Política

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Soraya diz por redes sociais que 'golpistas' clonaram seu WhatsApp

Senadora de MS disparou alerta: "não envie dinheiro ou qualquer informação"

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A senadora sul-mato-grossense Soraya Thronicke, do União Brasil, divulgou nesta sexta-feira (18) via redes sociais que seu whatsapp foi clonado.

Em conta do Facebook, ela postou: "Atenção. Clonaram o meu WhatsApp. Não envie dinheiro ou qualquer informação para os golpistas". Não há mais detalhes no comunicado.

Ainda de acordo com informações de pessoas ligadas à senadora, o golpista teria tentando fazer contato com a mãe dela, mas não conseguiu.

 

O QUE FAZER?

 

De acordo com texto publicado no portal da Serasa, birô de crédito, há dicas para se proteger do crime em questão.

Meu WhatsApp foi clonado. E agora?

Você já viu como saber se seu WhatsApp foi clonado. Mas, se mesmo com todos os cuidados você perceber que o seu aplicativo foi hackeado, é necessário tomar algumas atitudes para evitar transtornos maiores.

A primeira delas é recuperar a sua conta. Para isso, entre no WhatsApp com o seu número de telefone e confirme o código que receberá por SMS. Assim que fizer o processo, a pessoa que estiver com a sua conta indevidamente será desconectada.

Além disso, assim que perceber que o seu WhatsApp foi clonado, avise amigos e familiares por mensagens em redes sociais, e-mails e ligações para que não falem com o golpista que está se passando por você.

Depois que resolver a situação, siga alguns procedimentos para aumentar a segurança da ferramenta e evitar que novos golpes ocorram:

Nunca compartilhe o código de registro do WhatsApp enviado por SMS;

Ative a confirmação em duas etapas, clicando em "Configurações" e "Conta" para criar um PIN;

Tenha um antivírus para identificar possíveis ameaças em seu celular;

Utilize sempre a versão oficial do WhatsApp e faça o download do aplicativo apenas na loja de aplicativo do seu smartphone;

Altere as suas configurações de privacidade para que apenas os seus contatos vejam a sua foto de perfil;

Se receber algum pedido estranho de amigo ou familiar, principalmente relacionado a dinheiro, confirme isso por ligação para evitar cair em golpes.

Agora você já descobriu como saber se seu WhatsApp foi clonado, fica mais fácil se proteger. Como dissemos, essa ferramenta conta com tecnologia de ponta para garantir mais segurança e privacidade aos usuários, mas os criminosos também se aperfeiçoam para "burlar" essa proteção.

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Postura

Presidente da CPMI do INSS vai colocar informações sigilosas sobre Vorcaro em sala-cofre

Tratamento será diferente ao dispensado pela comissão a outros alvos, caso se concretize a medida

23/02/2026 19h00

Senador Carlos Viana

Senador Carlos Viana Foto: Divulgação

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Presidente da CPMI do INSS, o senador Carlos Viana (Podemos-MG) afirmou nesta segunda-feira, 23, que pretende colocar informações sigilosas do dono do Banco Master, Daniel Vorcaro, solicitadas pelo colegiado, em uma sala-cofre. O tratamento será diferente ao dispensado pela comissão a outros alvos, caso se concretize a medida.

Os dados oriundos das quebras de sigilos fiscal e telemático estavam sob custódia do presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), por ordem do ministro Dias Toffoli.

Com a mudança de relatoria do caso Master, o novo relator, ministro André Mendonça, determinou a entrega dos documentos à CPI. Há uma cadeia de custódia para o tratamento desses papéis. Cabe à Polícia Federal entregá-los à comissão, o que ainda não ocorreu.

A sala-cofre é um local onde os parlamentares que integram a CPMI do INSS podem acessar os documentos remetidos pela PF. Ao acessá-la, cada deputado e senador registra sua entrada, observa as versões físicas dos dados e não pode levá-los.

