Política

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TJ-MS reafirma decisão que tira vaga de deputado estadual de Tiago Vargas

Vereador em Campo Grande perdeu o direito ao mandato por ter sido demitido da Polícia Civil

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Em nova decisão do TJ-MS (Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul), a corte frustrou mais uma vez a tentativa do vereador em Campo Grande, Tiago Vargas, do PSD, que, na eleição, conquistou votos suficientes para eleger-se deputado estadual, mas perdeu a vaga porque o tribunal o tornou inelegível. Antes de ingressar na política, o parlamentar foi expulso da Polícia Civil por indisciplina.

O TJ-MS já tinha punido o vereador, que apelou contra a decisão. Ainda na campanha eleitoral, Tiago Vargas via a candidatura ameaçada. De acordo com a corte o registro dele para disputar a eleição tinha sido "indeferida com recurso ou em prazo recursal".

Ainda assim, Vargas seguiu em frente com a campanha e foi eleito pouco mais de 18 mil votos. Ocorre que havia uma petição em curso questionando a candidatura do vereador por ele ter sido expulso da polícia.

Tiago Vargas foi excluído do quadro funcional da Polícia Civil por ato de indisciplina. Num exame médico, o parlamentar teria ofendido os profissionais que o atendiam e quebrado uma mesa a chutes. Essa decisão ocorreu em 2020, ano que Vargas virou vereador.

Ele recorreu contra o decreto que o tirou da instituição e, no período que concorreu a um dos mandatos da Câmara dos Vereador, recorreu e a questão não tinha sido definida até Vargas obter os votos que o daria direito a assumir uma das 24 vagas da Assembleia Legislativa.

No entanto, o TJ-MS o tornou inelegível depois que o parlamentar havia sido eleito. Vargas recorreu, conquistou a vaga de volta, mas, a mesma corte acatou recurso do Estado de MS, que havia discordado da anulação do decreto acerca da demissão de Vargas.

O vereador insistiu no recurso, mas o tribunal reafirmou a decisão que barrou a candidatura de Vargas.

No lugar de Vargas, conforme a decisão, assume a vaga o ex-secretario de Finanças da prefeitura de Campo Grande, Pedro Pedrossin Neto, o primeiro suplente do PSD.

O parlamentar afirmou que vai insistir com recursos judiciais, meio de tentar reaver a vaga de deputado estadual. O mandato de vereador dele dura até dezembro de 2024.

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Declaração

Escala 6x1: Posso apresentar o relatório entre 20 e 22 de maio, diz Leo Prates

Declarações ocorreram nesta quarta-feira, 29, após ter tomado posse da relatoria na Câmara.

29/04/2026 21h00

Foto: Divulgação

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O relator da comissão especial sobre as propostas que dão fim à escala 6x1, deputado Leo Prates (Republicanos-BA), declarou que pretende apresentar o seu parecer ao colegiado entre os dias 20 e 22 de maio.

As declarações ocorreram nesta quarta-feira, 29, após ter tomado posse da relatoria na Câmara. O presidente do colegiado é o deputado Alencar Santana (PT-SP).

O relator disse que vai apresentar o seu plano de trabalhos ao presidente Hugo Motta (Republicanos-BA) na próxima segunda-feira, 4. A votação do plano deve ter na terça-feira, 5

"Eu posso apresentar o relatório na comissão especial entre 20 e 22 (de maio)", declarou Prates. Segundo ele, a expectativa é de que a votação ocorra na semana seguinte.

Em entrevista à imprensa, Prates reiterou que produzirá um "texto médio do pensamento da Casa" e que trabalhará "com equilíbrio e conversando com setor produtivo".

"O que nós pudermos, dentro da meta, que é acabar com a escala 6x1, fazer para mitigar os efeitos econômicos, nós faremos, dentro de rearranjos econômicos", disse.

Prates acrescentou: "Inclusive, eu já conversei com o presidente Alencar, com o presidente Hugo Motta, sobre algumas coisas que a gente voluntariamente possa fazer, que possa preparar o Brasil para a escala ideal, que é a 4x3".

De acordo com o presidente da Câmara, a expectativa é de que a comissão e o plenário realizem a votação da proposta de emenda à Constituição (PEC) até o fim de maio. Em seguida, o Senado deverá analisar a matéria.

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Pedido

Trump pede que Netanyahu realize apenas ataques 'cirúrgicos' no Líbano

Cessar-fogo que Trump ajudou a intermediar no Líbano está sendo cumprido apenas parcialmente

29/04/2026 19h00

Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump

Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump Foto: Divulgação

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O presidente dos EUA, Donald Trump, disse ao primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, que Israel deveria realizar apenas ações militares "cirúrgicas" no Líbano e evitar uma retomada total da guerra, afirmou o republicano à Axios em uma entrevista por telefone nesta quarta, 29.

O cessar-fogo que Trump ajudou a intermediar no Líbano está sendo cumprido apenas parcialmente, e autoridades tanto em Israel quanto no Líbano temem que ele entre em colapso por completo ainda antes de expirar em meados de maio. Também não houve progresso para lançar negociações de paz entre os países, apesar de o secretário de Estado americano, Marco Rubio, ter sediado duas reuniões com os respectivos embaixadores.

Segundo o israelense Channel 12, Trump pediu a Netanyahu que atuasse com mais cautela e não derrubasse prédios no Líbano, porque isso prejudicaria a imagem de Israel.

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