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Giba Um

"Tem até bilionário tentando fazer foguete, tentando fazer viagem para ver se encontra espaço",

lá fora, não tem. Vai ter que usar muito dinheiro que ele tem para ajudar a preservar isso aqui",  de LULA // sobre a preservação de florestas, sem citar o nome de Elon Musk.

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O TRE do Paraná recusou a cassação do mandato do senador Sérgio Moro (União-PR). O placar foi de 5 desembargadores eleitorais contra dois indicados de Lula. Esses indicados acataram as alegações do PT e PL de que o ex-juiz cometeu abuso de poder econômico antes de se eleger senador pelo Paraná. 

 Mais: O placar escancarou aquilo que se sabe desde que Moro se candidatou: o mundo político e especialmente, os petistas, nunca perdoarão o ex-juiz pela Operação Lava Jato. Deltan Dallagnol também foi absolvido por unanimidade pelo TRE-PR, mas condenado, também por unanimidade, pelo TSE. É onde o futuro de Moro será decidido


Repetindo o sucesso


Em 2016 a série Justiça, de Manuela Dias fez muito sucesso, tanto que após 8 anos está de volta. A segunda temporada estreia hoje na plataforma de streaming Globoplay e que depois será exibido na TV Aberta. Sem protagonistas a série mostra a cada dia uma trama diferente que no final se cruzam. Com personagens novos parte do elenco, se reuniu na terça-feira (9) no Kinoplex Rio Sul, no Rio, para promover a pré-estreia ao lado da autora e do diretor artístico Gustavo Fernández. Entre tantos presentes estavam por lá, da esquerda para à direita, Leandra Leal, que exibia sua primeira gravidez biológica, Alice Wegmann, que confessou que tirou algumas semanas de folga, porque estava bem cansada; Nanda Costa que chamou a atenção com uma calça jeans com um desenho de uma mão na região de sua virilha; Maria Padilha, que confessa que agora está mais seletiva na escolha de seus trabalhos; e Julia Lemmertz, que também acaba de fazer uma participação na novela Elas por elas.

Bloqueado lá fora


No domingo (7), uma decisão do STF chamou a atenção do mundo todo: Elon Musk, dono do X (anteriormente, Twitter), enfrenta agora um inquérito sob acusações de obstrução de Justiça e outros delitos. À frente dessa ação, está o ministro Alexandre de Moraes (STF), já se preparando para um eventual bloqueio no X no Brasil, caso Musk avance na guerra contra ele carregando nas críticas, que já ganhou matéria até no The New York Times. Em diversos países, a rede social está bloqueada. Desde a China que restringe o acesso a várias plataformas desde 2009 até a decisão da Rússia de bloquear o X em meio a conflitos. Na lista, estão também Mianmar, Coreia do Norte e Turcomenistão. 


Nos smartphones


A plataforma de Elon Musk é a sexta mais popular nos smartphones dos brasileiros. Seu aplicativo está em 29% dos celulares, atrás de Instagram (91%), Facebook (61%) e TikTok (41%). Mais: o X tem direcionado o debate público pela presença de jornalistas políticos, acadêmicos e influenciadores, o que provocaria um grande impacto num possível encerramento de suas atividades no país. Por outro lado, mudanças implementadas na rede sob gestão de Musk, como a redução de conteúdos, afastaram recentemente, usuários no Brasil e no mundo. Analistas decretam que a rede social está longe das preferências dos brasileiros e está perdendo usuários em todo o mundo.   


Novo trabalho


Agora sem contrato fixo, muitos artistas estão mergulhando em novas experiências, em outras emissoras ou plataformas de streaming. É o caso de Fabiana Karla, que será a apresentadora da 10ª temporada do Bake Off Brasil – Mão na Massa, do SBT surpreendendo a muitos que apostavam em outros nomes (Ana Furtado e Chris Flores eram apontadas como favoritas). No início do ano a emissora de Silvio Santos, havia anunciado o fim da produção, e dispensado o elenco. Vendo emissoras rivais  se aproveitarem da brecha, resolveu voltar atrás e produzir uma nova temporada, que também contará com novos jurados: a chef confeiteira Carole Crema e o chef André Mifano.


In –  Forro de fibra mineral
Out – Forro de isopor


Prejuízo à vista


Uma eventual saída ou suspensão de atividades da plataforma X (antigo Twitter) no Brasil não seria um bom negócio para a companhia de Elon Musk, segundo os analistas. Ele já falou sobre a possiblidade de “perder receitas” em meio aos ataques de Alexandre de Moraes. A companhia também pode enfrentar risco de bloqueio, se desobedecer decisões da Alta Corte. Com a saída do X, ocorreria grande perda financeira com anúncios publicitários. O Brasil tem hoje o sexto maior número de perfis na rede social de Musk: em janeiro, os usuários brasileiros somavam 22,1 milhões, o que representa 6% da contas da plataforma. 

