Política

Política

Assembleia Legislativa terá o primeiro estacionamento vertical no Parque dos Poderes

O local terá subsolo, com primeiro e segundo andares pavimentados

Continue lendo...

O presidente da Assembleia Legislativa, Gerson Claro anunciou na manhã de hoje (12), a ordem de serviço para construção do primeiro estacionamento vertical no Parque dos Poderes, em Campo Grande. Conforme o documento assinado pela mesa diretora, o local terá subsolo, com primeiro e segundo andares pavimentados.  

A empresa contratada através de licitação foi a Concrelaje (CNPJ 01.557.107/0001-06). O estacionamento além de ter dois andares, contará com piso e segundo piso para que haja espaço para estacionamento sem desmatar o Parque dos Poderes. 

“Nesse momento, estamos assinando a ordem de serviço. A Assembleia contratou por licitação a empresa Concrelaje para fazer o primeiro estacionamento do Parque dos Poderes no modelo vertical, estacionamento subsolo, primeiro piso e segundo piso para que haja espaço para estacionamento sem derrubar uma árvore”, relatou.
 
Ainda de acordo com o presidente da Alems, nos arredores foram identificados 50 pontos de plantio de árvores para recompor a vegetação.    

Desmatamento do Parque dos Poderes

Em 2023, o Parque dos Poderes Governador Pedro Pedrossian, localizado em Campo Grande foi tema de diversos debates e manifestações de ambientalistas que eram contra as construções na região. Em novembro do ano passado, representantes do Ministério Público de Mato Grosso do Sul (MPMS) acertaram um acordo judicial sobre o desmatamento do Parque dos Poderes. 

O local foi construído com preservação de parte da mata nativa local, quando abriga sua fauna e flora. Na região, fica localizado os prédios do Poder Legislativo e Poder Judiciário e também diversos prédios da administração estadual. 
 

Assine o Correio do Estado.

Ex-deputado

PF decide demitir Eduardo Bolsonaro por abandono de cargo

Com o fim do processo administrativo, o ministro da Justiça, Wellington Lima e Silva, deve assinar o ato para a expulsão do filho do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) da corporação

21/07/2026 14h01

Ex-deputado, e agora ex-escrivão da Polícia Federal, Eduardo Bolsonaro

Ex-deputado, e agora ex-escrivão da Polícia Federal, Eduardo Bolsonaro Arquivo

Continue Lendo...

A Polícia Federal (PF) concluiu o Processo Administrativo Disciplinar (PAD) contra o ex-deputado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) e decidiu pela demissão dele por abandono de cargo. Agora, o ministro da Justiça, Wellington Lima e Silva, deve assinar o ato para a expulsão do filho do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) da corporação.

Eduardo Bolsonaro vive nos Estados Unidos desde fevereiro de 2025 e passou a se definir como exilado político. Pelo acúmulo de faltas sem justificativa, teve o mandato de deputado federal cassado em dezembro do ano passado.

Sem mandato, Eduardo deveria retornar ao cargo de escrivão da PF, no Rio de Janeiro, no qual ele ingressou por meio de concurso público em 2010. Como ele não se reapresentou ao serviço, um PAD foi aberto para analisar o caso em fevereiro deste ano. Desde então, o ex-deputado está afastado do cargo.

Na instrução do processo, a Corregedoria da PF no Rio determinou que ele entregasse a sua carteira funcional e arma de fogo.

Eduardo foi condenado pelo Supremo Tribunal Federal (STF) a quatro anos e dois meses de reclusão por coação, devido à sua atuação nos EUA para intimidar o Judiciário e impedir a análise da tentativa de golpe.

em outubro

Decreto autoriza atuação das Forças Armadas nas eleições de 2026

Militares vão trabalhar em período e locais definidos pelo Tribunal Superior Eleitoral

21/07/2026 14h00

Gerson Oliveira/Correio do Estado

Continue Lendo...

A Presidência da República publicou nesta terça-feira (21) autorização para uso das Forças Armadas durante as Eleições de 2026. A medida prevê a atuação militar durante a votação, apuração e no apoio logístico durante o processo eleitoral.

De acordo com o texto, o uso das Forças Armadas ocorrerá conforme solicitação do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), que definirá as localidades e o período de atuação.

A autorização tem como base dispositivos da Constituição Federal, da Lei Complementar nº 97/1999, que trata das normas gerais para a organização, o preparo e o emprego das Forças Armadas, e do Código Eleitoral.

Em eleições anteriores, a presença das Forças Armadas foi solicitada pelo TSE para reforçar a segurança e dar suporte logístico em regiões consideradas estratégicas ou de difícil acesso.

NEWSLETTER

Fique sempre bem informado com as notícias mais importantes do MS, do Brasil e do mundo.

Fique Ligado

Para evitar que a nossa resposta seja recebida como SPAM, adicione endereço de

e-mail [email protected] na lista de remetentes confiáveis do seu e-mail (whitelist).