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GIBA UM

"Provei minha inocência depois de 18 anos de batalhas e agora sou um homem inocente"

de DELÚBIO SOARES, ex-tesoureiro do PT e uma das figuras principais do 'mensalão'

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José Angelo Mazzilo Junior, assessor especial de Carlos Fávaro (Agricultura), está cotado para assumir a Secretaria de Política Agrícola da pasta. O cargo é objeto de uma situação sui generis: tem um secretário que não pode ser secretário indicado pelo governo. 

Mais: O ex-ministro Neri Geller não conseguiu assumir formalmente a função por estar impedido pelo TSE de ocupar cargo público. Recorreu ao STF e está esperando. A cadeira está vaga desde janeiro e agora, parece que Lula cansou de esperar. 

“Agora, estou liberado. Ganhei todas as ações judiciais. Provei minha inocência depois de 18 anos de batalhas e agora sou um homem inocente. Sempre fui inocente”, 
de DELÚBIO SOARES //ex-tesoureiro do PT e uma das figuras principais do ‘mensalão’. 

In – Cinema: Assassinos da Lua das Flores
Out – Cinema: Five Nights At Freddy’s

Halloween de Anitta

De passagem pelo Brasil a cantora, apresentadora e agora atriz Anitta resolveu aproveitar o clima de Halloween para promover uma festa temática em sua casa na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro no dia 31. As tradicionais abóboras e os esqueletos enfeitavam a entrada do evento.  

A cantora como sempre não permitiu entrada de celulares no evento e fantasia era obrigatória. A anfitriã junto com a cantora (e amiga) Marina Sena (primeira foto) se vestiram de Mileena e Kitana do filme Mortal Kombat; as cantoras Luísa Sonza e Duda Beat (segunda foto), estavam fantasiadas de menina assassina, inspirada no filme Pearl e de noiva assassinada, respectivamente.

Uma das fantasias que mais chamou a atenção foi do apresentador Luciano Huck, que foi acompanhado de sua esposa Angélica (terceira foto), que  era de uma cabeça sendo entregue naturalmente dentro de uma caixa.

Houve mais fantasias que não eram tão monstruosas, como Bruna Marquezine que se vestiu de Xuxa, num look emprestado pela própria eterna ‘rainha dos baixinhos’, que usou nos anos 90 ou da atriz Carla Dias que foi fantasiada de Anjo. 

Governo à deriva: futuro vulnerável

Integrantes do governo estão discutindo o envio ao Congresso de uma mensagem para mudar a meta do déficit zero das contas públicas, depois que Lula declarou que “dificilmente” o país vai concretizar em 2024 o que havia prometido, continuam à deriva.

Uns sugerem uma meta de déficit de 0,25% ou 0,5% do PIB, o que equivaleria a R$ 50 bilhões de rombo. Outros acham que há uma margem de tolerância: o resultado poderia variar de um déficit de 0,25% a um superavit de 0,25% do PIB.

Todos chutam: membros do bloco econômico e membros do bloco político. À essa altura, Rui Costa (Casa Civil), que vive palpitando nos projetos de Fernando Haddad (ele também é economista), vence a parada: internamente, um déficit de 05% do PIB.

Quem aposta no arcabouço fiscal, acha que o quadro é uma sinalização péssima para controle das contas públicas e fulmina duras conquistas como a diminuição da inflação, dos juros, do risco Brasil e o país vai a um futuro incerto e altamente vulnerável. 

Mudança na carreira

A cantora Priscilla Alcantara, que ficou conhecida por apresentar o Bom dia & Cia por oito anos no SBT e depois resolveu a se dedicar a música gospel, decidiu recomeçar. Ou melhor dizendo, resetar, como diz em carta aberta em suas redes sociais.

No texto diz que tem muito orgulho de sua carreira e tudo que conquistou, mas que havia decidido mudar o rumo da sua trajetória musical sem dar muitos detalhes, onde também pronunciou a mudança de seu nome artístico para Priscilla (somente).

Trecho de sua carta, que dedicou aos fãs: “É nesse lugar onde meu coração está e é desse lugar que vem minha arte, sou grata por tudo o que vivi enquanto ‘Priscilla Alcantara’, só eu sei as alegrias mas também as muitas dores que a bagagem desse nome me traz. Por isso, decidi deixar ela por aqui e seguir sendo só PRISCILLA’. Queria que me conhecessem como a Priscilla que canta, como eu disse há 20 anos. Cantar. Não atender expectativas alheias, só cantar!”. 

