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"Sua postura arrogante e a forma como tratou pautas e princípios caros ao PSDB trouxe desconforto"

em nota distribuída pelo PSDB municipal de São Paulo, sobre a expulsão de Joice Hasselmann por decisão unanime

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"Sua postura arrogante e a forma como sempre tratou pautas e princípios caros ao PSDB sempre trouxe desconforto a quem é tucano/tucana por convicção não por conveniência",

em nota distribuída pelo PSDB municipal de São Paulo, sobre a expulsão de Joice Hasselmann por decisão unanime

 

A Globo está decidida a produzir mais remakes de novelas vitoriosas no passado. Agora, é o caso de Elas por elas (1982), de Cassiano Gabus Mendes, quando o personagem Mário Fofoca, vivido por Luiz Gustavo fazia muito sucesso.

Mais: agora, a emissora carioca já começar a pensar num nome ideal viver o personagem. Estão cotados Murílio Benicio, Marcelo Adnet, Eduardo Sterblicht e até Paulo Vieira, cuja ascensão atua vem provocando discussões.

Fogo amigo

A antipatia do mercado financeiro e de empresários ao ministro Fernando Haddad (Fazenda) está longe de ser seu principal desafio, dizem os analistas. O problema é mais na política. O risco não é tanto provocado por inimigos externos, mas o fogo amigo que deve arder nos próximos quatro anos. O governo Lula começa com uma lista de nomes pensando em 2026. Traduzindo: se Haddad cai, aumenta a lista dos petistas que sonham com o Planalto e também aliados próximos. O primeiro teste de força do ex-prefeito de São Paulo será o arcabouço fiscal ou a reforma tributária. Será mente sob sua alçada o Coaf quando o Congresso vai votar a MP que tirou o organismo do controle do Banco Central.

PRIMEIRO NEGRO

O deputado Jhonatan de Jesus, de Roraima, poderá ser o primeiro negro a assumir o cargo de ministro do TCU, em votação confirmada para hoje por Arthur Lira. Filiado aos Republicanos, cuja bancada foi decisiva para recondução de Lira, Jesus poderá ser também o primeiro ministro terrivelmente evangélico no tribunal. Mais: como a vaga no TCU foi aberta com a aposentadoria de Ana Arraes, deputadas vinham apoiando o nome de Soraya Santos (PL-RJ) para o posto.

20 anos depois

O programa Fome Zero, marco inicial das políticas sociais do governo de Lula, lançado há 20 anos para acabar com insegurança alimentar do país, encontra o Brasil de novo incluído no Mapa da Fome com 33 milhões de pessoas sobrevivendo de insegurança alimentar. No governo anterior, Jair Bolsonaro garantia que "não havia famintos no país". Em 2004, o Fome Zero foi fundido a outras políticas e vira e Bolsa Família e em 2021, o ex-presidente o transforma no Auxílio Brasil (agora está de volta ao Bolsa Família). Agora, Wellington Dias (Desenvolvimento e Assistência Social) quer tirar o país (de novo) do Mapa da Fome.

Burocracia

O tenente-coronel Mauro Cid, cuja nomeação de Jair Bolsonaro para o 1º Batalhão de Ações de Comandos, em Goiânia (GO) provocou a queda do ex-comandante do Exército, general Júlio César de Arruda, já havia acertado sua mudança para a Vila Militar da cidade. Preparava tudo para começo de janeiro com a suspensão da nomeação ficará em Brasília em cargo de burocracia no QG do Exército. Ele pedirá novo comando de batalhão este ano para trocar de cargo em 2024.

