Política

Eleições 2026

Mulheres chegam fortes para brigar pelas vagas do Estado na Câmara dos Deputados

O crescimento das candidaturas femininas competitivas pode promover uma renovação inédita da bancada federal na Casa

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A eleição deste ano pode produzir uma das maiores mudanças na representação política de Mato Grosso do Sul desde a criação do Estado. Pela primeira vez, o conjunto de candidaturas femininas consideradas competitivas abre a possibilidade de as mulheres conquistarem a maioria das oito vagas destinadas ao Estado na Câmara dos Deputados.

Se o cenário se confirmar nas urnas, a bancada federal sul-mato-grossense na Casa de Leis romperá uma tradição marcada pelo predomínio masculino e poderá registrar uma renovação sem precedentes, reduzindo o espaço ocupado por lideranças que há anos dominam a representação sul-mato-grossense no Congresso Nacional.

O movimento é impulsionado por pré-candidatas com perfis distintos e bases eleitorais consolidadas.

Aparecem nesse grupo a ex-deputada federal Rose Modesto (União Brasil), que também é ex-vice-governadora, a deputada estadual Mara Caseiro (PL), que reúne força política no interior após sucessivos mandatos na Assembleia Legislativa, e a deputada federal Camila Jara (PT), que tenta a reeleição e é um nome de renovação nos quadros da esquerda estadual.

Além disso, também estão nesse cenário a ex-secretária de Estado de Cidadania Viviane Luiza (PSDB), apontada como uma das principais apostas do partido para a Câmara dos Deputados, a vereadora douradense Isa Marcondes (Republicanos), que busca ampliar para todo o Estado a projeção conquistada em Dourados, e a advogada Luana Ruiz (PL), que vem ampliando sua inserção política no setor produtivo e no agronegócio sul-mato-grossense.

Mais do que o crescimento do número de mulheres na disputa, o diferencial das eleições deste ano está na competitividade das candidaturas. 

Pois, diferentemente de pleitos anteriores, quando poucas mulheres apareciam entre as favoritas, desta vez, elas disputam votos em praticamente todos os campos ideológicos e regiões do Estado, alcançando eleitorados distintos e reduzindo a concentração de votos entre os grupos tradicionais.

Essa distribuição amplia as chances de sucesso do bloco feminino e torna mais acirrada a disputa pelas oito cadeiras disponíveis, sobretudo porque o sistema proporcional impõe uma concorrência direta entre candidatos das próprias legendas e das federações partidárias.

Outro fator que favorece esse cenário é a pulverização das candidaturas masculinas. Diferentes partidos chegam à disputa com vários nomes disputando o mesmo eleitorado, o que tende a fragmentar os votos e dificultar a formação de grandes concentrações eleitorais. 

Enquanto isso, algumas das principais candidaturas femininas ocupam espaços políticos mais definidos, com bases consolidadas e menor concorrência interna, aumentando a competitividade dentro de suas respectivas legendas.

Também pesa na equação eleitoral o fortalecimento da presença feminina nas direções partidárias e nas estratégias de campanha. 

Nos últimos anos, as siglas passaram a investir mais recursos financeiros e tempo de propaganda em candidatas consideradas viáveis eleitoralmente, movimento impulsionado tanto pela legislação eleitoral quanto pela percepção de que mulheres passaram a reunir condições reais de liderar chapas proporcionais e alcançar votações expressivas. 

Esse contexto contribui para que a disputa deste ano seja tratada como a mais competitiva da história para as mulheres em Mato Grosso do Sul.

VETERANOS

O fortalecimento das candidaturas femininas altera o cálculo eleitoral dos partidos e impõe um desafio inédito aos parlamentares que buscam a reeleição ou tentam retornar à Câmara dos Deputados. 

Com poucas vagas em disputa, o avanço de novos nomes tende a reduzir o espaço historicamente ocupado por políticos que construíram carreiras sustentadas em redutos eleitorais consolidados, como os deputados federais Dagoberto Nogueira (PP), Geraldo Resende (União Brasil) e Beto Pereira (Republicanos).

