Política

ELEIÇÕES 2026

PP homologa candidatura de Marco Aurélio Santullo à Assembleia Legislativa

Aliado da senadora Tereza Cristina, dirigente progressista inicia campanha destacando experiência na administração pública, articulação política e diálogo com prefeitos do interior

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O PP oficializou a candidatura de Marco Aurélio Santullo, o "Santullo da Tereza", para disputar uma das 24 cadeiras da Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul nas eleições de 2026. 

Tesoureiro estadual da legenda e aliado da senadora Tereza Cristina (PP), principal liderança do partido no Estado, Santullo entra na disputa defendendo uma atuação voltada ao fortalecimento dos municípios, à ampliação de investimentos e à interlocução entre as administrações municipais, o governo estadual e a União.

Com trajetória ligada à administração pública e à articulação institucional, Santullo destaca a experiência acumulada ao longo da carreira como um dos principais diferenciais da candidatura. 

Durante o governo do ex-presidente da República, Fernando Henrique Cardoso (PSDB), ele atuou na área de relações institucionais, participando da interlocução com prefeitos e da viabilização de investimentos para diversas cidades sul-mato-grossenses.

Após a homologação da candidatura durante a convenção do partido, Santullo afirmou que o momento representa o fortalecimento do projeto político da legenda para o Estado.

"Hoje, participei da convenção do meu partido, o Progressistas, um importante momento de união e fortalecimento do nosso projeto para Mato Grosso do Sul. Seguimos juntos, com responsabilidade, compromisso e muito trabalho, construindo um futuro cada vez melhor para a nossa gente. Esse é o nosso compromisso com Mato Grosso do Sul", afirmou Santullo.

O candidato a deputado estadual pelo PP também fez questão de agradecer ao governador Eduardo Riedel (PP), que vai tentar a reeleição, e aos candidatos do PL ao Senado, o ex-governador Reinaldo Azambuja e o ex-deputado estadual Capitão Contar. 

"Também agradeço ao governador e candidato à reeleição Eduardo Riedel e aos candidatos ao Senado Reinaldo Azambuja e Capitão Contar. Seguimos unidos, com trabalho, responsabilidade e compromisso, construindo um projeto sólido para que Mato Grosso do Sul continue avançando e se fortalecendo cada vez mais. Vamos em frente”, completou.

Com o início oficial da campanha, Santullo afirma que pretende defender pautas voltadas ao desenvolvimento regional, à ampliação de investimentos estaduais e federais e ao fortalecimento do municipalismo, mantendo diálogo permanente com prefeitos, vereadores e lideranças locais.

A candidatura integra a estratégia do Progressistas de ampliar sua representação na Assembleia Legislativa com nomes de perfil técnico, experiência administrativa e forte presença política no interior do Estado.

Apoio de prefeitos

Nos últimos anos, também exerceu funções na direção estadual do PP, fortalecendo o relacionamento da legenda com lideranças políticas do interior. Esse trabalho consolidou sua proximidade com prefeitos e vereadores, que apontam sua capacidade de articulação como um dos pontos fortes de sua atuação política.

O prefeito de Rio Brilhante, Lucas Centenaro Foroni, afirmou que Santullo reúne experiência e credibilidade para representar Mato Grosso do Sul no Legislativo estadual.

"O Marco é um expoente também na política, uma pessoa que tem o meu respeito, muito correta, que nos ajudou muito. Tenho certeza de que vai somar muito na Assembleia. Ele tem o nosso apoio e, acima de tudo, o nosso respeito”, falou.

Em Aparecida do Taboado, o prefeito José Natan de Paula Dias ressaltou a contribuição de Santullo na articulação de projetos para o município, lembrando investimentos obtidos durante sua atuação na Fundação Nacional de Saúde (Funasa), que ajudaram na implantação da rede de esgoto em bairros da cidade.

"Mesmo exercendo cargos partidários, sempre ajudou a resolver as demandas do município. Hoje, junto com vários colegas prefeitos e com a senadora Tereza Cristina, estamos trabalhando e apoiando sua candidatura. Ele tem viabilidade política em Aparecida do Taboado pelo trabalho, pela seriedade e pelo grupo que construímos”, disse.

Já o prefeito de Nioaque, André Bueno Guimarães, destacou a experiência de Santullo na interlocução entre os municípios e Brasília e avaliou que o Progressistas apresenta uma chapa competitiva para a disputa proporcional. 

