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Giba Um

"Zema nunca foi um outsider e vive hoje uma crise de identidade partidária. Eu acho que...

...ele se encaixava no velho Partido Novo e hoje está perdido no novo Partido Novo. Para o velho Partido Novo, Zema fez sentido", de Renan Santos (Missão), outsider que já superou Zema e Caiado em intenções de voto

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Desde a estreia contra o Marrocos, todos os presidenciáveis se exibiram com a camisa amarelinha. Lula gravou vídeo para incentivar o "querido Ancelotti". Flávio Bolsonaro apelou à IA para mostrar afinidade com Neymar.

Mais: Ronaldo Caiado disse que os noruegueses "vivem embaixo do gelo". Bernardo Mello Franco comentou que "ele entrou numa fria". E ainda ironizou: "O fiasco de domingo escancarou que não somos mais o país do futebol. No máximo, o país das bets".

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Chamando a atenção

A atriz Charlize Theron voltou a chamar atenção ao aparecer de topless em uma publicação nas redes sociais para promover seu novo filme, A Odisseia, marcando a página oficial da produção na legenda. Sob a direção de Christopher Nolan, o filme reúne nomes de peso como Matt Damon, Anne Hathaway, Tom Holland, Elliot Page e Zendaya. Na trama, inspirada na obra de Homero, Theron interpreta Calipso, a ninfa que mantém Odisseu em sua ilha por sete anos. “Mesmo sendo uma deusa, ela anseia por conexão. Foi interessante observar alguém com os poderes que ela tem, mas que ainda assim não conseguia fazer muita coisa com eles.” Durante as gravações em uma praia marroquina, a equipe enfrentou ventos fortes e muita areia. Matt Damon, amigo da atriz há mais de duas décadas, elogiou sua resiliência e brincou sobre envelhecer: "Não sei por que só um de nós envelheceu. Ela realmente ganhou na loteria genética". Além do cinema, Theron se mantém dedicada às causas sociais e à criação das filhas (Jackson, que é transgênero de 14 anos, e August, de 10). Ela afirma que procura ensiná-las a serem fortes, generosas e autênticas. “As duas têm corações enormes. Não é necessariamente por causa do meu trabalho, mas percebo que estão pensando além da própria bolha, e isso me deixa muito feliz como mãe”.

Senado: Marina e Tebet lideram

A primeira pesquisa Datafolha mostra Marina Silva (Rede) na liderança e Simone Tebet (PSB) numericamente à frente na disputa pelas duas vagas ao Senado por São Paulo, com 18% e 16%, respectivamente. Os pré-candidatos da direita vêm atrás e mais distantes: Ricardo Salles (Novo) tem 13%; o presidente da Assembleia Legislativa, André do Prado (PL), 11%; e o deputado Guilherme Derrite (PP), que se considerava eleito, aparece em quinto lugar, com 10%. Flávio Bolsonaro acha que a propaganda de Tarcísio de Freitas, candidato à reeleição, afetará a posição de Marina e Simone Tebet. Não é bem assim: Tarcísio pode vencer no primeiro turno e, até lá, não se envolverá em nenhuma campanha, incluindo a de Flávio Bolsonaro. O filho "01" de Bolsonaro sabe disso e tentará nacionalizar as campanhas de André do Prado e Derrite. Salles corre sozinho. Valdemar Costa Neto, dono do PL, acha que as candidaturas de Prado e Derrite crescerão quando o horário eleitoral começar. Esses dois nomes não serão suficientes para Flávio alcançar Lula, e a eleição geralmente se define em São Paulo. Pela pesquisa Datafolha, as mulheres marcharão com Marina e Simone. A ex-ministra do Planejamento já foi vice-governadora de Mato Grosso do Sul e senadora por dois mandatos.

Sonho

A chance de Márcio França dar a volta por cima depende de uma vitória de Fernando Haddad em São Paulo. Analistas apostam que isso está fora de cogitação. Nesse cenário, ele herdaria o governo paulista em 2029, porque o petista deixaria o cargo para concorrer ao Planalto. Considerando as pesquisas eleitorais mais recentes no estado, onde Tarcísio de Freitas segue tranquilo à frente, o plano tem poucas chances de se concretizar. Os mais irônicos debocham e dizem que, pelo menos, "dá para sonhar".