O método de tratamento das informações é diferente daquele conferido aos demais itens de investigação, que são entregues em formato digital a todos os membros da CPI.

Segundo Viana, os dados ficarão nesta sala-cofre "até a gente ter chance de analisar o que está lá". O presidente da comissão disse que a decisão cabe exclusivamente a ele. "Eu pretendo fazer isso", disse, antes da reunião da CPI realizada nesta segunda-feira, 23.

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SERVIDOR PÚBLICO

Veto da Prefeitura ao pagamento da previdência em 12 parcelas será votado na Câmara

De acordo com o Executivo, a redução do prazo, de 36 para 12 meses, implica no planejamento orçamentário municipal

23/02/2026 18h25

Sessão ocorre nesta terça-feira, a partir das 9h

Sessão ocorre nesta terça-feira, a partir das 9h Divulgação: Câmara Municipal

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Nesta terça-feira (24), os vereadores da Câmara Municipal de Campo Grande votarão se mantêm ou rejeitam o veto da prefeita Adriane Lopes (PP), que não aprovou a emenda dos parlamentares ao Projeto de Lei Complementar 1.012/25,  a qual assegurava a redução, de 36 para 12 meses, para pagamento das parcelas referentes ao ressarcimento de contribuições previdenciárias, além de atualização dos valores pelo IPCA-E (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo).

A Prefeitura justificou o veto alegando que a redução do prazo implica no planejamento orçamentário. Além disso, a administração municipal argumenta que a proposta foi discutida com sindicato dos beneficiários.

A medida beneficia aqueles servidores efetivos com exercício entre 13 de novembro de 2019 e 18 de outubro de 2022 (data que antecede a vigência da previdência complementar no município) e que fizeram a opção para o Regime de Previdência Complementar. 

Lei sancionada

A prefeita Adriane Lopes (PP) sancionou, no dia 19 de janeiro deste ano, a Lei Complementar referente ao ressarcimento do valor excedente da contribuição previdenciária dos servidores públicos do Município. O dinheiro será devolvido em folha de pagamento do trabalhador, dividido em 36 parcelas mensais e sucessivas. 

Aqueles que optaram por contribuir para o Regime de Previdência Complementar (RPC) ao Instituto Municipal de Previdência de Campo Grande (IMPCG), entre o período de 13 de novembro de 2019 e 18 de outubro de 2022, serão ressarcidos pela Prefeitura.

O texto proposto tinha como objetivos principais regulamentar a devolução dos valores que, segundo o projeto, foram descontados "indevidamente" e também diminuir as parcelas de 36 para apenas 12 vezes.

A prefeita vetou parcialmente trechos do Projeto de Lei Complementar. O IMPCG entende que o projeto de lei modificou, sem análise de viabilidade orçamentária, o texto original que foi deliberado e elaborado pelos membros presentes na Reunião Ordinária do Comitê de Acompanhamento de Previdência Complementar com a participação do sindicato dos servidores envolvido.

Além disso, entende que  o PL contraria a legislação previdenciária (LC n. 415/2021), por tratar de uma temática diferente do texto apresentado e trazer atualização que se refere a "valores como desconto indevido", o que, segundo a Prefeitura, não condiz com os fatos. O Executivo alega que, à época, estes descontos foram realizados em conformidade com a legislação previdenciária.

Outro trecho que foi vetado trata-se do prazo do ressarcimento. A Procuradoria-Geral do Município (PGM) aponta que também foi deliberado pelo Comitê de Acompanhamento de Previdência Complementar (CAPC), por unanimidade e de comum acordo com o Sindicato dos Auditores da Receita, o parcelamento em 36 vezes, com a concordância da Secretaria Municipal da Fazenda”.

O texto queria alterar o fluxo financeiro de ressarcimento de 36 para “até 12 parcelas”,  e segundo a PGM, isto "afronta diretamente o planejamento orçamentário, capacidade financeira do ente, com a execução das despesas obrigatórias e com a manutenção do equilíbrio fiscal ao longo do exercício".

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