"Santullo, conhecido como 'Santullo da Tereza', sempre teve um olhar voltado aos municípios por meio da articulação com a nossa líder, a senadora Tereza Cristina. Ele conhece Brasília, tem bagagem e essa proximidade pode fazer a diferença. O Progressistas tem um quadro forte para a Assembleia Legislativa, e Santullo é um desses nomes”, pontuou.
 

PRESIDÊNCIA

Lula lidera 1º e 2º turnos contra Flávio Bolsonaro, aponta Pesquisa Genial/Quaest

Em eventual segundo turno, Lula venceria Flávio por 44% das intenções de voto a 39%, com 13% de votos brancos e nulos e 4% de indecisos

05/08/2026 07h17

Lula foi de 45% a 44% e Flávio, de 37% a 39% No comparativo das últimas três rodadas, os índices de ambos seguem estagnados

Lula foi de 45% a 44% e Flávio, de 37% a 39% No comparativo das últimas três rodadas, os índices de ambos seguem estagnados

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Pesquisa Genial/Quaest sobre a intenção de voto na eleição presidencial, divulgada nesta quarta-feira, 5, aponta que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) segue na liderança da simulação de um eventual segundo turno com o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ). O presidente venceria o candidato do PL por 44% das intenções de voto a 39%, com 13% de votos brancos e nulos e 4% de indecisos.

Ambos os candidatos oscilaram dentro da margem de erro de dois pontos porcentuais desde a rodada anterior da pesquisa, divulgada em julho. Lula foi de 45% a 44% e Flávio, de 37% a 39% No comparativo das últimas três rodadas, os índices de ambos seguem estagnados.

Lula também vence as simulações de segundo turno contra Renan Santos (Missão), Ronaldo Caiado (PSD) e Romeu Zema (Novo). O petista também está na liderança do cenário estimulado de primeiro turno, além de reunir o maior número de menções na pesquisa espontânea.

No primeiro turno, Lula também lidera a corrida ao Palácio do Planalto, registrando 39% de intenções de voto no cenário estimulado. A disputa é polarizada pelo petista e por Flávio Bolsonaro, que registrou 30% de menções. A terceira colocação é compartilhada por Renan Santos e Ronaldo Caiado, com 4% cada.

Eles são seguidos por Zema, com 2%. Cabo Daciolo, Augusto Cury e Samara Martins têm 1% cada. Clariana Barão, Edmilson Costa e Hertz Dias não pontuaram. São 10% os indecisos, e 8% pretendem votar branco ou nulo.

Os dados referem-se à pesquisa estimulada. Na modalidade espontânea, quando o entrevistado declara a intenção de voto sem ser apresentado às opções disponíveis, Lula registrou 25% de menções, seguido por Flávio Bolsonaro, com 18%. Outros nomes somam 5%. O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), preso e inelegível, foi citado por 1% dos entrevistados. Na espontânea, 51% dos eleitores declaram-se indecisos.

Aprovação

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) manteve os números de aprovação e de avaliação de seu governo em pesquisa Genial/Quaest divulgada nesta quarta-feira, 5, em um sinal de cenário estagnado em relação ao mês passado. Lula é aprovado por 48% e desaprovado por 47% dos entrevistados.

Quando questionados sobre a avaliação que fazem do governo, 36% fazem uma avaliação positiva, 36% fazem uma avaliação negativa e 26%, regular. São exatamente os mesmos porcentuais da pesquisa Genial/Quaest de julho.

Apesar disso, o presidente da República viu seu desempenho cair em outros tópicos da pesquisa. Para 55% dos entrevistados, por exemplo, o Brasil está indo na direção errada (eram 51% em julho), enquanto 38% dizem que está na direção certa (eram 39% no mês passado).

Além disso, mais pessoas consideraram que Lula não merece mais quatro anos como presidente da República. Em julho, 51% diziam que ele não merecia e 45%, que ele merecia. Agora, 55% dizem que ele não merece e 41%, que ele merece.

Outra pergunta com um sinal de atenção para o governo petista é o que avalia o que mais dá medo nos entrevistados: Lula ou Bolsonaro. Para 44%, é a volta da família Bolsonaro ao poder (eram 46% no mês passado). Para 41%, é a continuidade de Lula no poder (eram 38% em julho).