Complementação

Essa verdadeira festa de arrumar as estatais e outros organismos um dinheiro extra para reforçar o salário de seus ministros, atinge todos os ministérios e outras posições importantes do governo.

O ministro-chefe da Casa Civil, o sempre discutido – e “difícil de engolir”, segundo até mesmo alguns ministros – Rui Costa, recebe salário de R$ 41 mil mensais, mais R$ 27 mil como conselheiro de Itaipu.

Esta semana, ele só soube que havia a ameaça de que o volume de água do Foz do Iguaçu invadisse áreas vizinhas (incluindo bonitas casas pouco distantes) pela televisão.

Prêmio de consolação

Ana Moser foi demitida do Ministério do Esporte por Lula para abrigar um nome indicado pelo Centrão. Agora, ganhou um prêmio de consolação: é a nova conselheira do Sesc, com remuneração que pode chegar a R$ 28 mil se ela participar das seis reuniões mensais do colegiado.

Ana vai ocupar a cadeira deixada pelo ministro da Previdência, Carlos Lupi, numa indicação que cabe ao INSS. Também são conselheiros do Sesc a ministra Esther Dweck (Gestão) e o secretário Gilberto Carvalho (Trabalho), para o qual o próprio Lula arrumou a boquinha.

A ex-atleta ainda está de quarentena e continua recebendo, por seis meses, salário de ministra: R$ 51,6 mil.

Favoritismo de Paes

Valdemar Costa Neto, dono do PL e Altineu Côrtes, presidente do partido no Rio, achavam que com Walter Braga Netto impediriam o quarto mandato de Eduardo Paes na prefeitura do Rio. Agora, também o general está inelegível pelos próximos oito anos.

Os nomes que sobram não animam a cúpula da legenda: de um lado, o deputado federal Alexandre Ramagem, ligado a espionagem clandestina feitas pela Abin durante sua passagem  pela agência; de outro, o ex-ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, um dos responsáveis pelos desastres ocorridos durante a pandemia no governo Bolsonaro.

De quebra, Flávio Bolsonaro se anima para voltar ao ranking, contra a vontade do pai. 

DEFENDENDO A BAHIA

Como ministro da Casa Civil (e até conselheiro de Itaipu), Rui Costa tem sido um atuante “governador da Bahia”. Parlamentares e autoridades baianas tomam boa parte de sua agenda oficial e o mesmo se aplica aos pedidos que vêm de sua terra, sempre tratados com prioridade.

Agora, Costa tem feito gestões dentro do governo para que a Conab compre parte da safra de sisal da Bahia, responsável por mais de 90% da produção nacional. A operação se daria por meio do mecanismo Aquisições do Governo Federal, dentro  da Política de Garantia de Preços Mínimos.

A cotação do sisal está perto da perda de 50% do valor. A Conab vai ajudar, certamente. 

Ameaça de colapso

Cerca de 600 mil toneladas de minério de ferro represadas nos portos da região do Mercosul e mais de US$ 60 milhões em perdas para as companhias de navegação. É uma das consequências mais graves da combinação entre a seca e a falta de investimento na dragagem do Rio Paraguai.

São dados da Agência de Desenvolvimento Sustentável do Corredor Norte. Segundo o organismo, as barcaças estão trafegando pela Hidrovia do Paraguai com uma carga 30% inferior à sua capacidade por conta do assoreamento do rio.

A navegação poderá ser interrompida este mês, provocando um gargalo nas exportações de minério e grãos para os demais países do Mercosul. 

AMEAÇADOS

Dois conflitos internacionais alimentam a preocupação do agronegócio brasileiro em relação ao suprimento de matérias primas para a produção de fertilizantes. Em menor proporção do que a guerra Rússia-Ucrânia, a ofensiva de Israel em Gaza pode afetar suas exportações de adubo (é responsável por 5% dos fertilizantes consumidos no Brasil).

Os estoques em Israel já subiram 20% em razão das dificuldades no escoamento do produto. E o conflito afeta, sobretudo, a distribuição de insumos à base de potássio, que fatalmente serão aumentados.