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Novos desafios

A jornalista Leilane Neubarth está encerrando um dos capítulos mais marcantes de sua carreira. Após 47 anos dedicados ao jornalismo, anunciou durante uma transmissão ao vivo do Conexão GloboNews, na terça (7), que deixará o jornalismo diário para se dedicar a novos projetos. Emocionada, Leilane relembrou seu início na televisão, em 1979, quando começou como estagiária na TV Globo aos 19 anos. Destacou que já soma quase 17 anos na Globo News, refletindo sobre sua trajetória e o contato com várias gerações de brasileiros ao longo de quase cinco décadas de carreira. Ao comunicar sua decisão, afirmou: “Após 47 anos, decidi me afastar do jornalismo diário”. Apesar da mudança de rumo profissional, garantiu ao público: “Isso não é, de forma alguma, uma despedida do jornalismo”. Após passagens por programas como Fantástico, Bom Dia Brasil, Jornal da Globo e Conexão GloboNews, Leilane está prestes a iniciar uma nova fase. Ela comentou que “nos reencontraremos em novas situações, com projetos e desafios diferentes”, ressaltando que sua jornada no jornalismo ainda tem muito pela frente. Há rumores de que um novo projeto seu já foi aprovado para um dos canais por assinatura do Grupo Globo e que ela pode até assumir um assento no Saia Justa, no GNT.

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Virada histórica

A foto dos integrantes da seleção da Argentina, depois de uma virada histórica contra o Egito (estava 2 a 2 e, em 13 minutos, virou para 3 a 2, levando os atuais campeões da Copa às quartas de final ) jogando Leonel Messi para o alto, foi parar nos principais jornais das cidades participantes da Copa. Era como se Messi, aos 39 anos, estivesse flutuando no ar. Há quem garanta ter lido em seus lábios, a caminho do fim da partida, o grito de guerra dirigido aos companheiros: "Vamos virar!". E viraram, na raça, com ele no comando.

Olho no outsider

O outsider Renan Santos (Missão) é o único fora da polarização que cresceu nas pesquisas. Entre os independentes, é opção para 35% e, na condição de alguém fora da política, está 1% abaixo dos que gostariam do retorno da família Bolsonaro e oito pontos abaixo dos que torcem por Lula. Em junho, Renan teve 13 milhões de interações nas redes Instagram, X, Facebook e TikTok. Defende pena de morte para integrantes de facções e um mutirão para o Bolsa Família: quem se recusar a trabalhar perde o benefício. Analistas acham que Renan é uma versão repaginada de Jânio Quadros.

Pérola

"Zema nunca foi um outsider e vive hoje uma crise de identidade partidária. Eu acho que ele se encaixava no velho Partido Novo e hoje está perdido no novo Partido Novo. Para o velho Partido Novo, Zema fez sentido”,

de Renan Santos (Missão), outsider que já superou Zema e Caiado em intenções de voto.

Mais um

Ex-prefeito de Belford Roxo e pré-candidato ao Senado, Márcio Canella (União) foi preso pela Polícia Federal, investigado sob suspeita de participar de um esquema de lavagem de dinheiro por meio de postos de gasolina. Os agentes encontraram um fuzil em seu carro e o prenderam em flagrante. O ex-chefe da Polícia Civil do Rio também é suspeito. A prisão de Canella é mais um baque no palanque de Flávio Bolsonaro. Nas fotos dos jornais, Canella aparece ao lado de Flávio e Cláudio Castro, ambos do PL. A Operação Unha e Carne prepara novas prisões de aliados do esquema.

Mãe de Flávio

Ainda sobre a prisão de Márcio Canella, pré-candidato ao Senado e alvo de operação da Polícia Federal: a suplente de sua chapa é a mãe de Flávio, Rogéria Bolsonaro (até hoje ela usa esse sobrenome). No início de abril, em um encontro político no Rio de Janeiro, Flávio caprichou no discurso: "Estou aqui para reafirmar nosso apoio integral, 100%, ao meu amigo Márcio Canella como pré-candidato ao Senado. Ele foi deputado comigo. É competente, sabe trabalhar e vai estar com a gente na missão de resgatar o nosso Brasil no Rio de Janeiro". Nesta semana, nem mãe nem filho abriram a boca sobre o "amigo".

Questão de "química"

Sob críticas do primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, Donald Trump manteve a decisão de vender à Turquia caças F-35. O "amigo" a quem se refere é o presidente Recep Tayyip Erdogan, outro líder acusado de governar com viés autoritário. Trump também pretende retirar as sanções impostas à Turquia após a compra de um sistema russo de defesa antimísseis que levou Ancara a ser excluída do programa dos F-35. Trump e Erdogan destacaram sua relação próxima em Ancara. E Trump registrou à sua maneira: "Às vezes, você se dá bem com pessoas mais difíceis, como ele (Erdogan). Francamente, se a cúpula não tivesse sido realizada na Turquia, onde meu amigo é um líder forte, uma pessoa forte, é possível que eu não tivesse comparecido. O que há entre nós é química".

