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CGU aponta fraude em licitação para construir creches em Três Lagoas

Empreiteira com proposta mais cara venceu a concorrência; duas construtoras apresentaram preços menores, mas foram desclassificadas

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Auditoria preparada pela CGU (Controladoria Geral da União) identificou irregularidades no processo licitatório para a escolha de empreiteiras na construção de dois Ceinfs (Centro de Educação Infantil) em Três Lagoas, cidade distante 309 quilômetros de Campo Grande. 

As obras já estão prontas e foram erguidas com recursos e parceria entre a prefeitura da cidade e a União, por meio de repasse vindo do FNDE (Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação).

As duas unidades educacionais consumiram em torno de R$ 2,5 milhões.

De acordo com a CGU, no desfecho da inspeção, foram reparados "cláusulas editalícias com potencial de restringir indevidamente a competitividade das concorrências".

Os Ceinfs, entre o processo licitatório e a execução das obras ocorreram nas gestões da ex-prefeita Márcia Moura, do MDB e do atual Ângelo Guerreiro, do PSDB.

AINDA NA GESTÃO DILMA

As obras em questão foram conduzidas pelo Ministério da Educação no âmbito da segunda etapa do PAC2 (Plano de Aceleração do Crescimento), na gestão da ex-presidente Dilma Roussef (2011-2016) com duas ações: construção de creches por meio do Programa Nacional de Reestruturação e Aquisição de Equipamentos para a Rede Escolar Pública de Educação Infantil (ProInfância) e construção e cobertura de quadras esportivas.

A concorrência processada pela prefeitura previa a construção dos Centros de Educação Infantil nos loteamentos Jardim das Flores e Jardim das Acácias em Três Lagoas.

Venceu a disputa a WLH Construções, em maio de 2016, pela "menor proposta", de R$ 1.910.619,12. Duas empreiteiras que apresentaram propostas menores foram desclassificadas sob protesto da CGU (ver logo abaixo)

No entanto, segundo a auditoria da CGU, "após seis medições não havia ainda liberação dos recursos por parte do FNDE, o que ocasionou a paralisação da obra e consequente rescisão contratual com a empresa construtora".

No fim de 2019, uma nova licitação foi aberta e venceu o pleito a Poligonal Engenharia e Construções.

Na apuração, a controladoria diz o motivo do levantamento acerca da obra, já pronta, e iniciada lá atrás, em 2016, há sete anos.

"O objeto foi selecionado em razão do significativo atraso para conclusão das obras, as quais se iniciaram em 2016 e foram concluídas durante a realização desta auditoria, o que representa um elevado risco de perda dos recursos já aportados, sem que a população estivesse utilizando o espaço, durante os trabalhos desta auditoria".

A inspeção da CGU sustenta em dado trecho que "em análise aos processos das concorrências nº 05/2016 e 06/2016, constatou-se que os avisos das licitações não foram publicados em jornal", conforme determina a regra.

Em seguida, surge no relatório, uma justificativa alegada pela prefeitura:

"Embora não haja comprovante de publicação dos avisos dos editais no Diário Oficial da União, a prefeitura de Três Lagoas logrou êxito em comprovar que, de fato, ocorreram as publicações no veículo oficial".

Depois, técnicos da CGU arrematam a suspeita de irregularidade:

"Assim, verificou-se que os editais das concorrências nº 05/2016 e 06/2016 não foram publicados em jornal de grande circulação, conforme preconiza o artigo 21 da Lei 8666/932". 

Ou seja, a prefeitura provou ter feito publicações acerca da concorrência, contudo, apenas em veículo de comunicação oficial.

Noutra contestação, a CGU diz no relatório que "os editais [da concorrência] proibiram a apresentação de documentos (recursos e impugnações) e solicitação de informações ou esclarecimentos por e-mail ou fax", contrariando determinação do Tribunal de Contas da União.