Fogo interno

A presidente da Funai, Joenia Wapichana, causou incomodo no Planalto, depois de enviar ofício da entidade pedindo veto integral ao projeto de lei do marco temporal. Especialmente, no trecho em que a fundação destaca a possibilidade do Brasil ser responsabilizado em fotos internacionais pela sanção, ainda que parcial, do PL 2902/2023.

Na visão dos auxiliares, o documento não deveria ter ido a público. Sua divulgação pode incentivar que algumas entidades, como o Cimi, uma das maiores organizações indigenistas do mundo, a mover uma ação contra o governo na Corte Interamericana de Direitos Humanos.

MAIS DÍVIDAS

A Livraria Cultura, na Avenida Paulista, se não bastassem suas dívidas de mais de R$ 280 milhões, está sendo cobrada pelos proprietários de sua antiga loja. A Cultura fechou um acordo com a Paisagem, distribuidora de livros que vende títulos de grandes editoras, que passou a ocupar o espaço de quatro mil metros quadrados.

Em troca, a Cultura recebe 10% das vendas da Paisagem – e não repassa nada aos proprietários da loja, que já denunciou à Justiça. Detalhe: a Cultura chegou a ser despejada de lá, mas conseguiu suspender a decisão do TJ-SP.

MISTURA FINA

  • OS alimentos açucarados estão sendo silenciosamente tirados da prateleira dos bens nocivos à saúde que seriam tributados por meio do chamado “imposto do pecado”. De chocolates a refrigerantes, eles representam 18% da montanha de glicose disponibilizados nas gôndolas dos supermercados. Traduzindo: é muito difícil o tributo sobre guloseimas ser aprovado (parece que foram trocados por pesticidas). E eles ainda tem grande variedade de insumos do agrobusiness. Em mais de 50 países do mundo, os açucarados são tributados. 
  • NESSES dias, o Financial Times, fez quase um balanço dos dez meses do terceiro governo Lula, começando por lembrar que “PAC, Bolsa Família, Minha Casa, Minha Vida foram remakes de filmes antigos com impacto menor”. E emenda: “O projeto ‘Desenrola” (e traduz a expressão) teve alcance reduzido (deixou de fora a classe média) pela exigência de reforço de garantias e certamente não virará símbolo em campanhas futuras”. De quebra, salienta que “quatro anos desse modelo não são o sonho de reeleição de ninguém”. 
  • LÍDERES do Republicanos, partido do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, ficaram mais do que irritados com a revelação de que o PSD, partido de Gilberto Kassab, secretário do Governo paulista, multiplicou por sete o número de prefeitos no interior, alcançando 329, mais da metade do total do estado. No mesmo período, o Republicanos também aumentou seu número de prefeitos: foi de 25 para 54. Agora, também o chefe da Casa Civil de Tarcísio, Arthur Lima, que não se dá com Kassab, vai entrar em campo, depois de ter se filiado ao PP, presidido por Ciro Nogueira (estão aparecendo juntos na TV). 
  • NOS últimos tempos, quando resolveu guerrear com Gilberto Kassab, Arthur Lima também começou a aumentar seu relacionamento com os prefeitos de São Paulo. Contudo, recebia alguns em seu gabinete: não tinha estrutura para ganhar parceiros no interior (o que pretende fazer agora com o PP). Lima, aparecendo na televisão, também procura ganhar imagem maior: ele é pouco conhecido. Mesmo assim, se Tarcísio sai para o Planalto em 2026, Arthur Lima quer se candidatar ao governo de São Paulo, o que faz muita gente dar risada. 
  • AS doações em vida de bens a herdeiros aumentaram 22% neste ano: são dados do Colégio Notarial do Brasil, que representa notários e tabelionatos. A corrida acontece na esteira das possíveis mudanças no Imposto sobre Transmissão Causa Mortis e Doação pela proposta da Reforma Tributária. O imposto varia de 2% a 8%, mas pode chegar a 20% com as alterações em discussão no Senado. A alternativa mais procurada tem sido a criação de uma holding para proteger o patrimônio. 
  • JAIR Bolsonaro planeja ir à posse de Javier Milei se o “El Loco” for eleito presidente da Argentina. Ele até gostaria de ir agora a Buenos Aires, para aparecer em foto ou televisão ao lado de Milei, que não gostou muito da ideia. Acha que o vídeo que Bolsonaro gravou para o primeiro turno foi mais do que suficiente. Muita gente diz que Milei não quer mais ser chamado de “o Bolsonaro da Argentina”.