Inabalável

A presidente do STF Rosa Weber afirmou que a democracia brasileira não foi destruída junto com os ataques feitos no dia 8 de janeiro. "Que os inimigos da liberdade saibam que no solo sagrado deste Tribunal o regime democrático, permanentemente cultuado, permanece inabalável". E ainda pregou que o país seja mais igualitário: "Um Brasil inclusivo e igualitário, de ordem, progresso, está na nossa bandeira, e de paz, uma sociedade fraterna, pluralista e sem preconceitos, fundada na harmonia e comprometida com a solução pacífica das controvérsias, como orienta o preâmbulo da Constituição Cidadã de 1988"

Não estou a perigo

A atriz, modelo e ativista dos direitos dos animais Pamela Anderson, 55 anos, voltou a ser assunto na mídia. Ela acaba de lançar o documentário Pamela Anderson - Uma História de Amor , onde conta sua história de uma jovem vinda de Vancouver (Canadá) até seu estrelato em Hollywood.

Apesar de ter feito muitas séries e filmes, ela ficou marcada por interpretar C.J. Parker em SOS Malibu. Ela garante que quando fez a série (1989 a 1999) aos 22 anos não tinha sabedoria suficiente para saber aproveitar a oportunidade. "Eu simplesmente não tinha representação naquela época.

Ou o know-how. Você não percebe quando está fazendo um programa de TV que vai ser tão popular, então você meio que abre mão de sua vida".

Mais: hoje está sendo lançado nos Estados Unidos também seu livro de memórias Love, Pamela (Harper Collins Publishers) onde relata mais detalhadamente sua vida, inclusive abusos sexuais que sofreu antes dos 18 anos. Apesar de tudo declara: "Não sou uma vítima e não sou a donzela em perigo. Eu fiz minhas escolhas na minha vida. Algumas obviamente foram feitas para mim, mas sempre consegui me reencontrar. E criou uma pessoa forte e uma mãe forte".

Guerra no e-commerce

Além de bancos e fornecedores, empresas de e-commerce que atuam no marketplace da Americanas também buscam proteção contra eventual calote do famoso trio de acionistas. Diversos sellers, como são chamados os parceiros, vão entrar na Justiça contra a rede varejista.

O grupo incluiria inclui de pequenos e médios varejista a grandes fabricantes de eletroeletrônicos que mantém lojas hospedadas no americanas.com.br O objetivo dos sellers é obter alguma medida cautelar que garanta o pagamento antecipado referente às vendas realizadas por meio do americanas.com.br. No paralelo, lojistas parceiros têm reduzido ou mesmo cancelado a oferta de produtos à rede varejista. Na prática, estão brecando novas vendas de mercadorias por meio da plataforma de e-commerce.

A crise da Americanas ameaça levar de arrasto um enorme ecossistema de parceiros no marketplace. Ao todo, a Americanas, soma quase 150 mil sellers, em sua maioria, pequenos e médios varejistas com fôlego financeiro.

Mais: o escândalo contábil estourou num momento em que a companhia e parceiros lojistas já enfrentava solavancos. Em 1º de janeiro, poucos dias antes da fraude vir à público, a Americanas aumentava a taxa de comissão cobrada dos sellers (em alguns segmentos de 12% para 17%). Ou seja: acionistas e dirigentes já sabiam que iriam precisar de receita nova.

Melhor conquista

A influenciadora digital, empresária, modelo e alçada a atriz interpretando a Chiara em Travessia, Jade Picon, 21 anos, postou algumas fotos sem dar muitos detalhes sobre o que seria. E na legenda apenas emojis de fadinhas.

E recente declaração afirma que 2022 foi o melhor ano de sua vida e que se pudesse viveria tudo de novo e aponta sua maior conquista: "A novela, com certeza. É a realização de um dos meus maiores sonhos". E garante que não se importa com as críticas: "As críticas estão presentes na minha vida desde que tenho 12 anos de idade e já trabalhava na internet. Então, com certeza, as críticas fazem parte de um processo de amadurecimento". Mais: apesar de não ter agradado o público com sua atuação Jade será aproveitada em outras produções da Globo: poderá ser "repórter" e até "comentarista de realitys".