Os editais da prefeitura de Três Lagoas, impediram, ainda, segundo o relatório da CGU "que empresas consorciadas participassem" da concorrência.

"No entanto, entende-se que a proibição deve vir fundamentada, de forma sólida, no procedimento licitatório. A vedação à participação de empresas em consórcio pode, em dadas circunstâncias, contribuir  para a ocorrência de restrição ao caráter competitivo das licitações, impossibilitando a Administração de obter a proposta mais vantajosa para a contratação almejada. Portanto, a Administração, para impor tal rejeição, deve observar rigorosamente os princípios da motivação e da razoabilidade". E isso não ocorreu, segundo a inspeção.

O relatório indica também como irregularidade o fato de a prefeitura ter exigido que os "licitantes disponham de responsável técnico no quadro permanente durante a fase de habilitação".
Sustentou a CGU, como meio de reforçar a tese da ilegalidade na licitação:

"A referida exigência, como requisito de habilitação, não encontra respaldo na jurisprudência, uma vez que cria para a licitante despesa antecipada e desnecessária, na medida em que esta necessita contratar para seu corpo de empregados responsável técnico para assumir a responsabilidade de obra a qual sequer há certeza de ser concretizada".

Seguiu o relatório: "portanto, resta demonstrado que o mencionado requisito do edital materializou indevida restrição à competitividade da licitação, limitando o universo de potenciais participantes do procedimento, pois empresas que não dispunham do profissional em seu quadro permanente ou societário dificilmente contratariam tal profissional unicamente para participar do certame, sem a certeza de adjudicação do objeto".

O relatório indica também que na primeira licitação, vencida pela WHL, a prefeitura desclassificou outras duas empreiteiras que tinham cobrado preço menor para a conclusão das obras.

A proposta da T2 Engenharia e Arquitetura Indústria e Comércio Ltda era a de construir os Ceinfs por R$ 1,6 milhão. E a Concresp Empreendimentos Imobiliários, R$ 1,8 milhão.

E venceu a WLH Construções, que pegou as obras por R$ 1,9 milhão. No entanto, esta empreiteira deixou os canteiros das obras por atraso nos repasses.

"No dia 05 de julho de 2016, a empresa WHL Construções Eireli apresentou recurso contra a classificação das propostas das empresas Concresp Empreendimentos Imobiliários e T2 Engenharia e Arquitetura Indústria e Comércio Ltda", destacou a inspeção da Controladoria.

Diz a inspeção que a "desclassificação [foi] indevida das empresas T2 Engenharia e Arquitetura Indústria e Comércio Ltda. EPP e Concresp Empreendimentos Imobiliários na Concorrência nº 05/2016".

ILEGALIDADE

Em síntese, a comissão de licitação da prefeitura desclassificou a proposta da empresa T2 Engenharia e Arquitetura Indústria e Comércio Ltda EPP em razão de supostas irregularidades no BDl (Benefício e Despesas Indiretas), uma vez que a referida empresa apresentou alíquota de INSS de incidência sobre a receita bruta, em porcentagem inferior a determinação legal, aplicando 2,0% quando deveria ser de 4,5%, nos termos da Lei nº 13.161/2015.

Pela inspeção da Controladoria, quanto à desclassificação da empresa T2 Engenharia e Arquitetura Indústria e Comércio Ltda, em que pese o parecer da CPL, o TCU possui jurisprudência no sentido de considerar irregular a desclassificação de propostas que contenham erros materiais nas planilhas de custos e preços, cabendo à licitante suportar o ônus decorrente do seu erro, no caso da Administração considerar exequível a proposta.

"No presente caso, tanto a Comissão Permanente de Licitação não realizou diligências à empresa T2 Engenharia e Arquitetura Indústria e Comércio Ltda, tampouco verificou a exequibilidade da proposta apresentada, nos termos do § 3º do artigo 43 e inciso II do artigo 48 da Lei 8.666/93", diz o relatório.
Ainda de acordo com a apuração da CGU, "portanto, chega-se à conclusão de que houve, em tese, desclassificação indevida das empresas T2 e Concresp, o que acabou por beneficiar a empresa WLH".