CLÁUDIO HUMBERTO

"Não podemos mais conviver com o que estamos vivendo"

Ronaldo Caiado (PSD), ao prometer anistia aos condenados pelo 8 de janeiro de 2023

09/08/2026 08h01

Cláudio Humberto

Cláudio Humberto

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Mulher de Marcola teve aval para trabalhar no PT

A quase decorativa Comissão de Ética Pública da Presidência da República liberou Nicole Briones para trabalhar no PT, sem necessidade de respeitar a quarentena imposta aos que ocupam cargos estratégicos na administração pública.

Nicole era superintendente de Comunicação Digital e Mídias Sociais da Empresa Brasil de Comunicação (EBC), mas também é casada com Marco Aurélio Santana Ribeiro, o Marcola, agora ex-chefe do gabinete pessoal de Lula (PT). Problema resolvido.

Ano de ouro

Nicole foi convidada em 2025 para coordenar as mídias sociais do PT. Ela é dona da Matilha Comunicação, aberta no mesmo ano do convite.

Corrente

O processo foi relatado pelo conselheiro Bruno Espiñeira Lemos, que não viu conflito de interesse. Lemos foi nomeado por... Lula.

Colado em Lula

Marcola era um dos assessores mais próximos de Lula, até emprestava o celular ao presidente. Estava na campanha de reeleição do petista.

Fim melancólico

Marcola saiu da campanha após flagra de receber dinheiro de lobista amiga de Lulinha enrolada no caso INSS. Nicole não foi localizada.

Média das pesquisas ainda prevê empate técnico

Nos últimos dois meses, foram divulgadas 33 pesquisas eleitorais sobre o cenário de segundo turno para presidente da República. Em média, o atual presidente Lula (PT) lidera com 46% das intenções contra 42,1% do principal adversário, Flávio Bolsonaro (PL).

A média das margens de erro é de 2,1% para mais ou para menos, o que configura empate técnico entre os candidatos, cenário que se repete desde o início do ano.

Bem fora da curva

A CNT/MDA de meados de junho (BR-04256/2026) previu vitória de Lula por 12,5% de vantagem, mesmo com a margem de erro de 2,2 pontos.

Lado oposto

Levantamento Gerp (BR-03067/2026) do início de julho apontou vitória de Flávio por três pontos, com margem de erro de 2,2%.

Empate na prática

Pesquisa Nexus/BTG (BR-02874/2026) do início de agosto viu apenas um ponto separando os dois candidatos; Lula com 46% a 45% de Flávio.

É provocação

Mesmo com aprovação do Senado dos Estados Unidos para Daniel Perez ser embaixador do país no Brasil, Lula só deve andar com a avaliação do indicado de Donald Trump após o 2º turno das eleições. 

Pobre agro

Até o Produto Interno Bruto (PIB) do resiliente agronegócio brasileiro sucumbiu e registrou queda de 2% no primeiro trimestre deste ano. O levantamento é do Cepea em parceria com a CNA.

Pedras fundamentais

Ao confirmar Sanderson (PL) e Marcel van Hattem (Novo) candidatos no Rio Grande do Sul, Flávio Bolsonaro reforçou que a dupla terá papel central na formação da “maioria conservadora no Senado”.

Livramento

Sobre a decisão do governo Lula de rebaixar as relações diplomáticas com a Argentina, Flávio Bolsonaro disse o “próximo país a se libertar de projeto fracassado será o Brasil. A partir de 2027, voltaremos a tratar nossos vizinhos como sócios, não adversários ideológicos”.

Censura de incompetentes

Kim Kataguiri (Missão) criticou pedido de Janja para retirar a plataforma Discord do ar e questionou a atuação da primeira-dama: "quem votou nela?". Para o deputado federal, o país é “refém de incompetentes”.

Chega

Ronaldo Caiado, pré-candidato do PSD ao Planalto, diz que tomará uma série de medidas já no primeiro dia de um eventual governo. Entre elas, anistia aos presos pelo 8 de janeiro. Diz que é para pacificar o país.

