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Iphan e Ibram vão recuperar obras de arte danificadas por terroristas

Ministério da Cultura fez uma reunião para requisitar servidores

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No dia seguinte à depredação das sedes dos Três Poderes por terroristas, o governo convocou restauradores de obras de arte de todo o país para recuperar itens danificados. Nesta tarde, o Ministério da Cultura faz uma reunião para requisitar servidores do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) e do Instituto Brasileiro de Museus (Ibram) com conhecimento em restauração.

Segundo especialistas ligados ao Palácio do Planalto, a recuperação da maioria das obras é possível, mas existem casos em que a restauração será muito difícil.

Ontem (8) à noite, a ministra da Cultura, Margareth Menezes, determinou que o Iphan fizesse uma diligência para avaliar a destruição no Palácio do Planalto, no Congresso Nacional, no Supremo Tribunal Federal e nos demais espaços tombados.

“O mundo assiste, estarrecido, à violência do terrorismo de extrema direita contra o estado democrático brasileiro. A dilapidação do patrimônio público e da consciência livre do nosso povo não será tolerada. Os culpados serão identificados e rigorosamente punidos na forma da lei”, postou a ministra na rede social Twitter.

Hoje, o Palácio do Planalto divulgou a relação preliminar das obras vandalizadas pelos radicais. Segundo o Palácio, ainda não é possível avaliar todos os danos causados ao mobiliário e as pinturas, mas existem obras importantes danificadas no térreo, no segundo e no terceiro andar.

As principais obras danificadas no Planalto são as seguintes:

No andar térreo:
•        Pintura Bandeira do Brasil, de Jorge Eduardo, de 1995 — o quadro, que reproduz a bandeira nacional hasteada em frente ao palácio e serviu de cenário para pronunciamentos dos presidentes da República, foi encontrada boiando sobre a água que inundou todo o andar, após vândalos abrirem os hidrantes ali instalados.
•        Galeria dos ex-presidentes — totalmente destruída, com todas as fotografias retiradas da parede, jogadas ao chão e quebradas.

No 2º andar:
•        O corredor que dá acesso às salas dos ministérios que funcionam no Planalto foi brutalmente vandalizado. Há muitos quadros rasurados ou quebrados, especialmente fotografias. O estado de diversas obras não pôde ainda ser avaliado, pois é necessário aguardar a perícia e a limpeza dos espaços para só daí ter acesso às obras.

No 3º andar:
•        Obra As Mulatas, de Di Cavalcanti — a principal peça do Salão Nobre do Palácio do Planalto foi encontrada com sete rasgos, de diferentes tamanhos. A obra é uma das mais importantes da produção de Di Cavalcanti. Seu valor está estimado em R$ 8 milhões, mas peças desta magnitude costumam alcançar valores até cinco vezes maior em leilões.
•        Obra O Flautista, de Bruno Giorgi — a escultura em bronze foi encontrada completamente destruída, com pedaços espalhados pelo salão. Está avaliado em R$ 250 mil.
•        Escultura de parede em madeira de Frans Krajcberg — quebrada em diversos pontos. A obra se utiliza de galhos de madeira, que foram quebrados e jogados longe. A peça está estimada em R$ 300 mil.
•        Mesa de trabalho de Juscelino Kubitscheck — exposta no salão, a mesa foi usada como barricada pelos terroristas. Avaliação do estado geral ainda será feita.
•        Mesa-vitrine de Sérgio Rodrigues — o móvel abriga as informações do presidente em exercício. Teve o vidro quebrado.
•        Relógio de Balthazar Martinot — o relógio de pêndulo do século 17 foi um presente da Corte Francesa para Dom João VI. Martinot era o relojoeiro de Luís XIV. Existem apenas dois relógios deste autor. O outro está exposto no Palácio de Versailles, mas possui a metade do tamanho da peça que foi completamente destruída pelos invasores do Planalto. O valor desta peça é considerado fora de padrão.