A pesquisa mostrou que cresceu a percepção nos entrevistados de que as notícias sobre o governo Lula, nesse último mês, foram mais negativas. Em julho, 40% acreditavam que o noticiário era mais negativo. Hoje, são 44%. Os que avaliavam que as notícias eram mais positivas eram 33% em julho e agora são 29%. Outros 25% disseram que não têm visto notícias (em julho, eram 23%).

Economia

A percepção dos entrevistados pela Genial/Quaest sobre a economia é de que a situação nos últimos 12 meses tem piorado: 43% afirmam que a economia está pior hoje em relação a um ano atrás (mesmo porcentual de julho). Mas cresceu a percepção de que tudo está do mesmo jeito: eram 33% em julho e agora são 35%. Os que acreditam que a economia melhorou eram 20% há um mês e agora são 19%.

Para 68% dos entrevistados, o preço dos alimentos subiu no último mês (em julho, eram 66%). Apenas 9% afirmam que o preço caiu (mesmo porcentual de julho). Outros 21% disseram que os preços continuam iguais.

A pesquisa mostra que a imensa maioria dos entrevistados acredita que o poder de compra da população tem caído gradualmente no último ano. Para 69%, o poder hoje é menor do que há um ano. Para 20%, o poder de compra é igual. Outros 10% dizem que ele é maior.

A percepção sobre o emprego melhorou em relação a julho. Os que consideram que está mais difícil conseguir um emprego caíram de 55% para 48%, enquanto os que consideram que está mais fácil subiram de 36% para 41%. A expectativa de melhora da economia é latente. Em julho, 39% diziam acreditar que a situação ia melhorar. Agora são 46%. Os que diziam que ia piorar eram 27%. Agora, são 24%. Outros 25% acreditam que tudo ficará como está.

Rejeição

Embora polarizem a disputa já no primeiro turno, Lula e Flávio Bolsonaro também são os candidatos mais rejeitados pelo eleitorado. O senador do PL é rejeitado por 54% dos eleitores, e o presidente, por 52%. Ronaldo Caiado (PSD) é rejeitado por 34%, Romeu Zema (Novo) por 32% e Renan Santos (Missão) por 20%.

A pesquisa Genial/Quaest entrevistou 2.004 pessoas entre os dias 31 de julho e 3 de agosto. A margem de erro é de dois pontos porcentuais, e o nível de confiança é de 95%. O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral sob o protocolo BR-06591/2026.

 

SOBERANIA

Tarcísio diz que não colocaria o boné de Trump novamente

No dia 20 de janeiro de 2025, Tarcísio publicou um vídeo nas suas redes sociais vestindo o acessório para comemorar a posse de Trump na presidência dos EUA

05/08/2026 07h11

"Uma coisa não tem nada a ver com a outra. Eu coloquei o boné naquela situação da posse", disse Tarcísio agora

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O governador de São Paulo e candidato à reeleição, Tarcísio de Freitas (Republicanos), afirmou nesta terça-feira, 4, que não voltaria a usar o boné do movimento "Make America Great Again" (Maga), do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, após o tarifaço imposto pelo governo americano a produtos brasileiros.

No dia 20 de janeiro de 2025, Tarcísio publicou um vídeo nas suas redes sociais vestindo o acessório para comemorar a posse de Trump na presidência dos Estados Unidos. Na legenda, o governador escreveu a frase "Grande dia! Make America Great Again".

"Uma coisa não tem nada a ver com a outra. Eu coloquei o boné naquela situação da posse", disse Tarcísio em entrevista à RedeTV!. "Não [colocaria de novo]. Mas eu acho que isso não tem nada a ver com aquilo que vem depois."

O chefe do Executivo paulista também minimizou a influência do ex-deputado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) sobre a decisão do governo americano e afirmou que o filho do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) não teria peso para determinar a medida.

Segundo Tarcísio, a atribuição de responsabilidade ao ex-parlamentar é uma "narrativa", uma vez que os Estados Unidos abriram há um ano uma investigação contra as práticas comerciais brasileiras e possuem interesses próprios.

Para mitigar os efeitos do tarifaço, Tarcísio afirmou que o governo paulista liberou e estabeleceu um calendário para o pagamento de créditos acumulados do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), a fim de dar fôlego financeiro às empresas. De acordo com o governador, a medida deve ser repetida em um eventual segundo mandato, caso o tarifaço seja mantido.

O governador acrescentou que cabe ao Itamaraty conciliar os interesses americanos com os do Brasil e observou que o País teve um ano para se preparar para o tarifaço.

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