Além da renovação geracional, a eleição pode marcar uma mudança no perfil da representação federal de Mato Grosso do Sul.

Caso cinco ou mais mulheres sejam eleitas, o Estado terá, pela primeira vez, uma bancada majoritariamente feminina na Câmara dos Deputados.

O cenário reflete uma transformação gradual da política sul-mato-grossense, pois as mulheres deixaram de ocupar apenas o espaço reservado pelas cotas de gênero e passaram a disputar, em condições competitivas, posições estratégicas nas chapas partidárias. 

Se confirmada nas urnas, essa mudança poderá redefinir o equilíbrio de forças na bancada federal de Mato Grosso do Sul e inaugurar um novo ciclo na representação política do Estado.

* Saiba 

Cota de gênero guiará formação de chapas

As cotas de gênero voltam a ocupar papel central na formação das chapas proporcionais nas eleições gerais deste ano.

Além de garantir a participação mínima de mulheres nas disputas por vagas na Câmara dos Deputados e nas Assembleias Legislativas, as regras influenciam diretamente a distribuição dos recursos públicos de campanha e a estratégia eleitoral das legendas.

Pela legislação eleitoral, cada partido ou federação deve respeitar o porcentual mínimo de 30% e máximo de 70% de candidaturas de cada sexo nas eleições proporcionais.

Na prática, isso significa que, a cada 10 candidatos a deputado federal ou estadual, pelo menos 3 devem ser mulheres.

Nos últimos anos, as normas foram reforçadas por decisões da Justiça Eleitoral, que passaram a exigir não apenas o cumprimento do porcentual mínimo de candidaturas, mas também a destinação proporcional dos recursos do Fundo Especial de Financiamento de Campanha (FEFC) e do tempo de propaganda eleitoral gratuita para as mulheres.

O objetivo é garantir que as candidaturas femininas tenham condições efetivas de disputar as eleições. As mudanças também elevaram o rigor da fiscalização.

O lançamento de candidaturas femininas apenas para preencher a cota, sem campanha efetiva, passou a ser considerado fraude à cota de gênero.

Quando a irregularidade é comprovada, a Justiça Eleitoral pode cassar toda a chapa proporcional do partido ou da federação, além de declarar a inelegibilidade dos envolvidos. Com isso, a formação das chapas deixou de ser uma mera formalidade.

Os partidos passaram a investir na busca por mulheres com potencial eleitoral, experiência política, representatividade regional e capacidade de ampliar a votação das legendas.

O fortalecimento dessas candidaturas se tornou uma estratégia para aumentar a competitividade e evitar questionamentos judiciais.

Em Mato Grosso do Sul, esse movimento já pode ser observado na corrida eleitoral deste ano.

Diversos partidos apostam em candidatas com mandato, trajetória política consolidada ou forte inserção em segmentos específicos da sociedade, elevando o protagonismo feminino na disputa por vagas na Câmara dos Deputados e na Assembleia Legislativa.

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ELEIÇÕES 2026

Campanha nas ruas têm início e disputa entre candidatos começa nos adesivaços

Ano em que as urnas eletrônicas completam 30 anos, brasileiros votarão para a escolha de: dois senadores; governador; deputados federal e estadual, e Presidente da República

16/08/2026 18h00

Segundo o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), fica liberada desde hoje (16) a propaganda geral para candidatos nas eleições 2026

Segundo o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), fica liberada desde hoje (16) a propaganda geral para candidatos nas eleições 2026 Reprodução/Divulgação

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Neste domingo (16) foi dada a largada para as campanhas das Eleições Gerais 2026, com abertura do período de propaganda eleitoral tanto nas ruas como na internet, com esse início dos atos já marcando a disputa entre os candidatos desde os primeiros adesivaços.

