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Gripe
faz Dilma
alterar agenda

Gripe
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em.com.br

09/06/2014 - 10h15
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Por causa das fortes chuvas no interior de Santa Catarina e da gripe que a acometeu, a presidente Dilma Rousseff cancelou a viagem às cidades de Laguna e Concórdia, que estava prevista para esta sexta-feira. A viagem a Florianópolis e Porto Alegre está mantida. Segundo explicou o ministro Aloizio Mercadante mais cedo, a presidente Dilma tomou a vacina da gripe na quarta-feira e acabou contraindo a doença. Nessa quinta-feira, durante toda a reunião do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social, o Conselhão, ela estava com a voz falha, meio enrouquecida e tossiu algumas vezes. Em Porto Alegre, Dilma participa, ao lado do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, do Congresso Estadual do PT, no Rio Grande do Sul, às 19h(horário de Brasília).

No Conselhão, a presidente disse que as duas fases do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC1 e PAC2) ampliaram a capacidade de planejamento e execução do governo e destacou que o Programa de Investimentos em Logística (PIL) aumentou a participação do setor privado nos projetos de infraestrutura do país. “Não é possível fazer grandes obras sem parceria do governo federal com estados e municípios. Não é possível também fazer investimentos significativos sem parceria do setor público com o setor privado, seja de que forma for”, avaliou. Dilma criticou gestões anteriores à entrada do Partido dos Trabalhadores (PT) na Presidência, ao afirmar que, em 2003, o Brasil estava há duas décadas sem investir.

Protestos

Em palestra a empresários em São Paulo, o vice-presidente da República, Michel Temer, defendeu que as manifestações que acontecem no Brasil desde junho de 2013 são fruto da evolução política do país. “Nós passamos a exigir mais eficiência dos serviços privados e públicos. Passamos para uma outra fase da democracia”, afirmou. Otimista sobre o Brasil, Temer afirmou que o país vem evoluindo desde a promulgação da Constituição de 1988 e “não há razão para o pessimismo”. Segundo o vice-presidente, esse sentimento pessimista está relacionado ao período de campanha eleitoral. “Nós temos que confiar no país, confiar naquilo que estamos vivendo”, disse.

Em Porto Alegre, onde fez palestra em evento promovido por uma revista, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou que é “canalhice” dizer que xiste falta de confiança no Brasil no exterior. “Com que base alguém fala isso?”. Lula também comparou a situação da inflação nom país com uma “febre de 38”. “É como se a gente tivesse não com 37 de febre, tivesse com 38 e tivesse que tomar remédio já para não deixar chegar a 39 ou 40. Senão tem que dar um choque mais pesado.”

PoderData/Aya

Flávio Bolsonaro amplia vantagem e vai a 53%; Lula tem 47%

No primeiro turno da disputa presidencial, com 100% das urnas apuradas, Flávio pontuou 47,03% e Lula 45,16% dos votos válidos

08/10/2026 08h55

O avanço de Flávio na pesquisa vem acompanhado da queda na sua taxa de rejeição, que reucou três pontos

O avanço de Flávio na pesquisa vem acompanhado da queda na sua taxa de rejeição, que reucou três pontos

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Pesquisa PoderData/Aya divulgada nesta quinta-feira (8) mostra que o candidato do PL à Presidência da República, Flávio Bolsonaro, ampliou a vantagem que teve ao final do primeiro turno sobre o presidente e candidato à reeleição pelo PT, Luiz Inácio Lula da Silva.

De acordo com a pesquisa, que é a primeira divulgada neste segundo turno, Flávio aparece com 53% dos votos válidos e Lula com 47%. No primeiro turno da disputa presidencial, com 100% das urnas apuradas, Flávio pontuou 47,03% e Lula 45,16%, uma vantagem para o senador de 1,87 p.p. Pela pesquisa divulgada hoje, a vantagem do candidato do PL é de 6 p.p.

De acordo com o PoderData/Aya, Lula preserva a preferência em segmentos estratégicos do eleitorado, como as mulheres, onde registra 50% das intenções de voto, contra 42% do senador do PL. Flávio vai melhor no Centro-Oeste (54%), no Sudeste (51%) e no Sul (58%) e entre os que cursaram o ensino médio (55%).