Compra-se

O Mubadala está lançando nova investida para comprar a Zamp, holding que controla o Burger King no Brasil. Qualquer semelhança entre a nova ofensiva e o escândalo da Americanas não é mera coincidência. O fundo árabe quer se aproveitar do momento de fragilidade de Jorge Paulo Lemann, Carlos Alberto Sicupira e Marcel Telles, que figuram entre os principais acionistas da Zamp por meio da 3G Capital. No ano passado, o Mubadala chegou a ofertar R$ 8,31 por ação para a aquisição de 41,5% da companhia e o trio não topou. De outubro para cá, a Zamp já perdeu 35% do seu valor de mercado.

Antiga zebra

Com a possibilidade remota de dar zebra nas eleições do Congresso, ressurge o episódio de 2005, quando depois de um racha no PT, que acabou lançando dois candidatos à presidência da Câmara, o deputado Severino Cavalcanti (PP-PE), do "baixo clero" ganhou sem segundo turno do petista Luiz Eduardo Greenhalgh por 300 a 195 votos.

Sua trajetória foi curta: chamou a diretoria de Exploração e Produção da Petrobras de "aquela diretoria que fura poço" e queria propina do dono do restaurante da Câmara. Era zebra, mas caiu do cavalo rapidamente.

Posição ruim 1

O site do movimento global Transparência Internacional (que atua em mais de 100 países) divulgou relatório sobre Índice de Percepção da Corrupção 2022 (IPC 2022). Entre os 180 países avaliados o Brasil ocupa a 94ª posição no ranking, que é considerada ruim.

O IPC analisa as ações para combater a corrupção, promover a transparência para fortalecer as instituições, evitar mais conflitos e preservar a paz. Quanto maior a nota (0 a 100), maior é a percepção de integridade do país. O Brasil assim como Argentina, Etiópia, Marrocos e Tanzânia somaram 38 pontos.

Posição ruim 2

Ainda sobre o IPC 2022: o Brasil conseguiu ficar em pior posição do que Timor Leste, Burkina Faso, Ilhas Salomão que obtiveram 42 pontos, Ruanda (51) Butão (68), que estão entre os países mais pobres do mundo.

Rússia e Ucrânia que estão em guerra há quase um ano tiveram 28 e 33 respectivamente. O pior país com apenas 12 de nota foi a Somália e o melhor foi Dinamarca com 90 pontos.

Mistura Fina

NOVA declaração feita pelo governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, em um evento do agronegócio, deixou Jair Bolsonaro muito irritado.

A afirmação comprova também o que ele disse em dezembro passado que "nunca foi bolsonarista de raiz". Na declaração o governador afirma que ele o presidente são sócios: "Para o Brasil ir bem, São Paulo tem que ir bem. Agora eu e o presidente Lula somos sócios".

Desde o início do ano Tarcísio e Lula já se reuniram três vezes. Na última reunião o governador levou ao presidente demandas como financiamento para a saúde e apoio para obras de mobilidade.

O COLAPSO da Americanas tem feito a alegria e fortuna de muitos advogados, menos aqueles que são credores da rede varejista. Esse bloco é formado por mais de 50 escritórios de advocacia. Com esse pessoal, a dívida supera os R$ 21 milhões e as chances de receber, mesmo com grande conhecimento do campo de batalha, é mínima.

SE o brasileiro tem dificuldades para comprar um carro a combustão novo, o preço dos elétricos é de pirar. No Brasil, os modelos 100% elétricos mais baratos custam em torno de R$ 150 mil. Na faixa intermediária, nenhum sai por menos de R$ 250 mil. Já na linha que oferece mais luxo e tecnologia, os preços podem variar de R$ 300 mil a até mais de R$ 1 milhão.

