Política

CIDADANIA

PSD lança curso de formação política

PSD lança curso de formação política

DA REDAÇÃO

29/04/2014 - 00h00
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   Antonio João e Gilberto Kassab participam do lançamento do curso de formação política

O Partido Social Democrático (PSD) lança em Brasília, às 11h desta terça-feira (29), o curso gratuito de formação política e que pode ser feito pela internet. O presidente regional da legenda, Antonio Jão Hugo Rodrigues, estará presente juntamente com o dirigente nacional da agremiação, Gilberto Kassab, bem como o ministro Guilherme Afif, da Micro e Pequena Empresa.

O lançamento poderá ser acompanhado no site nacional do partido (www.psd.org). CLIQUE. 

 "Nosso partido se preparou para que esse curso seja um meio das pessoas aprenderem sobre política de uma forma mais leve". Antonio João

A sede do diretório estadual, em Campo Grande (Rua Bahia, 493, centro), deverá receber filiados e simpatizantes do partido, além de interessados no curso. 

“Nosso partido se preparou para que esse curso seja um meio de filiados e não filiados, das pessoas em geral aprenderem e se informarem sobre política de uma forma apartidária e mais leve”, explicou Antonio João.

Iniciativa interativa

De acordo com as informações do PSD Nacional, a iniciativa é pioneira e o curso oferecido pelo Espaço Democrático utiliza técnicas inovadoras de ensino à distância com ferramentas de última geração e conteúdo de alta qualidade, desenvolvido por cientistas políticos.

Com roteiro criativo e imagens animadas em ambiente virtual, o curso está dividido em três módulos. O primeiro oferece conhecimentos básicos sobre teoria política. O segundo traz um apanhado sobre a política brasileira. E o terceiro enfoca as origens do PSD e suas principais bandeiras.

Os participantes do curso terão todos esses conhecimentos disponíveis no computador, no smartphone ou no tablet e poderão assistir às aulas a qualquer hora, de acordo com sua disponibilidade. O fio condutor é a história de personagens que vivem em uma cidade fictícia, onde reproduzem cenas do cotidiano para ressaltar a importância da atividade política.​

Declaração

Camilo Santana defende redução da maioridade: Se pode votar, pode assumir responsabilidades

Segundo Camilo, o governo não quis votar a redução da maioridade penal proposta pela oposição

16/10/2026 22h00

Camilo Santana, ex-ministro da Educação

Camilo Santana, ex-ministro da Educação Foto: Rafa Neddermeyer/ Agência Brasil

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O coordenador da campanha do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) à reeleição, senador Camilo Santana (PT-CE), defendeu a redução da maioridade penal em conversa com jornalistas nesta sexta-feira, 16. Nunca antes defendida pelo PT, agora o governo é favorável à criminalização de crimes hediondos cometidos por quem possui 16 e 17 anos.

"Nós defendemos que pode diminuir para 16 anos apenas para crimes que são crimes extremamente graves, como quem tira a vida de um cidadão e de uma cidadã brasileira. Se uma pessoa que tem 16 anos tem o direito de votar e escolher os seus representantes, ela também precisa assumir determinadas responsabilidades", declarou Camilo no quartel-general da campanha de Lula, em Brasília.

Segundo Camilo, o governo não quis votar a redução da maioridade penal proposta pela oposição ao governo porque eles buscavam atrapalhar a tramitação da proposta de emenda à Constituição (PEC) da Segurança Pública. O texto do PL era bem mais radical, propondo redução para 16 anos em todos os crimes e para 14 em caso de crimes hediondos.

A cartada do PL ocorreu um dia depois do governo Lula conseguir uma importante vitória com a aprovação da PEC que acabou com a escala de trabalho 6x1. O objetivo era desidratar o capital político do PT em um tema sensível para a esquerda.

Para se defender, o governo Lula decidiu abraçar a bandeira da maioridade penal para 16 anos em casos de crimes hediondos, que nunca foi pauta do PT. O próprio Camilo, que é senador, apresentou uma outra emenda proposto a atual ideia do Executivo

Em sabatina para a TV Globo na noite desta quinta-feira, 15, Lula disse defender a redução da maioridade penal para 16 anos em casos de crimes hediondos.

"Meu pensamento, enquanto cidadão brasileiro, é que no caso de todo e qualquer crime hediondo, sou favorável a diminuir a penalidade. Para crimes hediondos", disse o presidente na sabatina para o Jornal Nacional.

Regulamento

TSE define regras para canais de WhatsApp durante a campanha

Atualização de resolução da Corte eleitoral foi por unanimidade

16/10/2026 19h00

Foto: Antônio Augusto / TSE

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O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) definiu nesta sexta-feira (16) regras para o funcionamento de canais de WhatsApp que apoiam campanhas eleitorais. 

A decisão foi tomada após a guerra de liminares sobre o funcionamento do canal Exército do Lula, criado pelo deputado federal André Janones (Rede-MG) para apoiar a candidatura à reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

Por unanimidade, os sete ministros da Corte aprovaram uma atualização na resolução do TSE que trata da propaganda eleitoral na internet e da fiscalização dos canais de comunicação utilizados pelas candidaturas.

Conforme a decisão, canais que receberem apoio técnico ou financeiro das campanhas deverão ser registrados na Justiça Eleitoral.

O vínculo deverá ser estabelecido a partir do recebimento de recursos, ajuda técnica, além do direcionamento para página oficial do candidato.

O apoio espontâneo ou compartilhamento de materiais de campanha não poderão ser caracterizados como vínculo direto com a campanha. 

Se as regras não forem cumpridas, os canais poderão ser desativados até que a regularização seja providenciada. 

Na terça-feira (13), o presidente do TSE, Kassio Nunes Marques, determinou a reativação do canal Exército do Lula, após a campanha de Lula registrar o canal no tribunal, conforme determinação do ministro.

A reativação ocorreu após decisões conflitantes de Kassio e do ministro corregedor-geral do TSE, Villas Bôas Cueva, que havia liberado o canal.

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