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Flávio Renato filia-se ao PSDB e será vice na chapa de José Paleari em Nova Alvorada do Sul

Há mais de 40 anos atuando como clínico-geral, ginecologista e obstetra, agora ele vai tentar ser vice-prefeito

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Com mais de 40 anos atuando como clínico-geral, ginecologista, obstetra e na atividade de medicina ocupacional em diversas indústrias sucroenergéticas de Mato Grosso do Sul, o médico Flávio Renato Rocha de Lima, 68 anos, mais conhecido como Flávio Renato, filiou-se ao PSDB e será pré-candidato a vice-prefeito na chapa encabeçada pelo atual prefeito de Nova Alvorada do Sul, José Paulo Paleari (PP).
 
Formado em Medicina pela Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS), com três especialidades médicas registradas no Conselho Regional de Medicina de Mato Grosso do Sul (CRM/MS) e pós-graduação em Emergência, Flávio Renato é natural de Campo Grande (MS), casado com Carla Guizzo Couto e pai de dois filhos.
 
Ele foi médico na Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul, diretor do antigo Previsul, atual Cassems, candidato a vereador pela primeira vez em 1982 e depois em 1988, tendo permanecido entre os três mais votados e assumido a Presidência da Câmara de Vereadores da Capital em 1990.
 
Além disso, assumiu a condição de vice-prefeito de Campo Grande na administração do então prefeito Lúdio Martins Coelho, com a renúncia de Marilu Guimarães, que deixou o cargo para concorrer ao cargo de deputada federal e acabou eleita.
 
Em 1992, Flávio Renato compôs a chapa majoritária encabeçada por Marilu Guimarães, que veio como candidata à prefeita da Capital e ele como candidato a vice-prefeito, mas acabaram derrotados por menos de 3% dos votos válidos no 2º turno das eleições municipais daquele ano.
 
Ainda na esfera política, o médico foi presidente da União das Câmaras de Vereadores do Estado de Mato Grosso do Sul (UCVMS) e vice-presidente da União dos Vereadores do Brasil (UVB Brasil). Nessa mesma época, ele saiu candidato a deputado estadual, conquistando a 3ª suplência e, no ano de 2000, assumiu a Presidência do PP no Estado e, em 2002, saiu candidato a vice-prefeito de Campo Grande na chapa encabeçada pelo deputado federal Vander Loubet (PT-MS), mas, acabou perdendo a eleição para o atual senador Nelsinho Trad (PSD-MS).
 
Na área da saúde, além de médico extremamente atuante, Flávio Renato foi funcionário da Secretaria Estadual de Saúde (SES), compondo o estafe de primeiro escalão com o dentista João Paulo Esteves. Ele também foi presidente da Fundação Estadual de Saúde, chefiou o Hospital Regional Rosa Pedrossian, o Lacen e o Hemosul, sendo secretário municipal de Saúde de Nova Alvorada do Sul, na gestão do então prefeito Arlei Silva Barbosa, sendo que depois fez concurso público e foi aprovado para atuar como médico no município em 1999.
 
O médico ainda foi presidente da Associação Médica do Estado, conselheiro do CRM/MS por cinco anos, médico do trabalho em várias indústrias sucroenergéticas e médico de unidade de resgate da CCR MSVia.
 
Ainda na Medicina, o pré-candidato a deputado federal é plantonista de emergência do Hospital Francisco Ortega, em Nova Alvorada do Sul, e deu plantões em vários municípios do entorno de Campo Grande, como Rochedo, Jaraguari e Bandeirantes. Além disso, ele atendeu em Unidades Básicas de Saúde (UBSs) de Campo Grande, Nova Alvorada do Sul, Deodápolis e Angélica e na Unidade de Ginecologia e Obstetrícia São Francisco, em Rio Brilhante.
 
 

Política

Moraes diz que não há evidências de que Bolsonaro buscou asilo na Embaixada da Hungria e arquiva açã

Ministro afirma que locais diplomáticos 'não são considerados extensão de território estrangeiro'

24/04/2024 18h00

Ministro Alexandre de Moraes Reprodução/

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O ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Alexandre de Moraes concluiu que não há evidências que comprovem que Jair Bolsonaro (PL) buscou asilo na Embaixada da Hungria, em Brasília, em fevereiro deste ano.

Como revelou o The New York Times, o ex-presidente passou dois dias na missão diplomática em Brasília logo após ser alvo de uma operação da Polícia Federal (PF) e ter o passaporte apreendido. A ida levantou suspeitas de que o ex-mandatário poderia ter buscado asilo político no local.

Para Moraes, porém, a intenção de evasão do país não ficou comprovada. "Não há elementos concretos que indiquem --efetivamente-- que o investigado pretendia a obtenção de asilo diplomático para evadir-se do país e, consequentemente, prejudicar a investigação criminal em andamento", decidiu o magistrado.

O ministro afirma que, embora os locais das missões diplomáticas tenham proteção especial, "eles não são considerados extensão de território estrangeiro" e que, por isso, Bolsonaro não cometeu "qualquer violação a medida cautelar de 'proibição de se ausentar do país'".

"Efetivamente, a situação fática permanece inalterada, não havendo necessidade de alteração nas medidas cautelares já determinadas", concluiu o ministro, que decidiu por manter Bolsonaro proibido de se ausentar do país e de manter contato com investigados pela trama golpista contra o processo eleitoral de 2022.
Moraes, então, determinou o arquivamento da petição contra Bolsonaro por causa de sua estadia na embaixada.