"Tom eleitoreiro" 1

Em um momento de desgaste e crise da pré-campanha à Presidência, Flávio Bolsonaro tem se antecipado a mais um revés ao se posicionar contra o tarifaço, durante audiência no Escritório do Representante do Comércio dos EUA (USTR). De cara, disse que o momento eleitoral no Brasil é "o pior possível" para a implantação dos 25% contra produtos brasileiros. Depois, tentou garantir que o Pix não representa concorrência desleal às empresas americanas. No fim, citando da Lava Jato ao caso Master, defendeu que problemas de corrupção no Brasil não deveriam justificar ações contra toda a economia brasileira.

"Tom eleitoreiro" 2

Do lado de cá, o Planalto reagiu, classificou a fala de Flávio como recheada de "tom eleitoreiro" e aliados apostam que, mais uma vez, o filho "01" usou fatos e expressões fora do contexto da audiência. Analistas consideram que, com dificuldades para definir palanques em dez estados, Flávio também vem recebendo críticas no campo político depois da guerra com a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro. No momento, o filho do ex-presidente tenta diminuir a resistência do eleitorado em relação à sua plataforma de política externa (ele já se considera um "nome global").

Mistura Fina

Lula foi demovido da ideia, que sustentava até o mês passado, de reenviar o nome de Jorge Messias para a vaga aberta de ministro do Supremo Tribunal Federal. Agora, os cenários são: enviar o nome logo depois da eleição ou deixar para fevereiro. O reenvio imediato perdeu força depois que os trackings do Planalto captaram ligeira melhora após o confronto com o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP).

O eventual reenvio ainda este ano vai depender do resultado eleitoral, com envio caso Lula seja derrotado, já contando que o caso vai parar no STF. O cenário mais provável é que fique para fevereiro, após o fim da legislatura, com possibilidade de troca da presidência no Senado. Lula não vai admitir, mas o recuo veio depois de Alcolumbre segurar votações que o petista acompanha de perto, como o projeto do 6x1. E mais: além da má vontade de Alcolumbre, a regra interna do Senado impede que uma mesma nomeação seja votada duas vezes em um mesmo ano.

O STF sente o impacto dos oito meses com um ministro a menos. Treze julgamentos foram interrompidos devido a empates de 5 a 5 e aguardam a chegada do futuro integrante da Corte para serem retomados. Entre as ações estão as que discutem a validade da criação do Cadastro Nacional de Pedófilos e de uma lei que tentou proibir a realização da Marcha da Maconha.

A nomeação da ministra Verônica Sterman para o Superior Tribunal Militar, em setembro de 2025, foi recebida com desconfiança por revelar, mais uma vez, interesses políticos prevalecendo nas escolhas de Lula para os tribunais. Segunda mulher na história do STM em 217 anos, ela enfrenta acusações graves. Seu escritório recebeu R$ 700 mil da ACX ITC Serviços de Tecnologia, integrante da rede de lavagem de dinheiro ligada ao "Careca do INSS", acusado de roubar bilhões de aposentados.

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CLAÚDIO HUMBERTO

"Quem deve explicações é o Lula"

Flávio Bolsonaro (PL), sobre Lulinha, filho do presidente, e a falcatrua no INSS

12/08/2026 07h00

Cláudio Humberto

Cláudio Humberto

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Bens de governador petista crescem mais de 400%

São nove os governadores que estão no cargo e vão buscar a reeleição este ano. Quase todos tiveram aumento no patrimônio. Alguns com elevação que supera os 460%, como é o caso de Clécio Luís, com passagem pelo Rede, PT, Psol, Solidariedade e, agora, no União Brasil. Os quatro anos no governo do Amapá parecem ter feito bem às finanças de Clécio, que, em 2022, declarou patrimônio de R$88,5 mil. Agora, o governador admitiu à Justiça Eleitoral ter R$R$497,9 mil em bens.

Petista 407% mais rico

O petista Elmano de Freitas (Ceará) também viveu tempos de bonança. O patrimônio decolou de R$72,1 mil (2022) para R$366,4 mil.

Pobre Riedel

Eduardo Riedel (PP-MS) é o único “mais pobre”. O patrimônio encolheu em 4 anos e desceu de R$20,7 milhões para R$16,1 milhões.