MESMO que a intervenção na segurança pública no Distrito Federal não seja prorrogada, Flávio Dino (Justiça) quer manter a Força Nacional em Brasília até o fim de março. O motivo é a 24ª Marcha dos Prefeitos lá entre 27 e 30 de março. A área de inteligência da Polícia Federal já alertou o Ministério sobre o risco de infiltração de manifestantes bolsonaristas e da realização de novos protestos. Estarão lá por quatro dia dois mil prefeitos.

AO tomarem posse de seus mandatos deputados bolsonaristas (na maioria do PL) tinha grudados em suas roupas adesivos com dizeres contra o presidente Lula como "fora Lula" e "fora ladrão". Entre tantos estavam: Nikolas Ferreira (SP), Eduardo Bolsonaro (SP), Julia Zanatta (SC), Gilvan da Federal (ES) e Gustavo Gayer (GO).

O GOVERNO português suspendeu o processo de venda da operação da Caixa Geral de Depósitos no Brasil. As autoridades portuguesas pretendem fazer ajustes no modelo de venda e retomar as negociações no segundo semestre. O governo de Portugal recebeu mais de 20 ofertas pelas subsidiárias da CGD no Brasil, só que nenhum atingiu o valor estipulado. Entre os candidatos que se apresentaram, estariam os bancos ABC Brasil e Luso-Brasileiro.

18 SENADORES encerraram o ciclo de trabalhos no Congresso, alguns somente com um mandato e outros com algumas reeleições. Entre os projetos dos ex-senadores para estão, cuidar da vida particular, trabalhos na iniciativas privadas e alguns ainda aguardam ganhar um cargo no governo Lula como é o caso de Paulo Rocha (PT-PA), assim como Alexandre Silveira (PSD-MG), que comanda o Ministério de Minas e Energia; Simone Tebet (MDB-MS) que é ministra do Planejamento; e Jean Paul Prates (PT-RN), que assumiu a presidência da Petrobras.

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ARTIGO

Pelo fim dos superpoderes e a defesa da Constituição

19/09/2026 07h00

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Pedro Simon - Advogado, foi governador do Rio Grande do Sul, ex-senador da República e ministro da Agricultura

Ao longo dos meus 96 anos, vivenciei alguns dos piores momentos da história brasileira. Dos autoritarismos da ditadura militar aos maiores escândalos de corrupção da Nova República, estive na linha de frente de todos esses episódios, em defesa de um país melhor, mais justo, livre e igualitário. Confesso que lutei, como disse em meu discurso de despedida do Senado, em 2014: onde vi corrupção, lutei para levar a ética; onde vi impunidade, lutei para levar a justiça.

Hoje, assisto de longe, com angústia, à fragilização das instituições que construímos a partir de 1988, corroídas pela improbidade, pela maximização do interesse pessoal e por novas formas de coronelismo.

Vivemos hoje a maior crise deste século no Brasil: uma crise constitucional, da relação entre os poderes constituídos, que coloca em xeque a credibilidade da República perante a sociedade civil e a comunidade internacional.

Enquanto o Poder Executivo é capturado por projetos de poder que se confundem com projetos de governo, e não por projetos de Estado-nação, o Legislativo sequestra o orçamento republicano por meio de emendas parlamentares sem transparência nem responsabilidade, sob o domínio dos mesmos grupos políticos fisiológicos.

Enquanto isso, o Poder Judiciário, encastelado em uma superioridade autoproclamada, assume uma posição perigosa de tutela absoluta de todos os assuntos da República – mas, sob o comando de alguns de seus agentes e salvaguardadas honrosas exceções, em nada difere, em condutas recentes, dos entes corruptos e corruptores que se propõe a julgar.

As investigações em torno do escândalo do Banco Master e o embate público recente entre ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) expuseram, em todo o País, uma Corte que deveria pacificar a Nação e que, em vez disso, tornou-se palco de disputas que corroem a sua própria autoridade moral. Já disse, e repito: vivemos a página mais triste da nossa história neste século, na qual perdemos a confiança nos Três Poderes da República.