Segundo o diretor de Curadoria dos Palácios Presidenciais, Rogério Carvalho, será possível recuperar a maioria das obras vandalizadas, mas ele estima como “muito difícil” a restauração do relógio do século 17.

Congresso

Na Câmara dos Deputados, uma reportagemrealizada pela TV Câmara identificou que os danos às obras de arte foram menores que o previsto. Ao contrário das primeiras informações divulgadas, o vitral Araguaia, da artista plástica Marianne Peretti, está preservado, assim como o quadro Candangos, de Di Cavalcanti.

Uma escultura de Alfredo Ceschiatti, um estudo para as estátuas dos anjos que decoram a Catedral de Brasília, não foi danificada. A estátua de Victor Brecheret, que desapareceu ontem (8) da Chapelaria (entrada inferior do Congresso) foi encontrada no chão, atrás de uma poltrona.

Os maiores danos ocorreram na galeria de presentes de governos estrangeiros, exposta na entrada do Salão Verde. Diversos itens foram quebrados ou roubados, como vasos, ovos de avestruz e estátuas. Uma estátua chinesa foi arremessada contra os vidros e foi destruída.

Os prejuízos provocados no Senado estão estimados entre 3 e 4 milhões de reais. Segundo a diretora-geral da Casa, Ilana Trombka, os maiores prejuízos estão na troca das vidraças quebradas e do carpete, totalmente alagado e manchado. Essa será, inclusive, a prioridade para os próximos dias, visando a posse dos novos senadores, no dia 1º de fevereiro.

Mas houve uma série de outros prejuízos. Obras de arte foram danificadas, um tapete de Burle Marx foi vandalizado pelos criminosos, que inclusive urinaram na peça. Móveis históricos, referentes à segunda sede do Senado Federal, no Palácio Monroe, no Rio de Janeiro, também foram alvo do ódio dos extremistas de direita. Uma mesa dessa época ficou tão danificada que talvez nem possa ser restaurada. Um tinteiro de bronze da época do império também foi vandalizado.

Um painel de Athos Bulcão está avariado. Um quadro de 1890, da assinatura da Constituição também foi danificado. Tentaram derrubar o quadro, que é muito grande. Se penduraram nele, mas ele não cedeu, apesar de ter sido danificado na parte de baixo.

Levantamento

Em nota, o Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos informou que continua acompanhando as informações sobre os danos causados pelos terroristas. A pasta destacou que está dialogando com os outros Poderes para trocar informações sobre os autores das depredações e levantar os danos.

O Ministério da Gestão informou que também está ajudando os demais ministérios em relação a contratos de manutenção predial para acelerar a realização dos reparos.

PÓS-ELEIÇÃO 2026

Marquinhos Trad, Picarelli e outros veteranos são derrotados nas urnas em MS

Ex-prefeito da Capital, ex-deputados e nomes com décadas de vida pública não conseguiram conquistar os cargos disputados nas Eleições 2026 em Mato Grosso do Sul.

05/10/2026 16h41

Da esquerda para a direita e de cima para baixo, Marquinhos Trad, Maurício Picarelli, Delcídio do Amaral, Eduardo Rocha e Geraldo Resende, nomes conhecidos da política de Mato Grosso do Sul.

Da esquerda para a direita e de cima para baixo, Marquinhos Trad, Maurício Picarelli, Delcídio do Amaral, Eduardo Rocha e Geraldo Resende, nomes conhecidos da política de Mato Grosso do Sul. Fotos: Reprodução/Alems, Instagram e Câmara dos Deputados. Montagem: Correio do Estado

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As urnas deste domingo (4) não significaram apenas a chegada de novos nomes e a permanência de lideranças tradicionais no poder em Mato Grosso do Sul. O resultado das Eleições 2026 também impôs derrotas a políticos conhecidos há décadas pelo eleitorado sul-mato-grossense e que buscavam ampliar, recuperar ou preservar espaço na vida pública.

Entre os nomes que ficaram fora dos cargos disputados estão o ex-prefeito de Campo Grande Marquinhos Trad (PV), o ex-deputado estadual Maurício Picarelli (PRD), o ex-secretário estadual e ex-deputado Eduardo Rocha (PSDB) e os deputados federais Geraldo Resende (União Brasil) e Dr. Luiz Ovando (PP).