A decisão é celebrada pela defesa do ex-presidente, que nega que ele tenha descumprido qualquer restrição imposta pelo STF e afirma que o ex-mandatário "sempre manteve postura colaborativa" em relação às investigações.

"Não havia motivo para que se cogitasse a hipótese de busca por asilo político, uma vez que quatro dias antes da visita à embaixada húngara foram determinadas diversas ordens de prisão preventiva e cautelares, evidenciando, portanto, que a ausência de elementos mínimos para supor a iminência de uma imponderável ordem de prisão preventiva", afirmam os advogados Paulo Cunha Bueno, Fabio Wajngarten e Daniel Tesser, que representam o ex-presidente, em nota.

Em sua manifestação sobre o caso, a PGR (Procuradoria-Geral da República) afirmou que estadia de Bolsonaro na embaixada não configurou violação às medidas cautelares impostas pelo Supremo.

"A perspectiva aventada na busca de refúgio esbarra na evidente falta de pressupostos do instituto do asilo diplomático, dadas as características do evento", disse o órgão.

"De toda sorte, o ex-presidente saiu espontaneamente da embaixada e manteve compromissos públicos nos dias que se seguiram. Mesmo após o mais recente indeferimento do pedido de restituição do pedido de passaporte para viagem a Israel, não se anotou reação que suscitasse temor justificado de providência orientada à evasão do país", acrescentou.

Vídeos do sistema de segurança interno da Embaixada da Hungria obtidos pelo The New York Times mostram que Bolsonaro chegou ao local na noite de 12 de fevereiro, permanecendo até o dia 14.

Quatro dias antes, a PF havia apreendido o passaporte do ex-presidente. A medida se deu no âmbito de uma investigação que apura uma trama golpista para mantê-lo no poder após o pleito de 2022.

No dia em que o episódio foi revelado, o ex-mandatário justificou sua ida à chancelaria afirmando que ainda conversa com autoridades internacionais. "Muitas vezes, esse chefe [de Estado] liga para mim, para que eu possa prestar informações precisas sobre o que acontece no Brasil", afirmou o ex-presidente.

Bolsonaro até hoje não informou, porém, quais seriam essas embaixadas que frequenta ou os nomes de chefes de Estado com quem mantém conversa.
 

Política

Vereadores debatem os Impactos do Auxílio Saúde Concedido a Aposentados

O vereador assegurou que a comissão agirá de maneira responsável e apresentará propostas concretas para resolver o déficit da MSPREV.

24/04/2024 16h23

Paulo Duarte faz parte da Comissão Temporária de Representação para Acompanhamento e Monitoramento do Déficit Atuarial do MSPREV Foto: Luciana Nassar

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Membros que integram a comissão temporária de representação e acompanhamento se reuniram hoje (24) na Assembleia Legislativa para discutir o déficit da MSPREV (Agência de Previdência de Mato Grosso do Sul). O deputado Paulo Duarte (PSB) fez uso da palavra para explicar os impactos do benefício de assistência médico-social de R$300 na conta dos aposentados e pensionistas do Estado.

“O auxílio saúde de R$300 para quem ganha até R$3.700 isentou, na prática, o desconto de 14% da Previdência. Já para quem recebe até o teto do INSS, equivalente a R$7.786,00, a redução da alíquota passa para 9%. É importante esclarecer que a implantação desse benefício foi sim uma conquista”’, destacou Duarte.

Durante a sessão, o deputado enfatizou que serão estudadas soluções para o déficit previdenciário de Mato Grosso do Sul, que está em torno de R$12 bilhões. O Governo do Estado contribui com aproximadamente R$3 bilhões por ano, além da cota patronal, para conter o déficit. 

Conforme mencionado pelo deputado Paulo Duarte, o aumento da longevidade também representa um desafio crucial para o equilíbrio das contas da previdência.

“Hoje, o sul-mato-grossense vive muito mais do que no início deste século. 40% aposentados do Estado estão com mais de 70 anos, isso significa cerca de 10 mil servidores. Logo, aumenta, também, o tempo em que as pessoas recebem o benefício da aposentadoria”, afirmou.

O vereador ainda garantiu que a comissão irá atuar de forma responsável e apresentará propostas concretas.  

 “Não vamos enganar ninguém. Vamos trabalhar com seriedade, sem apontar culpados. Em breve, vamos nos reunir com os aposentados e pensionistas para fazer um balanço da atividade do grupo de trabalho”. Coronel David (PL), Zé Teixeira (PSDB) e Pedro Kemp (PT) somaram ao discurso do parlamentar.
 

Outros projetos apresentados 

Durante a sessão de hoje, o Projeto de Lei 87/2024, que trata sobre a obrigatoriedade do fornecimento ao consumidor de informações e documentos por parte de operadoras de plano ou seguro privado de assistência à saúde no caso de negativa de cobertura, além de outras providências.

O objetivo de apresentação deste projeto se deve em razão de diversas reclamações de consumidores que tiveram exames, procedimentos e internações negadas sem nenhuma explicação ao consumidor. Conforme o texto, a matéria objetiva complementar as regras previstas no Código de Defesa do Consumidor, para que seja estabelecida a obrigatoriedade do fornecimento ao consumidor de informações e documentos por parte de operadoras de plano ou seguro privado de assistência à saúde no caso de negativa de cobertura.

“O Projeto de Lei é de grande relevância para a população sul-mato-grossense, possibilitando aos consumidores, ao terem conhecimento, informações e documentos por parte de operadoras de plano ou seguro privado de assistência à saúde no caso de negativa de cobertura”, explicou Paulo Duarte. 

 

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