Ano em que as urnas eletrônicas completam 30 anos de história, os brasileiros votarão nas Eleições de 2026 para a escolha de representantes para os seguintes cargos: 

  1. Deputado federal,
  2. Deputado estadual, 
  3. Dois senadores, 
  4. Governador e 
  5. Presidente da República

Com isso, durante a manhã de hoje (16), data que segundo o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) fica liberada a propaganda geral, toda sorte de candidatos foram às ruas com os primeiros atos oficiais.

É o caso, por exemplo, do candidato a deputado estadual Silvio Pitu, do Partido da Social Democracia Brasileira (PSDB), que somente na manhã deste domingo anotou em seu ato a adesivagem de aproximadamente quatro mil veículos em Campo Grande. 

"Estamos iniciando um período muito importante para o nosso Estado, e eu quero estar à disposição das pessoas. Quero percorrer Mato Grosso do Sul e acompanhar de perto a realidade de cada município, porque as decisões que mudam a vida das pessoas começam com quem conhece o problema de perto. Tenho bagagem, disposição e energia para ser o representante do povo nas pautas do progresso e do desenvolvimento do nosso Estado", disse o candidato. 

Realizado próximo à Praça do Papa, o evento contou com a presença de populares e o apoio ainda do deputado federal pelo Republicanos, Beto Pereira, e da já parlamentar estadual também "tucana", Mara Caseiro. 

Beto mesmo foi outro que aproveitou para dar largada na sua própria campanha, participando de ações também de adesivagem de veículos nos bairros Vilas Boas, Vila Sobrinho e Nova Lima.

“Preparamos uma campanha propositiva, mostrando o trabalho realizado ao longo do mandato, com presença nos 79 municípios, levando recursos e, principalmente, entregando resultados que melhoram a vida das pessoas. Vamos fazer uma campanha transparente, sincera e com propostas, mostrando que podemos avançar ainda mais e fazer muito mais por Mato Grosso do Sul”, disse.

Além dessas duas figuras políticas que estão concorrendo como candidatos a deputado federal, o ato de Silvio Pitu teve até mesmo a presença do atual chefe do Executivo do Mato Grosso do Sul candidato à reeleição, Eduardo Riedel, e do ex-governador Reinaldo Azambuja, que nestas Eleições Gerais busca o cargo de Senador da República.

Também houve adesivaço, por exemplo, na abertura oficial da campanha eleitoral da coligação "Por um MS do Povo" presença em peso da militância e dos apoiadores do Partido dos Trabalhadores (PT) no Estado, pela chapa do candidato Fábio Trad e de sua vice, "Dona" Gilda Maria dos Santos.

"Sei o que vocês passaram lá atrás, num processo hediondo e odioso de criminalização da imagem da esquerda. Coube a mim o destino de protagonizar essa nova  jornada, e farei tudo ao meu alcance para não decepcioná-los e não desonrá-los", afirmou Fábio Trad na ocasião. 

Essa mesma estratégia foi adotada de forma semelhante pelo interior do Mato Grosso do Sul, como no caso da também candidata a deputada estadual, Gianni Nogueira, na esquina das ruas Joaquim Teixeira Alves e Hayel Bon Faker, em Dourados. 

Eleições 2026

Dos cargos em disputa neste ano eleitoral, cabe lembrar que, enquanto deputados são eleitos por um sistema proporcional, os senadores, governadores e presidente são escolhidos em eleições majoritárias.

Marcadas para acontecerem no primeiro domingo de outubro (04), como de costume, a possibilidade de segundo turno das Eleições 2026 fica agendada para o dia 25 do mês em questão, com cerca de três semanas corridas entre uma data e outra. 

Mais de 155 milhões de brasileiros devem ir às urnas neste ano, com Mato Grosso do Sul tendo um total de 1.968.065 de pessoas classificadas como "eleitorado apto", conforme painel elaborado pela Justiça Eleitoral.

