Política

Eleições 2022

Eleitores sem cadastro biométrico podem votar normalmente no domingo

Cidadãos com a situação regular e com documento válido poderá exercer o direito do voto; Em MS são 439.177 sem a biometria

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As Eleições Gerais 2022 estão chegando ao fim, com o segundo turno neste domingo (30). Com isso, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) reforça que todos os eleitores com situação regular poderão votar, mesmo sem as digitais registradas. 

Desta maneira, a ausência da biometria não impede o exercício do voto. Em Mato Grosso do Sul são 1.996.510 de eleitores aptos a votar, deste quantitativo, 1.557.333 possuem biometria e representam 78% do eleitorado. Aqueles sem biometria são 439.177, totalizando 22%.

Dos cerca de 156,5 milhões de eleitores aptos a votar no país, mais de 118 milhões estão com a biometria cadastrada na Justiça Eleitoral, o que representa 75,52% do total do eleitorado, e cerca de 38,4 milhões, 24,48%, ainda não realizaram a coleta das impressões digitais. 

Desde 2020 o cadastro biométrico está suspenso para prevenir o contágio pelo coronavírus. 

Para votar, a eleitora ou o eleitor com situação regular na Justiça Eleitoral deve levar apenas o e-Título, se o app tiver a fotografia do eleitor. A data-limite para fazer o download do app e emitir o documento digital neste segundo turno do pleito é 29 de outubro.

Caso contrário, será preciso apresentar um documento oficial com foto. O aplicativo está disponível para smartphones e tablets e pode ser baixado na Google Play e na App Store. 

Documentação 

A Resolução TSE nº 23.669/2021, que trata dos atos gerais do processo eleitoral de 2022, lista os documentos que serão aceitos como forma de comprovação da identidade da eleitora ou do eleitor no dia da votação. 

São eles: carteira de identidade (RG); identidade social; passaporte ou outro documento de valor legal equivalente; carteira de categoria profissional reconhecida por lei; certificado de reservista; carteira de trabalho; e carteira nacional de habilitação.

Vale lembrar que, assim como no primeiro turno, o eleitor não poderá entrar na cabine de votação com o celular. 

Também está proibido o transporte de armas e munições, em todo o território nacional, por parte de colecionadores, atiradores e caçadores no dia das eleições, nas 24 horas que antecedem o pleito e nas 24 horas que o sucedem.

Consulta ao local de votação

É importante destacar que quem não baixar o e-Título deve consultar o local de votação antes de se deslocar. 

Pelo Portal do TSE, é possível descobrir o local na aba "Eleitor e Eleições", na parte superior da página. 

Ao clicar nesse tópico, a pessoa será redirecionada para dois menus: em "Eleitor", é só clicar no link "Local de votação/zonas eleitorais". Ainda na página principal do tribunal há outra possibilidade de consulta. Basta acessar "Autoatendimento do Eleitor", "Onde Votar" e preencher o formulário disponível com as mesmas informações pessoais para obter os dados.

Além dessas opções, é possível consultar o local de votação pelo chatbot do TSE no WhatsApp. Basta enviar um "oi" para o número +55 61 996371078 ou clicar no link https://wa.me/556196371078 e salvar o contato para receber os conteúdos do assistente virtual. 

O eleitor deve acessar o menu principal, clicar em "Acesse o Chatbot" e, em seguida, em "ver tópicos". Na sequência, dentro de "Serviços ao Eleitor", basta escolher a opção "Local de votação". A partir daí, a consulta pode ser feita pelo nome completo, título de eleitor ou CPF.

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Política

Galípolo afirma que está à disposição da CPMI do INSS

O presidente do Banco Central, disse nesta quinta-feira, 26, estar à disposição das autoridades

26/03/2026 23h00

Crédito: Marcelo Camargo / Agência Brasil

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O presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, disse nesta quinta-feira, 26, estar à disposição das autoridades para uma possível participação na Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) que investiga os recentes escândalos envolvendo o INSS. O requerimento solicitando a participação de Galípolo, e também do ex-presidente do BC, Roberto Campos Neto, foi aprovado pela CPMI na semana passada.

"Eu sei que há um diálogo ali permanente com cada uma das CPIs e a gente está analisando qual é a melhor maneira de poder, como sempre, estar aqui à disposição para esclarecer. E considerando isso em relação às agendas, que são as próprias agendas das CPIs, produções de relatório e conclusão, e as nossas", disse o atual presidente do BC.

Galípolo destacou que, agora no início de abril, deverá participar das chamadas Spring Meetings, do Fundo Monetário Internacional.

Ele pontuou, contudo, do que, mais do que a participação em audiências da CPI em si, o BC está sempre à disposição para prestar esclarecimentos. "Sempre dentro da legalidade, daquilo que as decisões judiciais e a lei permitem, o Banco Central está sempre à disposição para esclarecer", disse.

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Política

Gilmar Mendes, sobre vazamento de diálogos de Vorcaro: deplorável, lamentável e criminoso

O ministro se referiu ao vazamento de diálogos íntimos do banqueiro Daniel Vorcaro, dono do Banco Master

26/03/2026 22h00

Crédito: Banco Master

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O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Gilmar Mendes, fez críticas às CPIs do Congresso na presença do senador Carlos Viana (Podemos-MG), presidente da CPMI do INSS, e de outros parlamentares. "É muito curioso que se invoque esse poder de autoridade judicial, e é bom que os parlamentares que estão aqui possam escutar isso: autoridade judicial decide com fundamento. Quebra de sigilo sem fundamentação é obviamente inconstitucional", destacou. "É ilegal e os senhores sabem que é ilegal, sabem que é inconstitucional", criticou.

Gilmar ainda elevou o tom de voz ao afirmar que é "deplorável que quebrem sigilo e divulguem, vazem, é abominável". Nesse momento, o ministro Alexandre de Moraes acrescentou: "E criminoso".

Ele se referiu ao vazamento de diálogos íntimos do banqueiro Daniel Vorcaro, dono do Banco Master. Ele passou a ser alvo das comissões a partir de uma ampliação do escopo das comissões para apurar o escândalo do Master. "É deplorável, lamentável e criminoso que isso tenha ocorrido. E é preciso que os senhores saibam disso. Mas os senhores já sabem disso. Poder envolve responsabilidade", reforçou.

O ministro ainda defendeu uma atualização da lei que rege as CPIs. "O sistema atual ficou velho. É preciso que as más práticas sejam debeladas, e essas duas CPIs têm um dicionário, um abecedário de abusos".

Nesse ponto, o ministro André Mendonça, que deu uma decisão favorável à prorrogação da CPMI do INSS, lembrou que determinou a devolução do material à Polícia Federal (PF) e disse que os vazamentos "atrapalham a investigação". Gilmar interrompeu: "Quem vaza não quer investigar".

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