Política

ELEIÇÕES 2020

Por Bolsonaro, David quer partido que não concorra em 2022

Deputado estadual disse que se manterá fiel ao presidente, mesmo fora do PSL

RAFAEL RIBEIRO E IZABELA JORNADA

11/09/2019 - 11h39
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Supostamente insatisfeito no PSL, o deputado estadual Coronel David disse que se mudar de partido vai escolher sigla que não pretende ter candidato à Presidência da República em 2022. “Meu apoio é irrestrito ao Jair Bolsonaro”, declarou o parlamentar.

Uma das siglas que tem sido cogitada pelo parlamentar é o Democratas, partido dos ministros do primeiro escalão do presidente. 

Após conflitos internos em que David e a presidente do PSL regional, a senadora Soraya Tronick, se desentenderam por causa da escolha da liderança municipal, o deputado ficou com um certo desconforto e tem recebido muitos convites para abandonar a agremiação, cuja liderança está sendo considerada, por ele, “desleal e incoerente”.

Porém David disse que essa decisão ele só vai tomar após conversar com Bolsonaro. “Vou definir meu destino com Jair Bolsonaro”, disse.

O deputado declarou também que a ministra Tereza Cristina teria mencionado o nome dele para fazer parte da sigla em blog.

Ao ser indagado sobre a possibilidade de ir para o PSDB, como foi ventilado, David reforçou a postura de que não vai escolher nenhum partido que almeje candidatura à presidência da república para as próximas eleições. 

As especulações são de que o governador de São Paulo, João Doria seria o maior adversário de Bolsonaro em 2022 justamente pelos tucanos.

empate técnico

Lula tem 47% e Flávio 43% no segundo turno, diz BTG/Nexus

Na pesquisa anterior, de 13 de julho, Lula também registrou 47% e Flávio Bolsonaro 44%, um ponto porcentual a mais do que na mostra desta segunda

27/07/2026 07h10

Pesquisa feita entre os dias 24 e 26 de julho mostra que cenário da disputa entre Lula e Flávio segue estável

Pesquisa feita entre os dias 24 e 26 de julho mostra que cenário da disputa entre Lula e Flávio segue estável

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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) seguem tecnicamente empatados, no limite da margem de erro, em um eventual 2º turno das eleições presidenciais, de acordo com pesquisa BTG/Nexus divulgada nesta segunda-feira, 27. O petista, contudo, está numericamente à frente.

De acordo com o levantamento, Lula registra 47% das intenções de voto, enquanto Flávio alcança 43%, esses são os mesmos percentuais da pesquisa de 29 de junho. Na pesquisa anterior, de 13 de julho, Lula também registrou 47% e Flávio Bolsonaro 44%, um ponto porcentual a mais do que na mostra desta segunda. Brancos, nulos ou nenhum dos candidatos somam 9%. Já os eleitores que afirmaram não saber são 1%.

Na pesquisa agora divulgada, numa eventual disputa contra Romeu Zema (Novo) no 2º turno, o cenário também é de empate técnico, levando em conta a margem de erro de 2 pp. Lula teria hoje 46% e o ex-governador mineiro 42%. Brancos, nulos ou nenhum dos candidatos somam 11%, enquanto os que não sabem são 1%. Na pesquisa de 13 de julho, o presidente venceria o ex-governador de Minas Gerais por 47% a 40%.

No cenário contra Ronaldo Caiado (PSD), o cenário também é de empate técnico, com Lula pontuando 45% e o ex-governador de Goiás 43%. Brancos, nulos ou nenhum dos candidatos somam 10%. Eleitores que não sabem são 2%. Na pesquisa de 13 de julho, na simulação de 2º turno, Lula liderava com 47% e o ex-governador de Goiás registrava 38%.

Quando o candidato da oposição é o ativista Renan Santos (Missão), Lula seria reeleito por 47% a 39%, se a eleição fosse realizada hoje. Brancos, nulos ou nenhum dos candidatos somam 13%. Eleitores que não sabem são 2%. Na pesquisa de 13 de julho, na simulação de 2º turno, Lula também liderava com 49% e Renan tinha 35%.

A Nexus ouviu 2.004 entrevistados, com 16 anos ou mais, por telefone, de 24 a 26 de julho. A margem de erro é de 2 p.p., para mais ou para menos, com um nível de confiança de 95%. A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o código BR-01489/2026.

Eleições 2026

Caiado diz que, se eleito, vai dar indulto a Bolsonaro: 'Quero pacificar o País'

O ex-governador de Goiás considera que o debate polarizado entre o governo atual do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o bolsonarismo não traz benefícios concretos à população

26/07/2026 19h00

Caiado ao lado de Kassab e Nelsinho Trad

Caiado ao lado de Kassab e Nelsinho Trad Foto: Guilherme Correia / Sputnik Brasil - Reprodução

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Ronaldo Caiado, oficializado como candidato à Presidência pelo Partido Social Democrático (PSD) neste domingo, 26, reafirmou que pretende dar um indulto ao ex-presidente Jair Bolsonaro caso seja eleito. "Quando disse aquilo (promessa de anistia para Bolsonaro), disse e sustento. Vou sim tomar essa iniciativa no meu primeiro dia de governo, porque quero pacificar o País", disse em entrevista à CNN.

Bolsonaro foi condenado a 27 anos de prisão acusado de liderar uma organização criminosa voltada à tentativa de golpe de Estado e à subversão da ordem democrática.

O ex-governador de Goiás considera que o debate polarizado entre o governo atual do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o bolsonarismo não traz benefícios concretos à população. Caiado reiterou críticas que fez a Flávio Bolsonaro (PL) na oficialização da sua candidatura. Ele afirmou à CNN que a queda do adversário nas pesquisas é consequência de recentes denúncias. "Ele não tem dado respostas convincentes."

Tentando colocar-se como alternativa, Caiado disse aos correligionários esta manhã que o Brasil "não pode optar por aqueles que são os maiores rejeitados da política nacional".

Candidato à Presidência pela segunda vez

Caiado trocou o União Brasil pelo PSD no início do ano para ser candidato. Na nova sigla, enfrentou a concorrência do governador do Paraná, Ratinho Júnior, que era o favorito, mas acabou desistindo da candidatura, e do governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite.

Deputado federal por cinco mandatos, senador e duas vezes governador de Goiás, Ronaldo Caiado volta a disputar a presidência da República. Na primeira tentativa, em 1989, teve menos de 1% dos votos.

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