Política

'chega de roubo'

Wanderlei Silva será candidato a deputado

Wanderlei Silva será candidato a deputado

Tatame

11/01/2014 - 00h00
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Ídolo do PRIDE e do UFC e um dos mais queridos personagens do MMA mundial, Wanderlei Silva pretende utilizar sua popularidade em prol daqueles que sempre o ovacionaram. O “Cachorro Louco” vai lançar seu nome como candidato a deputado federal pelo PSDB do Paraná, em convenção do partido na próxima semana. A ideia surgiu durante questionamento da apresentadora Marília Gabriela, em entrevista que foi ao ar no mês de setembro do ano passado, e ganhou força nos últimos 15 dias.

As propostas de Wand serão, principalmente, no campo da inclusão social. Em novembro de 2013, ele fechou acordo para abrir uma academia gratuita em Campina Grande, cidade do interior da Paraíba.

“Vi que tenho muitos projetos que podem ser feitos, muitas coisas interessantes, e, se tudo der certo, entro nessa empreitada. Vou para a casa do TUF, nocauteio o Sonnen e entro em campanha”, afirma o atleta. “Se tivermos pessoas sérias juntas, é possível fazer. Conseguimos abrir uma escola no interior da Paraíba, por que Curitiba ou São Paulo não poderiam ter uma? Não tem verba? Falta alguém para colocar para frente. Cansei de pedir, vou lá (no Congresso Federal) fazer com as minhas próprias mãos, como fiz a vida inteira”.

Wanderlei sempre foi engajadonas causas sociais. Durante os protestos contra a corrupção no Brasil, entre junho e setembro passados, o lutador chegou a gravar um vídeo convocando os cidadãos a irem às ruas protestar. Ele pede por uma mudança na geração de políticos do país e promete ser voz ativa no Congresso.

“Chega desses corruptos nos roubando! Essa geração está indo embora presa, aposentada ou morta. É a hora das pessoas de bem, mas não adianta ser a hora e não fazer nada. Precisamos de projetos bem feitos, investir de verdade de maneira a ajudar a população. Pode ser uma coisa boa para todo mundo. Se vocês acham o Romário polêmico, deixa eu entrar lá para verem o que vai acontecer”, projeta.

Declaração

Camilo Santana defende redução da maioridade: Se pode votar, pode assumir responsabilidades

Segundo Camilo, o governo não quis votar a redução da maioridade penal proposta pela oposição

16/10/2026 22h00

Camilo Santana, ex-ministro da Educação

Camilo Santana, ex-ministro da Educação Foto: Rafa Neddermeyer/ Agência Brasil

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O coordenador da campanha do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) à reeleição, senador Camilo Santana (PT-CE), defendeu a redução da maioridade penal em conversa com jornalistas nesta sexta-feira, 16. Nunca antes defendida pelo PT, agora o governo é favorável à criminalização de crimes hediondos cometidos por quem possui 16 e 17 anos.

"Nós defendemos que pode diminuir para 16 anos apenas para crimes que são crimes extremamente graves, como quem tira a vida de um cidadão e de uma cidadã brasileira. Se uma pessoa que tem 16 anos tem o direito de votar e escolher os seus representantes, ela também precisa assumir determinadas responsabilidades", declarou Camilo no quartel-general da campanha de Lula, em Brasília.

Segundo Camilo, o governo não quis votar a redução da maioridade penal proposta pela oposição ao governo porque eles buscavam atrapalhar a tramitação da proposta de emenda à Constituição (PEC) da Segurança Pública. O texto do PL era bem mais radical, propondo redução para 16 anos em todos os crimes e para 14 em caso de crimes hediondos.

A cartada do PL ocorreu um dia depois do governo Lula conseguir uma importante vitória com a aprovação da PEC que acabou com a escala de trabalho 6x1. O objetivo era desidratar o capital político do PT em um tema sensível para a esquerda.

Para se defender, o governo Lula decidiu abraçar a bandeira da maioridade penal para 16 anos em casos de crimes hediondos, que nunca foi pauta do PT. O próprio Camilo, que é senador, apresentou uma outra emenda proposto a atual ideia do Executivo

Em sabatina para a TV Globo na noite desta quinta-feira, 15, Lula disse defender a redução da maioridade penal para 16 anos em casos de crimes hediondos.

"Meu pensamento, enquanto cidadão brasileiro, é que no caso de todo e qualquer crime hediondo, sou favorável a diminuir a penalidade. Para crimes hediondos", disse o presidente na sabatina para o Jornal Nacional.

Regulamento

TSE define regras para canais de WhatsApp durante a campanha

Atualização de resolução da Corte eleitoral foi por unanimidade

16/10/2026 19h00

Foto: Antônio Augusto / TSE

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O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) definiu nesta sexta-feira (16) regras para o funcionamento de canais de WhatsApp que apoiam campanhas eleitorais. 

A decisão foi tomada após a guerra de liminares sobre o funcionamento do canal Exército do Lula, criado pelo deputado federal André Janones (Rede-MG) para apoiar a candidatura à reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

Por unanimidade, os sete ministros da Corte aprovaram uma atualização na resolução do TSE que trata da propaganda eleitoral na internet e da fiscalização dos canais de comunicação utilizados pelas candidaturas.

Conforme a decisão, canais que receberem apoio técnico ou financeiro das campanhas deverão ser registrados na Justiça Eleitoral.

O vínculo deverá ser estabelecido a partir do recebimento de recursos, ajuda técnica, além do direcionamento para página oficial do candidato.

O apoio espontâneo ou compartilhamento de materiais de campanha não poderão ser caracterizados como vínculo direto com a campanha. 

Se as regras não forem cumpridas, os canais poderão ser desativados até que a regularização seja providenciada. 

Na terça-feira (13), o presidente do TSE, Kassio Nunes Marques, determinou a reativação do canal Exército do Lula, após a campanha de Lula registrar o canal no tribunal, conforme determinação do ministro.

A reativação ocorreu após decisões conflitantes de Kassio e do ministro corregedor-geral do TSE, Villas Bôas Cueva, que havia liberado o canal.

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