Fique atento

Das principais próximas datas estabelecidas pelo TSE, entre 28 de agosto até o dia 1° de outubro fica aberto o período de exibição do popular "horário eleitoral gratuito" no rádio e televisão que corresponde ao primeiro turno. 

Também vale destacar que, desde o dia 06 de agosto está valendo o período de proibições consideradas "severas" às programações diárias de emissoras de rádio e TV, que ficam vedadas de: 

  • Transmitir imagens de pesquisas em formatos que identifiquem participantes ou manipulem dados;
  • Veicular qualquer tipo de propaganda política fora do horário reservado por lei;
  • Dar tratamento privilegiado a candidatos, partidos ou coligações;
  • Exibir filmes, novelas ou programas satíricos que contenham alusões negativas ou positivas aos candidatos.

Cabe frisar que fica aberto até 20 de agosto o prazo para requerer a votação em trânsito, serviço que permite que eleitores e eleitoras consigam votar mesmo fora de seu domicílio eleitoral

Conforme o Tribunal Regional Eleitoral do Estado (TRE-MS), para a "festa da democracia" deste ano a votação  em trânsito estará disponível tanto na Capital quanto na maior cidade do interior do Estado, nos municípios de Campo Grande e Dourados.

Distante 20 dias antes do 1° turno, a data de 14 de setembro fica marcada como limite para conclusão da chamada Cerimônia de Assinatura Digital e Lacração dos Sistemas Eleitorais pelo TSE, quando também se encerra o prazo para pedidos de apoio de transporte por comunidades indígenas e quilombolas.

Faltando 15 dias para o pleito, em 19 de setembro, aquelas pessoas candidatas aos cargos em disputa já não poderão ser detidas ou presas, a menos que a situação trata-se especificamente de um flagrante delito. 

Há um espaço semelhante de tempo para eleitoras e eleitores, que entre 29 de setembro até 06 de outubro também não poderão ser detidos ou presos, salvo de forma semelhante os casos flagrante delito, em decorrência de sentença criminal condenatória por crime inafiançável ou por desrespeito a salvo-conduto.

Fica estipulada também uma data de proibição total de transporte de armas e munições que é válida para colecionadores, atiradores e caçadores (CACs) em todo o território nacional, válida de 03 a 05 de outubro. 

No primeiro domingo de outubro, a votação deve começar às 07h pelo horário do Mato Grosso do Sul e terminar às 16h (sendo de 08h às 17h conforme a hora de Brasília). 

Por fim, no caso de um eventual segundo turno, a propaganda eleitoral em rádio e TV acontece entre 09 e 23 de outubro. No dia 10 do mês em questão os candidatos não poderão ser presos e em 19 chega à mesma data para os civis. Entre 24 a 26 fica estabelecida mais uma nova  restrição de porte e transporte de armas de fogo para CACs em território nacional.

 

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ELEIÇÕES 2026

Abertura oficial da campanha do PT em MS têm militância presente em peso

Ato político da coligação "Por um MS do Povo" contou com adesivaço e falas do candidato a governador Fábio Trad e Dona Gilda

16/08/2026 16h31

Trad estabelece um contraponto ao que classifica como

Trad estabelece um contraponto ao que classifica como "valores materiais e de opressão", saindo em defesa da transformação dos valores da gestão pública estadual. Reprodução/Divulgação

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Durante a manhã deste domingo (16) houve abertura oficial da campanha eleitoral da coligação "Por um MS do Povo", com direito a adesivaço e falas do candidato Fábio Trad e de sua vice, "Dona" Gilda Maria dos Santos, diante de uma presença em peso da militância e dos apoiadores do Partido dos Trabalhadores (PT) no Estado. 

Além disso, estiveram presentes no evento, realizado no número 749 da Via Park, alguns representantes regionais da sigla, como a candidata a deputada estadual Luiza Ribeiro, e os concorrentes à cadeira no Senado, no caso de Vander Loubet e Soraya Thronicke, que neste caso busca reeleição. 