Modesta variação

Dos que tiveram aumento, Raquel Lyra (PSD-PE) registra a oscilação mais modesta, 5,56%. Passou de R$340,5 mil para R$359,4 mil.

É o admitido

A coluna chegou aos valores após cruzar os dados repassados pelos próprios candidatos ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

Lula promete pasta da Segurança 43 meses atrasado

Lula (PT) sempre passa vergonha quando faz juras eternas de combater a criminalidade, como a promessa de criar o Ministério da Segurança, com 43 meses de atraso. Para quem manda sua bancada boicotar no Congresso projetos que são aspiração dos brasileiros, como a redução da maioridade penal, e após saudar uma traficante em seu palanque na Favela do Moinho, em São Paulo, como lembrou Tarcísio Gomes de Freitas no debate da Band, desautoriza qualquer lacração nessa área.

Nunca na História

Nunca houve Ministério da Segurança nos mais de 18 anos dos cinco governos do PT.

Primeiro

A primeira vez que houve pasta específica para a Segurança Pública foi na gestão Michel Temer (MDB).

Caso único

O ex-deputado Raul Jungmann continua a ser o único ministro da Segurança da História do Brasil.

Mitomania em movimento

O “afastamento” do ministro da Propaganda da campanha de Lula (PT), em razão de “desavença”, ainda mais tendo sido “substituído” pelo próprio sócio, soa tão falso quanto ex-presidiário jurar combate ao crime.

Ataques investigados

Empresário forte de Goiânia, da área de show business, vem sendo acusado na política do DF de bancar ataques nas redes sociais contra a governadora Celina Leão (PP). O caso está sob investigação.

Caiu a ficha

Demorou, mas a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro finalmente deu sinais de haver percebido que suas desavenças públicas com o enteado Flávio favoreciam os adversários. “Briga tem em toda família”, diz agora.

Por conta

Difícil Lula retribuir a Nabor Wanderley (Rep-PB) o apoio público que recebeu de Hugo Motta (Rep-PB), filho do candidato ao Senado. O petista vai pedir votos para Veneziano Vital (MDB) e João Azevedo (PSB)

Vergonha histórica

Condenado à morte por crimes contra a humanidade, o ex-ditador sírio Bashar al-Assad foi um dos “ídolos” da esquerda por atacar os EUA sistematicamente. Em 2010, recebeu do então presidente Lula a maior condecoração brasileira: o Grande Colar da Ordem do Cruzeiro do Sul.

Esquema

Era pluripartidário o rolo de vereadores com facção que cobrava pedágio para acessar regiões de Sobral (CE). Os envolvidos, segundo a PF: Carlos do Calisto (PSB), Junim do Povo (Pode) e Mario Vicktor (União).

É simbólico

O segundo ato de campanha de Flávio Bolsonaro (PL) deve ser na cidade em que o pai sofreu um atentado promovido por ex-militante do Psol, em 2018. Flávio vai a Juiz de Fora (MG) em 17 de agosto.

Demora por quê?

Sob supervisão do Judiciário, de perito, da PF e do Ministério Público, Alfredo Gaspar, candidato a vice de Flávio (PL), já disponibilizou seu DNA para agilizar o confronto com amostra da suposta “vítima” exposta por Lindbergh Farias (PT) e Soraya Thronicke. Só falta o STF avaliar.

Pensando bem...

...política ainda é um excelente negócio.

PODER SEM PUDOR

Cláudio Humberto

Não te fresqueia, tchê

O líder gaúcho Flores da Cunha era do tipo que não guardava papas na língua e zelava pela reputação dos machos do Rio Grande do Sul. Mas, certa vez, num comício em Uruguaiana, ao ser saudado, um orador local exagerou nos elogios: “Bravo general, corpo de espartano, cérebro ateniense, coração de pomba, alma de dama...”. Ele chama o chefe político e ordena, interrompendo o discurso: “Tira esse demente daqui antes que ele me chame de fresco”.

CLÁUDIO HUMBERTO

"Não podemos mais conviver com o que estamos vivendo"

Ronaldo Caiado (PSD), ao prometer anistia aos condenados pelo 8 de janeiro de 2023

09/08/2026 08h01

Cláudio Humberto

Cláudio Humberto

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Mulher de Marcola teve aval para trabalhar no PT

A quase decorativa Comissão de Ética Pública da Presidência da República liberou Nicole Briones para trabalhar no PT, sem necessidade de respeitar a quarentena imposta aos que ocupam cargos estratégicos na administração pública.

