Política

LDO E ORÇAMENTO

Relatores serão divulgados nesta quarta

Relatores serão divulgados nesta quarta

AGÊNCIA SENADO

16/04/2014 - 00h00
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Os relatores da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) e da Lei Orçamentária Anual (LOA) serão divulgados nesta quarta-feira (16). Ambos serão senadores do PMDB. A reunião da Comissão Mista de Orçamento (CMO), ontem (15), não obteve o quórum necessário para votações e foi rapidamente encerrada pelo presidente do colegiado, deputado federal Devanir Ribeiro (PT-SP), que agendou nova reunião para a próxima semana.

Devanir disse que o líder do PMDB no Senado, Eunício Oliveira (CE), ainda estava ouvindo a bancada do partido para definir os relatores, para divulgar os nomes nesta quarta.
- O PMDB é quem indica o relator da LDO e o relator-geral. Tudo indica que o relator do Orçamento será o senador [Romero] Jucá [RR]. Da LDO, ainda não sei. Os outros relatores já foram indicados, já está fechado. Vamos aguardar a reunião da próxima terça para começarmos a discutir a LDO – disse Devanir Ribeiro.

A proposta de LDO encaminhada pelo Executivo ao Congresso nesta terça indica salário mínimo de R$ 779,79 a partir de 2015 (aumento de 7,71%). A inflação prevista é de 5%; o PIB de 3%; e o superávit primário de 1,9%. O senador Romero Jucá preferiu não se manifestar e apenas confirmou que o colega Eunício Oliveira divulgará as indicações do partido para as relatorias das peças orçamentárias em breve. O relator da LOA também é chamado de relator-geral ou relator do Orçamento.

Separação

Relator vai separar emendas sobre maioridade penal para não atrasar votação da PEC da Segurança

Ideia é que não haja modificação na PEC da Segurança no Senado

15/10/2026 15h00

Rogério Carvalho (PT-SE)

Rogério Carvalho (PT-SE) Foto: Divulgação

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O relator da PEC da Segurança Pública, Rogério Carvalho (PT-SE), afirmou nesta quinta-feira, 15, que as emendas sobre a redução da maioridade penal, tanto a encampada pelo governo quanto a da oposição, não serão apreciadas com a proposta. Segundo o senador, ele pedirá a tramitação autônoma das duas, que se tornarão novas Pécs.

A ideia, de acordo com Carvalho, é que não haja modificação na PEC da Segurança no Senado, o que obrigaria que o texto voltasse para a Câmara - onde já foi aprovado sem o tema da maioridade penal.

Uma emenda que trata sobre o tema foi apresentada pelo senador Rogério Marinho (PL-RN), coordenador da campanha de Flávio Bolsonaro (PL-RJ) à Presidência da República. O texto estabelece a redução da maioridade penal para 16 anos na maior parte dos crimes e para 14 anos em crimes como tráfico de drogas e organização criminosa.

Outra será apresentada pelo líder do PT no Senado, Camilo Santana (PT-CE). Nesse caso, a emenda trata da redução da maioridade penal para 16 anos apenas em caso de crimes hediondos, como homicídio, tortura e estupro, sem incluir delitos de menor gravidade, como furto.

Na Câmara, o tema foi descartado por uma articulação do próprio governo Lula com o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), que impediu que a redução fosse incluída no texto pelo deputado Mendonça Filho (PL-PE), relator da PEC naquela Casa.

Política

Ex-deputado Roberto Razuk morre aos 85 anos

Patriarca da família Razuk estava em coma induzido em razão de uma grave infecção pulmonar

15/10/2026 14h31

Ex-deputado Roberto Razuk

Ex-deputado Roberto Razuk Foto: Divulgação

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Aos 85 anos, o ex-deputado Roberto Razuk faleceu na manhã desta quinta-feira (15), no Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo. A morte foi confirmada por sua esposa Délia Razuk, ex-prefeita de Dourados. 

O patriarca da família Razuk estava em coma induzido em razão de uma grave infecção pulmonar. Conforme apurado pelo Correio do Estado, não haverá velório e seu corpo será cremado em São Paulo. 

Pai do ex-deputado Neno Razuk, Roberto Razuk nasceu em Campo Grande em 1941 e foi deputado estadual por duas legislaturas consecutivas entre 1987 e 1995. 

Exerceu seu primero mandato pelo Partido da Frente Liberal (PFL). No mandato seguinte, foi deputado pelo PDT. 

Foi preso em novembro de 2025 em Dourados, na 4ª fase da Operação Sucessione, realizada pelo do Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado (Gaeco) por envolvimento em esquema do jogo do bicho.

Desde sua prisão, necessitava de cuidados especiais em razão de dois procedimentos para retirada de tumores e cumpria prisão domiciliar. 

De acordo com o MPMS, a família Razuk possui longo histórico de atuação na contravenção dentro de Mato Grosso do Sul. O patriarca Roberto Razuk teria administrado a exploração do jogo do bicho na região sul do Estado, especialmente em Dourados, dentro da divisão territorial atribuída a Fahd Jamil, outro nome apontado pelo MPMS como uma espécie de barão da contravenção.

A estrutura então administrada por ele teria sido herdada pelo filho, ex-deputado Neno Razuk. Segundo denúncia apresentada pelo Ministério Público que culminou na prisão de ambos, a organização buscava ampliar sua área de influência após a queda da família Name. 

 

Atualizdo às 14h50

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