Política

PETROBRAS

Para Júnior Mochi, escândalos são ‘feridas abertas’

Para Júnior Mochi, escândalos são ‘feridas abertas’

DA REDAÇÃO

23/04/2014 - 00h00
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O presidente regional do PMDB e deputado estadual Júnior Mochi avaliou como “ferida aberta” os escândalos nacionais envolvendo o pré-candidato ao governo de Mato Grosso do Sul, senador Delcídio do Amaral (PT). “É como ferida. Se não estancar, sangra”, comparou. Além disso, para o peemedebista, a polêmica que relaciona o senador com rombos bilionários da Petrobras “naturalmente” trará reflexos negativos à campanha do petista e de seus aliados, segundo reportagem na edição desta quarta-feira (23) do jornal Correio do Estado.

“Por mais consolidada que esteja a liderança, qualquer que seja o escândalo trará reflexos. É natural”, opinou Mochi. Como são várias as denúncias relacionando financiamento de campanhas eleitorais de Delcídio com empresas ligadas à estatal brasileira, há possibilidade de os partidos no Estado ficarem receosos em fazer parte do palanque petista. Isto porque, automaticamente, a imagem desgastada do senador ficará vinculada àqueles que o apoiarem.

Câmara Municipal

Vereadores de Campo Grande acreditam que as denúncias envolvendo o nome do pré-candidato a governador do Estado senador Delcídio do Amaral (PT) devem diminuir as chances de a chapa petista conseguir angariar mais siglas para fechar aliança no próximo pleito. 

O receio é que o escândalo relacionado a Petrobras respingue na imagem dos partidos que eventualmente estiverem ao lado de Delcídio. A tentativa do senador de calar o Correio do Estado também pode pesar na hora de firmar parceria eleitoral, conforme os legisladores. A reportagem é de Tavane Ferraresi.
 

O que fazer?

Eleições: saiba como consultar locais de votação para o segundo turno

Checagem pode ser feita no-Título, Autoatendimento Eleitoral e ChatVot

24/10/2026 22h00

Reprodução / TSE

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Os 158 milhões de eleitores que vão às urnas neste domingo (25) para escolher o próximo presidente da República precisam checar o endereço da seção eleitoral antes de sair de casa. 

A orientação do Tribunal Superior Eleitoral é que os eleitores confiram, com antecedência, os locais de votação nos canais oficiais.

Aplicativo e-título

O aplicativo e-título pode ser baixado de forma gratuita em celulares Android e iOS nas lojas oficiais. Para consultar o local de votação é só abrir o aplicativo, digitar os dados solicitados e selecionar a opção “onde votar”. Vai aparecer a zona e a seção eleitoral com o endereço. É possível inclusive traçar a rota de como chegar ao local. 

Autoatendimento Eleitoral
O Autoatendimento Eleitoral está acessível nos postos do TSE e dos tribunais regionais eleitorais (TREs) de cada estado. Alí é possível consultar o local de votação em “onde votar”, além de outros serviços, como regularização de pendências, atualização de dados e emissão de documentos de forma remota, sem precisar comparecer a um cartório eleitoral.

ChatVote
O ChatVote é o assistente virtual da Justiça Eleitoral. Ele usa inteligência artificial para responder dúvidas e orientar sobre os serviços disponíveis. Também pode ser acessado na página do TSE. O ChatVote fica no lado esquerdo da página, na parte inferior. É um desenho de uma urna com olhinhos. É só clicar nela e fazer a pergunta. 

A votação do segundo turno ocorre no próximo dia 25 de outubro. As seções ficam abertas de 8h às 17h. O eleitor vai votar desta vez apenas para presidente da República e, em alguns estados, para governador. A disputa local ocorre no Acre, Amazonas, Distrito Federal, Espírito Santo, Rio Grande do Norte e Tocantins.

Eleições 2026

Transporte de indígenas deve ser aprovado por juiz, diz Nunes Marques

Presidente do TSE nega pedido da coligação Brasil Pronto Pra Mais

24/10/2026 21h00

Ministro Kassio Nunes Marques

Ministro Kassio Nunes Marques Foto: Divulgação / X

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O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Kassio Nunes Marques, negou pedido para que veículos e embarcações da Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai), Secretaria de saúde Indígena (Sesai) e do Ministério dos Povos Indígenas (MPI) possam transportar eleitores indígenas sem autorização prévia da Justiça Eleitoral.

O requerimento foi feito pela coligação Brasil Pronto Pra Mais, do candidato Luiz Inácio Lula da Silva.

Na decisão, Nunes Marques diz que esses veículos até podem fazer o transporte, mas que para cada transporte é preciso haver autorização do juiz competente. Além disso, será preciso informar antes os veículos ou embarcações utilizados, os condutores responsáveis, o horário, percurso e ponto de embarque. Também é necessário comunicar, de forma prévia, o Ministério Público Eleitoral e as agremiações políticas, para fiscalização. 

O ministro, porém, orientou os tribunais regionais eleitorais (TREs) a receber e analisar pedidos de transporte apresentados fora dos prazos ordinários, inclusive no dia da votação. 

Caso Vale do Javari
Na semana passada, a Justiça Eleitoral do amazonas negou pedido feito pela União dos Povos Indígenas do Vale do javari (Univaja) para que fossem fornecidos transporte fluvial, água e alimentos aos indígenas para que eles pudessem exercer o direito ao voto. Na quinta-feira (22), após acordo entre a organização e a Justiça Eleitoral, o TRE do Amazonas confirmou que os indígenas terão apoio logístico para votar. 

A lei eleitoral determina a obrigatoriedade de viagens municipais e intermunicipais no dia da eleição em todo o país. Esse transporte é de responsabilidade de prefeituras e governos e deve durar o dia todo. 

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