Política

GUERRA DE LIMINARES

'TJMS jamais se curvará', diz presidente

'TJMS jamais se curvará', diz presidente

TARYNE ZOTTINO

02/01/2014 - 10h00
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Joenildo de Sousa Chaves, presidente do Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul, assumiu o plantão e divulgou hoje (2), uma nota sobre as críticas e acusações que caíram sobre o orgão depois da "guerra de liminares" na sessão de julgamento do pedido de cassação do prefeito de Campo Grande, Alcides Bernal (PP).

"É comum, em decorrência de uma decisão judicial, sobretudo em casos como os tais, que a parte vencida, insatisfeita, lance mão de alguns expedientes, mas a lei prevê os recursos próprios. O que não é possível, é que os insatisfeitos com as decisões, ao invés de buscarem as medidas previstas no ordenamento, passem a atacar a instituição Judiciária, sob pena de causar insegurança jurídica à sociedade", declarou. No texto, Joenildo diz ainda que o TJMS "jamais se curvará perante quem quer que seja" e que o orgão tem uma história de "justiça imparcial e apolítica".

No último dia 26 de dezembro, data em que aconteceria a sessão extraordinária, os trabalhos na Câmara Municipal foram suspendidos no período da manhã pelo desembargador João Batista da Costa Marques, vice-presidente do TJMS. Durante a tarde, a desembargadora Tânia Garcia de Freitas Borges concedeu uma liminar, que determinava o prosseguimento da sessão. Porém, quase no fim do dia, a decisão foi derrubada, novamente por João Batista, encerrando o julgamento. 

Política

Ex-deputado Roberto Razuk morre aos 85 anos

Patriarca da família Razuk estava em coma induzido em razão de uma grave infecção pulmonar

15/10/2026 14h31

Ex-deputado Roberto Razuk

Ex-deputado Roberto Razuk Foto: Divulgação

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Aos 85 anos, o ex-deputado Roberto Razuk faleceu na manhã desta quinta-feira (15), no Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo. A morte foi confirmada por sua esposa Délia Razuk, ex-prefeita de Dourados. 

O patriarca da família Razuk estava em coma induzido em razão de uma grave infecção pulmonar. Conforme apurado pelo Correio do Estado, não haverá velório e seu corpo será cremado em São Paulo. 

Pai do ex-deputado Neno Razuk, Roberto Razuk nasceu em Campo Grande em 1941 e foi deputado estadual por duas legislaturas consecutivas entre 1987 e 1995. 

Exerceu seu primero mandato pelo Partido da Frente Liberal (PFL). No mandato seguinte, foi deputado pelo PDT. 

Foi preso em novembro de 2025 em Dourados, na 4ª fase da Operação Sucessione, realizada pelo do Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado (Gaeco) por envolvimento em esquema do jogo do bicho.

Desde sua prisão, necessitava de cuidados especiais em razão de dois procedimentos para retirada de tumores e cumpria prisão domiciliar. 

De acordo com o MPMS, a família Razuk possui longo histórico de atuação na contravenção dentro de Mato Grosso do Sul. O patriarca Roberto Razuk teria administrado a exploração do jogo do bicho na região sul do Estado, especialmente em Dourados, dentro da divisão territorial atribuída a Fahd Jamil, outro nome apontado pelo MPMS como uma espécie de barão da contravenção.

A estrutura então administrada por ele teria sido herdada pelo filho, ex-deputado Neno Razuk. Segundo denúncia apresentada pelo Ministério Público que culminou na prisão de ambos, a organização buscava ampliar sua área de influência após a queda da família Name. 

 

Atualizdo às 14h50

Eleições 2026

Eleitor não votou no primeiro turno pode votar normalmente no segundo

Em Mato Grosso do Sul, 483.210 eleitores faltaram o primeiro turno, mas, podem ir às urnas normalmente no segundo turno

15/10/2026 12h00

Eleitores em fila para votar nas eleições 2026, 1° turno

Eleitores em fila para votar nas eleições 2026, 1° turno Paulo Ribas

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Eleitores que não votaram no primeiro turno das eleições gerais, realizado em 4 de outubro, poderão votar normalmente no segundo, que acontece em 25 de outubro.

Em Mato Grosso do Sul, 483.210 eleitores faltaram no primeiro turno por quaisquer motivos: viagem, compromisso, mudança de cidade, entre outros. O número representa 23,87% de abstenção.

No Estado, a eleição para governador foi decidida no primeiro turno, ocasião em que Eduardo Riedel foi reeleito com 67% dos votos. 

Mas, os eleitores sul-mato-grossenses ainda terão que voltar às urnas, em 25 de outubro, para decidir a vaga de presidente da República (Luiz Inácio Lula da Silva ou Flávio Bolsonaro).

Por isso, quem faltou no primeiro turno pode ficar despreocupado: é possível votar normalmente no segundo turno.

JUSTIFICATIVA - Eleitores que faltaram no primeiro turno das eleições 2026, em 4 de outubro, podem justificar o voto e ficar em dia com a Justiça Eleitoral.

É possível justificar a falta no primeiro turno até 3 de dezembro de 2026 por meio:

  • Do aplicativo e-Título
  • Presencialmente em qualquer Cartório Eleitoral
  • Pelo Autoatendimento Eleitoral - acesse os Portais da Justiça Eleitoral
  • A documentação que comprove o motivo da ausência à eleição deverá ser anexada ao requerimento para análise da autoridade judiciária da zona eleitoral responsável pelo título.

Caso a justificativa seja aceita, haverá o registro no histórico do título eleitoral. Se a justificativa não for aceita, é necessário quitar o débito (R$ 3,51 por turno).

Quem estiver viajando no dia da eleição, deve apresentar passagens, cartões de embarque ou carimbos no passaporte, entre outros documentos que possam justificar a ausência no dia da votação.

Cada turno é tratado separadamente: se faltar aos dois turnos, precisa fazer uma justificativa para cada um.

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