Política

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Humor de casa

Humor de casa

Redação

25/05/2010 - 07h25
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Geraldo Bessa, PopTevê

 

David Lucas tem um evidente prazer em atuar. E é com empolgação que o jovem de 15 anos fala de Lipe, seu personagem em "Ti-ti-ti", a próxima novela das sete, da Globo. "Quando soube da novela, vi que seria algo bem divertido. Gostei dos conflitos do personagem", ressalta. O ator, que deu vida ao inocente Terê de "Alma gêmea", ao sarcástico Hélio de "Minha nada mole vida" e, mais recentemente, interpretou o Espeto de "Caras & bocas", da Globo, prepara-se agora para a novela, que estreia no final de julho. "Já estava com saudades de atuar, das pessoas, da rotina de gravação", diz, ansioso.

O gosto pelo trabalho de ator, aliás, vem de casa. A mãe, Denise Peixoto, e a irmã, Aline Peixoto, são atrizes. O pai, David Rangel, grande incentivador de David, é radialista e já trabalhou com comédia "stand-up". "Meu pai e eu temos o humor parecido e adoramos contar piadas", revela. Por isso mesmo, David se sente à vontade fazendo humor. E é nessa área da interpretação que ele pretende continuar. "Por mim, faço comédia até ficar velhinho", planeja. A novela, de Maria Adelaide Amaral, é baseada na mistura de "Plumas e paetês", exibida pela Globo em 1980, e de "Ti-ti-ti", que foi ao ar em 1985 – ambas escritas por Cassiano Gabus Mendes. Na trama, Lipe é filho do estilista Jacques Leclair, interpretado por Alexandre Borges. "Ele é cheio de conflitos existenciais e odeia futilidades", adianta.

Diferentemente das outras produções em que trabalhou, dessa vez David precisa atuar de forma mais introspectiva. Afinal, na história, seu personagem apresenta uma personalidade completamente oposta ao estilo de vida glamouroso do pai. "O Lipe não se preocupa com o mundo da moda, ele está mais atento aos relacionamentos humanos", explica, com propriedade.

A composição está sendo feita aos poucos. O processo conta com a ajuda de uma "coach", a atriz Soninha de Paula. "É importante ter alguém de fora para deixar o personagem no ponto certo. A Soninha me ajuda a encontrar a melhor forma de interpretar", destaca.

Outra pessoa importante na carreira de David é o diretor Jorge Fernando, que o convidou para participar da novela no ano passado, quando "Caras & bocas" ainda estava no ar. "O Jorge Fernando sabe dirigir atores e sempre deixa espaço paraa improvisação", assegura.

A pré-produção de "Ti-ti-ti" está a todo vapor. O elenco já foi apresentado, os personagens estão em fase de composição, os textos estão em dia e as gravações começaram. "O público pode esperar boas risadas às sete da noite", garante, confiante.

Tanta convicção não é por acaso. Até porque David não é um novato no meio. A estreia na tevê foi aos 9 anos, quando participou do especial de Natal "O pequeno alquimista", da Globo. "Sempre gostei de ver tevê e adorava atuar. Quis juntar as duas coisas", lembra. Logo depois, surgiram outros testes e convites. Em pouco tempo de carreira, ele já teve o prazer e a responsabilidade de trabalhar com vários artistas importantes da teledramaturgia nacional. Porém, entre tantos nomes, Luiz Fernando Guimarães é o mais marcante. "Ele me deu muitos conselhos, inclusive que na comédia é importante ser generoso com o parceiro de cena", admite.

Precoce, o jovem já tem certeza de que quer seguir a carreira de ator e procura lidar com o assédio do público da melhor forma possível. "É uma honra e um dever tratar bem as pessoas, elas valorizam o meu trabalho", constata. Falando em trabalho, David está cheio de sonhos e planos para o futuro. Entre eles, pretende fazer cinema e deseja atuar ao lado de Tony Ramos.

Encaminhado à Câmara

Senado aprova acordo de ciência e tecnologia entre Brasil e Tunísia

Comissão de Relações Exteriores é presidida por Nelsinho Trad

11/03/2026 16h45

Comissão é presidida por Nelsinho Trad (PSD)

Comissão é presidida por Nelsinho Trad (PSD) Foto: Agência Senado

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Documento aprovado na Comissão de Relações Exteriores (CRE) nesta terça-feira (10) aproximou Brasil e Tunísia de um acordo que promove intercâmbio de pesquisadores e de informações científicas “contribuindo para a internacionalização de universidades brasileiras”, disse o presidente da CRE, senador Nelsinho Trad (PSD-MS).

O texto encaminhado ao plenário da Câmara dos Deputados prevê mecanismos usuais como intercâmbio de pesquisadores e especialistas, troca de informações científicas, realização de seminários e programas conjuntos de trabalho.

Cada país arcará com os custos do envio de seus participantes, exceto se outras condições forem acordadas. 

O acordo estimula a cooperação entre bibliotecas e instituições científicas para intercâmbio de publicações e informações e estabelece que os custos relativos ao intercâmbio de cientistas e especialistas serão, em regra, suportados pela parte que envia pesquisadores, salvo acordo diverso formalizado por escrito. 

Os países assinaram o tratado em Brasília, em abril de 2017. O Congresso Nacional precisa aprovar o texto para permitir ao presidente da República confirmá-lo e inseri-lo na legislação brasileira.

 

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Postura

Debate sobre jornada 6X1 é eleitoreiro, mas teremos que enfrentá-lo, diz Ciro Nogueira

Declarações foram feitas em evento do Brazilian Regional Markets

11/03/2026 13h30

Ciro Nogueira, presidente nacional do PP

Ciro Nogueira, presidente nacional do PP Foto: Agência Senado

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O presidente do PP, Ciro Nogueira, afirmou que a PEC que acaba com a jornada de trabalho 6X1 é "eleitoreira" e que a conta não deve ser repassada "apenas ao empresariado".

"É um debate muito eleitoreiro. Vamos ter que enfrentar essa discussão, tem que existir um apoio popular. Mas vamos ter que ter a responsabilidade de não botar isso só na conta do empresariado. Temos um setor de serviços que é mais do que 70% do nosso peso. Vamos jogar esse custo para o governo que está apresentando essa opção", disse o senador.

As declarações foram feitas em evento do Brazilian Regional Markets (BRM), plataforma de inteligência e relacionamento da Apex dedicada ao desenvolvimento dos mercados regionais brasileiros. O evento também contou com a presença do presidente do União Brasil, Antônio Rueda, e com os pré-candidatos à Presidência pelo PSD Eduardo Leite e Ronaldo Caiado.

Em sua fala, Rueda defendeu um adiamento da discussão da PEC do 6X1 e que o tema deve ser debatido com "maturidade". Também afirmou desejar que a eleição presidencial de 2026 seja "a última da polarização" e defendeu uma política moderada.

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