 


Sempre ele


Menos de um mês dos eventos dos trabalhadores no 1º de Maio, a relação do governo Lula com algumas centrais sindicais estão mais do que complicadas. Três delas – CTB, CSB e Nova Central – tencionam acionar a Justiça reclamando estar fora dos conselhos dos quais alegam ter direito de participar, especialmente o do FGTS (as maiores e mais conhecidas centrais já estão participando). O alvo da reclamação é o ministro Rui Costa, da Casa Civil, que não simpatizaria com essas centrais. Costa, como se sabe, é um colecionador de reclamantes de várias áreas. 


Pérola

“Tem até bilionário tentando fazer foguete, tentando fazer viagem para ver se encontra espaço lá fora, não tem. Vai ter que usar muito dinheiro que ele tem para ajudar a preservar isso aqui”, 
de LULA // sobre a preservação de florestas, sem citar o nome de Elon Musk.

REPUTAÇÃO EM ALTA

Há um nome em ascensão na estrutura de segurança do governo: o diretor da Polícia Rodoviária Federal, Antonio Fernando de Oliveira. Seu prestigio subiu depois da participação da PRF nas investigações e captura dos dois fugitivos da penitenciária de Mossoró. O ministro Ricardo Lewandowski (Justiça) vai visitar a sede da corporação. Lula tem todo o interesse político em levantar a bola da Polícia Federal. É uma forma de fazer um contraponto à instrumentação da PRF pelo ex-presidente Jair Bolsonaro, que acuminou com acusações de interferência nas eleições de 2022.

Mega distribuidora

 A Cosan trabalha num projeto que pode criar uma mega distribuidora de gás: a Necta (ex-Gás Brasiliano) mantém conversações com o governo de São Paulo para a renovação antecipada de sua concessão, que vence em 2029. As tratativas envolvem a extensão de contrato até 2049. É exatamente o prazo de concessão da Comgás, a maior distribuidora de São Paulo, ao lado da Necta, compõe a intrincada malha societárias da Cosan no setor. A unificação da vigência dos dois contratos pode ser a peça que falta para fusão entre a Comgás e a Necta. 

REVELAÇÃO

O próprio Jair Bolsonaro que, de vez em quando, acompanha sua mulher Michelle a cidades onde ela trata de arregimentar mais filiadas para seu partido – ela é presidente do PL Mulher – acha que a ex-primeira-dama é “uma revelação”. Em encontros, cultos e até reuniões com teor partidário, Michelle adota tom de pregação ao microfone e, muitas vezes, se ajoelha e chora. Os presentes aplaudem e gritam seu nome. “Nem eu imaginava que Michelle falava tão bem assim”. Detalhe: ela não gosta muito que Bolsonaro esteja no ambiente: fica incomodada.


Sem data marcada

Ao lado da guerra entre Elon Musk e Alexandre de Moraes, apenas por coincidência, Arthur Lira, presidente da Câmara, avisou que não levará mais ao plenário o projeto de regulamentação das redes sociais. Um grupo de trabalho será designado: não se sabe quando, onde, quem será convocado e menos ainda quando chegará a algum resultado. Lira não quer regras antes das eleições municipais e as grandes plataformas batalham por manter a internet como um território sem lei. A direita também se opõe a qualquer tipo de regulamentação das redes.

PERGUNTAR  NÃO OFENDE

Lula, Janja, Rodrigo Pacheco, Alexandre de Moraes e outros acham que o X (antigo Twitter) é uma terra sem lei” (na realidade, a maioria das plataformas não são tão diferentes). A pergunta que fica no ar é porque eles não encerram suas contas. Janja ainda diz que “a ação do Twitter é uma ação que visa lucro e o mundo civilizado não pode ficar de joelhos a essa articulação da extrema direita”. Janja tem 1,2 milhão de seguidores na rede social que é onde condenou a plataforma e Musk, claro .

MISTURA FINA

PARTICIPANDO  da Brazil Conference, evento organizado por estudantes brasileiros de Harvard e do MIT de Cambridge, o apresentador Luciano Huck disse que a novata Tabata Amaral (PSB) “será prefeita de São Paulo, se Deus quiser”. O desejo se espalhou pelas redes sociais como um rastilho de pólvora, transformando Huck numa espécie de “cabo eleitoral independente” e não admirador de Ricardo Nunes (candidato à reeleição) e Guilherme Boulos. Nas pesquisas, Tabata aparece em terceiro lugar, com 10% de intenções de votos. 