Nicole era superintendente de Comunicação Digital e Mídias Sociais da Empresa Brasil de Comunicação (EBC), mas também é casada com Marco Aurélio Santana Ribeiro, o Marcola, agora ex-chefe do gabinete pessoal de Lula (PT). Problema resolvido.

Ano de ouro

Nicole foi convidada em 2025 para coordenar as mídias sociais do PT. Ela é dona da Matilha Comunicação, aberta no mesmo ano do convite.

Corrente

O processo foi relatado pelo conselheiro Bruno Espiñeira Lemos, que não viu conflito de interesse. Lemos foi nomeado por... Lula.

Colado em Lula

Marcola era um dos assessores mais próximos de Lula, até emprestava o celular ao presidente. Estava na campanha de reeleição do petista.

Fim melancólico

Marcola saiu da campanha após flagra de receber dinheiro de lobista amiga de Lulinha enrolada no caso INSS. Nicole não foi localizada.

Média das pesquisas ainda prevê empate técnico

Nos últimos dois meses, foram divulgadas 33 pesquisas eleitorais sobre o cenário de segundo turno para presidente da República. Em média, o atual presidente Lula (PT) lidera com 46% das intenções contra 42,1% do principal adversário, Flávio Bolsonaro (PL).

A média das margens de erro é de 2,1% para mais ou para menos, o que configura empate técnico entre os candidatos, cenário que se repete desde o início do ano.

Bem fora da curva

A CNT/MDA de meados de junho (BR-04256/2026) previu vitória de Lula por 12,5% de vantagem, mesmo com a margem de erro de 2,2 pontos.

Lado oposto

Levantamento Gerp (BR-03067/2026) do início de julho apontou vitória de Flávio por três pontos, com margem de erro de 2,2%.

Empate na prática

Pesquisa Nexus/BTG (BR-02874/2026) do início de agosto viu apenas um ponto separando os dois candidatos; Lula com 46% a 45% de Flávio.

É provocação

Mesmo com aprovação do Senado dos Estados Unidos para Daniel Perez ser embaixador do país no Brasil, Lula só deve andar com a avaliação do indicado de Donald Trump após o 2º turno das eleições. 

Pobre agro

Até o Produto Interno Bruto (PIB) do resiliente agronegócio brasileiro sucumbiu e registrou queda de 2% no primeiro trimestre deste ano. O levantamento é do Cepea em parceria com a CNA.

Pedras fundamentais

Ao confirmar Sanderson (PL) e Marcel van Hattem (Novo) candidatos no Rio Grande do Sul, Flávio Bolsonaro reforçou que a dupla terá papel central na formação da “maioria conservadora no Senado”.

Livramento

Sobre a decisão do governo Lula de rebaixar as relações diplomáticas com a Argentina, Flávio Bolsonaro disse o “próximo país a se libertar de projeto fracassado será o Brasil. A partir de 2027, voltaremos a tratar nossos vizinhos como sócios, não adversários ideológicos”.

Censura de incompetentes

Kim Kataguiri (Missão) criticou pedido de Janja para retirar a plataforma Discord do ar e questionou a atuação da primeira-dama: "quem votou nela?". Para o deputado federal, o país é “refém de incompetentes”.

Chega

Ronaldo Caiado, pré-candidato do PSD ao Planalto, diz que tomará uma série de medidas já no primeiro dia de um eventual governo. Entre elas, anistia aos presos pelo 8 de janeiro. Diz que é para pacificar o país.

Esperança de reabertura

O presidente dos EUA, Donald Trump, disse que um acordo sobre o Estreito de Ormuz é possível já na quarta-feira (12). A expectativa é que até um pré-acordo possa permitir a reabertura da via marítima.

Triste recorde

"Se você está endividado, a culpa é do Lula", acusou Flávio Bolsonaro ao comentar o recorde de endividamento das famílias brasileiras, que atingiu 82%. Para o candidato ao Planalto, “a conta não fecha”.

Pensando bem...

...tem casamento que é bom negócio.

PODER SEM PUDOR

Conta de somar

Homem sério, o líder mineiro Milton Campos nunca foi daqueles políticos que tentam explicar o inexplicável.

Ele perdeu para João Goulart, em 1960, a eleição para vice-presidente da República, que na época não era “casada” com a de presidente. Na expectativa de obter uma avaliação profunda do seu próprio insucesso, um jornalista provocou:

“Dr. Milton, por que o senhor perdeu?”. Encerrando a conversa mole, disse: “Perdi porque ele teve mais votos”.

 

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