Também entra nesse grupo o ex-senador Delcídio do Amaral (PRD), que tentou retornar ao primeiro plano da política estadual concorrendo ao Governo de Mato Grosso do Sul, mas terminou distante dos primeiros colocados.

São trajetórias diferentes, mas que têm um ponto em comum: todos chegaram às urnas de 2026 carregando um histórico de participação relevante na política estadual e não conseguiram transformar o peso acumulado ao longo dos anos em vitória eleitoral.

Marquinhos tenta chegar a Brasília

Um dos nomes de maior projeção entre os derrotados foi Marquinhos Trad, que concorreu a uma das oito vagas de Mato Grosso do Sul na Câmara dos Deputados.

O ex-prefeito recebeu 31.382 votos, equivalentes a 2,21% dos votos válidos para deputado federal, terminou na 14ª posição da votação nominal e ficou como suplente.

A derrota interrompe, pelo menos neste momento, o projeto de Marquinhos de retornar a um cargo de maior projeção estadual e nacional.

Ela, porém, não deixa o político sem mandato. Ele permanece vereador de Campo Grande, cargo para o qual foi eleito em 2024 como o candidato mais votado da Capital.

A trajetória de Marquinhos atravessa diferentes espaços da política sul-mato-grossense. Advogado, iniciou sua carreira eleitoral na Câmara Municipal, posteriormente cumpriu três mandatos como deputado estadual e chegou à Prefeitura de Campo Grande, onde foi eleito em 2016 e reeleito em 2020. Deixou o Executivo em 2022 para disputar o Governo do Estado.

Na eleição estadual daquele ano, não conseguiu chegar ao segundo turno. Dois anos depois, voltou às origens ao disputar uma vaga de vereador e conquistou novamente espaço na Câmara Municipal. Em 2026, a tentativa era dar um novo salto, desta vez para Brasília.

As urnas, entretanto, mantiveram Marquinhos no Legislativo municipal.

Picarelli e o peso de oito mandatos

Se Marquinhos representa um dos nomes mais conhecidos da política recente de Campo Grande, Maurício Picarelli carrega uma das trajetórias legislativas mais longevas de Mato Grosso do Sul.

Picarelli ocupou uma cadeira na Assembleia Legislativa durante oito mandatos consecutivos, somando aproximadamente 32 anos no Parlamento estadual. Ele foi eleito pela primeira vez na década de 1980 e permaneceu na Casa até 2019.

Neste ano, tentou chegar à Câmara dos Deputados, mas o resultado ficou muito distante das votações que marcaram o auge de sua carreira política.

Picarelli recebeu 1.475 votos, ou 0,10% dos válidos para deputado federal, e terminou na 47ª posição da disputa. Não foi eleito.

O desempenho chama atenção justamente pelo contraste com seu passado eleitoral. Picarelli chegou a ser o deputado estadual mais votado de Mato Grosso do Sul em eleições anteriores e construiu sua imagem pública paralelamente à carreira como apresentador de rádio e televisão.

Em 2026, no entanto, a popularidade acumulada durante décadas não foi suficiente para recolocá-lo em um mandato eletivo.

A derrota prolonga o período de Picarelli fora de cargos conquistados pelo voto, situação que começou após o fim de seu último mandato na Assembleia, em 2019.

Eduardo Rocha tenta voltar à Assembleia

Outro nome conhecido que não conseguiu retornar ao Legislativo estadual foi Eduardo Rocha. Ex-deputado estadual por três mandatos, Rocha também ocupou posições estratégicas no Governo de Mato Grosso do Sul, entre elas a Secretaria de Governo durante a administração de Reinaldo Azambuja e, posteriormente, a Casa Civil.

Na eleição deste domingo, concorreu novamente a deputado estadual pelo PSDB. Recebeu 15.782 votos, equivalentes a 1,11% dos válidos, terminou na 33ª colocação e ficou na condição de suplente.

