Política

SUPREMA CORTE

Ricardo Lewandowski é eleito presidente do STF

Ricardo Lewandowski é eleito presidente do STF

Redação

13/08/2014 - 15h11
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O ministro Ricardo Lewandowski foi eleito nesta quarta-feira (13) presidente do STF (Supremo Tribunal Federal). Durante a sessão os ministros também elegeram Cármen Lúcia como sua vice.
A eleição no STF respeita uma tradição. Sempre é eleito o ministro com mais tempo de corte que ainda não assumiu a presidência.

Lewandowski terá um mandato de dois anos a partir de sua posse, que deve acontecer no dia 10 de setembro.

Após a eleição Lewandowski agradeceu os votos dos colegas e disse que irá "honras as tradições mais que seculares do STF e cumprir e fazer respeitar a consagrada liturgia" da corte.

A ministra Cármen Lúcia, por sua vez, disse que será uma "vice mineira, quase invisível".

 Lewandowski

Formado em pela Faculdade de Direito de São Bernardo do Campo, Lewandowski fez mestrado e doutorado na USP, onde é professor titular do departamento de Direito.
Em 1990 Lewandowski foi indicado pelo quinto constitucional a uma vaga no Tribunal de Alçada Criminal de São Paulo. Sete anos depois foi indicado para o TJSP (Tribunal de Justiça de São Paulo).

Lewandowski chegou ao STF em 2006, indicado pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Em 2010, na presidência do TSE (Tribunal Superior Eleitoral), foi defensor da Lei da Ficha Limpa.
Mais recentemente, durante o julgamento do processo do mensalão no STF foi revisor do processo e principal contraponto ao relator, Joaquim Barbosa, com quem bateu boca em plenário em diversas ocasiões.

racha na direita

Caiado eleva o tom e diz que candidatura de Flávio está 'afundando'

"O barco está afundando e os aliados já começaram a pular fora!", escreveu Caiado no X depois de a federação entre PP e União Brasil recuar do apoio à candidatura de Flávio

11/07/2026 07h34

Pré-candidado pelo PSD, Ronaldo Caiado tenta conquistar eleitores que até aqui preferem Flávio Bolsonaro

Pré-candidado pelo PSD, Ronaldo Caiado tenta conquistar eleitores que até aqui preferem Flávio Bolsonaro

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Ronaldo Caiado (PSD), pré-candidato à Presidência, comentou nesta sexta-feira, 10, sobre o enfraquecimento político do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ). "O barco está afundando e os aliados já começaram a pular fora!", escreveu Caiado no X, ao compartilhar reportagem do G1 sobre a decisão da federação entre PP e União Brasil de recuar do apoio à candidatura de Flávio.

A federação entre PP e União Brasil deve adotar neutralidade na disputa presidencial, liberando diretórios estaduais para negociar alianças conforme interesses regionais. A orientação ganhou força após desgastes entre Flávio e dirigentes, incluindo a insatisfação de Ciro Nogueira (PP) com a ausência de apoio público do senador durante investigação sobre o Banco Master, e o desconforto do União Brasil após a prisão do aliado Márcio Canella no Rio.

Caiado endureceu às críticas ao adversário nos últimos dias. Ainda na manhã desta sexta-feira, afirmou que Flávio e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) são "farinha do mesmo saco".

"Quando o assunto é tarifaço, Lula não faz nada porque quer se beneficiar com a briga e Flávio Bolsonaro só pensa na própria eleição. Os interesses do Brasil não podem ficar em segundo plano!", afirmou Caiado em outra publicação do X.

Na quinta-feira, 9, Caiado disse que a disputa entre os nomes de Flávio e Lula configura uma "candidatura dos rejeitados", em referência aos altos índices de rejeição de ambos. Ele questionou se a eleição de 2026 se resume a um "jogo de revanche" entre bolsonaristas e petistas.

Na quarta-feira, 8, após o evento "Agenda dos Presidenciáveis", Caiado já havia dito que um voto em Flávio equivale a um voto pela reeleição de Lula. "Diante do cenário atual, muitos não querem confessar, mas se você votar no Flávio vai reeleger o Lula", afirmou.

0 pré-candidato também classificou de "inaceitável" o pedido do senador ao governo dos Estados Unidos para adiar para depois das eleições brasileiras a cobrança de tarifas de 25% sobre produtos do País.

Política

Flávio Bolsonaro defende Valdemar Costa Neto e critica atuação 'de forma seletiva' da PF

Valdemar teve R$ 119 milhões de bens bloqueados por determinação do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Flávio Dino

10/07/2026 22h00

Flávio Bolsonaro concorrerá à presidência do Brasil este ano

Flávio Bolsonaro concorrerá à presidência do Brasil este ano Divulgação

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O pré-candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro (PL-RJ) defendeu o presidente do PL, Valdemar Costa Neto, e disse que a Polícia Federal vem "atuando de forma seletiva". A declaração foi publicada em rede social nesta sexta-feira, 10.

Valdemar teve R$ 119 milhões de bens bloqueados por determinação do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Flávio Dino.

Segundo a investigação da Polícia Federal, o dirigente teria utilizado servidores da Câmara dos Deputados para direcionar a ele mesmo recursos herdados do orçamento secreto - caso revelado pelo Estadão em maio de 2021. Para Flávio, a atuação de Valdemar, que não tem mandato como deputado ou senador, é "natural".

"Tenho certeza que o presidente Valdemar saberá dar todas as respostas aos pontos levantados. Como presidente do maior partido do Brasil, é natural que ele atue politicamente junto a deputados federais, em especial os do próprio PL. Lamentável ver a PF atuando de forma seletiva para constranger um adversário político do atual governo. A Polícia Federal, que diz não ter efetivo, nem recursos para investigar as denúncias contra Lulinha, filho do presidente Lula, mais uma vez mobiliza recursos para atacar adversários do presidente. Essa perseguição precisa parar", escreveu.

A investigação da Polícia Federal na Operação Transparência, deflagrada em dezembro de 2025, aponta que Valdemar "contava com autonomia para direcionar recursos de emendas conforme sua cota pessoal e particular, atribuída a partir de sua condição de presidente da sigla".

O direcionamento das emendas, segundo a PF, era operado por Mariângela Fialek, conhecida como "Tuca", ex-assessora do deputado federal e ex-presidente da Câmara Arthur Lira (PP-AL). Ela trabalhou no gabinete de Lira entre março de 2021 e o início de 2025, quando passou a atuar na liderança do Progressistas (PP) na Casa, partido do ex-presidente da Câmara.

Principal alvo da Operação Transparência, Mariângela Fialek teve seu aparelho celular analisado pela Polícia Federal, que constatou um "arranjo decisório paralelo" para a destinação de verbas públicas, no qual Valdemar aparece como responsável pela definição e pelo remanejamento de emendas.

Os advogados de Valdemar, Marcelo Bessa e Thiago Fleury, afirmaram que a decisão de Dino se baseia em "premissas frágeis, inferências subjetivas e de uma indevida criminalização da atividade político-partidária", e que é "natural e legítima" a atuação do presidente do PL junto à bancada do partido.

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