Em encontro realizado na manhã desta sexta-feira (10), entre os membros do Partido Liberal e aliados, o senador federal (PL-RJ) e pré-candidato à presidência Flávio Bolsonaro aproveitou a oportunidade para tecer críticas ao Governo Lula, chamando-o de "mercadoria vencida".
"O Lula, todo mundo sabe, é uma mercadoria vencida, é um produto que já está fadigado, e a gente está mostrando que a gente pode construir uma grande aliança para resgatar o Brasil com experiência e com energia, que é o que nós temos".
O senador federal disse que Lula destruiu o que foi construído por Bolsonaro na agropecuária, tratando o setor como um "inimigo". Na segunda-feira (6), em Brasília (DF), o governador Eduardo Riedel (PP) e o ex-governador Reinaldo Azambuja (PL) entregaram à Flávio um documento estratégico, intitulado “Pacto pelo Desenvolvimento – A Potência do Agro”, com propostas para o setor agropecuário nacional.
Em relação às dívidas dos brasileiros, Flávio atribui essa situação ao "descontrole do governo", gastos excessivos, aumento de impostos e taxas de juros entre as mais altas do mundo.
"Eu queria até manifestar publicamente a minha preocupação com essa quantidade de brasileiros endividados Mais de 80 milhões de pessoas que estão com alguma dívida atrasada ou postergando, desses 20% não vão poder pagar nem conta de luz e água"
Outro motivo que o senador atribui ao endividamento dos brasileiro foi a regulamentação das "bets" pelo Governo Federal, vendo-a como uma "ilusão" que contribui para a situação. Flávio propõe a renegociação de dívidas e a criação de um ambiente robusto para investimentos e geração de empregos.
"É uma grande ilusão, é mais uma razão do grande endividamento, é mais uma conta pro Lula que a gente não pode deixar de endereçar e que simplesmente fica num discurso fácil, não faz nada pra resolver a vida dessas pessoas, que a gente tem que resolver com alguma coisa pra renegociar inicialmente essas dívidas e fazer o que o Lula não faz. Criar no Brasil um grande ambiente para investimento, para que empreendimentos possam ser gerados, para que as pessoas possam ter emprego para ganhar mais e poder honrar suas dívidas".
Por fim, o pré-candidato à presidência ressaltou que a direita está construindo uma "base gigantesca", que conta com as lideranças do governador Eduardo Riedel, o presidente do PL em MS, Reinaldo Azambuja, a senadora Tereza Cristina, e os deputados federais o Rodolfo Nogueira, Marcos Pollon e o ex-deputado estadual Capitão Contar. "Eu acho que a mensagem aqui vai ser essa de unidade, que a gente vai preparar o melhor palanque para que atenda todas essas nossas lideranças políticas da melhor forma possível".