A tentativa de retorno à Assembleia ocorreu depois de anos de atuação tanto no Legislativo quanto no núcleo político do Executivo estadual. Rocha apostava justamente nessa experiência como uma de suas principais credenciais na campanha.

O resultado, porém, mostrou que o histórico de três mandatos e a passagem por secretarias importantes não foram suficientes para colocá-lo entre os 24 eleitos para a próxima legislatura.

Dois deputados federais perdem a cadeira

As urnas também produziram baixas entre parlamentares que atualmente representam Mato Grosso do Sul em Brasília.

Dr. Luiz Ovando e Geraldo Resende, ambos candidatos à reeleição, não conseguiram permanecer entre os oito deputados federais escolhidos pelo eleitorado sul-mato-grossense.

Ovando recebeu 34.679 votos, enquanto Geraldo Resende terminou com 31.714 votos. Apesar das votações superiores às registradas por Marquinhos Trad, nenhum dos dois obteve cadeira na distribuição das vagas da Câmara Federal.

No caso de Ovando, a derrota encerra uma sequência iniciada em 2018, quando foi eleito deputado federal pela primeira vez. Ele conseguiu renovar o mandato em 2022, mas não repetiu o resultado quatro anos depois.

Geraldo Resende, por sua vez, é um dos políticos com maior tempo de atuação federal entre os nomes derrotados neste ano.

Antes de chegar à Câmara dos Deputados, passou pela Câmara Municipal de Dourados, Assembleia Legislativa e Secretaria Estadual de Saúde. Ao longo da carreira, acumulou 16 anos de mandatos como deputado federal e também comandou a Saúde estadual em diferentes períodos.

A partir de 2027, portanto, a bancada sul-mato-grossense em Brasília terá renovação também provocada pela saída de dois parlamentares que atualmente ocupam cadeiras.

Delcídio tem votação distante dos líderes

A lista de figuras tradicionais que não tiveram sucesso nas urnas chega também à disputa pelo cargo mais importante do Estado.

Ex-senador e personagem de destaque da política sul-mato-grossense durante anos, Delcídio do Amaral tentou voltar ao protagonismo concorrendo ao Governo pelo PRD.

Terminou, contudo, apenas na quarta colocação, com 14.431 votos, equivalentes a 1,06% dos votos válidos.

O resultado ficou distante do governador reeleito Eduardo Riedel (PP), que resolveu a eleição no primeiro turno, e também de Fábio Trad (PT) e João Henrique Catan (Novo), segundo e terceiro colocados, respectivamente.

Para Delcídio, a votação de 2026 também contrasta com o espaço que ocupou no passado. O político já representou Mato Grosso do Sul no Senado e disputou anteriormente o próprio Governo do Estado.

Urnas redesenham espaço dos veteranos

As derrotas não significam necessariamente o fim das carreiras políticas desses nomes. Marquinhos Trad, por exemplo, segue com mandato na Câmara Municipal de Campo Grande, enquanto outros derrotados podem permanecer em posições partidárias, assumir suplências ou voltar às urnas nos próximos pleitos.

O resultado, no entanto, revela uma das faces das Eleições 2026 em Mato Grosso do Sul: o reconhecimento acumulado durante anos ou mesmo décadas de vida pública não garantiu passagem automática para um novo mandato.

Enquanto nomes como Zeca do PT, André Puccinelli, Reinaldo Azambuja e Eduardo Riedel mostraram força para continuar ocupando espaços de poder, outros personagens conhecidos encontraram nas urnas uma barreira para os projetos apresentados neste ano.

Entre oito mandatos estaduais de Picarelli, dois períodos de Marquinhos Trad na Prefeitura de Campo Grande, três legislaturas de Eduardo Rocha na Assembleia e anos de Geraldo Resende e Luiz Ovando em Brasília, a eleição deste domingo deixou um recado que atravessa gerações da política sul-mato-grossense: trajetória e lembrança do eleitor ajudam a chegar competitivo à disputa, mas não são suficientes, por si só, para garantir uma cadeira.