A recente deliberação do STF aprofunda essa crise de credibilidade institucional. Ao expor divisões internas e hesitar no rigor sobre as apurações do caso do Banco Master que envolvem membros da própria Corte, o Tribunal compromete a autocontenção e a neutralidade exigidas da magistratura. O episódio confirma que a ausência de controle externo efetivo e a resistência à transparência corroem a autoridade moral do guardião da Constituição.

Foi no Senado que passei 32 dos meus 60 anos de vida pública, ao lado de Ulysses Guimarães, Tancredo Neves e Teotônio Vilela, na reconstrução da nossa democracia. É por essa vivência que faço um alerta: compete privativamente ao Senado, por força da Constituição Federal, processar e julgar os ministros do STF por crimes de responsabilidade. Esse é um dos pilares do equilíbrio entre os Poderes que ajudamos a erguer em 1988, e hoje ele está, na prática, esvaziado. Dezenas de pedidos de impeachment contra ministros da Corte acumulam-se há anos nas gavetas da mesa diretora, sem parecer e sem votação.

Em toda a nossa história democrática, nenhum ministro do Supremo jamais chegou a ser julgado até o fim por esse rito. O Senado, a quem caberia fiscalizar o Judiciário, tem preferido o silêncio ao exercício desse dever constitucional, seja por cálculo eleitoral, seja pelo receio de turbulência institucional. Um poder que se omite de fiscalizar torna-se, ele também, parte da crise.

O Brasil precisa de uma resposta firme e rigorosa; necessita que se instaure investigação regular e independente sobre os fatos revelados, assegurados o contraditório e a ampla defesa; que o STF retome, sem subterfúgios, a sua autocontenção institucional; que se encerre o inconstitucional inquérito das fake news; que todos os envolvidos com o Banco Master sejam investigados, independentemente do cargo ou partido político; que se restabeleça a atuação dentro dos limites da Constituição, e que ninguém, nem mesmo quem julga a Nação, esteja acima da lei.

Chegou o momento de reformas na Corte, com mandatos fixos, aperfeiçoamento do modelo de indicação e de um Código de Ética efetivo. Volto, então, àquilo em que sempre acreditei: a democracia não se sustenta na força de um só poder, mas no equilíbrio entre todos eles e na vigilância permanente da sociedade civil. Ao povo brasileiro, e sobretudo à juventude que hoje herda esta crise sem tê-la criado, deixo o mesmo apelo que fiz ao deixar o Senado: que não desistam da política, nem do Brasil. 

A pátria é feita de quem rejeita a corrupção, a impunidade e a soberba dos que se creem acima da lei. Que essa pátria, mais uma vez, prevaleça.

Cláudio Humberto

"Mostrou roubalheira enorme"

Romeu Zema (Novo), sobre queda do sigilo do caso Master

13/09/2026 07h00

Cláudio Humberto

Cláudio Humberto

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Moraes lidera número de pesquisas em crise do STF

Apontado como partícipe de intensa troca de mensagens com o banqueiro Daniel Vorcaro, dono do extinto Banco Master, o ministro do Supremo Tribunal Federal Alexandre de Moraes liderou o interesse de pesquisas no Google no último mês, conforme dados da plataforma. O pico da pesquisa foi em 1º de setembro, quando o ministro André Mendonça levantou o sigilo de relatório da Polícia Federal que revelou mensagens de Vorcaro a número atribuído a Alexandre de Moraes.

 

Interesse na capital

O índice do interesse tem escala de 0 a 100. O Distrito Federal liderou as pesquisas (100), seguido por Mato Grosso (66) e Rondônia (66).

 

Diferença

Enquanto Moraes bateu os 100, as pesquisas por André Mendonça bateram o pico na mesma data, mas com menos da metade (44).

 

Epicentro da crise

Até pesquisas por “STF” despertaram mais interesse do brasileiro do que Mendonça, atingiu 58 no índice de pesquisas.

