Política

ELEIÇÕES

Kassab diz que PSD manterá apoio a Dilma

Kassab diz que PSD manterá apoio a Dilma

FOLHAPRESS

29/04/2014 - 15h00
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O ex-prefeito de São Paulo Gilberto Kassab (PSD) minimizou a queda da presidente Dilma Rousseff no resultado da avaliação positiva do seu governo, de 3,5 pontos percentuais, medido pela pesquisa divulgada hoje pela CNT (Confederação Nacional do Transporte) e realizada pelo instituto MDA.

Presidente nacional da sigla, Kassab também descartou a possibilidade de Lula voltar a ser indicado pelo PT para concorrer à Presidência da República. "As pesquisas são verdadeiras e são corretas mas elas sempre traduzem um sentimento do dia. Até a eleição, a presidente vai ter uma oportunidade, principalmente na campanha, de mostrar o seu governo. Acredito que quando ela tiver essa oportunidade, os brasileiros vão entender a importância de reconduzi-la à Presidência da República", afirmou.

O partido oficializou o apoio à Dilma em novembro do ano passado, mas desde o início do ano tem conversado com o PMDB sobre uma possível aliança para o governo de São Paulo.

Na semana passada, Kassab foi cortejado pela cúpula do PSDB e chegou a jantar com o pré-candidato do PSDB à Presidência, senador Aécio Neves (MG), o ex-governador paulista José Serra, derrotado pelo PT em duas eleições presidenciais, e outras lideranças tucanas.

Hoje, Kassab afirmou que a conjuntura econômica global não é favorável, mas avaliou que Dilma vive "uma fase no campo da infraestrutura muito positiva". "Nós teremos ao longo dos próximo anos inúmeras inaugurações de infraestrutura. Portanto, o PSD entende que ela merece e para o Brasil é bom que ela seja reeleita. É uma posição do partido. Nós vamos fazer a campanha dela, vamos lutar pela sua eleição e espero que ela vença", disse.

O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), quer atrair Kassab para sua campanha à reeleição e também participou do encontro. Ontem, Aécio disse que o jantar foi um "encontro de amigos" e que o partido de Kassab estará junto com os tucanos em Goiás e Minas Gerais. 

Alianças

Apesar das recentes aproximações com a cúpula do PSDB e conversas mantidas com o PMDB em São Paulo, Kassab voltou a afirmar que a prioridade do partido para este ano é ter uma candidatura própria ao governo do Estado, mas não descartou a possibilidade de no futuro fechar um acordo com uma das siglas.

"Existe dentro do partido um grupo que entende que deva ser analisada essa proposta [de alianças]. Então, esse grupo legitimado por sua história e contribuição que deu a vida do partido nesses últimos dois anos, ele teve da parte da executiva [do PSD] uma sinalização positiva para conversar", afirmou.

Kassab participou de um encontro da executiva nacional do partido em Brasília. A reunião foi marcada para o lançamento de um curso de formação política do partido pela internet que visa formar uma base de ação virtual para as eleições. O curso é aberto para todas as pessoas 

Designado

Bitto Pereira representará OAB Nacional no CNJ

Presidente da OAB-MS foi escolhido por Beto Simonetti, presidente nacional da Ordem dos Advogados do Brasil

15/10/2026 17h45

Bitto Pereira, Advogado e presidente da OAB-MS

Bitto Pereira, Advogado e presidente da OAB-MS Divulgação

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Presidente da  Ordem dos Advogados do Brasil, Seccional Mato Grosso do Sul (OAB-MS), Bitto Pereira será o representante máximo da OAB no Conselho Nacional de Justiça em Brasília, evento que acontece na próxima terça-feira (20). 

A participação de Bitto foi designada pelo presidente do OAB nacional, Beto Simonetti, e confere a Bitto o posto de maior representante da advocacia nacional na 2ª Sessão Extraordinária de 2026. 

"Essa designação é uma das mais honrosas missões institucionais que recebo na minha trajetória na OAB. Portanto, eu compartilho com toda a advocacia sul-mato-grossense, certo de que, muito além de uma distinção pessoal, essa é uma deferência do presidente Simonetti", disse Bitto em uma de suas redes sociais. 

Para Bitto, a representação institucional da OAB no CNJ é muito importante para o aperfeiçoamento do poder judiciário, onde estará "com muita honra representando o presidente Beto Simonetti e a advocacia".

Encontros periódicos, as reuniões reúnem os 15 conselheiros sob a presidência do presidente do STF, Edson Fachin

 


 

 

Repercussão

Alckmin diz que PL apoiou fim da escala 6x1 por 'medo eleitoral' e pretende mudar medida depois

Apesar da mudança de posição, reportagens apontaram que Flávio já estaria sinalizando a aliados e empresários a intenção de rever a PEC caso fosse eleito presidente

15/10/2026 16h09

Geraldo Alckmin, vice-presidente da República

Geraldo Alckmin, vice-presidente da República Arquivo

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O vice-presidente da República, Geraldo Alckmin, vice na chapa presidencial de Lula (PT), afirmou nesta quinta-feira, 15, que integrantes do PL apoiaram o fim da escala de trabalho 6x1 por “medo eleitoral” e pretendem modificar a medida posteriormente. A fala aconteceu durante entrevista coletiva em Salvador, antes de um encontro com empresários baianos.

“Na realidade, nós sempre defendemos. O presidente Lula sempre defendeu. Eles votaram por medo eleitoral e tem a ideia de mudar em seguida. Essa é a realidade. Então vamos ficar atentos, ficar atentos com a verdade”, afirmou Alckmin.

A crítica ocorre após o candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) anunciar, na terça-feira, 13, que votaria a favor do fim da escala 6x1, proposta aprovada pelo Senado na quarta-feira, 14, que reduz a jornada de 44 para 40 horas semanais, com dois dias de descanso remunerado. Até então, o senador havia classificado a medida como “oportunista”.

Apesar da mudança de posição, reportagens apontaram que Flávio já estaria sinalizando a aliados e empresários a intenção de rever a PEC caso fosse eleito presidente.

Durante a coletiva, Alckmin também defendeu um ajuste fiscal concentrado no combate a supersalários, privilégios e desperdícios, sem impor perdas aos aposentados. “Ajuste fiscal, nós defendemos. Agora, não é possível você faz um ajuste fiscal em cima, por exemplo, do aposentado”, disse. “Nós vamos fazer ajuste fiscal em cima dos supersalários, dos privilégios de 300 000 e 400.000 reais, de desperdício”, acrescentou.

O vice-presidente afirmou ainda que o controle das despesas deve ser acompanhado do crescimento da economia e do emprego, de forma a melhorar a relação entre dívida pública e Produto Interno Bruto (PIB).

Alckmin rejeitou medidas que levem o País à recessão e ao desemprego ou transfiram o custo do ajuste à classe média e à população de menor renda. “Nós temos que fazer a economia crescer, o PIB crescer, o emprego crescer, a economia crescer e segurar despesa. Aí você melhora a relação dívida PIB”, afirmou.

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