Esperança de reabertura

O presidente dos EUA, Donald Trump, disse que um acordo sobre o Estreito de Ormuz é possível já na quarta-feira (12). A expectativa é que até um pré-acordo possa permitir a reabertura da via marítima.

Triste recorde

"Se você está endividado, a culpa é do Lula", acusou Flávio Bolsonaro ao comentar o recorde de endividamento das famílias brasileiras, que atingiu 82%. Para o candidato ao Planalto, “a conta não fecha”.

Pensando bem...

...tem casamento que é bom negócio.

PODER SEM PUDOR

Conta de somar

Homem sério, o líder mineiro Milton Campos nunca foi daqueles políticos que tentam explicar o inexplicável.

Ele perdeu para João Goulart, em 1960, a eleição para vice-presidente da República, que na época não era “casada” com a de presidente. Na expectativa de obter uma avaliação profunda do seu próprio insucesso, um jornalista provocou:

“Dr. Milton, por que o senhor perdeu?”. Encerrando a conversa mole, disse: “Perdi porque ele teve mais votos”.

 

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Arthur Maximilliano

A nova era dos dados: quando o empresário deixa o achismo para trás e passa a decidir com clareza

04/08/2026 00h03

COLUNISTA ARTHUR MAXIMILIANO

COLUNISTA ARTHUR MAXIMILIANO

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Durante muito tempo, o sucesso de uma empresa foi construído sobre a experiência e o famoso "faro" do empreendedor. A intuição sempre foi protagonista nas grandes decisões. Mas algo mudou — e mudou rápido.

Hoje, quem ainda aposta apenas na sensação corre o risco de ficar para trás, enquanto outros aprenderam a ler os sinais que os números deixam pelo caminho. Não se trata de abandonar a intuição. Trata-se de potencializá-la.

Bem-vindo à era da gestão orientada por evidências, onde o dado se tornou o novo instinto do líder.

Do achismo à clareza empresarial

Tomar decisões sem dados é como dirigir de noite com os faróis apagos. O carro até anda, mas cada curva vira uma aposta.

Os líderes que prosperam hoje são aqueles que transformaram números em narrativas reais. Eles sabem que cada gráfico revela um comportamento, cada indicador esconde (ou revela) uma oportunidade, e cada desvio traz um aprendizado valioso.

Não olham para uma planilha como algo frio ou técnico. Olham como quem lê o pulso da empresa — e transformam informação em ação.
Business Intelligence: o espelho fiel do seu negócio

Com o avanço do Business Intelligence e das ferramentas de visualização, ficou possível enxergar a empresa em tempo real. Hoje, você descobre onde o dinheiro entra, onde escapa e onde poderia render mais — tudo em um único painel.

Mas BI não é só tecnologia. É sobre fazer as perguntas certas:

Quais produtos realmente sustentam meu lucro?

Qual canal me traz clientes que ficam?

Qual time entrega mais com menos atrito?

Quando o dado responde, você para de adivinhar e começa a decidir de verdade.

A combinação entre razão e sensibilidade

O dado mostra o caminho. Mas quem escolhe a direção ainda é você.

A melhor liderança não é aquela que abandona a intuição — é a que a usa com inteligência. Intuição apoiada em dados deixa de ser palpite e vira estratégia. É nesse ponto que tecnologia e humanidade se encontram: o dado oferece o diagnóstico; o líder, o propósito.

Inteligência Artificial e o novo papel do gestor

Com a Inteligência Artificial, as empresas deixaram de apenas olhar para trás. Agora, elas antecipam o que vem pela frente. Sistemas identificam padrões, preveem quedas de receita, antecipam cancelamentos e até recomendam ações antes que o problema bata à porta.

Mas o verdadeiro diferencial está em quem interpreta o que a IA aponta. O dado mostra o que está acontecendo. A inteligência humana entende por que — e decide o que fazer a partir disso.

O dado como cultura, não como ferramenta

A empresa do futuro não será a que tiver mais tecnologia. Será a que ensinar sua equipe a pensar com base em dados. Quando cada pessoa, de qualquer área, entende o impacto real de suas decisões nos resultados, a empresa deixa de reagir e passa a planejar.

Decidir com dados é decidir com consciência. E consciência é a base da alta performance.
 

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