 

Ninguém liga

Os números mostram que o interesse pelo filme “Dark Horse” não decolou. O pico foi na quinta-feira, só 23 na escala.

 

Governo Lula: R$90 milhões com viagens em 14 dias

O governo Lula (PT) conseguiu torrar cerca de R$90 milhões com viagens nas últimas duas semanas. Segundo dados do Portal da Transparência, o total de despesas com descolamentos já ultrapassa R$1,3 bilhão em 2026. Foram R$735,8 milhões com diárias distribuídas a funcionários e outros R$560,3 milhões com as passagens aéreas. O total não inclui a fortuna gasta nas viagens de Lula e da primeira-dama Janja.

 

Em dólar

Viagens internacionais do governo do PT já custaram R$161,7 aos pagadores de impostos. Foram R$8 milhões nas últimas duas semanas.

 

Tem mais

O governo petista conseguiu torrar também R$7,8 milhões com “outros gastos” de viagens. São taxas, seguros de viagens etc.

 

Número 1

A ministra das Mulheres, Márcia Lopes, é número um entre os gastões com viagens: R$510 mil com passagens e diárias, diz a Transparência.

 

Falta combinar com o eleitor

A ordem na campanha de Lula é evitar que a eleição vire, nas palavras de petistas, “Fla x Flu” de ministros do STF. A estratégia é deixar Moraes e Mendonça brigando e tentar puxar o eleitor para outros assuntos.

 

Combustível eleitoral

Medidas do governo para segurar os preços dos combustíveis devem custar R$40 bilhões por seis meses, diz Bruno Moretti (Planejamento). O alívio é no posto e a conta estaciona no bolso do pagador de impostos.

 

Tudo certo, mas...

O TCU encontrou as projeções fiscais do governo formalmente dentro das metas, mas apontou aumento do déficit efetivo e problemas de transparência e consistência das estimativas. “Certo” com “ressalvas”.

 

Soberba na conta

Internamente, a campanha de Lula reconhece que subestimou a dificuldade da disputa contra Flávio Bolsonaro (PL). Até prepara mobilização neste domingo (13) para tentar “chacoalhão” na candidatura.

 

Cara de pau

Lula tomou invertidas ao celebrar o fim da taxa das blusinhas, criada por ele mesmo. Seguidores nas redes sociais não perdoaram, “a quadrilha do PT é assim, te quebram uma perna, depois te dão uma muleta”.

 

Na terça

Já tem data o novo depoimento de Daniel Vorcaro na Polícia Federal sobre as fraudes financeiras em operações com o BRB. O ex-banqueiro dono do Master falará à PF na terça-feira, dia 15.

 

Em queda

Caiu 66,6% o número de crianças registradas como cidadãs italianas no Brasil em 2025. O dado é do Instituto Nacional de Estatística da Itália (Istat), que relacionou parte da redução às novas regras para a transmissão da cidadania aos filhos nascidos no exterior.

 

Fatura petista

Rogério Marinho (PL-RN) apontou os R$120 bilhões a mais em tributos sobre consumo para 2027. Diz o senador que é o método do PT: aumentar gastos e empurrar a dívida para cima de quem trabalha.

 

Pensando bem...

...a aliança com Lula deu PT.

 

PODER SEM PUDOR

Cláudio Humberto

Greve teatral

O Ato Institucional nº 5, que revogou as liberdades democráticas no Brasil de 1968, levou muitos adversários do regime militar à cadeia. Entre eles Carlos Lacerda, que resolveu iniciar uma greve de fome no cárcere. O médico e amigo Antônio Rebello, que monitorava o pulso de Lacerda, começou a ficar preocupado e vivia implorando para que o líder carioca suspendesse a greve. Um dia fez uma comparação definitiva: “Você está tentando fazer Shakespeare no País da Dercy Gonçalves!”. Percebendo o ridículo da situação, Lacerda desistiu da greve na hora.

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