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Vereadores rejeitam moção de apoio a Eduardo Bolsonaro em Campo Grande

Moção teve 11 votos contrários e 10 favoráveis, ou seja, diferença de apenas um voto

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Por 11 votos a 10, vereadores da Câmara Municipal de Campo Grande rejeitaram moção de apoio ao deputado federal Edaurdo Bolsonaro (PL-SP), na sessão desta terça-feira (12).

A moção foi apresentada pelo vereador Rafael Tavares (PL), com o objetivo de expressar solidariedade ao parlamentar, que, segundo Tavares, deixou o Brasil e buscou exílio nos Estados Unidos diante de um cenário de perseguições políticas.

O texto da moção reconhecia a atuação de Eduardo Bolsonaro na defesa de pautas conservadoras e manifestava apoio ao seu posicionamento.

Durante a votação em plenário, a proposta foi rejeitada por 11 votos contrários e 10 favoráveis, diferença de apenas um voto.

“A moção é simbólica, mas representa muito para aqueles que acreditam nos valores que defendemos. Continuarei honrando cada voto recebido pela população de Campo Grande, sendo leal aos princípios que me trouxeram até aqui”, afirmou Tavares após a reprovação.

Veja como votou cada vereador

Votaram contra a moção os vereadores:

  • Beto Avelar (PP),
  • Carlão (PSB),
  • Dr. Jamal (MDB),
  • Dr. Lívio (União),
  • Dr. Victor Rocha (PSDB),
  • Jean Ferreira (PT),
  • Landmark (PT),
  • Luiza Ribeiro (PT),
  • Marquinhos Trad (PDT),
  • Prof. Juari (PSDB),
  • Ronilço Guerreiro (Podemos).

Votaram a favor da moção os vereadores:

  • André Salineiro (PL),
  • Ana Portela (PL),
  • Clodoilson Pires (Podemos),
  • Herculano Borges (Republicanos),
  • Leinha (Avante),
  • Maicon Nogueira (PP),
  • Prof. Riverton (PP),
  • Rafael Tavares (PL),
  • Vet. Francisco (União),
  • Wilson Lands (Avante).

Alternativa

Camilo Santana: Lula lançou proposta de pé-de-meia universitário, com custo de R$ 4,6 bi ao ano

Programa vai garantir, na mesma lógica do Pé-de-Meia, só que R$ 700 durante 10 meses

13/10/2026 23h00

Camilo Santana, ex-ministro da Educação

Camilo Santana, ex-ministro da Educação Foto: Rafa Neddermeyer/ Agência Brasil

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O senador Camilo Santana (PT-CE), um dos porta-vozes da campanha do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), disse nesta terça-feira, 13, que o presidente da República fará um Pé-de-Meia universitário caso seja reeleito. Afirmou que a proposta garantirá uma bolsa de R$ 700 por mês aos estudantes e mais R$ 2.500 ao ano em uma poupança, que poderão ser retirados ao fim do curso.

"Lula lançou uma proposta para seu quarto mandato de, da mesma forma que criou o Pé-de-Meia para alunos do ensino médio e reduziu evasão escolar, quer ampliar isso para aluno da universidade pública, para que ele nunca desista do sonho", afirmou.

"O programa vai garantir, na mesma lógica do Pé-de-Meia, só que R$ 700 durante 10 meses, mais uma poupança no valor de R$ 2.500 por ano, com contrapartidas do aluno, para que ele tenha R$ 10 000 ao fim do curso para iniciar sua vida no mercado de trabalho", declarou.

Ex-ministro da Educação, Camilo citou essa medida junto com o anúncio voltado aos microempreendedores individuais (MEIs) nesta terça-feira. Disse que são "medidas importantes para pensar um futuro de prosperidade".

O Pé-de-Meia universitário será voltado a estudantes de universidades públicas federais e estaduais e alunos do Prouni. O custo, segundo Camilo Santana, será de R$ 4,6 bilhões ao ano. O dinheiro virá do Fundo Social do Pré-Sal, disse o senador, que estimou em cerca de 1 milhão os alunos beneficiados.

Votação

Alcolumbre sobre PEC 6x1: Já há número regimental para apreciação do calendário especial

Segundo senador, com o requerimento, a matéria poderá ser submetida a votação na quarta-feira

13/10/2026 22h00

Presidente do Senado, Davi Alcolumbre

Presidente do Senado, Davi Alcolumbre Divulgação/ Agência Brasil

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O presidente do Senado Federal, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), afirmou que há assinaturas suficientes para a apreciação do requerimento de calendário especial para a proposta de fim da escala 6x1. As declarações ocorreram nesta terça-feira, 13. Segundo Alcolumbre, com o requerimento, a matéria poderá ser submetida a votação na quarta-feira, 14. São necessárias duas votações para a PEC ser aprovada.

O requerimento de calendário especial, apresentado pela bancada do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), permite a dispensa do intervalo previsto entre a primeira e a segunda votação sobre a PEC, o que acelera a aprovação da proposta.

Conforme mostrou o Broadcast Político, a líder do governo no Senado, Teresa Leitão (PT-PE), disse que as duas votações poderão ocorrer nesta quarta. A oposição, porém, quer que a segunda votação fique para depois da eleição de 25 de outubro.

Nesta terça, foi realizada a penúltima sessão de discussão sobre a PEC no Senado. A última discussão ocorrerá nesta quarta-feira, e logo em seguida poderá ocorrer a votação. "Portanto, do ponto de vista regimental, esta matéria estará apta para a sua deliberação no dia de amanhã, e lógico e evidente, que já é público, vários senadores assinaram um requerimento de calendário especial solicitado por outras lideranças partidárias", disse.

Alcolumbre acrescentou: "Eu informo a Vossas Excelências e ao Brasil que já há o número regimental para a apreciação do calendário especial na tarde da sessão de amanhã".

Defendida pelo governo Lula, a PEC recebeu o apoio do candidato do PL à Presidência, Flávio Bolsonaro, mais cedo. A campanha do senador do Rio de Janeiro vinha acusando a tramitação da proposta de ter caráter eleitoreiro. Além disso, Flávio vem defendendo outra proposta, que institui o contrato de trabalho por hora e permite a redução de salário se o empregador trabalhar por uma jornada menor.

Na tribuna do plenário, a senadora Damares Alves (Republicanos-DF) disse que o anúncio de Flávio vai "animar muita gente" a votar a favor da PEC. "Acho que, com o anúncio do Flávio hoje, esse número de pessoas que vão votar a favor vai ser enorme", afirmou. 

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