DESFECHO

Por fim, de acordo com a CGU, "apurou-se que as obras estão concluídas. Até o momento da inspeção física realizada nas obras, constatou-se que a execução dos objetos dos Termos de Compromisso PAC2 nº 10869/2014 e 10647/2014 foi compatível com os pagamentos realizados. Além disso, não foram identificadas desconformidades nos preços contratados, com base em amostra analisada. No entanto, foram identificadas cláusulas editalícias com potencial de restringir indevidamente a competitividade das Concorrências nº 05/2016, 06/2016, 11/2019 e 12/2019, bem como outras impropriedades nos certames".

 

 

Força-tarefa

Após temporal, Campo Grande vai ao Planalto em busca de ajuda federal

Reunião articulada por Vander Loubet será realizada na terça-feira (15) e deve reunir Prefeitura, Estado e Câmara para apresentar os prejuízos e buscar recursos para a recuperação da Capital.

11/09/2026 19h38

Estragos provocados pelo temporal em Campo Grande serão apresentados ao Governo Federal em reunião no Palácio do Planalto.

Estragos provocados pelo temporal em Campo Grande serão apresentados ao Governo Federal em reunião no Palácio do Planalto. Foto: Paulo Ribas/Correio do Estado.

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Os estragos deixados pelo forte temporal que atingiu Campo Grande na quinta-feira (10) serão levados ao Palácio do Planalto na próxima semana. O deputado federal e pré-candidato ao Senado Vander Loubet (PT-MS) articulou uma reunião com o Governo Federal para apresentar a dimensão dos prejuízos e buscar apoio da União para a recuperação da Capital.

A agenda está marcada para a próxima terça-feira (15), às 10h, em Brasília, com o ministro-chefe da Secretaria de Relações Institucionais da Presidência da República, José Guimarães.

Vander convidou a prefeita Adriane Lopes, que já confirmou presença, o governador Eduardo Riedel e um representante da Câmara Municipal de Campo Grande. A intenção é reunir diferentes esferas do poder público em torno das medidas necessárias para enfrentar os prejuízos deixados pela tempestade.

A reunião foi marcada para terça-feira justamente para que as equipes responsáveis tenham tempo de concluir o levantamento dos danos e dimensionar o tamanho da conta deixada pelo temporal.

Esses dados deverão subsidiar tanto os pedidos de apoio que serão apresentados ao Governo Federal quanto a análise de um eventual decreto de calamidade pública, a depender da extensão dos prejuízos identificados pelo Município.

“Agora é hora de unir forças e buscar respostas rápidas para Campo Grande”, afirmou Vander.

Estragos provocados pelo temporal em Campo Grande serão apresentados ao Governo Federal em reunião no Palácio do Planalto.Deputado federal Vander Loubet articulou reunião no Palácio do Planalto para discutir apoio federal a Campo Grande após temporal. Foto: Arquivo.

Temporal deixou rastro de destruição

A mobilização por recursos federais ocorre após uma tempestade que, em poucos minutos, mudou o cenário de diferentes regiões de Campo Grande.

O temporal começou por volta das 17h30 de quinta-feira e teve seu período mais intenso concentrado em aproximadamente 20 a 30 minutos.

Apesar da curta duração, a combinação de chuva forte, ventania e grande quantidade de raios foi suficiente para derrubar árvores, atingir a rede de energia, danificar imóveis e estruturas e bloquear vias.

As rajadas de vento chegaram a quase 84 quilômetros por hora. Segundo o meteorologista Natálio Abrahão, em apenas 36 minutos foram contabilizados 3.095 raios sobre Campo Grande, número que ajuda a dimensionar a força da tempestade.