A DIREÇÃO da Enel Energia vem sendo aconselhada a se demitir e cuidar da vida: não dão a menor bola ao tormento que a empresa enfrenta no Brasil. A Enel SP já confirmou a multa de R$ 165,8 milhões que a Aneel lhe deu, em razão do apagão de novembro passado. O Estado italiano é o maior acionista (23%) da Enel (Ente Nazionale per l’Energia Eletrica), maior empresa da Europa em valor do mercado. 

um movimento no Senado para que o relatório de Marcelo Castro (MDB-PI) sobre o novo Código Eleitoral amplie os mandatos dos senadores de oito para dez anos. O conchavo vai de Davi Alcolumbre (União-AP) a Jorge Kajuru (PSB-GO). Deputados também teriam mais um ano, com a coincidência das eleições e o fim da reeleição. Deputados passariam a ter mandatos de cinco anos. 

DIRIGENTES da estatal chinesa Jinneng tem mantido conversações com Alexandre Silveira (Minas e energia) e assessores. A própria embaixada da China no Brasil atuou diretamente na costura entre as duas pontas. A Jinneng quer investir em geração eólica e solar e em projetos de hidrogênio verde no país. A estatal é responsável por um dos maiores projetos de transição energética em curso na China: a instalação de um megacomplexo de US$ 8 bilhões na província de Shanxi, que combina turbinas eólicas, painéis fotovoltaicos e super bactérias de lítio. 

O JORNAL  Valor Econômico andou sendo parceiro de eventos do Lide, de João Doria, no exterior. Agora, resolveu sair sozinho em campo. No dia 15 de maio, realiza em Nova York, o Summit Valor Econômico Brazil-USA, que anuncia como o maior debate sobre negócios bilaterais – e na semana de entrega do Person of The Year, promoção da Câmara Brasil-Estados Unidos. O patrocínio reúne a Gerdau e a JHSF. Na plateia, similares dos presentes nos eventos do Lide: autoridades, empresários e especialistas (os convites – de graça e pagos – estão sendo feitos ainda). 

 

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EDITORIAL

O bolso também vai às urnas

Renegociação de dívidas alivia o orçamento, mas não resolve a distância entre o desejo de consumo, a renda e a capacidade de pagamento

19/09/2026 07h15

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Nesta edição, o Correio do Estado mostra que os feirões de renegociação de dívidas e programas como o Desenrola, embora tenham permitido a milhões de brasileiros reorganizar suas finanças, não têm sido o suficiente para resolver o problema do endividamento. Renegociar uma dívida pode aliviar juros e recuperar parte da capacidade de pagamento, mas não elimina as causas que levaram o consumidor a comprometer sua renda.

A explicação para isso tem várias camadas. Em primeiro lugar, os hábitos de consumo não apenas do brasileiro, mas do cidadão do mundo ocidental, mudaram. O aumento da escala de produção tornou mais acessíveis produtos e serviços que antes eram restritos a uma parcela menor da população. Ao mesmo tempo, as redes sociais turbinaram a exposição a esses produtos, criando e ampliando desejos de consumo que nem sempre correspondem à renda de quem os deseja.

O problema surge quando a expectativa de consumo cresce mais rapidamente do que a capacidade financeira. A sociedade passou a conviver com uma vitrine permanente de viagens, carros, roupas, eletrônicos, restaurantes e experiências. O que antes era visto como excepcional passou a ser apresentado diariamente como algo comum e desejável. O consumidor, porém, continua limitado pela renda que recebe.

Dessa distância entre desejo e capacidade de pagamento surgem dois problemas. O primeiro é a frustração de quem não consegue alcançar aquilo que gostaria de ter. O segundo, ainda mais grave do ponto de vista financeiro, é o superendividamento de quem recorre ao crédito para aproximar sua realidade do padrão de consumo que deseja. O crédito, que deveria ajudar principalmente na aquisição de bens duráveis e no planejamento financeiro, acaba sendo utilizado para antecipar uma renda que não existe.

É por isso que os feirões e programas de renegociação, por mais importantes que sejam, não podem ser vistos como solução definitiva. Eles atacam a dívida já existente, mas não necessariamente modificam os hábitos de consumo, as expectativas ou a relação do cidadão com o crédito. Sem essa mudança, existe o risco de que a renegociação apenas abra espaço para um novo ciclo de endividamento.

Essa realidade também terá reflexos sobre as eleições que se aproximam. O bolso do cidadão é uma dimensão concreta da vida pública e pode pesar na forma como parte do eleitorado avalia governos, políticas econômicas e candidatos. Questões como corrupção, rachadinha e soberania continuarão presentes no debate, mas podem dividir espaço com preocupações muito mais imediatas para quem enfrenta dificuldades para fechar as contas do mês.

No fim, a questão é simples e, ao mesmo tempo, complexa: quanto maior a distância entre aquilo que o cidadão deseja consumir e aquilo que sua renda permite, maior tende a ser a pressão sobre seu orçamento e sua percepção sobre a realidade econômica. Compreender essa relação entre consumo, crédito, renda e frustração será importante para entender uma parcela do comportamento do eleitor nas eleições deste ano.