Este ato marca agora a largada oficial da campanha, que segundo o candidato ao cargo de chefe do Executivo em MS foca no "resgate de valores e na disposição para corrigir os rumos do Estado, trabalhando para melhorar a vida de todas as famílias". 

Após o ato ecumênico houve adesivaço na Via Parque e, durante seu discurso, Fábio Trad apresentou balanço das agendas indicando a realização de mais de 300 reuniões espalhadas entre o interior do Estado e a Capital do Mato Grosso do Sul. 

"Começamos com muita garra e entusiasmo, mas sabendo das dificuldades que enfrentaríamos. Depois de 67 cidades e mais de 300 reuniões, chegamos a vocês neste dia com a chama da ideia nos unindo novamente", disse ele, aclamado pelos aplausos da militância do PT. 

Vale lembrar que a coligação chamada "Por um MS do Povo" reúne os partidos: Democrático Trabalhista (PDT), Socialista Brasileiro (PSB) e a Federação Brasil da Esperança, que engloba a sigla dos Trabalhadores; Verde e o Comunista do Brasil (PT-PV e PCdoB).

Corrida pelo governo de MS

Fábio Trad aparece ao lado de "Dona" Gilda Maria dos Santos como candidatos para comandarem a gestão do MS, entre os anos de 2027 e 2030, e relembrou em sua fala das batalhas recentes do campo progressista, tecendo críticas da postura de gestões passadas, citando episódios de hostilidade contra as pautas progressistas no país.

"Sei o que vocês passaram lá atrás, num processo hediondo e odioso de criminalização da imagem da esquerda. Coube a mim o destino de protagonizar essa nova  jornada, e farei tudo ao meu alcance para não decepcioná-los e não desonrá-los", disse.

Com diretrizes de longo prazo, o plano de governo do PT para MS estabelece um foco no crescimento econômico sustentável, que pretende passar pelo fortalecimento do serviço público enquanto ainda, devidamente, tenta lidar com a transição ecológica. 

Resumidamente, os 13 eixos do programa de governo do candidato do PT em MS estabelecem: 

  • Gestão pública moderna com transparência e participação social
  • Desenvolvimento econômico sustentável
  • Nova política estadual de incentivos fiscais
  • Saúde pública eficiente e acessível
  • Segurança pública cidadã e tecnológica
  • Trabalho digno e geração de renda
  • Educação para o futuro
  • Infraestrutura planejada e indutora de desenvolvimento
  • Cultura, esporte e lazer valorizados e com amplo acesso popular
  • Estado cuidador e inovador na assistência social e nos direitos humanos
  • Desenvolvimento agrário com agricultura familiar forte e repleta de oportunidades
  • Meio ambiente com Pantanal, Serra da Bodoquena e mudanças climáticas no foco
  • Turismo sustentável e agregador de valor

Trad estabelece um contraponto ao que classifica como "valores materiais e de opressão", saindo em defesa da transformação dos valores da gestão pública estadual.

"Queremos mudar com humanidade no coração e fazer um governo inclusivo. Um governo que eleve o patamar civilizatório deste estado, hoje de certa forma apegado a valores materiais, do dinheiro, do constrangimento, da opressão e da invisibilização — valores contra os quais sempre lutamos", citou. 

Além dele, sua candidata a vice-governadora, Dona Gilda, que estava inclusive na fundação do Partido dos Trabalhadores, usou do espaço para reforçar não somente o voto na chapa do PT em MS, mas também na votação que pode reeleger Lula ao quarto mandato. 

"Eu queria pedir para cada companheira, para cada companheiro, que mande energia, para que aquele que nos representa no projeto de democracia e soberania tenha toda a energia de Mato Grosso do Sul para ele nos representar neste momento, pra gente celebrar a vitória do povo, da classe trabalhadora, no primeiro turno”, completou. 
 

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