Expectativa de vitória

Os eleitores também foram questionados sobre quem tem mais chances de vencer a disputa pelo Palácio do Planalto neste segundo turno, medindo a expectativa de vitória, não de voto: 54% avaliam que Flávio tem mais chances de vencer a eleição, enquanto 37% consideram Lula o candidato com maior probabilidade de vitória. Outros 9% não souberam responder.

Em uma semana, a expectativa de vitória de Flávio Bolsonaro cresceu 9 pontos porcentuais, enquanto a de Lula recuou 11 pontos porcentuais. Na pesquisa anterior, 45% apostavam na vitória do senador, ante 48% que esperavam a reeleição de Lula.

Rejeição

O avanço de Flávio na pesquisa vem acompanhado da queda na sua taxa de rejeição. Nesta nova rodada do PoderData/Aya, 43% dos entrevistados dizem que não votariam "de jeito nenhum" no senador, um recuo de 3 pontos porcentuais em 7 dias. Entre os que rejeitam Lula, a taxa oscilou de 47% para 46%.

A pesquisa foi realizada entre os dias 5 a 7 de outubro, por meio de ligações para celulares e telefones fixos, com 3 mil eleitores de todo o País. A margem de erro é der 1,8 ponto porcentual para mais ou para menos, o nível de confiança é de 95% e a pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob protocolo BR-08134/2026.

MANDATO 2027-2030

Riedel e Barbosinha tomarão posse em 6 de janeiro

Diferentemente de outros anos, posse não ocorrerá mais em 1° de janeiro

08/10/2026 08h35

Barbosinha e Riedel em coletiva de imprensa

Barbosinha e Riedel em coletiva de imprensa GERSON OLIVEIRA

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Governador reeleito Eduardo Riedel e seu vice José Carlos Barbosa vão tomar posse novamente em 6 de janeiro de 2027, quarta-feira, na Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul (ALEMS), localizada no Parque dos Poderes, em Campo Grande.

Eles assumirão mais um mandato de quatro anos (2027-2030). Ao todo, ficarão oito anos no poder executivo estadual, de 2023 a 2030. Isto significa que nas eleições gerais de 2030, Riedel não poderá mais concorrer ao cargo de governador.

Diferentemente de outros anos, a posse não ocorrerá mais em 1° de janeiro. O motivo da mudança de data é evitar que o dia coincida com as festas de fim de ano (revéillon), quando muitas pessoas estão viajando ou comemorando com família e amigos.

Com isso, pela primeira vez, a posse de governadores e vice ocorrerá simultaneamente em 6 de janeiro em todos os estados brasileiros.

A posse do presidente da República acontecerá um dia antes, em 5 de janeiro, terça-feira. A diplomação dos candidatos eleitos ocorrerá em 18 de dezembro de 2026.

Em 26 de novembro de 2025, a Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul aprovou a mudança na data da posse para governador, com a justificativa de que a Casa de Leis deve adotar o princípio de simetria, que determina que estados e municípios adotem normas equivalentes às previstas na Constituição Federal.

O Projeto de Emenda Constitucional é de autoria do deputado Zé Teixeira e coautoria de Gerson Claro, Gleice Jane, Lia Nogueira, Caravina, Junior Mochi, Marcio Fernandes, Paulo Corrêa, Paulo Duarte, Pedro Kemp e Zeca do PT.

A posse dos deputados estaduais eleitos será em fevereiro de 2027.

ELEIÇÕES 2026

Eduardo Riedel (PP) foi reeleito governador de Mato Grosso do Sul, no primeiro turno, por mais quatro anos. Ele recebeu 914.323 votos (67,07%).

O ex-deputado federal Fábio Trad (PT) terminou a disputa em segundo lugar, com 322.807 votos (23,68%). O deputado estadual João Henrique Catan (Novo) ficou em terceiro 98.677 votos (7,24%).

A vantagem de Riedel sobre o candidato petista foi de 43,39 pontos porcentuais e 591.516 votos.

Após a vitória, o governador agradeceu a confiança dos eleitores e o empenho da equipe. "Obrigado, Mato Grosso do Sul! Juntos, nós fizemos história", disse o chefe do executivo estadual em suas redes sociais.

 

 

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