A intensidade da ventania ficou registrada em vídeos feitos por moradores. Durante os momentos mais fortes, a chuva era praticamente carregada horizontalmente pelo vento e a visibilidade caiu consideravelmente em algumas ruas.

Pouco depois do início da tempestade, começaram a surgir os primeiros registros de árvores e galhos espalhados pelas vias.

Árvores de grande porte foram arrancadas ou tiveram partes da estrutura quebradas, algumas delas ficando atravessadas sobre ruas e impedindo a passagem de veículos.

A queda de árvores também atingiu a infraestrutura elétrica. Postes, cabos e outros componentes da rede foram danificados, provocando interrupções no fornecimento de energia em diferentes pontos da Capital.

Os estragos atingiram também imóveis particulares. Em uma das ocorrências registradas após a tempestade, um muro não resistiu à força do vento e desabou sobre um Volkswagen Fox que estava estacionado na esquina das ruas Antônio Corrêa e Fernando Corrêa.

Telhados e estruturas mais leves também foram atingidos pela ventania, enquanto ruas ficaram tomadas por galhos, folhas e outros materiais carregados pelo vento.

Esplanada Ferroviária também foi atingida

Na região central, a força da tempestade deixou marcas na Esplanada Ferroviária, uma das áreas históricas de Campo Grande.

Imagens feitas logo depois do temporal mostraram uma estrutura metálica retorcida e derrubada pela força do vento, com partes espalhadas pela área. A chuva ainda caía quando os danos foram registrados.

Estragos provocados pelo temporal em Campo Grande serão apresentados ao Governo Federal em reunião no Palácio do Planalto.Cobertura da Esplanada Ferroviária foi arrancada pela força do temporal e ficou espalhada pela Avenida Calógeras, em Campo Grande. Foto: Paulo Ribas/Correio do Estado.

Árvores também caíram na região e houve ocorrências envolvendo a rede elétrica, ampliando o risco para quem circulava pelo local após a tempestade.

O cenário encontrado na Esplanada se repetiu, em diferentes proporções, por vários pontos da cidade: árvores no chão, vias parcialmente bloqueadas, estruturas danificadas e equipes mobilizadas para liberar ruas e reduzir os riscos à população.

A tempestade também expôs problemas em equipamentos públicos. Na UPA Universitário, pacientes registraram momentos de apreensão durante a chuva após parte da estrutura do teto apresentar problemas em meio ao temporal. As imagens mostraram água entrando na unidade e usuários assustados com a situação.

Os danos espalhados pela Capital fizeram com que os trabalhos avançassem pela noite de quinta-feira e continuassem nesta sexta-feira (11), principalmente para retirada de árvores, liberação de vias e recuperação da rede elétrica.

Quase 24 horas sem energia

Para parte dos moradores, os efeitos do temporal continuaram mesmo depois de o céu abrir. Nesta sexta-feira, famílias de diferentes regiões de Campo Grande ainda relatavam falta de energia, em alguns casos se aproximando de 24 horas desde a passagem da tempestade.

Entre os bairros e regiões com relatos de consumidores ainda afetados estavam Vila Olinda, Jardim São Bento, Itanhangá Park, Jardim Monte Líbano, Residencial Maria Aparecida Pedrossian, Vila Carlota, Oliveira e União.

Logo após o temporal também houve registros de interrupção em regiões como Amambaí, Piratininga, Guanandi, Centro, Vila Margarida, Jardim Veraneio, Vivendas do Bosque e José Abrão.

A demora no restabelecimento provocou uma série de transtornos dentro das residências. Sem eletricidade, moradores passaram a improvisar para carregar celulares, conservar alimentos e manter atividades básicas da rotina.

Em alguns imóveis, a falta de energia também afetou o funcionamento de bombas utilizadas no abastecimento de água.

A Energisa informou que, até as 5h30 desta sexta-feira, havia restabelecido o fornecimento para 77% dos clientes atingidos pelo temporal. Diante do volume de ocorrências, equipes foram reforçadas e profissionais de outros estados mobilizados para auxiliar nos reparos.

