratar o ex-ministro Guido Mantega. As ordens de Wagner ao Banco Master intrigaram membros da CPMI do INSS, que querem investigar esse relaciona mento. O Master inaugurou sua carteira de consignados ao incorporar um órgão do governo baiano especializado em créditos a servidores. Na época, o gover nador da Bahia era Rui Costa.

"Defensores" do Master 1

Não chega a ser novidade: Lula é exce lente contador de lorotas. Depois das pes quisas detectarem para a maioria dos brasileiros que o caso do Banco Master é mais um escândalo de seu governo, o petista resolveu atacar os que "defende riam" o banqueiro Daniel Vorcaro. O pro blema é que não há ninguém fazendo isso, a não ser seus aliados no Senado, que tentam impedir CPI ou CPMI para o caso. Apenas formaram, com o Centrão "um grupo de trabalho" para acompa nhar. Outro problema de Lula é o envol vimento de figurões da Bahia no ingresso do Master nos empréstimos consignados.

"Defensores" do Master 2

Ainda o Master: Augusto Lima, ex-sócio de Vorcaro, conseguiu que o Master assumisse o CredCesta, consignado do governo de Rui Costa (PT) na Bahia. Tudo foi realizado em 2018 em arti culação com o atual ministro da Casa Civil de Lula e com o senador Jaques Wagner (PT-BA). A CPMI quer investi gar 338,6 mil consignados do Master no INSS, dos quais 252 mil (74%) não teriam autorização dos aposentados.

Vida rural 1

Enquanto vive o personagem Joaquim na novela "Três Graças", Marcos Pal meira leva, fora da TV, uma rotina bem diferente. Desde 1997, o ator escolheu uma vida rural e mantém residência principal em uma fazenda de 200 hecta res, o equivalente a cerca de 300 cam pos de futebol, localizada em Teresópo lis, na região Serrana, no Rio de Janeiro. O espaço é conhecido como Vale das Palmeiras, cercado pela Mata Atlân tica e tem reconhecimento ambien tal. Abriga cerca de 20 espécies nativas plantadas ao longo dos anos.

Vida rural 2

A fazenda também funciona como polo de produção organizada. Lá, são produzi dos leite, queijos, iogurtes, mel, café, hor taliças, pães de fermentação natural e até chocolate. Palmeira vive cercado por seus cães, circula a cavalo e cuida dos animais. A construção da casa é rústica, ambientes verdes e vista para o verde. Tudo reflete a escola por uma vida diante do ritmo urbano. Depois do sucesso de "Renascer" (2024) Marcos acertou con trato por obra com a Globo, Por sua participação em "Três Graças" receberá R$ 500 mil no total pelo projeto.

MISTURA FINA

O deputado federal Paulinho da Força (Solidariedade) acaba de lançar sua candidatura ao Senado por São Paulo, no mesmo dia em que festejava seus 70 anos de idade. Entre os presentes, estavam o discutido Hugo Motta (Republicanos - PB), presidente da Câmara, que declarou apoio a pretensão de Paulinho. Em retribuição, o aniversariante disse que Motta, que chegou à chefia da 
Câmara aos 35 anos, "será presidente da República em pouco tempo". Motta apenas sorriu, agradecido: é um de seus sonhos favoritos".

Como se não bastasse a oposição das empresas do setor, agora o diretor-geral da Agência Nacional de Mineração, Mauro Sousa, tem contra si o TCU. Há crescente pressão dos ministros do Tribunal de Contas da União pela substituição de Sousa. Os integrantes da Corte têm empilhado críticas à administração do órgão, especialmente quanto à distribuição de recursos da 
Compensação Financeira pela exploração de Recursos Minerais.

Mais mineração: as cobranças que antes se limitavam aos bastidores agora já são feitas inclusive, à luz do dia. Na reunião 
plenária, o presidente do TCU, ministro Vital do Rêgo, disse, textualmente, "Meu Deus, tudo o que acontece nesse setor mineralógico do Brasil é escandaloso do processo tem faltas". Intramuros, os ministros do TCU defendem que as insuficiências operacionais vão além da escassez de verbas e refletem falhas e inconsistências administrativas.

Órgão do governo do Paraná que administra as loterias estaduais a Lottopar diz que o resort em Ribeirão Claro frequentado pelo ministro Dias Toffoli cassino no local. O Tayayá  conta com máquinas de apostas que são administradas desde 2024 pela concessionária BET PR, dona da marca Apostou. De acordo com a Lottopar , os equipamentos do resort são certificados, monitorados em tempo real e instalados em pontos específicos, como define decreto estadual de 2024. As máquinas seriam 
diferentes dos caça-níqueis, que operam sem controle.

IN - Suco de abacaxi com laranja
OUT - Suco de limão com coco

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