Política

PRESIDENTE DA REPÚBLICA

Jair Bolsonaro deve visitar Mato Grosso do Sul na próxima terça-feira

Presidente deve desembarcar na região de Corumbá e visitar dois municípios do Estado

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Visita do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) à Mato Grosso do Sul está programada para a próxima terça-feira (18). Segundo a assessoria de imprensa do governo Federal, a agenda está prevista, mas informações como o cronograma ainda não serão repassadas. 

Conforme divulgou o portal R7, Bolsonaro irá no 9º Grupo de Artilharia de Campanha de Nioaque e, depois, acompanhará uma cerimônia de inauguração da Estação Radar de Corumbá, no aeroporto do município.

Esta visita faz parte de várias visitas que o presidente tem feito pelo Brasil. Ao R7 Planalto, Bolsonaro falou sobre esse giro pelo País.

"O objetivo é andar pelo Brasil, conhecer os seus problemas, estar em contato com o povo brasileiro e mostrar também que eu sou a prova viva que esse vírus é uma realidade e você tem que encarar", disse.

Ele também defendeu o cuidado com a população mais idosa ou com comorbidades, os grupos de risco. 

"Vamos tomar cuidado com os mais idosos, quem tem comorbidades porque uma vez o vírus pegando nessas pessoas, as chances de óbitos crescem. Mas tem que encarar e tocar a vida porque pior que o vírus é o efeito colateral de políticas que não foram bem sucedidas em grande parte do Brasil", opinou.

ELEIÇÕES 2026

Verruck estaria tentando viabilizar vaga de vice-governador na chapa de Riedel

Com a dificuldade de emplacar pré-candidatura a deputado federal, a saída seria convencer o governador a substituir Barbosinha

29/04/2026 08h00

O ex-secretário Jaime Verruck e o governador Eduardo Riedel

O ex-secretário Jaime Verruck e o governador Eduardo Riedel Divulgação

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A menos de 16 dias do início oficial da pré-campanha eleitoral para o pleito de 4 de outubro, os bastidores da política de Mato Grosso do Sul estão fervilhando, pois, de acordo com fontes ouvidas pelo Correio do Estado, estaria bem encaminhada uma possível reviravolta na chapa majoritária encabeçada pelo governador Eduardo Riedel (PP). 

Conforme apuração da reportagem com interlocutores de Riedel, o Sistema Fiems estaria trabalhando com afinco para que o nome do ex-secretário de Estado de Meio Ambiente, Desenvolvimento, Ciência, Tecnologia e Inovação Jaime Elias Verruck (Republicanos) seja viabilizado como pré-candidato a vice-governador.

A movimentação acontece em meio a um cenário considerado adverso para a pré-candidatura de Verruck a deputado federal, avaliada nos bastidores como de difícil viabilidade eleitoral.

É bom ressaltar que, antes de se filiar ao Republicanos, o ex-secretário de Estado estava no PSD e chegou a articular sua ida para o PP, com o objetivo de disputar uma vaga na Câmara dos

Deputados. 

No entanto, a reconfiguração do cenário partidário, com a formação da federação entre PP e União Brasil, nomeada União Progressista, alterou seus planos. Isso porque passaram a integrar esse bloco nomes já consolidados, como os dos deputados federais Dagoberto Nogueira (PP) e Geraldo Resende (União Brasil), além de lideranças como o deputado federal Dr. Luiz Ovando (PP) e a ex-deputada federal Rose Modesto (União Brasil). 

A concentração de nomes competitivos dentro da federação reduziu significativamente o espaço eleitoral, tornando sua eleição considerada quase inviável, o que o levou a optar pelo Republicanos. 

Agora, com apoio de setores ligados ao Sistema Fiems, Verruck busca se reposicionar estrategicamente dentro do grupo governista, tentando assegurar espaço majoritário na disputa estadual.

A leitura de aliados é de que a estrutura e a influência política do setor industrial poderiam fortalecer seu nome na composição da chapa. 

Apesar da ofensiva, o governador já tinha sinalizado publicamente a intenção de manter como vice o atual ocupante do cargo, José Carlos Barbosa (Republicanos), o Barbosinha, que deixou o PSD para viabilizar novamente a dobradinha com Riedel, já que o antigo partido não faz parte da ampla aliança formada para reeleger o atual governador.

