Política

COVID-19 E DENGUE

Três dias após alta, ex-senador Delcídio volta para o hospital

Ex-líder do governo petista no Congresso, hoje presidente do PTB em MS, descobriu estar com covid-19 e dengue e ficou no Hospital da Cassems

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Infectado simultaneamente pelos vírus que causam a covid-19 e a dengue, o ex-senador sul-mato-grossense Delcídio do Amaral precisou retornar para o hospital nesta terça-feira (28), três dias após receber alta. Ele descobriu há 14 dias estar com o novo coronavírus e precisou ser internado no Hospital da Cassems após se sentir mal.

Durante os três dias de internação, ele acabou descobrindo em exames também estar com dengue, o que agravou seus quadro e agrediu ainda mais seu organismo. A alta de Delcídio veio no sábado (25) após demonstrar melhoras no estado de saúde.

"O 'ioiô' dos sintomas resolveu ficar parado de ontem pra hoje e não melhorei. Essa noite tive mais febre e acredito que estou desidratando. Não adianta teimar! Estou voltando pro hospital", anunciou no fim da manhã de hoje em sua página do Facebook.

Conhecido nacionalmente por ser a liderança governista do PT no Congresso durante a gestão de Dilma Rousseff, Delcídio teve seu mandato de senador cassado, mas depois foi inocentado de algumas das acusações as quais respondia. Ele agora é presidente regional do PTB.

"Não subestimem a covid-19 nem a dengue. A ação de qualquer uma no organismo é horrível mas as duas juntas nos tornam um farrapo humano. Fiquem com Deus, cuidem-se bem e torçam por mim!", alerta o ex-senador, também pelo Facebook.

Delcídio vem diariamente relatando seu estado de saúde no Facebook. Em postagem feita no sábado, dia de sua alta médica, ele se referiu aos profissionais de saúde como heróis e agradeceu ao apoio de todos. "Minha solidariedade, em especial, às mais de 85.000 famílias que choram pela perda dos seus entes queridos", postou.

O que fazer?

Eleições: saiba como consultar locais de votação para o segundo turno

Checagem pode ser feita no-Título, Autoatendimento Eleitoral e ChatVot

24/10/2026 22h00

Reprodução / TSE

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Os 158 milhões de eleitores que vão às urnas neste domingo (25) para escolher o próximo presidente da República precisam checar o endereço da seção eleitoral antes de sair de casa. 

A orientação do Tribunal Superior Eleitoral é que os eleitores confiram, com antecedência, os locais de votação nos canais oficiais.

Aplicativo e-título

O aplicativo e-título pode ser baixado de forma gratuita em celulares Android e iOS nas lojas oficiais. Para consultar o local de votação é só abrir o aplicativo, digitar os dados solicitados e selecionar a opção “onde votar”. Vai aparecer a zona e a seção eleitoral com o endereço. É possível inclusive traçar a rota de como chegar ao local. 

Autoatendimento Eleitoral
O Autoatendimento Eleitoral está acessível nos postos do TSE e dos tribunais regionais eleitorais (TREs) de cada estado. Alí é possível consultar o local de votação em “onde votar”, além de outros serviços, como regularização de pendências, atualização de dados e emissão de documentos de forma remota, sem precisar comparecer a um cartório eleitoral.

ChatVote
O ChatVote é o assistente virtual da Justiça Eleitoral. Ele usa inteligência artificial para responder dúvidas e orientar sobre os serviços disponíveis. Também pode ser acessado na página do TSE. O ChatVote fica no lado esquerdo da página, na parte inferior. É um desenho de uma urna com olhinhos. É só clicar nela e fazer a pergunta. 

A votação do segundo turno ocorre no próximo dia 25 de outubro. As seções ficam abertas de 8h às 17h. O eleitor vai votar desta vez apenas para presidente da República e, em alguns estados, para governador. A disputa local ocorre no Acre, Amazonas, Distrito Federal, Espírito Santo, Rio Grande do Norte e Tocantins.

Eleições 2026

Transporte de indígenas deve ser aprovado por juiz, diz Nunes Marques

Presidente do TSE nega pedido da coligação Brasil Pronto Pra Mais

24/10/2026 21h00

Ministro Kassio Nunes Marques

Ministro Kassio Nunes Marques Foto: Divulgação / X

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O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Kassio Nunes Marques, negou pedido para que veículos e embarcações da Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai), Secretaria de saúde Indígena (Sesai) e do Ministério dos Povos Indígenas (MPI) possam transportar eleitores indígenas sem autorização prévia da Justiça Eleitoral.

O requerimento foi feito pela coligação Brasil Pronto Pra Mais, do candidato Luiz Inácio Lula da Silva.

Na decisão, Nunes Marques diz que esses veículos até podem fazer o transporte, mas que para cada transporte é preciso haver autorização do juiz competente. Além disso, será preciso informar antes os veículos ou embarcações utilizados, os condutores responsáveis, o horário, percurso e ponto de embarque. Também é necessário comunicar, de forma prévia, o Ministério Público Eleitoral e as agremiações políticas, para fiscalização. 

O ministro, porém, orientou os tribunais regionais eleitorais (TREs) a receber e analisar pedidos de transporte apresentados fora dos prazos ordinários, inclusive no dia da votação. 

Caso Vale do Javari
Na semana passada, a Justiça Eleitoral do amazonas negou pedido feito pela União dos Povos Indígenas do Vale do javari (Univaja) para que fossem fornecidos transporte fluvial, água e alimentos aos indígenas para que eles pudessem exercer o direito ao voto. Na quinta-feira (22), após acordo entre a organização e a Justiça Eleitoral, o TRE do Amazonas confirmou que os indígenas terão apoio logístico para votar. 

A lei eleitoral determina a obrigatoriedade de viagens municipais e intermunicipais no dia da eleição em todo o país. Esse transporte é de responsabilidade de prefeituras e governos e deve durar o dia todo. 

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