ARTIGO

Pelo fim dos superpoderes e a defesa da Constituição

19/09/2026 07h00

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Pedro Simon - Advogado, foi governador do Rio Grande do Sul, ex-senador da República e ministro da Agricultura

Ao longo dos meus 96 anos, vivenciei alguns dos piores momentos da história brasileira. Dos autoritarismos da ditadura militar aos maiores escândalos de corrupção da Nova República, estive na linha de frente de todos esses episódios, em defesa de um país melhor, mais justo, livre e igualitário. Confesso que lutei, como disse em meu discurso de despedida do Senado, em 2014: onde vi corrupção, lutei para levar a ética; onde vi impunidade, lutei para levar a justiça.

Hoje, assisto de longe, com angústia, à fragilização das instituições que construímos a partir de 1988, corroídas pela improbidade, pela maximização do interesse pessoal e por novas formas de coronelismo.

Vivemos hoje a maior crise deste século no Brasil: uma crise constitucional, da relação entre os poderes constituídos, que coloca em xeque a credibilidade da República perante a sociedade civil e a comunidade internacional.

Enquanto o Poder Executivo é capturado por projetos de poder que se confundem com projetos de governo, e não por projetos de Estado-nação, o Legislativo sequestra o orçamento republicano por meio de emendas parlamentares sem transparência nem responsabilidade, sob o domínio dos mesmos grupos políticos fisiológicos.

Enquanto isso, o Poder Judiciário, encastelado em uma superioridade autoproclamada, assume uma posição perigosa de tutela absoluta de todos os assuntos da República – mas, sob o comando de alguns de seus agentes e salvaguardadas honrosas exceções, em nada difere, em condutas recentes, dos entes corruptos e corruptores que se propõe a julgar.

As investigações em torno do escândalo do Banco Master e o embate público recente entre ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) expuseram, em todo o País, uma Corte que deveria pacificar a Nação e que, em vez disso, tornou-se palco de disputas que corroem a sua própria autoridade moral. Já disse, e repito: vivemos a página mais triste da nossa história neste século, na qual perdemos a confiança nos Três Poderes da República.

A recente deliberação do STF aprofunda essa crise de credibilidade institucional. Ao expor divisões internas e hesitar no rigor sobre as apurações do caso do Banco Master que envolvem membros da própria Corte, o Tribunal compromete a autocontenção e a neutralidade exigidas da magistratura. O episódio confirma que a ausência de controle externo efetivo e a resistência à transparência corroem a autoridade moral do guardião da Constituição.

Foi no Senado que passei 32 dos meus 60 anos de vida pública, ao lado de Ulysses Guimarães, Tancredo Neves e Teotônio Vilela, na reconstrução da nossa democracia. É por essa vivência que faço um alerta: compete privativamente ao Senado, por força da Constituição Federal, processar e julgar os ministros do STF por crimes de responsabilidade. Esse é um dos pilares do equilíbrio entre os Poderes que ajudamos a erguer em 1988, e hoje ele está, na prática, esvaziado. Dezenas de pedidos de impeachment contra ministros da Corte acumulam-se há anos nas gavetas da mesa diretora, sem parecer e sem votação.

Em toda a nossa história democrática, nenhum ministro do Supremo jamais chegou a ser julgado até o fim por esse rito. O Senado, a quem caberia fiscalizar o Judiciário, tem preferido o silêncio ao exercício desse dever constitucional, seja por cálculo eleitoral, seja pelo receio de turbulência institucional. Um poder que se omite de fiscalizar torna-se, ele também, parte da crise.

O Brasil precisa de uma resposta firme e rigorosa; necessita que se instaure investigação regular e independente sobre os fatos revelados, assegurados o contraditório e a ampla defesa; que o STF retome, sem subterfúgios, a sua autocontenção institucional; que se encerre o inconstitucional inquérito das fake news; que todos os envolvidos com o Banco Master sejam investigados, independentemente do cargo ou partido político; que se restabeleça a atuação dentro dos limites da Constituição, e que ninguém, nem mesmo quem julga a Nação, esteja acima da lei.

Chegou o momento de reformas na Corte, com mandatos fixos, aperfeiçoamento do modelo de indicação e de um Código de Ética efetivo. Volto, então, àquilo em que sempre acreditei: a democracia não se sustenta na força de um só poder, mas no equilíbrio entre todos eles e na vigilância permanente da sociedade civil. Ao povo brasileiro, e sobretudo à juventude que hoje herda esta crise sem tê-la criado, deixo o mesmo apelo que fiz ao deixar o Senado: que não desistam da política, nem do Brasil. 

A pátria é feita de quem rejeita a corrupção, a impunidade e a soberba dos que se creem acima da lei. Que essa pátria, mais uma vez, prevaleça.

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