A declaração reforçou a preferência por uma composição que preserve a parceria já consolidada, o que dificulta a entrada de novos nomes no posto, inclusive dentro do mesmo partido. Além disso, Barbosinha representa a região da Grande Dourados e, sem a sua presença, o governador pode perder votos importantes dessa região do Estado.

Paralelamente, Verruck também é citado como possível primeiro-suplente do pré-candidato a senador Reinaldo Azambuja (PL), ex-governador de MS, entretanto, nesse cenário, ele enfrenta concorrência interna e não desponta como favorito. 

O nome mais forte para a suplência, segundo interlocutores próximos ao grupo, é o do ex-secretário de Estado de Fazenda Felipe Mattos, que é muito próximo de Azambuja. 

Diante dessas alternativas, o futuro político de Jaime Verruck segue indefinido, dependendo de negociações internas e da configuração final das alianças para o próximo pleito.

À reportagem, Verruck negou tal possibilidade. “Não tenho informação sobre isso ou pretensão. Minha pré-candidatura está avançando em parceria com deputados estaduais e apoio do Riedel, do próprio Barbosinha e da Tereza. Acredito que a escolha do Barbosinha é a mais adequada”, afirmou.

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Supremo Tribunal Federal

STF torna Malafaia réu por injúria contra generais e rejeita calúnia

Os quatro ministros entenderam que há indícios suficientes para receber a denúncia em relação ao primeiro crime

28/04/2026 22h00

STF torna Malafaia réu por injúria contra generais e rejeita calúnia

STF torna Malafaia réu por injúria contra generais e rejeita calúnia Divulgação

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A Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu nesta terça-feira, 28, tornar réu o pastor Silas Malafaia por injúria contra generais do Exército e rejeitar a acusação de calúnia. Os quatro ministros entenderam que há indícios suficientes para receber a denúncia em relação ao primeiro crime.

Contudo, dois deles avaliaram que críticas foram genéricas em relação à instituição, o que derrubou a acusação pelo crime de calúnia.

Em seu voto, Zanin entendeu que não há elementos para caracterizar a calúnia, já que as declarações do pastor se dirigiram de forma ampla ao Exército, sem imputação específica de crime a autoridades determinadas. Zanin foi acompanhado por Cármen Lúcia.

A acusação se baseia em declarações feitas por Malafaia durante manifestação de apoiadores do ex-presidente Jair Bolsonaro, na Avenida Paulista, quando chamou generais de quatro estrelas de "cambada de frouxos", "omissos" e "covardes".

Pelo Código Penal, a calúnia ocorre quando há atribuição falsa de um crime a alguém, enquanto a difamação se refere à imputação de fatos ofensivos à reputação. Já a injúria diz respeito a ofensas diretas à honra ou dignidade da vítima.

"O crime de calúnia exige narrativa de fato determinada, direcionada à pessoa determinada. Pois bem, aqui, embora haja referência ao alto comando do Exército, que também é composto pelo comandante do Exército, o comandante Tomás, entendo que a referência foi sobre a maneira genérica ao alto comando do Exército", disse Zanin.

Já o relator do caso, o ministro Alexandre de Moraes, manteve seu voto pelo recebimento da denúncia pelos dois crimes e foi acompanhado por Flávio Dino.

Com o empate na análise de um dos pontos, prevalece a solução mais favorável ao réu, conforme previsto no Código de Processo Penal.

"Só há 16 generais quatro estrelas do alto comando. Então, obviamente, é aqui a pessoa certa", argumentou Moraes.

Com o recebimento da denúncia, Malafaia passa à condição de réu e o processo avança para a fase de instrução, em que são produzidas provas, ouvidas testemunhas e apresentados novos argumentos pelas partes. Ao final dessa etapa, o STF decidirá se o pastor será condenado ou absolvido.

O caso é analisado pela Primeira Turma do STF em sessão presencial após Zanin pedir vista do processo no plenário virtual e, posteriormente, solicitar destaque, o que levou o julgamento ao plenário físico.

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