Eleições 2026

Assembleia de MS terá média de 58 anos, a mais velha do Brasil

Bancada federal eleita no estado é oito anos mais jovem que a estadual; Camila Jara, 31, é a mais nova e a mais votada para a Câmara

05/10/2026 16h37

Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul

Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul Foto: Divulgação / Alems

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Os 24 deputados estaduais eleitos neste domingo (4) em Mato Grosso do Sul têm, em média, 58 anos e meio. Quase metade da Casa, 11 parlamentares, já passou dos 60. Só três têm menos de 45.

A Casa vem envelhecendo a cada eleição. Em 2018, a média dos eleitos era de 51,8 anos; em 2022, subiu para 56; agora, chegou a 58,5. No período, o número de deputados com 60 anos ou mais passou de 4 para 11, e o de parlamentares com menos de 40 caiu de 5 para 1.

Nenhuma outra Assembleia do país é tão velha. A segunda colocada, a de Mato Grosso, tem média de 52,6 anos. No Brasil, os 1.059 deputados estaduais e distritais eleitos neste domingo têm, em média, 48,6 anos, quase dez a menos que os de Mato Grosso do Sul.

Assembleia de MS em três eleições

  2018 2022 2026
Média de idade 51,8 anos 56,0 anos 58,5 anos
Com 60 anos ou mais 4 8 11
Com menos de 40 anos 5 2 1
Mais velho Zé Teixeira, 78 Zé Teixeira, 82 Zé Teixeira, 86
Mais novo João Henrique, 30 João Henrique, 34 Daverson Matos, 33

Em oito anos, a média subiu 6,7 anos. O número de deputados com 60 ou mais quase triplicou, e os com menos de 40 caíram de cinco para um.

O mais votado do estado é também o mais velho. Zé Teixeira (PL), de 86 anos, recebeu 54.080 votos e garantiu mais um mandato. Logo atrás na idade vem Londres Machado (PP), de 84, seguido pelo ex-governador André Puccinelli (MDB), de 78, e pelo também ex-governador Zeca do PT, de 76.

Na outra ponta está Daverson Matos (PL), de 33 anos. A diferença entre ele e Zé Teixeira é de 53 anos.

Depois de Matos, os mais jovens da nova Assembleia são Tiago Botelho (PT) e Gianni Nogueira (PL), ambos de 43, e Pedrossian Neto (Republicanos), de 45.

Câmara e Senado

A bancada federal é mais nova. Os oito deputados eleitos por Mato Grosso do Sul têm média de 50,6 anos, cerca de oito a menos que os colegas da Assembleia.

A mais jovem, Camila Jara (PT), de 31 anos, foi também a mais votada do estado para a Câmara, com 154.157 votos. O mais velho é Dagoberto Nogueira (PP), de 71. Marcos Pollon (PL), segundo mais votado, tem 45.

Mara Caseiro (PL), que deixa a Assembleia rumo a Brasília, tem 62. Rodolfo Nogueira (PL) tem 52, e Rose Modesto (União), Beto Pereira (Republicanos) e Isa Marcondes (Republicanos) têm 48 cada um.

No Senado, as duas vagas ficaram com o PL. Reinaldo Azambuja, de 63 anos, e Capitão Contar, de 42, têm 21 anos de diferença entre si.

Somados os 34 eleitos para o Legislativo, entre estaduais, federais e senadores, a média de idade é de 56 anos.

Casa Eleitos Média de idade Mais velho Mais novo
Assembleia Legislativa 24 58,5 anos Zé Teixeira (PL), 86 Daverson Matos (PL), 33
Câmara dos Deputados 8 50,6 anos Dagoberto Nogueira (PP), 71 Camila Jara (PT), 31
Senado 2 52,5 anos Reinaldo Azambuja (PL), 63 Capitão Contar (PL), 42

 

As idades foram calculadas com base nas datas de nascimento registradas no TSE e consideram o dia da eleição. Os mandatos começam em fevereiro de 2027.

 

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