O trabalho envolve situações que exigem intervenções mais complexas, principalmente nos locais onde árvores atingiram diretamente postes, transformadores e cabos da rede.

Por isso, mesmo 24 horas após a tempestade, os reflexos ainda eram sentidos por moradores de diferentes regiões da Capital.

Conta dos prejuízos ainda está sendo calculada

É justamente esse conjunto de danos que deverá compor o levantamento a ser apresentado em Brasília. Até terça-feira, Prefeitura e demais órgãos envolvidos deverão avançar na contabilização dos prejuízos causados à infraestrutura pública e identificar as áreas que precisarão de intervenções para recuperação.

Além dos danos visíveis em árvores, ruas, imóveis e rede elétrica, o levantamento poderá apontar custos relacionados à limpeza da cidade, recuperação de equipamentos públicos, retirada de estruturas comprometidas e demais serviços emergenciais realizados depois da tempestade.

Com os números em mãos, a comitiva pretende apresentar ao Governo Federal as necessidades consideradas mais urgentes e discutir de que maneira a União poderá participar da recuperação de Campo Grande.

Os dados também deverão pesar na análise sobre a necessidade de um eventual decreto de calamidade pública, medida que depende da avaliação da extensão dos danos e da capacidade do poder público local de responder aos prejuízos.

“Campo Grande vive um momento difícil e precisa de união. Nosso papel é abrir os caminhos em Brasília, levar a dimensão dos prejuízos ao Governo Federal e trabalhar para que o apoio chegue o mais rápido possível às pessoas. É hora de cuidar da nossa cidade”, concluiu Vander.

A reunião no Planalto, portanto, acontecerá quatro dias depois de uma tempestade que durou poucos minutos em sua fase mais intensa, mas deixou consequências que ainda eram enfrentadas pelos campo-grandenses nesta sexta-feira. O tamanho financeiro desses estragos é justamente o próximo número que a Capital terá de descobrir.

Advocacia pública

Adriano Arrias de Lima é reeleito presidente da Aprems

Associação dos Procuradores do Estado de Mato Grosso do Sul reelege procurador para comandar entidade no triênio 2026-2029

11/09/2026 19h29

Diretoria da Aprems eleita para o próximo triênio

Diretoria da Aprems eleita para o próximo triênio Eduardo Miranda

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O procurador do Estado Adriano Aparecido Arrias de Lima foi reeleito presidente da Associação dos Procuradores do Estado de Mato Grosso do Sul (Aprems) para o triênio 2026-2029. A chapa Aprems Unida foi eleita na tarde desta sexta-feira (11), durante votação realizada na sede da entidade, em Campo Grande.

Adriano seguirá à frente da associação ao lado do procurador Wagner Moreira Garcia, que permanece na vice-presidência. A nova diretoria também será formada por José Wilson Costa Ramos Júnior, como secretário; Neusa Miranda e Silva, como diretora tesoureira; Norton Riffel Camatte, como diretor de Prerrogativas; Bruno César dos Santos Pereira, como diretor de Comunicação; Henri Dhouglas Ramalho, como diretor de Acompanhamento Legislativo; Maria Fernanda Carli de Freitas, como diretora Administrativa; e Ludmila dos Santos Russi, como diretora Social e Cultural.

Após a eleição, o presidente da Aprems agradeceu o apoio recebido dos procuradores do Estado e destacou o trabalho desenvolvido pela diretoria nos últimos dois anos. Segundo Adriano, a continuidade à frente da entidade representa também um compromisso de buscar novos avanços para a carreira.

“Nos últimos dois anos, todos os diretores se empenharam muito para que a carreira pudesse receber sempre o melhor, e este voto de confiança que recebemos é também recebido como um compromisso. A gente vai continuar se doando ao máximo para que a gente possa conseguir cada vez mais avanços e direitos para os procuradores”, afirmou.

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