Política

CORTE DE CONTAS

TCE publica edital para concurso de procurador de contas substituto

As inscrições poderão ser feitas de 14 de setembro deste ano até às 18 horas do dia 3 de outubro deste ano

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O Tribunal de Contas do Estado de Mato Grosso do Sul ( TCE-MS) publicou, ontem, em edição extra do Diário Oficial Eletrônico, o edital do concurso público para o preenchimento de três vagas do cargo de procurador de contas substituto do Ministério Público de Contas do Estado de Mato Grosso do Sul (MPC).

Conforme consta no edital, as inscrições poderão ser feitas de 14 de setembro deste ano até às 18 horas do dia 3 de outubro deste ano no endereço  eletrônico  https://www.cebraspe.org.br/concursos/, sendo que a taxa de inscrição é de R$ 320,83.

As provas serão realizadas em seis fases: prova escrita objetiva; prova escrita discursiva; prova oral; investigação social; avaliação de sanidade física e mental e avaliação de títulos.
As provas escritas, objetivas e discursivas, serão realizadas no dia 3 de dezembro de 2023, em Campo Grande (MS).

O concurso será realizado pelo Centro Brasileiro de Pesquisa em Avaliação e Seleção e de Promoção de Eventos (Cebraspe), instituição que apresentou proposta técnica e financeira alinhada com os objetivos buscados pela Corte de Contas, além de possuir notoriedade pelos serviços prestados em certames similares, como por exemplo os promovidos recentemente em Santa Catarina, Rio de Janeiro, Distrito Federal e Rondônia, e outros para relevantes carreiras públicas, destacando-se cargos do Tribunal de Contas da União (TCU), da Polícia Federal e do Ministério Público de diversos estados.

A comissão que organiza a realização do concurso foi instituída em junho deste ano é presidida pelo conselheiro Marcio Campos Monteiro e tem como membros titulares o procurador-geral do Ministério Público de Contas João Antônio de Oliveira Martins Júnior, o advogado Heitor de Matos como representante da Ordem dos Advogados do Brasil em Mato Grosso do Sul (OAB/MS), os servidores ocupantes do cargo de auditor estadual de Controle Externo Guilherme Vieira de Barros, Rovena Ceccon e Diogo Sant’Ana Salvadori e como membros suplentes o advogado Regis Santiago como representante da OAB-MS e a servidora Ana Lúcia Mattos de Lima Ribeiro, ocupante do cargo de auditora estadual de Controle Externo.

O cargo

O cargo de procurador de contas substituto do MPC precisa ter diploma, devidamente registrado, de conclusão de graduação em Direito, fornecido por instituição de ensino superior reconhecida pelo Ministério da Educação (MEC), e três anos, no mínimo, de efetivo exercício de atividade jurídica.

As atribuições do cargo, com fundamento no art. 18 da Lei Complementar nº 160/2012, são: promover a defesa da ordem jurídica, como guarda da lei e fiscal de sua execução, requerendo perante o TCE as medidas de interesse da justiça, da administração e do erário; manifestar-se nos processos de tomada e de prestação de contas e nos concernentes aos atos de admissão de pessoal e de concessão de aposentadoria, pensão por morte e reforma de militares; participar das sessões do Tribunal e dizer de direito, verbalmente ou por escrito, em todos os assuntos sujeitos à decisão da Corte de Contas.

O salário inicial é de R$ 37.589,95 e a jornada de trabalho é de 30 horas semanais. Os candidatos deverão comprovar os seguintes requisitos, no momento da fase de investigação social: não ter punições por falta grave no exercício de profissão, cargo ou função; ter idoneidade moral e reputação ilibada, atestada por dois membros da Magistratura, do
Ministério Público, da Procuradoria-Geral do Estado e do Tribunal de Contas, sem prejuízo de investigações a cargo da comissão do concurso; e não ter registro de antecedentes criminais.

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Pressão

Trump diz que Irã está sob pressão e que navios dos EUA estão 'prontos para partir'

Evento sobre acessibilidade aos cuidados de saúde, o republicano voltou a dizer que os EUA não estão sob pressão para acabar com a guerra

23/04/2026 22h00

Divulgação

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O presidente dos EUA, Donald Trump, subiu o tom em relação ao Irã nesta quinta-feira, 23, afirmando que, se não houver acordo, ele resolverá a questão militarmente e que navios americanos estão "prontos para partir" em direção ao Oriente Médio.

Em evento sobre acessibilidade aos cuidados de saúde, o republicano voltou a dizer que os EUA não estão sob pressão para acabar com a guerra. "Irã está sob pressão de tempo, não nós. Se o Irã não escoar o petróleo, a infraestrutura entrará em colapso Eles têm apenas alguns dias até que isso aconteça", enfatizou aos repórteres.

O mandatário também reafirmou que o país persa quer chegar a um acordo, mas que Teerã tem uma liderança totalmente nova e por isso eles estão "em conflito entre si". "Não sabemos quem é o líder. O Irã está adiando isso porque não sabemos com quem estamos falando", disse.

Trump elogiou o bloqueio americano, alegando que o país persa não está conseguindo fazer negócios e que derrubará os navios "arrogantes iranianos" que foram avistados.

Sem acordo, o presidente americano frisou que os EUA eliminarão o restante dos alvos, mas que não usaria armas nucleares contra o Irã. "Com ataques, achei que o petróleo subiria a US$ 200 por barril e que bolsas cairiam 20%", acrescentou, ponderando que os americanos vão pagar mais pela gasolina "por um tempo" por causa da guerra.

Sobre inteligência artificial (IA), o republicano mencionou que os EUA estão à frente da China na corrida de IA, com empresas de semicondutores de Taiwan e da Coreia do Sul se instalando no país. "Tarifas são responsáveis por aumento da produção de chips nos EUA; Teremos cerca de 50% do mercado em breve".

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Inconstitucionalidade

Relator no STF, Fachin vota para declarar constitucionalidade da Lei Ferrari

Vigente desde 1979, a lei estabelece regras para contratos de concessão entre fabricantes de veículos e suas redes de concessionárias

23/04/2026 21h00

Foto: Rosinei Coutinho/STF

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O ministro Edson Fachin, presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), votou nesta quinta-feira, 23, para declarar a constitucionalidade da chamada Lei Ferrari, que regula as relações comerciais entre montadoras e concessionárias de veículos no Brasil. Ele é relator do caso. O julgamento foi iniciado nesta quinta.

"A regulação setorial deve e pode ser alvo de críticas e eventuais aprimoramentos, mas isso não significa inconstitucionalidade", afirmou Fachin, que defendeu a manutenção da lei como uma deferência à opção legislativa.

Vigente desde 1979, a lei estabelece regras para contratos de concessão entre fabricantes de veículos e suas redes de concessionárias. Entre outras coisas, ela permite exclusividades territoriais, limites de vendas e exigências de estoque e fidelização.

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